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Tratamentos de doença, Resumos de Farmacologia

Tratamento de doença que estudei no módulo

Tipologia: Resumos

2023

Compartilhado em 01/01/2024

pedro-maia-vit
pedro-maia-vit 🇧🇷

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CONFERÊNCIAS
9/11 - CONFERÊNCIA SOBRE FRATURAS
CLASSIFICAÇÃO DE GUSTILO E ANDERSON
I – Menor que 1 cm
II – 1 a 10 cm
III – Maior que 10 cm
oA Condições de cobertura
óssea
oB Necessidade de retalho
para cobertura
oC Lesão vascular com necessidade
de revascularização para salvar o
membro
Obs.: São instantaneamente classificadas Grau III
Fraturas expostas com mais de 06 horas de
evolução
Fraturas Segmentares
Projetil de Arma de Fogo de Alta Energia
(600m/s)
Fraturas expostas em local contaminado
ANTIBIÓTICO TERAPIA DE ESCOLHA
Amanheceu Alagado: Choveu forte no Amapá,
Sergipe, Portugal, Tunisía e Coreia
Fratura Fechada
Cefalosporina de 1º ou 2ª geração.
Fratura Exposta Gustilo I e II
Cefalosporina de 1º ou 2ª geração.
Fratura Exposta Gustilo III
Amoxicilina + Ácido Clavulínico
Ampicilina Sulbactam
Cefalosporina de 3ª geração por 5 dias
Potencial de contaminação com fezes
Piperacilina + Tazobactam
Carbapenem
Obs.: Não deu merda? Cefalosporina por até 05 dias
no pior dos casos
PROFILAXIA CONTRA TÉTANO
Menos de 03 vacinas/ignorado – Vacina+Soro
Vacina nos últimos 05 anos - Nada
Vacina com mais de 05 anos - Vacina
16/11 – Luxação
13/11 - Patologias do ombro
Supraespinhal
Abdução
Teste de Jobe
Subescapular
Rotação Interna
Press Belly / Teste de Napoleão
Teste de Gebber
Infraespinal
Rotação Externa
Teste da Cancela
Teste de Patte
Redondo Menor
Adução
23/11 - Conferência Pé torto congênito
27/11 - Conferência Patologias do cotovelo
CONFERÊNCIA LOMBALGIAS
COMPRESSÃO DAS RAÍZES NERVOSAS
C5 – Flexores do cotovelo
C6 – Extensores de Punho
C7 – Extensores do Cotovelo
C7 – Flexores dos dedos (falanges média e distal
T1 – Abdutores dos dedos
L2 – Flexores do quadril
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CONFERÊNCIAS

9/11 - CONFERÊNCIA SOBRE FRATURAS

CLASSIFICAÇÃO DE GUSTILO E ANDERSON

 I – Menor que 1 cm  II – 1 a 10 cm  III – Maior que 10 cm o A – Condições de cobertura óssea o B – Necessidade de retalho para cobertura o C – Lesão vascular com necessidade de revascularização para salvar o membro Obs.: São instantaneamente classificadas Grau III  Fraturas expostas com mais de 06 horas de evolução  Fraturas Segmentares  Projetil de Arma de Fogo de Alta Energia (600m/s)  Fraturas expostas em local contaminado ANTIBIÓTICO TERAPIA DE ESCOLHA

A manheceu A lagado: C hoveu forte no A mapá,

S ergipe, P ortugal, T unisía e C oreia

Fratura Fechada  Cefalosporina de 1º ou 2ª geração. Fratura Exposta Gustilo I e II  Cefalosporina de 1º ou 2ª geração. Fratura Exposta Gustilo IIIA moxicilina + Á cido C lavulínico  A mpicilina S ulbactam  Cefalosporina de 3ª geração por 5 dias Potencial de contaminação com fezesP iperacilina + TazobactamC arbapenem Obs.: Não deu merda? Cefalosporina por até 05 dias no pior dos casos PROFILAXIA CONTRA TÉTANOMenos de 03 vacinas/ignorado – Vacina+Soro  Vacina nos últimos 05 anos - Nada  Vacina com mais de 05 anos - Vacina 16/11 – Luxação 13/11 - Patologias do ombro SupraespinhalAbduçãoTeste de Jobe SubescapularRotação InternaPress Belly / Teste de NapoleãoTeste de Gebber InfraespinalRotação ExternaTeste da CancelaTeste de Patte Redondo MenorAdução 23/11 - Conferência Pé torto congênito 27/11 - Conferência Patologias do cotovelo CONFERÊNCIA LOMBALGIAS COMPRESSÃO DAS RAÍZES NERVOSAS C5 – Flexores do cotovelo C6 – Extensores de Punho C7 – Extensores do Cotovelo C7 – Flexores dos dedos (falanges média e distal T1 – Abdutores dos dedos L2 – Flexores do quadril

