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Tratamento de doença que estudei no módulo
Tipologia: Resumos
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I – Menor que 1 cm II – 1 a 10 cm III – Maior que 10 cm o A – Condições de cobertura óssea o B – Necessidade de retalho para cobertura o C – Lesão vascular com necessidade de revascularização para salvar o membro Obs.: São instantaneamente classificadas Grau III Fraturas expostas com mais de 06 horas de evolução Fraturas Segmentares Projetil de Arma de Fogo de Alta Energia (600m/s) Fraturas expostas em local contaminado ANTIBIÓTICO TERAPIA DE ESCOLHA
Fratura Fechada Cefalosporina de 1º ou 2ª geração. Fratura Exposta Gustilo I e II Cefalosporina de 1º ou 2ª geração. Fratura Exposta Gustilo III A moxicilina + Á cido C lavulínico A mpicilina S ulbactam Cefalosporina de 3ª geração por 5 dias Potencial de contaminação com fezes P iperacilina + Tazobactam C arbapenem Obs.: Não deu merda? Cefalosporina por até 05 dias no pior dos casos PROFILAXIA CONTRA TÉTANO Menos de 03 vacinas/ignorado – Vacina+Soro Vacina nos últimos 05 anos - Nada Vacina com mais de 05 anos - Vacina 16/11 – Luxação 13/11 - Patologias do ombro Supraespinhal Abdução Teste de Jobe Subescapular Rotação Interna Press Belly / Teste de Napoleão Teste de Gebber Infraespinal Rotação Externa Teste da Cancela Teste de Patte Redondo Menor Adução 23/11 - Conferência Pé torto congênito 27/11 - Conferência Patologias do cotovelo CONFERÊNCIA LOMBALGIAS COMPRESSÃO DAS RAÍZES NERVOSAS C5 – Flexores do cotovelo C6 – Extensores de Punho C7 – Extensores do Cotovelo C7 – Flexores dos dedos (falanges média e distal T1 – Abdutores dos dedos L2 – Flexores do quadril
L3 – Extensores do Joelho L4 – Extensores do quadril e dorsiflexores do tornozelo L5 – Glúteo médio e extensor longo do hálux S1 – Glúteo máximo e flexores plantares do tornozelo EXAME FÍSICO Reflexo Bicipital – C4/C Relfexo Tricipital – C6/C Reflexo Patelar – L3/L Reflexo Esfincteriano – S3/S Laségue – Teste p/ disfunção neurológica (35º
Pseudoaneurismas Tumores Doenças Inflamatórias DIAGNÓSTICO Sinal de Froment (folha de papel, flexão longo do polegar dedo) Sinal do Tinel (percussão com sensação de choque, neurite) USG RM ENM TRATAMENTO Conservador AINE Órteses Fisioterapia Infiltração Cirurgia EXAMES USG RM ENM Investigar patologias do cotovelo o Investigar Hanseníase Síndrome do Túnel Cubital CLÍNICA Dor e Parestesia Sinal de Froment Sinal do Tinel Espessamento "Mão do pregador" Lesões Crônicas TRATAMENTO Conservador AINE Órteses Fisioterapia Infiltração Cirurgia CISTO SINOVIAL DO PUNHO EPIDEMIOLOGIA 50% a 70% dos tumores do punho Mulheres de 20 a 40 anos
Rx (com estresse) USG RM TRATAMENTO Observação Aspiração (recidiva em 80%, especialmente aos cistos reativos) Cirurgia (Siovectomia) o Aberta o Artroscópica CONFERÊNCIA PATOLOGIAS DO JOELHO Ligamento Cruzado Anterior 80% estabilidade anterior da Tíbia Estabilidade da rotação da Tíbia Estabilidade de estresses em varo e valgo Mecanismo de Trauma: prática esportiva com mudança brusca de direção Teste de Lachman: joelho em 30º Teste da Gaveta Anterior: joelho em 90º / quadril 45º Teste de Pivot Shift Ligamento Cruzado Posterior Restringir a posteriorização da Tíbia Restringir varo/valgo da tíbia em RE Mecanismo de Trauma: alta energia aplicada direto na Tíbia/Joelho com joelho fletido a 90º Teste da Gaveta Posterior Teste de Godfrey Meniscos Medial possui forma de C Lateral possui forma circular, é fixo e estável Aumentar área de contato entre articulações Aliviar pressão na cartilagem articular Limitar a extensão e flexão Nutrição da cartilagem articular Amortecedor de impactos Teste de Mc Murray – Positivo se estalido audível ou palpável face medial Teste de Compressão de Apley: dor Teste de Traçãode Apley: Alívio da dor - tração Ligamento Colateral Lateral/Fibular Estabilidade de estresses em varo Teste do Bocejo Lateral Ligamento Colateral Medial/Tibial
