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Limites de Funções: Análise de Casos, Notas de estudo de Física

O estudo da função f(x) e sua comportamento quando x se aproxima de 1, além de sua definição para x neq 1. O texto aborda os limites da função quando x tende a 1 através de valores menores e maiores, e os resultados obtidos são +∞ e −∞, respectivamente. Além disso, são apresentados os conceitos de limite à esquerda e limite à direita, e o documento finaliza com alguns exercícios para prática.

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 23/04/2012

Reginaldo85
Reginaldo85 🇧🇷

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Unidade 4
Limites
Limites de funções
O conceito de Limite é importante na construção de muitos outros conceitos
no cálculo diferencial e integral, por exemplo, as noções de derivada e de integral
que serão abordados nos capítulos 4 e 5, que são os suportes de toda a construção das
variáveis físicas, além da importância no cálculo de área e volumes.
A Noção de limite
A noção de limite fornece um caminho preciso para distinguir o
comportamento de algumas funções que variam continuamente e o comportamento
de outras funções que podem variar independente do modo como se controla as
variáveis.
É com base nisso, que pretendemos apresentar a você uma noção intuitiva de
limite para que você possa observar o que ocorre com a função ()
f
x, intuitivamente,
quando
x
tende para um número real a ou quando
x
tende para mais ou menos
infinito. Usaremos limites, por exemplo, para definir retas tangentes e gráficos de
funções. Essa aplicação geométrica nos leva ao importante conceito de derivada de
uma função que investigaremos, com detalhes, no Capitulo 4.
Dada uma função
f
, você quer saber o que ocorre com os valores ()
f
x,
quando a variável
x
se aproxima de um ponto a. Para você entender isto melhor,
considere a função
f
definida pela expressão abaixo:
(3 2)( 1)
() (1)
xx
fx x
+
=.
A função
f
está definida para todo
x
real exceto 1
x
=
. Assim, se 1
x
, o
numerador e o denominador de
f
podem ser divididos por (1)x
e você obtém
( ) 3 2, para 1fx x x
+≠
.
Vamos estudar juntos os valores da função ()
f
x, quanto
x
estiver próximo de
1, mas não é igual a 1. Primeiro, vamos considerar valores de
x
cada vez mais
próximo de 1, com 1
x
< e observarmos o que está acontecendo com ()
f
x, conforme
o quadro abaixo:
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14

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Baixe Limites de Funções: Análise de Casos e outras Notas de estudo em PDF para Física, somente na Docsity!

Unidade 4

Limites

Limites de funções

O conceito de Limite é importante na construção de muitos outros conceitos no cálculo diferencial e integral, por exemplo, as noções de derivada e de integral que serão abordados nos capítulos 4 e 5, que são os suportes de toda a construção das variáveis físicas, além da importância no cálculo de área e volumes.

A Noção de limite

A noção de limite fornece um caminho preciso para distinguir o comportamento de algumas funções que variam continuamente e o comportamento de outras funções que podem variar independente do modo como se controla as variáveis.

É com base nisso, que pretendemos apresentar a você uma noção intuitiva de limite para que você possa observar o que ocorre com a função f^ ( )x^ , intuitivamente, quando x tende para um número real a ou quando x tende para mais ou menos infinito. Usaremos limites, por exemplo, para definir retas tangentes e gráficos de funções. Essa aplicação geométrica nos leva ao importante conceito de derivada de uma função que investigaremos, com detalhes, no Capitulo 4.

Dada uma função f , você quer saber o que ocorre com os valores f ( )x , quando a variável x se aproxima de um ponto a. Para você entender isto melhor, considere a função f definida pela expressão abaixo:

( ) (3^ 2)(^ 1)

f x x^ x x

= +^ −

A função f está definida para todo x real exceto x = 1. Assim, se x ≠ 1 , o numerador e o denominador de f podem ser divididos por ( x −1) e você obtém

f ( x ) = 3 x + 2, para x≠ 1.