L3 – Extensores do Joelho L4 – Extensores do quadril e dorsiflexores do tornozelo L5 – Glúteo médio e extensor longo do hálux S1 – Glúteo máximo e flexores plantares do tornozelo EXAME FÍSICOReflexo Bicipital – C4/C  Relfexo Tricipital – C6/C  Reflexo Patelar – L3/L  Reflexo Esfincteriano – S3/S  Laségue – Teste p/ disfunção neurológica (35º

  • 70º)  Sinal de Bowstring – Aparecimento de sintomas radiculares  Brudzinski – Paciente flete quadril e joelho para aliviar sintomas Escala de Força de LysholmGrau 0 – Sem evidência de movimento. Ausência de contração  Grau 1 – Presença de contração sem movimento  Grau 2 – Presença de movimento em um plano. Incapacidade de vencer a força da gravidade  Grau 3 – Amplitude de movimento total contra a gravidade, mas não contra a resistência  Grau 4 – Amplitude total de movimento contra pequeno grau de resistência  Grau 5 – Amplitude total de movimento contra a resistência PATOLOGIAS DA MÃO Nervo e AA. Ulnar  Passam externamente ao Retinaculum dos mm flexores  Inerva a região palmar da metade radial do 4º dedo e o 5º dedo Nervo Radial e AA Radial  Passa externamente ao Retinaculum dos mm flexores  Inerva mão e região proximal do 1º.2º,3º e metade do 4º dedo Nervo Mediano  Passa internamente ao Retinaculum dos mm flexore  Inerva a região palmar do 1º,2º,3º e metade radial do 4º dedo  Inerva região distal do dorso do 2º,3º e metade do 4º dedo TENOSSINOVITE DE DE QUERVAIN / TENOSSINOVITE ESTENOSANTE DO 1º COMPARTIMENTO EXTENSOR CONCEITOS A região Dorsal dos punhos possui 06 compartimentos extensores, túneis pelos quais passam os tendões extensores da mão e dos dedos No 1º Compartimento passam o abdutor longo e o extensor curto do polegar Fisiopatologia : Inflamação do Tendão e da sinóvia que recobre que recobre o tendão do primeiro compartimento Clínica: Dor (semanas/meses) no lado radial no punho agravada pelo movimento do polegar Epidemiologia  6M:1H  50 a 60 anos  Pós-parto e lactação Exame : Teste de Filkestein Tratamento :  Tala - Alta taxa de sucesso, tende a recorrer (70%)  Injeção de corticoesteroite: 1 a 2 vezes, Dexametasona (+ solúvel)  Esperar o fim da fases de gestação/lactação  Cirurgia: Falha do tratamento conservador, comum encontrar duplicação de tendões, especialmente do abdutor longo DEDO EM GATILHO / TENOSSINOVITE ESTONOSANTE CONCEITOS  Os dedos possuem na região palmar um sistema de polias no qual passa o tendão flexor de cada quirodáctilo  As polias aumentam a eficiência mecânica da flexão  A polia mais acometida é a polia 01 do 01º dedo, uma vez que ela é a que possui amior força angular  O dedo em gatilho é um processo inflamatório dos tendões flexores, com caráter estenosante, o que causa bloqueio da extensão ativa, uma vez que a compressão do

