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Trichomonas Vaginalis e Tricomoníase: Morfologia, Transmissão, Patologia e Diagnóstico, Notas de estudo de Farmácia

Informações detalhadas sobre a trichomonas vaginalis e a tricomoníase, incluindo sua morfologia, habitat, transmissão, patologia e sintomatologia, diagnóstico e tratamento. Além disso, discute a epidemiologia e a profilaxia desta doença.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 20/08/2013

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fabio-pajeu-3 🇧🇷

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Flagelados das vias digestivas e geniturinárias:
TRICOMONÍASE:
TRICHOMONAS VAGINALIS E TRICOMONÍASE:
1. Morfologia e Habitat:
> Forma típica – alongada, ovóide ou piriforme.
> Mede 10 a 30 um de comprimento x 5 a 12 um de largura.
> Forma variada – corpo emite pseudópodes.
> Possuem 4 flagelos livres, partindo do canal periflagelar, dirigindo-
se para a frente.
> 1 flagelo que emerge fora do canal e que fica voltado para trás,
aderido ao corpo, formando a membrana ondulante.
> Vive habitualmente sobre a mucosa vaginal, podendo ser
observada em outros locais do aparelho geniturinário, na mulher.
> No homem, vive no prepúcio, uretra e na próstata.
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Flagelados das vias digestivas e geniturinárias:

TRICOMONÍASE:

TRICHOMONAS VAGINALIS E TRICOMONÍASE :

1. Morfologia e Habitat : > Forma típica – alongada, ovóide ou piriforme. > Mede 10 a 30 um de comprimento x 5 a 12 um de largura. > Forma variada – corpo emite pseudópodes. > Possuem 4 flagelos livres, partindo do canal periflagelar, dirigindo- se para a frente. > 1 flagelo que emerge fora do canal e que fica voltado para trás, aderido ao corpo, formando a membrana ondulante. > Vive habitualmente sobre a mucosa vaginal, podendo ser observada em outros locais do aparelho geniturinário, na mulher. > No homem, vive no prepúcio, uretra e na próstata.

2. TRANSMISSÃO :

  • freqüente – sexual. No homem, - não apresenta sintomatologia. No parto – 5% da mãe para a filha. Fômites – 80% da mãe para a filha ( roupa íntima ou de cama, artigos de toalete e banho, etc.), quando molhados ou incompletamente secos. Vagina normal – resistente às infecções, mas as modificações do meio vaginal, favorecem as infecções.
  • Modificação da flora vaginal.
  • diminuição da acidez local.
  • diminuição do glicogênio, nas células epiteliais.
  • Acentuada descamação epitelial
  • Fatores hormonais ou processos inflamatórios ou irritativos.

Prurido intenso, ardor, sensação de queimação, principalmente à noite e exacerbadas no ato sexual. No homem – infecções subclínicas e benígnas – uretrites e prosto – vaginites.

  1. DIAGNÓSTICO:

    É essencial a demonstração do parasito. Coleta da secreção vaginal + soro fisiológico – lâmina – Trichomonas vivos e em movimento. Poucos parasitos – cultura em meio de Kupfenberg. Homem – sedimento urinário, secreção uretral ou prostático. Antes do exame ( 1 a 2 dias ), - suspender o uso de desodorantes e anticoncepcionais.

5. TRATAMENTO:

Para o homem e a mulher – reinfecção.

  • Metronidazol
  • Ornidazol - efeitos colaterais
  • Tinidazol - contra indicados na gravidez
  • Nimorazol - Mulher – uso de comprimido ou geléia da mesma droga – uso local. 6. EPIDEMIOLOGIA E PROFILAXIA:

Cosmopolita, resistente por muito tempo à água corrente. Suporta temperaturas de 40 a 46°C por 1 a 2 horas. Gotículas de secreção vaginal não dessecadas – 6 horas e

solução de Riger – 24 horas.

BR – 20 a 40 % das pacientes examinadas. Pacientes com leucorréia – 70%

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