Vamos estudar juntos os valores da função f ( )x , quanto x estiver próximo de

1, mas não é igual a 1. Primeiro, vamos considerar valores de x^ cada vez mais

próximo de 1, com x^ <^1 e observarmos o que está acontecendo com f ( )x , conforme

o quadro abaixo:

_______________________________________________________

Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

x < 1 0 0,25 0,5 0,75 0,9 0,99 0,999 0,9999 0, f ( )x = 3 x+ 2 2 2,75 3,5 4,25 4,70 4,97 4,997 4,9997 4,

Agora, vamos considerar que a variável x^ aproxima-se cada vez mais de 1,

com x > 1 e observar o que está acontecendo com f ( )x :

x > 1 2 1,75 1,5 1,25 1,1 1,01 1,001 1, f ( )x = 3 x+ (^28) 7,25 6,5 5,75 5,30 5,03 5,003 5,

Observamos, em ambas quadros, que quando x se aproxima cada vez mais de

1, a função f ( )x se aproxima cada vez mais de 5, em outras palavras, é possível obter o valor de f ( )x tão próximo de 5 quando desejarmos, desde que tomemos x suficientemente próximo de 1. Examine o gráfico de f ( )x abaixo.

Figura 4.

Para x cada vez mais próximo de 1, f^ ( )x^ aproxima-se de 5 e escreve-se a seguinte expressão: lim x → 1 f ( x) = lim(3x→ 1 x+ 2) =5.

Lê-se: O limite da função f ( )x quando x aproxima-se de 1 é 5, ou ainda, o limite de f ( )x quando x tende a 1 é 5. Isto significa dizer que o valor da expressão 3 x + 2 cada vez mais aproxima-se de 5 a medida que os valores de x estão aproximando-se de 1. Quando x^ →1 ,^ f x( )^ →5.

Consideremos agora a função f definida pela expressão 1

( )^31

x

f x x , para x ≠ 1.

Queremos saber o que ocorre com a função f ( )x quando x tende para 1 através de valores de x > 1 e o que ocorre com a função f ( )x quando x tende para 1

_______________________________________________________

Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

Figura 4.

Propriedades dos limites

A seguir daremos algumas propriedades importantes do conceito de limite. Essas propriedades serão utilizadas freqüentemente no decorre do trabalho.

P 1 – Unicidade do limite

Se lim x →a f ( )x = b 1 e lim x →a f ( )x = b 2 , então b 1 = b 2.

P 2 – Se m e b são constantes quaisquer, então lim ( x →a m x + b) = m a + b.

P 3 – Se c é uma constante, então para qualquer número a , (^) lim x → a c = c.

P 4 – lim x → a x = a.

P 5 – O limite da soma ou diferença de duas funções é igual a soma ou diferença dos limites dessas funções, isto é, se lim x →a f ( )x = b 1 e lim x →a g x( ) = b 2 ,

então

lim x →a ( f ( )x ± g x( ) ) = b 1 ± b 2.

Observação. Se lim x →a f 1 ( )x = b 1 , lim x →a f 2 ( )x = b 2 , ..., limx →a fn ( )x = bn,

Então

limx →a ( f 1 ( )x ± f 2 ( )x ± ... ± f n ( )x )= b 1 ± b 2 ± ...± bn.

_______________________________________________________

Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

P 6 – O limite do produto de duas funções é igual ao produto dos limites dessas funções, isto é, se lim x →a f ( )x = b 1 e lim x →a g x( ) = b 2 , então

lim x →a ( f ( )x ⋅ g x( ) ) = limx → a f ( ) limx ⋅ x →a g x( ) = b 1 ⋅ b 2.

Observação: P 6 é válida para n -funções.

P 7 – Se lim x →a f ( )x = be n é qualquer inteiro, temos limx →a ( f ( )x )n^ = bn.

P 8 – Se lim x →a f ( )x = b 1 e lim x →a g x( ) = b 2 e b 2 ≠ 0 , então

1 2

( ) lim^ ( ) lim. ( ) lim ( )

x a x a x a

f x f^ x^ b g x g x b

→ → →

P 9 – Se lim x →a f ( )x = b, então

limx → a n^ f ( )x = nlimx →a f ( )x =nb.