Estabilidade de estresses em valgo Teste do Bocejo Medial PROTOCOLO P.R.I.C.E. Protection : Evitar novos traumas ou lesões na região já machucada. Eventualmente o uso de imobilizadores, tipoias e muletas pode ajudar. Rest: Diminuir o nível de atividade física temporariamente para permitir que seu corpo se recupere. Ice : Compressas geladas por 15 a 20 minutos a cada 2 ou 3 horas pode ajudar a melhorar a dor e a inflamação Compress : Curativos compressivos diminuem o edema local Elevate: Manter o segmento lesado acima da linha do coração também auxilia na diminuição do edema
Sintomas Gerais – >90% dos pacientes Astenia – 90 Febre – 80% Perda de peso – 60% Linfonodomegalia – 15% Mialgia Sintomas Musculoesqueléticos – > 90% dos pacientes Artralgia e Mialgia – 95% Artrite – 60% Atropatia de Jaccoud – 10% Artrite: migratória, simétrica e não deformante, moderadamente dolorosa, apresentando rigidez matinal menor que 1h de duração. Comum em mãos, punhos e joelhos. Sintomas Cutâneos – 80% dos Pacientes Agudo o Rash Malar (papulomacular) – 70% o Fotossensibilidade – 50% Subagudo o Anular – 10% Crônico o Discoide – 20% Inespecíficas o Alopecia o Úlceras Orais o Vaculites o Livedo Articular o Fenômeno de Reynaud Anular : Tende a deixar cicatrizes, porém tem curta duração e não tem caráter destrutivo. Fotossensível. Discoide : Lesões infiltradas, eritematosas, bem definidas e por vezes até escamosas. locais mais comuns são couro cabeludo, sobrancelhas, pálpebras, região do mento e malar, pavilhão auricular, tórax e braços. Lesão destrutiva, que deixa cicatrizes e causa alopecia irreversível. Perceba Sintomas de Serosas Pleurite – 50% Pericardite – 37% Derrame Pleural – 30% Sintomas Hematológicos Anemia – 78% Leucopenia – 50% Plaquetopenia – 25% Esplenomegalia Linfadenopatia Anemia: A principal causa de anemia é a anemia por doença crônica, mas a anemia hemolítica (10% dos casos) é o critério diagnóstico
III. Os critérios não precisam ocorrer simultaneamente; IV. Dentro de cada domínio, apenas o critério de maior peso é contado na pontuação final. A CLASSIFICAÇÃO DE LES REQUER, PELO MENOS, UM CRITÉRIO CLÍNICO E PONTUAÇÃO ≥10. ANTICORPOS Anti-DNA FAN nuclear homogêneo AC mais sensível para o diagnóstico de LES (70% a 80%) Especificidade de 95 a 99%. Nefrite Lúpica Serve para monitorar atividade de doença Anti-Sm (Smith) FAN nuclear pontilhado grosso É o anticorpo mais específico da doença (99%) Sensibilidade de 10 a 40% dos pacientes Não guarda relação com atividade da doença Anti-SS-A/Ro FAN nuclear pontilhado fino Presente em 20 a 60% dos casos de LES. Lúpus cutâneo subagudo Pneumopatia lúpica Fotossensibilidade lúpica Bloqueio cardíaco neonatal Associação negativa com nefrite lúpica. Relacionado a casos de LES com FAN negativo Anti-P FAN negativo (só 30% de FAN positivo) e FAN citoplasmático pontilhado fino denso. Lúpus Neuropsiquiátrico Sensibilidade de 25-75% para psicose lúpica e especificidade de 75-80%. Anti-Histona FAN nuclear homogêneo. Lúpus induzido por droga Antinucleossoma FAN nuclear homogêneo Associado à atividade clínica e renal do LES Antifosfolípides Aaumentam de forma geral o risco de tromboses O anticoagulante lúpico tem a capacidade de alargar o TTPa dos pacientes OSTEOARTRITE Critérios de Tratamento Critério de Cintilografia ; TRATAMENTOS TUT 01 - Lombalgias O tratamento para as lombalgias é um só independente da causa, consistindo no uso de analgésicos e medidas assistências para controle da dor (tratamento conservador), sendo a cirurgia