 Pseudoaneurismas  Tumores  Doenças Inflamatórias DIAGNÓSTICO  Sinal de Froment (folha de papel, flexão longo do polegar dedo)  Sinal do Tinel (percussão com sensação de choque, neurite)  USG  RM  ENM TRATAMENTO Conservador  AINE  Órteses  Fisioterapia  Infiltração Cirurgia EXAMES  USG  RM  ENM  Investigar patologias do cotovelo o Investigar Hanseníase Síndrome do Túnel Cubital CLÍNICA  Dor e Parestesia  Sinal de Froment  Sinal do Tinel  Espessamento  "Mão do pregador"  Lesões Crônicas TRATAMENTO Conservador  AINE  Órteses  Fisioterapia  Infiltração Cirurgia CISTO SINOVIAL DO PUNHO EPIDEMIOLOGIA  50% a 70% dos tumores do punho  Mulheres de 20 a 40 anos

DIAGNÓSICO

 Rx (com estresse)  USG  RM TRATAMENTO  Observação  Aspiração (recidiva em 80%, especialmente aos cistos reativos)  Cirurgia (Siovectomia) o Aberta o Artroscópica CONFERÊNCIA PATOLOGIAS DO JOELHO Ligamento Cruzado Anterior  80% estabilidade anterior da Tíbia  Estabilidade da rotação da Tíbia  Estabilidade de estresses em varo e valgo  Mecanismo de Trauma: prática esportiva com mudança brusca de direção  Teste de Lachman: joelho em 30º  Teste da Gaveta Anterior: joelho em 90º / quadril 45º  Teste de Pivot Shift Ligamento Cruzado Posterior  Restringir a posteriorização da Tíbia  Restringir varo/valgo da tíbia em RE  Mecanismo de Trauma: alta energia aplicada direto na Tíbia/Joelho com joelho fletido a 90º  Teste da Gaveta Posterior  Teste de Godfrey Meniscos  Medial possui forma de C  Lateral possui forma circular, é fixo e estável  Aumentar área de contato entre articulações  Aliviar pressão na cartilagem articular  Limitar a extensão e flexão  Nutrição da cartilagem articular  Amortecedor de impactos  Teste de Mc Murray – Positivo se estalido audível ou palpável face medial  Teste de Compressão de Apley: dor  Teste de Traçãode Apley: Alívio da dor - tração Ligamento Colateral Lateral/Fibular  Estabilidade de estresses em varo  Teste do Bocejo Lateral Ligamento Colateral Medial/Tibial

 Estabilidade de estresses em valgo  Teste do Bocejo Medial PROTOCOLO P.R.I.C.E. Protection : Evitar novos traumas ou lesões na região já machucada. Eventualmente o uso de imobilizadores, tipoias e muletas pode ajudar. Rest: Diminuir o nível de atividade física temporariamente para permitir que seu corpo se recupere. Ice : Compressas geladas por 15 a 20 minutos a cada 2 ou 3 horas pode ajudar a melhorar a dor e a inflamação Compress : Curativos compressivos diminuem o edema local Elevate: Manter o segmento lesado acima da linha do coração também auxilia na diminuição do edema

LÚPUS

CLÍNICA

Sintomas Gerais – >90% dos pacientes  Astenia – 90  Febre – 80%  Perda de peso – 60%  Linfonodomegalia – 15%  Mialgia Sintomas Musculoesqueléticos – > 90% dos pacientes  Artralgia e Mialgia – 95%  Artrite – 60%  Atropatia de Jaccoud – 10% Artrite: migratória, simétrica e não deformante, moderadamente dolorosa, apresentando rigidez matinal menor que 1h de duração. Comum em mãos, punhos e joelhos. Sintomas Cutâneos – 80% dos Pacientes  Agudo o Rash Malar (papulomacular) – 70% o Fotossensibilidade – 50%  Subagudo o Anular – 10%  Crônico o Discoide – 20%  Inespecíficas o Alopecia o Úlceras Orais o Vaculites o Livedo Articular o Fenômeno de Reynaud Anular : Tende a deixar cicatrizes, porém tem curta duração e não tem caráter destrutivo. Fotossensível. Discoide : Lesões infiltradas, eritematosas, bem definidas e por vezes até escamosas. locais mais comuns são couro cabeludo, sobrancelhas, pálpebras, região do mento e malar, pavilhão auricular, tórax e braços. Lesão destrutiva, que deixa cicatrizes e causa alopecia irreversível. Perceba Sintomas de Serosas  Pleurite – 50%  Pericardite – 37%  Derrame Pleural – 30% Sintomas Hematológicos  Anemia – 78%  Leucopenia – 50%  Plaquetopenia – 25%  Esplenomegalia  Linfadenopatia Anemia: A principal causa de anemia é a anemia por doença crônica, mas a anemia hemolítica (10% dos casos) é o critério diagnóstico