Neste caso, é necessário que b seja ≥ 0 e n qualquer inteiro positivo, ou quando b < 0 n seja qualquer inteiro ímpar positivo.

P 10 – Se lim x →a f ( )x = bentão lim x →a f ( )x = b.

Exemplos. Use as propriedades e calcule os limites.

(i) lim x → 1 ( x 3 − 3 x+ (^1) ).

(ii)

2 2 3 lim 3 3 15 x 6

x x → x

(iii) lim 3 2 5 2 3^5 . x 1 3 1 2

x → x

(iv)

3 3 lim 27 x 3

x → x

(v) lim 1 2 1 x 4 3

x → x x

Resolução:

(i) lim x → 1 ( x 3 − 3 x+ (^1) ) = (^) ( − (^1) ) 3 − (^3) ( − (^1) ) + 1

= − 1 + 3 + 1 = 3

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

Limites Laterais

a) Limite á direita

Dizemos que b é o limite à direita de f ( )x no ponto x 0 e escrevemos (^) ( ) (^0 ) b = f x + = xlim →x+ f ( )x

quando x → x 0 para valores maiores que x 0_._

Figura 4.

b) Limite á esquerda

Dizemos que b é o limite à esquerda de f ( )x no ponto x 0 e escrevemos b = f (^) ( x 0 − ) = (^) xlim →x_ 0 f ( )x quando x → x 0 para valores menores que x 0_._

Figura 4.

Por exemplo,

2, se 1 ( ) 3, se 1

x f x x

⎧^ >
⎩−^ <

Figura 4.

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

Temos lim x→ 1 − f ( )x = − 3

e lim x→ 1 + f ( )x = 2

Observação: 0 xlim →x^ f^ ( )x^ =^ b existe se e somente se^ ^ 0 0 xlim →x^ f^ ( )x^ =^ lim x →x+^ f^ ( )x._

, se 2 ( ) 1, se 2

x x f x x x

⎧^ ≤
⎩ +^ >

Figura 4.

Neste caso,

xlim → 2 −^ f^ ( )x^ =^ xlim→ 2 −^ x=^2 e

xlim → 2 +^ f^ ( )x^ =^ limx→ 2 +^ (^ x+^1 )^ =^3.

Observação: A função não precisa estar definida no ponto x 0 para que os limites laterais existam.

3. Seja f ( )x x x

= , existe lim x → 0 f ( )x?

Temos

1, se 0

1, se 0

x (^) x x (^) x x x x x

Logo,

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

(ii) (^) xlim →−∞ f ( )x = −∞ ⇔ dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um número

n > 0 tal que ∀ x < n ⇒ f ( )x < k_._

(iii) (^) xlim →−∞ f ( )x = ∞ ⇔ dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um número n > 0

tal que ∀ x < n ⇒ f ( )x > k.

Figura 4.

(iv) lim x →∞ f ( )x = −∞ ⇔ dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um número n > 0

tal que ∀ x > n ⇒ f ( )x < k_._

(v) lim x →a f ( )x = +∞ ⇔ dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um número δ > 0

tal que ∀ x temos x − a < δ⇒ f ( )x > k , isto é, quando x → a , f ( )x assume valor

que superam k > 0_._

Figura 4.

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

(vi) lim x → a f ( )x = −∞ ⇔ dado ε > 0 arbitrário, existe em correspondência um número δ > 0

tal que ∀ x temos x − a < δ⇒ f ( )x < k.

Figura 4.

ƒ Símbolos de indeterminação – Há varias maneira de identificar uma

indeterminação. As sete situações ou símbolos dados abaixo são

utilizados para identificar uma inderminação.

Observação: Seja c uma constante diferente de zero, então:

(i) lim 0 x 0

c c → x

(ii) lim x →∞ c x⋅ = c⋅ ∞ = ∞ ;

(iii) lim x x →∞c c

(iv) lim x c^ c 0 →∞x

b) Limite no infinito

Definição : Seja f uma função definida em um intervalo aberto ( ,a ∞). Escrevemos lim x →∞ f ( )x = L ,

quando o número L satisfaz a seguinte condição: para qualquer ε > 0 , existe A > 0 tal que

f ( )x − L< ε sempre que x > A.

