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Usinagem Ajustagem, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Usinagem Ajustagem

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 15/12/2012

alex-gomes-ag-3
alex-gomes-ag-3 🇧🇷

4.6

(112)

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CURSO TÉCNICO EM
MECÂNICA INDUSTRIAL
Processos de usinagem - Ajustagem
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CURSO TÉCNICO EM

MECÂNICA INDUSTRIAL

Processos de usinagem - Ajustagem

© SENAI - PR, 2002

CÓDIGO DE CATÁLOGO :

Trabalho elaborado pela Diretoria de Educação e Tecnologia do Departamento Regional do SENAI - PR , através do LABTEC - Laboratório de Tecnologia Educacional.

Coordenação geral Marco Antonio Areias Secco Elaboração técnica Cláudio Alves Camargo

Equipe de editoração Coordenação Lucio Suckow Diagramação José Maria Gorosito Ilustração José Maria Gorosito Revisão técnica Cláudio Alves Camargo Capa Ricardo Mueller de Oliveira

Referência Bibliográfica. NIT - Núcleo de Informação Tecnológica SENAI - DET - DR/PR

S474p SENAI - PR. DET Processos de usinagem - ajustagem Curitiba, 2002, 78 p

CDU -

Direitos reservados ao SENAI — Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional do Paraná Avenida Cândido de Abreu, 200 - Centro Cívico Telefone: (41) 350- Telefax: (41) 350- E-mail: [email protected] CEP 80530-902 — Curitiba - PR

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Certo

Certo

Errado

Errado

CUIDADOS COM INSTRUMENTOS

6

Certo

Certo

Errado

Errado

8

MANUAL

Usada para fixar peças pequenas difíceis de segurar apenas com a mão nos trabalhos de traçados, rebolos, furadeiras, etc.

PARALELA

Há dois tipos de morsa paralela: Uma de base fixa, fig. 4 e outro de base giratória, fig.

  1. Entre estas há um tipo que permite um funcionamento rápido de abrir e fechar, fig. 6 A morsa paralela oferece maior firmeza na fixação de peças, porque seus mordentes se abrem e fecham paralelamente, fig. 7. Nomenclatura: (fig. 5) 1- cabeçote fixo; 2- cabeçote móvel; 3- mordentes; 4- parafusos de comando; 5- manípulo; 6- porca; 7- base giratória; 8- mordaços (usada para proeger as peças contra os mordentes).

MORSAS

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ARTICULADA

A morsa articulada não oferece a mesma sujeição que a paralela, porque seus cabeçotes oscilam ao redor de um ponto de articulação efetuando a fixação da peça ao longo de uma linha dos mordentes, fig. 9.

Este tipo de morsa é usada principalmente em ferrarias e serralherias.

Sua construção é de aço forjado ou fundido.

MORSA DE MÁQUINA

Usada na fixação de peças em furadeiras, plainas fresadoras, serras, etc.

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O tamanho do picado é determinado pela distância de um a outro e classifica-se da seguinte maneira:

MANEIRAS DE EMPUNHAR AS LIMAS

Nas figuras temos as maneiras mais indicadas para:

1- Limas de grandes dimensões. 2- Limar furos passante com lima pequena. 3- Limas de pequenas espessuras e que podem sofrer flexão. 4- Limar furos cegos ou rebaixos. 5- Superfícies de grande comprimento e pequena largura. 6- Superfície de grande comprimento e largura. 7- Arredondado de peças.

Posição da lima sobre as peças em trabalho e sentido de avanço. Ao limar chapas finas, fig. 8, devemos dar uma inclinação na lima de 20º a 45º a fim de evitar a vibração da peça. Em superfície de maior largura, fig. 9, devemos limar transversalmente, inclinando a lima no avanço, abaixando a mão direita e suspendendo a esquerda.

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Uso das limas conforme:

Forma à para a usinagem de peças devemos escolher a lima com a forma adequada ao tipo de trabalho.

Tamanho à para maior precisão e rendimento do trabalho o tamanho da lima deve ser proporcional ao tamanho da peça.

Corte ou picado à na usinagem de peças, conforme a quantidade de material a remover, devemos usinar as limas na seguinte ordem:Bastarda, Meio-bastarda, Meio-murça e Murça.