(tratamento invasivo) reservado para casos exclusivos onde a dor é irremediável e limitante. O tratamento segue, portanto, as indicações da OMS para analgesia da dor. Obs.: O objetivo da cirurgia, contraindicações e demais peculiaridades dependem da causa base da lombalgia DOR LEVE AINES DOR MODERADA AINES OPIÓIDES LEVES DOR INTENSA AINES OPIÓIDES FORTES DOR REFRATÁRIA CIRURGIA AINES OPIÓIDES FORTES AINES Dipirona – 500 à 1000 mg até 4x/dia Naproxeno – Até 500mg/dia, em 1 ou 2 doses Celecoxibe – 200 a 400mg até 2x/dia Obs.: OPIÓIDES Tramadol – 50 a 400 mg (máx.) ao dia de 3x-4x Codeína – 15 a 60 mg (máx) de 4x-6x ao dia Morfina – 5 a 30 mg de 4 em 4 horas Oxicodona – 10 a 20 mg de 12 em 12 horas Metadona - 2,5 a 10 mg a cada 6, 8 ou 12 Obs.: Doses de via oral TUT 02 - DAPO Objetivos O tratamento dos pacientes com claudicação é direcionado para melhorar a distância de caminhada e, provavelmente mais importante do que isso, diminuir a morbimortalidade por infarto agudo do miocárdio e por AVC. Além disso, o controle de fatores de risco cardiovasculares pode reduzir a progressão da doença arterial periférica e também auxilia no controle dos sintomas. Diretrizes CESSAÇÃO DO TABAGISMO Essa medida é essencial para reduzir o risco cardiovascular global e complicações relacionadas ao membro, como isquemia crítica com necessidade de amputação. CONTROLE DOS NÍVEIS GLICÊMICOS O controle dos níveis glicêmicos também está associado à redução do risco cardiovascular e de amputação do membro. CONTROLE PRESSÓRICO Seguir Protocolo Clínico de Hipertensão Apesar de não existirem evidências que mostrem a associação do controle pressórico com redução da progressão da doença arterial periférica, essa é uma medida essencial para redução de complicações de ordem cardiovascular. Inibidores da enzima conversora de angiotensina reduzem o risco de morte cardiovascular em pacientes com doença arterial periférica. USO DE ESTATINAS (INDEPENDENTEMENTE DOS NÍVEIS DE LDL) A administração de estatinas é útil para controle da progressão da DAC, assim como para a redução de eventos cardiovasculares. Além disso, essa medicação reduz os sintomas relacionados à isquemia do membro. Pacientes com doença arterial periférica grave e níveis elevados de PCR, a terapia com estatina aumenta substancialmente a sobrevida global. USO DE ANTIAGREGANTES (AAS OU CLOPIDOGREL) A administração de antiagregantes plaquetários também tem o objetivo de reduzir o risco cardiovascular. Terapia antiplaquetária com aspirina é bem reconhecida pela sua importância na prevenção secundária de eventos cardiovasculares em pacientes de alto risco. Entretanto, o papel da aspirina em outras populações, tais como naqueles com doença arterial periférica mas sem evidência clínica de doença
Prednisona - 1-2mg/kg/dia de 12/12h
Eritromicina – Pacientes leucopênicos pela Sulfadiazina ou alérgicos a Penicilina e a Sulfadiazina 250 mg 2 vezes ao dia Azitromicina – Pacientes leucopênicos pela Sulfadiazina ou alérgicos a Penicilina e a Sulfadiazina Peso≤27Kg: 5mg/Kg 1 vez ao dia Peso>27Kg:250mg 1 vez ao dia TEMPO SEM CARDITE – 5a UE* ou 21a de idade CARDITE S/ SEQUELAS – 10a UE* ou 25a de idade CARDITE COM SEQUELAS - 10a UE* ou 40a de idade TROCA VALVAR – ad eternum UE* - Último Episódio TÓPICOS FALTANDO Lúpus o Lúpus Principais Sintomas o Anticorpos do Lúpus o Critérios Diagnósticos o Lúpus Renal o Lúpus Neuropsiquiátrico Hérnia de Disco o Compressão das raízes nervosa Escala de Gustillo-Anderson
Fratura de Hill-sacks e de Bankart Manobras de Barlow e Ortolini Manobras de Speed e Phalen Sinal de Galeazzi Teste de Finkenstein Doença de still no adulto Doença de Calvé-Legg-Perthes Doença de still no adulto Guillian Barré Doenças, sintomas e estrutura acometida a. Doença de DeQuervain b. Síndrome do túnel do carpo c. Dedo em gatilho d. Doença de Dupuytrain e. Método ponseti Tratamentos TUT 01 – Lombalgias o Síndrome da Cauda Equina TUT 02 TUT 03 TUT 04 TUT 05 TUT 06 TUT 07 – Lúpus o Lúpus na Gravidez TUT 08 - Osteoporose o Critérios de Tratamento Critério de Cintilografia Síndrome embolia Gordurosa Tipo de lesão de cada doença no RX