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

( )

( ) [^ ] ( )

1 0 1 0 0 1 1 0 0 0 0 0

lim ( ) lim 1 ...

lim lim 1 ...

lim 1 0 0 ... 0 lim lim ( ).

n n n nn x x

n n n x x n^ n n x n x x

P x a x a x a a x a x

a x a x a a x a x a x a x P x

− →+∞ →+∞ − →∞ →+∞

→∞ →∞ →∞

= ⎡^ + + + ⎤

Assim, limx →∞ a x 0 n será +∞ ou −∞ , dependendo do sinal do a 0 e também de n , inteiro

seja par ou ímpar.

Agora, analisando quando x → −∞ vem (^) xlim →−∞ a x 0 n também será +∞ ou −∞.

Por exemplo,

(i) lim x →∞ (^) ( 2 x^2 + x − (^1) ) = lim 2x→∞ x^2 = +∞ ;

(ii) (^) xlim 4 →−∞ x 4 + x^3 + x − 10 = (^) xlim 4→−∞ x^4 = +∞ ;

(iii) (^) xlim →−∞ − x^3 + x 2 + 7 = (^) xlim→−∞( − x^3 )= +∞ ;

(iv) (^) xlim →−∞ (^) ( x 5 − 3 x 2 + 5 x (^) )= (^) xlim→−∞x^5 = −∞.

d) Limite de uma função racional

Seja ( ) ( ) ( )

f x P x Q x

= , Q x( ) ≠ 0 ∀x , onde P x( ) e Q x( ) são polinômios em x.

(i) Quando x → c, então lim ( )^ ( ), ( ) 0 x c ( ) ( )

P x P c (^) Q c → (^) Q x Q c

quando ( ) 0 lim ( ) x c ( ) Q c P x → Q x

Por exemplo, 3 3 1 2 2 lim 1 1 1 1 1 2 1. x 3 1 3 1 3 4 2

x → x

(ii) Quando x → ± ∞. Analisamos inicialmente, quando x → + ∞. Temos

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

0 1 1 0 1 1 1 1 0 0 0 1 1 0 0 0

lim ( ) lim ... ( ) ...

1 ... lim. 1 ...

n n n x x m^ m m n n n n n x (^) m m m m m

P x a x a x a Q x b x b x b

a x a x a a x a x

b x b x b b x b x

− →+∞ →+∞ − −

→∞ −

= +^ +^ +
⎜ +^ +^ + ⎟
= ⎝^ ⎠

Como 1 1 0 0

lim 1 ... 1

n n x n^ n

a x a a x a x

− →∞

⎜ +^ +^ +^ ⎟=

e 1 1 0 0

lim 1 ... 1

m m x m^ m

b x b b x b x

− →∞

⎜ +^ +^ +^ ⎟=

então

0 0 0 0

lim ( ) lim lim ( )

n n m x x m x

P x a x a x Q x b x b

− →+∞ =^ →+∞ =^ →∞ ,

isto é, o limite da função racional f ( )x é dado pelo limite da razão dos termos de maior grau dos polinômios P x( ) e Q x( ).

Agora, analisando quando x → −∞ temos 0 0

lim ( ) ( )

n m x

P x a x Q x b

− →−∞ =^.

Por exemplo,

(i)

2 2 2 2 lim 2 1 lim 2 lim^2 x 5 3 x 5 x 5 5

x x →∞ (^) x →∞ (^) x →∞

(ii)

2 2 3 3 lim lim lim 1 0 x 1 x x

x x →−∞ (^) x →−∞ (^) x →−∞x

(iii)

lim lim lim x 2 x 2 x 2

x x x →∞ (^) x →∞ (^) x →∞

A seguir apresentaremos alguns exemplos de calculo de limite.

