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Tutorial de Redes - sistemas distribuidos, Notas de estudo de Informática

Tutorial sobre como montar uma rede desde a parte lógica até o cabeamento, muito bom.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 01/06/2010

mauro-luciano-6
mauro-luciano-6 🇧🇷

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Margarida Severino
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Baixe Tutorial de Redes - sistemas distribuidos e outras Notas de estudo em PDF para Informática, somente na Docsity!

Margarida Severino

Índice

Introdução

Este estudo engloba a junção dos trabalhos realizados ao longo do ano lectivo na disciplina de sistemas distribuidos, no curso de Aplicações Informáticas de Gestão.

Neste Estudo podemos encontrar os aspectos fundamentais para os diversos temas aqui tratados, especificamente:

1. Topologias de Redes

2. Redes Locais

3. Protocolos

4. Modulação e Desmodulação

5. Infravermelhos

6. NetBios

7. Segurança na Internet

8. Sistemas Operativos

9. Codificação

10. Política de Bloqueio de contas

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

Desvantagens

1.Custo de instalação elevado, porque esta leva mais cabos; 2.Se existir algum problema no HUB os outros PCs vão todos abaixo;

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

1.2. Barramento Esta topologia é caracterizada por uma linha única de dados, todas as estações partilham um mesmo cabo, finalizado por dois terminais (Figura2), no qual ligamos cada nó de tal forma que toda a mensagem enviada passa por todas as estações, sendo reconhecida somente por aquela que cumpre o papel de destinatário, pois cada dispositivo da rede tem um endereço único, o que permite através da análise dos pacotes seleccionar os que lhe são destinados. Somente uma transacção pode ser efectuada por vez. Quando mais de uma estação tenta utilizar o cabo, há uma colisão de dados. Quando isto ocorre, a placa de rede espera um determinado tempo para conseguir transmitir o pacote para a estação receptora, ou seja, sempre que há uma colisão o computador tem que esperar até que o cabo esteja livre para uso.

Vantagens

  1. Simplicidade e facilidade de Instalação;

1.3. Anel Aqui os computadores encontram-se ligados através de um cabo

que funciona em circuito fechado.

Vantagens

.1 Relativamente simples de funcionamento e de montagem;

.2 O desempenho permite mais de uma mensagem ao mesmo tempo;

.3 Boa fiabilidade;

.4 Suporte de Maio tráfego;

.5 Velocidades maiores de transferência;

Desvantagens

1. Existir algum problema num PC, acaba-se a ligação;

2. Uma quebra no sistema implica uma falha total na

ligação;

2. Topologias utilizadas nos sistemas de

cablagem

A topologia de cablagem diz respeito à apresentação física e lógica dos elementos que a compõem. A topologia física define a localização real dos elementos do sistema de cablagem, enquanto que a topologia lógica diz respeito à representação geométrica desses elementos.

A topologia física é muito importante para uma correcta instalação dos componentes em obra (tomadas, cabos, distribuidores), a qual deve ser defina durante o planeamento e projecto de instalação. A topologia lógica é determinante para a selecção das tecnologias, dos equipamentos de comunicações e das aplicações telemáticas.

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

3.1. Bit

O bit é a mais pequena unidade utilizada para medir

quantidades de informação. Um Bit é um algarismo (0 ou 1) a um

conjunto de oito bits dá-se o nome de byte. Nos textos electrónicos,

por exemplo, cada letra é representada por um byte, ou seja, um

conjunto de oito bits.

3.2. Byte

O Byte é a unidade que permite medir a quantidade de

informação, um byte corresponde a oito bits.

3.3. Ip

O IP é o protocolo da camada Internet, o protocolo IP é um dos mais importantes entre todos os protocolos presentes na Internet. Ele é encarregado da entrega de pacotes para todos os outros protocolos da família TCP/IP. Ele oferece um sistema de entrega de dados sem conexão. Isto é, os pacotes IP não são garantidos de chegarem ao seu destino, nem de serem recebidos na ordem. Este tem por missão identificar as máquinas e redes e fazer o reencaminho correcto das transmissões entre elas.

O número IP é um número no seguinte formato: X.Y.Z.W, ou seja, são quatro números separados por ponto. Não podem existir duas máquinas, com o mesmo número IP, dentro da mesma rede. Caso seja

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

configurado um novo equipamento com o mesmo número IP de uma máquina já existente, será gerado um conflito de números IP e um dos equipamentos não se conseguirá comunicar com a rede. O valor máximo para cada um dos números (X.Y.Z OU Z) é 255.