LIMAR SUPERFÍCIE PLANA

Nesta aula, vamos nos deter na limagem de superfície plana que é a operação com menor grau de dificuldade. Essa operação prevê a realização das seguintes etapas:

1- Fixação da peça morsa – A superfície a ser limada deve ficar na posição horizontal, alguns milímetros acima do mordente da morsa. Para proteger as faces já acabadas da peça, usar Mordentes de Proteção.

2- Escolha da lima de acordo com a operação e tamanho da peça. 3- Execução da limagem observando as seguintes orientações:

a) Segure a lima conforme a ilustração e verifique se o cabo está bem fixado.

Mordentes de proteção: são chapas de material mais macio do que o da peça que será fixada e que evitam que os mordentes da morça fa- çam marcas nas faces já usinadas da peça.

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2- Compasso de pontos para traços circulares e eqüidistantes.

3- Cintel para traçar medidas maiores do que permitem os compassos de pontos.

4- Traçador de paralelas.

1- Riscador para traços em geral.

TRAÇAGEM

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5- Punção de bico

O punção de bico é ferramenta para marcar pontos de referência com o fim de resultar o contorno dos traçados e para determinar o início de furtos para as brocas em geral.

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Na escolha da lâmina para cortar chapas devemos procurar que o maior número possível de dentes esteja em contato com o material. Este número deve ser no mínimo, três dentes, fig. 4, pois, se for menor os dentes da lâmina poderão quebra-se, fig. 5.

POSIÇÃO DA LÂMINA SOBRE A PEÇA

Ao iniciar o corte numa peça que tenha um ângulo muito pronunciado, devemos dar uma inclinação à lamina, fig. 6 e 7, a fim de evitar a quebra dos dentes, fig. 8.

APLICAÇÃO DAS LÂMINAS

Di mensõesdapeç a Ma terialserrar Tipodeserra

Espessuragrossa

Açodoce-ferrofundido latão-bronze-alumínio 16 dentesporpol. ou 6 dentesporcm Açoduro-açofundido açorápido-açosespeciais 18 dentesporpol. ou 7 dentesporcm Espessuramédia Açofundido-açorápido tubodeaçodoce-tubosdelatão metaisemchapa

24 dentesporpol. ou 9 dentesporcm Es pessurafina Tuboschpaapraaselfeintraosdutos ou^321 d 2 ednetenstepsoproprocl.m

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MODO DE AÇÃO DA SERRA MANUAL

Ao serrarmos, a serra deve ter um leve movimento de balanço, como na figura acima. O esforço de corte é feito no movimento de avanço com uma pressão sobre a serra. O retrocesso é feito livremente, pressão. A velocidade de corte para serrar materiais macios, como bronze, latão, alumínio, pode atingir 18m/min. (60 passadas por minuto). Esta velocidade deverá diminuir com o aumento de dureza do material a serrar.

Refrigeração – Para materiais duros, com exceção do ferro fundido, devemos usar óleo solúvel. Ao usar óleo lubrificante ou graxa para facilitar o corte, não devemos passa- los nos dentes da serra e sim nos lados.

ARCO DE SERRA

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1. Princípio de corte

A força “F” que produz o cavaco, é produzida pelo movimento horizontal da lâmina de serra combinada com a força vertical aplicada.

2. Nomenclatura

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3. Características

Lâmina de serra: É fabricada em aço-rápido ou aço- carbono, os comprimento variam com as medidas de 8”, 10” e 12” e a sua largura geralmente mede 1 /2”. O n° de dentes das serras podem ser do tipo: Raker, Ondulada ou Alternada.

4. Codificação

4.1. Número de dentes

  • RS 1218- 18 dentes por polegada, usada em materiais macios.
  • RS 1224- 24 dentes por polegada, usada em materiais duros.
  • RS 1232- 32 dentes por polegada, usada em materiais muito duros e de pouca espessura. 1.2. Tratamento térmico

REDSTRIPE- RS (Seta Vermelha)

Lâmina de aço-rápido totalmente temperada. Possui dureza uniforme nos dentes e no corpo de serra. Possui alta resistência ao desgaste e é utilizada para cortes de aços em geral.

BLUESTRIPE- BS ( seta Azul)

Lâmina de aço-rápido bimestral, possui os dentes de aço-rápido e o corpo é de liga especial temperada. É um lâmina semi-rigida à prova de estilhaçamento. É utilizada para cortes de aços em geral.