Exemplo. Determinar

lim 2 5 x 8

x →∞ x

Resolução: Neste caso, temos uma indeterminação do tipo ⎛⎜^ ∞⎞⎟ ⎝ ∞⎠

. Temos

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

(iii) Conforme (i) e (ii), podemos concluir que

2 2 2 lim 3 1 x 6

x x → x x

não existe.

Observação. Muitas vezes, calculamos o limite de uma maneira formal, escrevemos que

2 2 2 lim 3 1 x 6

x x → x x

sem nos preocuparmos com o sinal, o que devemos cuidar, ou seja estamos considerando uma coisa que não existe.

Exemplo. Determinar

2 lim 2 5 x 2 5

x →−∞ x

Resolução: Como no exemplo anterior, dividimos numerador e denominador por x. Neste caso, temos x → − ∞ , os valores de x podem ser considerados negativos.

Então, para o denominador, tomamos x = − x^2.

Sabemos que , se 0 , se 0

x x x x x

⎧^ >
⎩−^ <

Neste caso, também 2 2

, se 0 , se 0

x x x x x

⎪⎩−^ <

Então, temos

2 2

lim 2^5 lim 2 5 (^2 5) lim 2 5

x x x

x (^) x x x

→−∞ →−∞ →−∞

− ⎛^ ⎞
⎜ −^ − ⎟
_______________________________________________________

Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

Exercícios propostos – 3

Determinar os seguintes limites:

  1. lim 2 2 5 x 2 5

x →∞ x

. 2) lim x 0 x 3 x 12. → x

  1. lim x →∞ (^) ( 3 x^5 − 4 x^3 + 1 .) 4) lim x 0 2.

x → x

  1. lim 1 5 2. x 1

x →− x

lim x 2

x →∞ x

lim x 8 2

x →∞ x

4 2 4 lim 2 3 2 1 x 4

x x x →∞ x

2 3 lim 3 1 x 2

x x →∞ x

Continuidade de uma função

Definição. Uma função f é contínua em um ponto a ∈ D ( f) se

(i) existe lim x →a f ( x).

(ii) lim x → a f ( x ) = f ( a).

ƒ Condições de continuidade

(i) f ( a )existe para a ∈ D ( f);

(ii) lim ( )

x a

f x →

∃ , isto é, xlim →a+ f ( x ) = xlim → a−f ( x);

(iii) lim x → a f ( x ) = f ( a).

ƒ Conseqüências

(i) Um ponto " a " em que f ( x ) é chamado ponto de continuidade de f ( x ) ;

(ii) A função f ( x ) é contínua em um intervalo [ a b, ] se é contínua em todos os

pontos do intervalo; (iii) Um ponto que não satisfaz a condição de continuidade chama-se ponto de descontinuidade.

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

x

y

Figura 4.

Definição Uma função f é contínua no conjunto X se f é contínua em todos os pontos de X.

Por exemplo, a função f ( )x = a xn n^ + an (^) − 1 x n−^1 + ...+ a x 1 + a 0 , é continua em todos os pontos x ∈ .

Exercícios propostos – 4

  1. Seja a função f ( )x definida por 3, 1 ( ) 3 , 1

x se x f x k se x

⎧^ +^ ≥
⎩ −^ <

Determinar o valor da constante k tal que a função f ( )x seja contínua no ponto x = 1.

  1. Seja (^2) 1, 2 ( ) 5, 2 7 9, 2

x se x f x se x x se x

Verificar se f ( )x é contínua em x = 2.

  1. Verificar se a função f definida por 2 3

, 3 ( ) 2, 3 4, 3

x x se x f x x se x se x

⎧ − < − = ⎪ + > − ⎨ ⎪ (^) = − ⎩ é contínua no ponto x = − 3.

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Este trabalho foi elaborado por Professores Fernando Guerra e Inder Jeet Taneja para os cursos de

  1. Seja 1, 3 ( ) 5, 3 8 , 3

x se x f x se x x se x

⎧^ −^ <

Verifique se f ( )x é contínua em x = 3.

  1. Determinar o valor de k de modo que a função f ( )x definida por 4 3

e x se x f x k se x

⎪⎩ −^ =

seja contínua em x = 0.