Uma parte do número IP é a identificação da rede, a outra parte é a identificação da máquina dentro da rede. O que define quantos dos quatro números fazem parte da identificação da rede e quantos fazem parte da identificação da máquina é a máscara de sub-rede.

3.5. Tcp/Ip A arquitectura TCP/IP surgiu com o objectivo principal de manter conectados mesmo que, em parte, órgãos do governo e universidades.

O TCP/IP é um conjunto de protocolos Internet. Este define a forma como se processam as comunicações entre os vários computadores ligados em rede.

De uma forma mais clara, para que os computadores de uma rede possam trocar informações entre si é necessário que todos estejam a utilizar o mesmo protocolo. No protocolo de comunicação estão definidas todas as regras necessárias para que o computador de destino perceba as informações no formato que foram enviadas pelo computador de origem.

Dois computadores com protocolos diferentes instalados, não serão capazes de estabelecer uma comunicação nem de trocar informações.

3.6. Bridge

É um dispositivo que controla os pacotes de dados dentro de uma sub-rede, na tentativa de reduzir a quantidade de tráfego entre redes. Uma Bridge é usualmente colocada entre dois grupos separados de computadores que conversam entre si, mas não entre computadores de outros grupos. Exemplo: grupo de equipamentos Macintosh e grupo de equipamento Unix. Nas redes de comunicação estes dispositivos interligam duas redes locais que usam a mesma tecnologia de rede.

Através de uma análise do bloco de dados, este dispositivo sabe se o destinatário é da rede actual ou da rede vizinha, após o qual o envia para a rede destinada. Essa análise é possível pois é mantida uma tabela em que a Bridge regista os utilizadores de cada rede, à medida que vai recebendo e enviando blocos de dados.

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3.8. GateWay

O Gateway e um dispositivo que conecta duas redes diferentes, ou uma rede a um computador central.

O “gateway” é responsável pela transmissão de informações entre esses ambientes. Para isso, executa a conversão de protocolos e torna compatíveis diferentes velocidades de transmissão.

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3.9. Wireless As WLAN´s, ou redes locais sem fios, permitem velocidades até 11 Mbps num raio de alcance que pode ir dos 100 metros (em áreas fechadas com obstáculos) até aos 300 metros em espaços abertos.

Esta tecnologia que se encontra especificada na norma 802.11b funciona em "half-duplex", o que significa que não permite a transmissão e a recepção de dados ao mesmo tempo.

Apesar destas limitações apresenta algumas vantagens como a flexibilidade, já que não se fica condicionado fisicamente pelos cabos, e o preço que é bastante atractivo. Outra vantagem é a de com um portátil se ter acesso à Internet em qualquer ponto da escola.

Surge assim como uma solução flexível, e financeiramente atractiva, para interligar os postos de trabalho de um laboratório de informática. Instalação e Configuração das Estações de Trabalho

As placas "wireless " podem ser ligadas a uma porta USB, mas geralmente trazem uma interface PCMCIA. A ranhura PCMCIA encontra-se disponível nos computadores portáteis, mas nos

computadores de secretária obriga à abertura da caixa para colocação de um adaptador PCI para PC Card num "slot" livre. Placa Wireless Adaptador PCI para PC Card Placa Wireless no adaptador.

Utilizar uma chave WEP (Wireless Encryption Protocol) específica para codificar as comunicações. Esta chave deverá ter o máximo número possível de algarismos e ser preferencialmente de 128 bits. A chave escolhida também terá que ser colocada em todos os equipamentos. No tipo de ligação deverá substituir o modo "ad- hoc" em que os equipamentos comunicam entre si sem necessidade de um acesso centralizado, pelo modo "infrastructure" em que é necessário um ponto de acesso que trata de todo o tráfego

O ponto de acesso para além de alargar o alcance da rede serve de interface com a rede da instituição e com a Internet.

4. Protocolos

(quais e características/ funcionamento base)

IEEE 802.

IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers

  • 802.11 – Família de padrões que especificam o funcionamento das redes sem fio.
  • WLAN – Wireless Lan

Redes IEEE 802. O padrão de redes sem fio IEEE 802.11 foi definido em 1997, para velocidades entre 1 e 2 Mbps. Em 1999 foi definido o padrão 802.11b, para velocidades até 11 Mbps. Recentemente foram definidos os padrões 802.11a e 802.11g, ambos para velocidades até 54 Mbps. O padrão IEEE 802.11 está focado nas duas primeiras camadas do modelo OSI (camada física e de enlace)

Segurança no padrão IEEE 802.

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