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Introdução 1 Elefantiase 2 Transmissão da Elefantiase 2 Sintomas da Elefantiase 2 Membros afetados pela elefantíase 3 Tratamento da Elefantíase 3 Como se prevenir da Elefantíase 3 Conclusão 4 Referencias Bibliográficas 5
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Introdução Trombose é a formação de um trombo no interior do coração ou de um vaso sanguíneo num indivíduo vivo. Tromboembolia seria o termo usado para descrever tanto a trombose quanto sua complicação que seria o embolismo. Já os coágulos sanguíneos ocorrem, num indivíduo vivo, fora do sistema cardiovascular ou, num indivíduo morto dentro dos vasos e no coração.
Às vezes pode ocorrer em uma veia situada na superfície do corpo, logo abaixo da pele. Nesse caso é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite, portanto no presente trabalho irei falar da Trombose no contexto geral, a sua definição, causa, factores de risco, tratamento e prevenção.
Uma tromboflebite é, então, um coágulo acompanhado de uma inflamação. É possível que uma trombose cause uma flebite, e flebites podem causar tromboses.
Tipos de trombose Existem dois grandes tipos de trombose que se dividem em subtipos. Elas podem ser classificadas como a trombose venosa e a trombose arterial. A venosa é a mais comum e acontece quando o trombo se localiza nas veias, enquanto a arterial acontece quando o coágulo está em uma artéria. Ambas são mais comuns nos membros inferiores, as pernas.
Trombose venosa As tromboses venosas são o tipo mais comum da doença e acontecem quando o sangue coagula em uma veia. Ela possui diversas causas e leva a dores e inchaço, podendo bloquear a veia. Caso o trombo se desprenda, ele pode ir até o coração ou os pulmões.
Trombose Venosa Profunda A trombose venosa profunda é o tipo mais conhecido da doença. Ela acontece quando a veia afetada é uma das chamadas veias profundas, que ficam no interior dos músculos ou nos órgãos.
As tromboses venosas profundas são uma condição grave e o atendimento médico é necessário, com urgência, porque além de bloquear a veia onde está localizada, ela não causa muita inflamação, fazendo com que os trombos se soltem com facilidade, o que aumenta os riscos de eles ficarem presos em outros lugares.
Trombose venosa superficial A trombose venosa superficial acontece quando a veia afetada fica do lado externo dos músculos, abaixo da pele. É comum que se desenvolva a partir de uma flebite, uma inflamação da veia, que por sua vez, é comum em varizes, que são veias dilatadas ou torcidas.
Diferente da trombose venosa profunda, a superficial tem a tendência de causar um processo inflamatório rápido, fazendo com que os sintomas apareçam depressa e a detecção seja mais fácil, além de firmar o coágulo no lugar, reduzindo a possibilidade de ele se desprender e ir até outro lugar do corpo.
Trombose arterial As tromboses arteriais são mais raras, mas assim como as venosas, costumam afetar as pernas.
Algumas das tromboses arteriais são conhecidas e específicas o bastante para possuírem nomes próprios. É o caso da trombose cerebral, que causa o bloqueio de uma artéria no cérebro, caracterizando um AVC isquêmico, ou uma trombose pulmonar, que ao bloquear uma artéria dos pulmões é chamada de embolia pulmonar.
Ambas as doenças, assim como a maior parte das tromboses arteriais, acontecem em decorrência do desprendimento de coágulos de tromboses venosas. Isso ocorre porque as veias possuem um fluxo de sangue com menos pressão, além de válvulas para evitar que o sangue volte, o que não é necessário nas artérias.
Isso deixa a movimentação do sangue mais lenta e dá espaços para que ele pare seu percurso por mais tempo, tornando as veias muito mais adequadas do que artérias para a coagulação sanguínea.
Causas da trombose Os coágulos costumam aparecer quando o fluxo sanguíneo está lento, o que facilita a coagulação.