III. Os critérios não precisam ocorrer simultaneamente; IV. Dentro de cada domínio, apenas o critério de maior peso é contado na pontuação final. A CLASSIFICAÇÃO DE LES REQUER, PELO MENOS, UM CRITÉRIO CLÍNICO E PONTUAÇÃO ≥10. ANTICORPOS Anti-DNA  FAN nuclear homogêneo  AC mais sensível para o diagnóstico de LES (70% a 80%)  Especificidade de 95 a 99%.  Nefrite Lúpica  Serve para monitorar atividade de doença Anti-Sm (Smith)  FAN nuclear pontilhado grosso  É o anticorpo mais específico da doença (99%)  Sensibilidade de 10 a 40% dos pacientes  Não guarda relação com atividade da doença Anti-SS-A/Ro  FAN nuclear pontilhado fino  Presente em 20 a 60% dos casos de LES.  Lúpus cutâneo subagudo  Pneumopatia lúpica  Fotossensibilidade lúpica  Bloqueio cardíaco neonatal  Associação negativa com nefrite lúpica.  Relacionado a casos de LES com FAN negativo Anti-P  FAN negativo (só 30% de FAN positivo) e FAN citoplasmático pontilhado fino denso.  Lúpus Neuropsiquiátrico  Sensibilidade de 25-75% para psicose lúpica e especificidade de 75-80%. Anti-Histona  FAN nuclear homogêneo.  Lúpus induzido por droga Antinucleossoma  FAN nuclear homogêneo  Associado à atividade clínica e renal do LES Antifosfolípides  Aaumentam de forma geral o risco de tromboses  O anticoagulante lúpico tem a capacidade de alargar o TTPa dos pacientes OSTEOARTRITE  Critérios de TratamentoCritério de Cintilografia ; TRATAMENTOS TUT 01 - Lombalgias O tratamento para as lombalgias é um só independente da causa, consistindo no uso de analgésicos e medidas assistências para controle da dor (tratamento conservador), sendo a cirurgia

(tratamento invasivo) reservado para casos exclusivos onde a dor é irremediável e limitante. O tratamento segue, portanto, as indicações da OMS para analgesia da dor. Obs.: O objetivo da cirurgia, contraindicações e demais peculiaridades dependem da causa base da lombalgia DOR LEVE  AINES DOR MODERADA  AINES  OPIÓIDES LEVES DOR INTENSA  AINES  OPIÓIDES FORTES DOR REFRATÁRIA  CIRURGIA  AINES  OPIÓIDES FORTES AINES  Dipirona – 500 à 1000 mg até 4x/dia  Naproxeno – Até 500mg/dia, em 1 ou 2 doses  Celecoxibe – 200 a 400mg até 2x/dia Obs.: OPIÓIDES  Tramadol – 50 a 400 mg (máx.) ao dia de 3x-4x  Codeína – 15 a 60 mg (máx) de 4x-6x ao dia  Morfina – 5 a 30 mg de 4 em 4 horas  Oxicodona – 10 a 20 mg de 12 em 12 horas  Metadona - 2,5 a 10 mg a cada 6, 8 ou 12 Obs.: Doses de via oral TUT 02 - DAPO Objetivos O tratamento dos pacientes com claudicação é direcionado para melhorar a distância de caminhada e, provavelmente mais importante do que isso, diminuir a morbimortalidade por infarto agudo do miocárdio e por AVC. Além disso, o controle de fatores de risco cardiovasculares pode reduzir a progressão da doença arterial periférica e também auxilia no controle dos sintomas. Diretrizes CESSAÇÃO DO TABAGISMO Essa medida é essencial para reduzir o risco cardiovascular global e complicações relacionadas ao membro, como isquemia crítica com necessidade de amputação. CONTROLE DOS NÍVEIS GLICÊMICOS O controle dos níveis glicêmicos também está associado à redução do risco cardiovascular e de amputação do membro. CONTROLE PRESSÓRICO Seguir Protocolo Clínico de Hipertensão Apesar de não existirem evidências que mostrem a associação do controle pressórico com redução da progressão da doença arterial periférica, essa é uma medida essencial para redução de complicações de ordem cardiovascular. Inibidores da enzima conversora de angiotensina reduzem o risco de morte cardiovascular em pacientes com doença arterial periférica. USO DE ESTATINAS (INDEPENDENTEMENTE DOS NÍVEIS DE LDL) A administração de estatinas é útil para controle da progressão da DAC, assim como para a redução de eventos cardiovasculares. Além disso, essa medicação reduz os sintomas relacionados à isquemia do membro. Pacientes com doença arterial periférica grave e níveis elevados de PCR, a terapia com estatina aumenta substancialmente a sobrevida global. USO DE ANTIAGREGANTES (AAS OU CLOPIDOGREL) A administração de antiagregantes plaquetários também tem o objetivo de reduzir o risco cardiovascular. Terapia antiplaquetária com aspirina é bem reconhecida pela sua importância na prevenção secundária de eventos cardiovasculares em pacientes de alto risco. Entretanto, o papel da aspirina em outras populações, tais como naqueles com doença arterial periférica mas sem evidência clínica de doença