Em geral, eles podem ocorrer por posições ou imobilidades que causem a redução da circulação ou quando existe alguma doença que faça com que o sangue coagule mais rápido.
Diversas situações podem fazer com que isso aconteça, como:
Flebite Flebites são inflamações nas paredes das veias, deixando-as rígidas e facilitando a aderência de lipídios (gordura), que por sua vez facilitam a coagulação do sangue ao seu redor.
O sangue coagulado se torna um trombo, causando uma trombose — ou, nesse caso, uma tromboflebite.
Diversos medicamentos são capazes de modificar os fatores de coagulação do sangue, portanto é sempre importante que seu médico tenha conhecimento sobre quais remédios você toma.
Sintomas Os sintomas mais comuns da Trombose Venosa Profunda (TVP) são: dor, inchaço e vermelhidão na área afectada (perna ou coxa). Outros sinais são o calor e o empastamento no membro acometido (rigidez da musculatura da panturrilha). Diante de tais manifestações o indivíduo deve ser encaminhado a um serviço médico de emergência, sobretudo pelo risco do quadro evoluir para uma embolia pulmonar.
Sintomas relacionados à embolia pulmonar Quando um coágulo bloqueia uma artéria do pulmão, caracteriza-se uma embolia pulmonar. Um coágulo sanguíneo nem sempre é o causador de embolias, que podem ser resultado de um bloqueio arterial por qualquer material, mas os trombos desprendidos de tromboses são a mais frequente das causas.
A embolia pulmonar causa sintomas extras, além dos já citados, como por exemplo falta de ar e dificuldade de respiração, além de desmaios.
Sintomas relacionados a AVCs Da mesma forma que no caso da embolia pulmonar, acidentes vasculares cerebrais (AVC) não necessariamente são causados por trombos, mas é um causador comum. Quando acontece, os sintomas de AVC aparecem, como dores de cabeça, problemas neurológicos, náuseas e vômitos.
Além disso existe a possível paralisação de algumas funções, como o movimento de um lado do rosto ou braços, fala arrastada ou impossibilitada. É importante buscar ajuda médica urgentementecaso se suspeite de um AVC.
Tratamento A trombose tem cura sim. Quando a doença é detectada e o paciente segue o tratamento medicamentoso para a eliminação dos trombos, a trombose é eliminada.
O objetivo do tratamento é encurtar a evolução, minimizar as sequelas, prevenir a embolia pulmonar e evitar a recorrência. O tratamento poderá ser CLÍNICO-MEDICAMENTOSO, ou CIRÚRGICO (intervencionista).
O tratamento clínico engloba:
. Repouso no leito, com pés elevados . Analgésicos . Uso de meias elásticas, compressivas . Anticoagulantes (Heparina EV, ou subcutânea; anticoagulantes orais warfarina por 3 à 6 meses, com controle laboratorial ).Iniciar precocemente, com isto evitam-se complicações graves.
Prevenção Fazer exercício físico regularmente, caminhada, ginásticas e desportos.
. Em imobilizações prolongadas sentado, ou em pé, proceder movimentos dos pés como estivesse pedalando, ou flexionando os pés . Nas imobilizações na cama, realize movimentos regulares dos membros inferiores . Evite o fumo, o sedentarismo, controle o peso . Não use terapia hormonal sem supervisão médica. Evite anticoncepcionais após os 35 anos de idade.
Referencias Bibliográficas Dr. Paulo Caproni (CRM/PR 27.679 | CRM/SC 25.853 | CRM/SP 144.063), graduado em Medicina pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Residência Médica em Medicina Preventiva e Social pela USP-SP (PROAHSA). MBA em Gestão Hospitalar e de Sistemas de Saúde (CEAHS) pela FGV-SP.
EUROPEAN SOCIETY OF CARDIOLOGY. (2014) 2014 ESC Guidelines on the diagnosis and management of acute pulmonar embolism. European Heart Journal, aug.: 3033-3080.