Prednisona - 1-2mg/kg/dia de 12/12h

  • Max de 80mg Obs.: Suspender Ácido Acetilsalicílico ou anti- inflamatórios quando optar pelo corticoide. COREIA HALOPERIDOL  Iniciar com 1mg/dia 12/12 hs  Aumento de 0,5 mg/dia a cada 3 dias  Máximo: 5mg/dia ÁCIDO VALPROICO  10mg/Kg/dia  Aumento de 10mg/Kg/dia a cada semana  Máximo: 30mg/Kg/dia CARBAMAZEPINA  7 a 20 mg/kg/dia PROFILAXIA PRIMÁRIA Tratamento da faringoamigdalite estreptocócica em até 09 dias após a exposição com SECUNDÁRIA A profilaxia secundária consiste na administração de antibióticos no paciente com doses suficientes para garantir uma mínima proteção constante contra a reinfecção pelo patógeno MEDICAMENTOS Penicilina Bezantina  < 20Kg – 600 000 UI IM dose única  > 20kg – 1 200 000 UI IM dose única Obs.: Aplicar a cada 21 dias Penicilina V  250 000 UI de 12 em 12 h Sulfadiazina – Alergia a Penicilina

 Até 30Kg – 500 mg 1 vez ao dia.

 Mais de 30Kg – 1.000 mg 1 vez ao dia.

Eritromicina – Pacientes leucopênicos pela Sulfadiazina ou alérgicos a Penicilina e a Sulfadiazina  250 mg 2 vezes ao dia Azitromicina – Pacientes leucopênicos pela Sulfadiazina ou alérgicos a Penicilina e a Sulfadiazina  Peso≤27Kg: 5mg/Kg 1 vez ao dia  Peso>27Kg:250mg 1 vez ao dia TEMPO SEM CARDITE – 5a UE* ou 21a de idade CARDITE S/ SEQUELAS – 10a UE* ou 25a de idade CARDITE COM SEQUELAS - 10a UE* ou 40a de idade TROCA VALVAR – ad eternum UE* - Último Episódio TÓPICOS FALTANDOLúpus o Lúpus Principais Sintomas o Anticorpos do Lúpus o Critérios Diagnósticos o Lúpus Renal o Lúpus NeuropsiquiátricoHérnia de Disco o Compressão das raízes nervosa  Escala de Gustillo-Anderson

 Fratura de Hill-sacks e de Bankart  Manobras de Barlow e Ortolini  Manobras de Speed e Phalen  Sinal de Galeazzi  Teste de Finkenstein  Doença de still no adulto  Doença de Calvé-Legg-Perthes  Doença de still no adulto  Guillian Barré  Doenças, sintomas e estrutura acometida a. Doença de DeQuervain b. Síndrome do túnel do carpo c. Dedo em gatilho d. Doença de Dupuytrain e. Método ponseti Tratamentos  TUT 01 – Lombalgias o Síndrome da Cauda Equina  TUT 02TUT 03TUT 04TUT 05TUT 06TUT 07 – Lúpus o Lúpus na GravidezTUT 08 - Osteoporose o Critérios de Tratamento  Critério de Cintilografia  Síndrome embolia GordurosaTipo de lesão de cada doença no RX