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Análise Sintática: Exercícios Completos de Orações e Termos, Notas de estudo de Português (Gramática - Literatura)

Uma série de exercícios abrangentes sobre análise sintática, cobrindo tópicos como orações, termos essenciais, predicados, complementos verbais, adjuntos adverbiais, orações subordinadas e coordenadas. Os exercícios são organizados de forma clara e progressiva, permitindo que o estudante consolide seus conhecimentos sobre a estrutura da frase e a função sintática dos termos.

Tipologia: Notas de estudo

2024

À venda por 10/02/2025

natalia-cardoso-24
natalia-cardoso-24 🇧🇷

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5.2 Sintaxe
Conjunto de regras que determinam a ordem e as relações das palavras na frase, na oração, no perí-
odo e entre orações de um período.
Frase, oração e período.
É todo enunciado que tem sentido completo.
Frase Pode ser nominal ou verbal.
Oração é todo enunciado que contenha verbo.
Período é todo enunciado que possui verbo e sentido completo. Pode ser simples (apenas 1
verbo) ou composto (+ de 1 verbo)
Oração:
= frase verbal.
Termos essenciais da oração:
Sujeito: representa o ser ou fato sobre o qual se declara alguma coisa.
É o termo que faz o verbo ser conjugado.
Sujeito determinado:
Quando se pode determinar o elemento ao qual o predicado se refere.
Simples: Possui apenas 1 núcleo.
Ex.: Alguém comeu o pudim.
Sujeito simples
Oculto: Não está expresso na oração.
Também recebe os nomes: desinencial, não expresso, implícito, elíptico.
Ex.: não consigo deixar a responsabilidade de lado.
Verbo conjugado na 1ª pessoa do singular S.O.= Eu.
Composto: apresenta dois ou mais núcleos.
Ex.: tanto a felicidade como a tristeza são estado de espirito.
1º núcleo 2º núcleo
Sujeito composto
Sujeito indeterminado:
Não é possível identificar o sujeito.
Ocorre por 3 motivos:
1. Não se sabe sua identidade.
2. Quer torna-lo desconhecido.
3. Generalização.
Maneiras de tornar o sujeito indeterminado:
- Verbo na 3ª pessoa do singular, sem sujeito expresso.
Ex.: Acharam minha caneta.
- Verbo na 3ª pessoa do singular, seguido da partícula se.
Ex.: Vive-se bem nesta cidade.
Índice de indeterminação do sujeito
Sujeito oracional:
Surge quando o sujeito de uma oração é toda uma outra oração.
Ex.: É bom que todos compareçam.
Sujeito Oracional - O. Subordinada Substantiva Subjetiva.
Núcleo: a palavra
mais importante
do termo.
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5.2 Sintaxe

Conjunto de regras que determinam a ordem e as relações das palavras na frase, na oração, no perí-

odo e entre orações de um período.

 Frase, oração e período.

É todo enunciado que tem sentido completo.

Frase  Pode ser nominal ou verbal.

Oração  é todo enunciado que contenha verbo.

Período  é todo enunciado que possui verbo e sentido completo. Pode ser simples (apenas 1

verbo) ou composto (+ de 1 verbo)

 Oração:

= frase verbal.

 Termos essenciais da oração:

Sujeito: representa o ser ou fato sobre o qual se declara alguma coisa.

É o termo que faz o verbo ser conjugado.

Sujeito determinado:

Quando se pode determinar o elemento ao qual o predicado se refere.

Simples: Possui apenas 1 núcleo.

Ex.: Alguém comeu o pudim.

Sujeito simples

Oculto: Não está expresso na oração.

Também recebe os nomes: desinencial, não expresso, implícito, elíptico.

Ex.: não consigo deixar a responsabilidade de lado.

Verbo conjugado na 1ª pessoa do singular  S.O.= Eu.

Composto: apresenta dois ou mais núcleos.

Ex.: tanto a felicidade como a tristeza são estado de espirito.

1º núcleo 2º núcleo

Sujeito composto

Sujeito indeterminado:

Não é possível identificar o sujeito.

Ocorre por 3 motivos:

  1. Não se sabe sua identidade.
  2. Quer torna-lo desconhecido.
  3. Generalização.

Maneiras de tornar o sujeito indeterminado:

  • Verbo na 3ª pessoa do singular, sem sujeito expresso.

Ex.: Acharam minha caneta.

  • Verbo na 3ª pessoa do singular, seguido da partícula se.

Ex.: Vive-se bem nesta cidade.

Índice de indeterminação do sujeito

Sujeito oracional:

Surge quando o sujeito de uma oração é toda uma outra oração.

Ex.: É bom que todos compareçam.

Sujeito Oracional - O. Subordinada Substantiva Subjetiva.

Núcleo: a palavra

mais importante

do termo.

Oração sem sujeito:

Não há elemento ao qual se atribui o predicado.

Ocorre quando:

 O verbo indica fenômeno da natureza.

 O verbo haver indica existência ou acontecimento.

 Os verbos ser e estar indicam tempo.

 O verbo fazer indica tempo ou fenômeno da natureza.

 Os verbos bastar e chegar estão seguidos da preposição de.

 Esses verbos são chamados de impessoais.

Predicado: é a informação que se transmite. Sempre terá um verbo.

Regência verbal:

= transitividade verbal.

Relação entre o verbo e outros termos da oração, principalmente no predicado.

Quanto a predicação, os verbos podem ser:

De ligação, intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto

e indireto.

 Verbo de ligação: liga o sujeito ao seu predicativo (termo que expressa um es-

tado ou qualidade)

Ex.: eu estou sempre satisfeito.

VL

As pessoa continuam apáticas

VL

 Verbo nocional: expressa ideia de ação.

 Verbo transitivo: tem sentido incompleto. Precisa de complemento.

Verbo transitivo direto: exige um objeto direto.

Complemento sem preposição.

Ex.: Pegue-a, José!

VTD OD

 Dica: passe o verbo da voz ativa para a voz passiva.

Se for possível, o verbo é de fato transitivo direto.

Verbo transitivo indireto: exige objeto indireto.

Complemento com preposição.

Ex.: Todos nós precisamos de descanso.

VTI OI

Verbo transitivo direto e indireto: exige os dois objetos, direto e indireto.

Ex.: Confiei meu carro ao meu irmão.

VTDI OD OI

 Verbo intransitivo: possui sentido completo. Não precisa de complementos.

Ex.: Todos chegaram ao teatro a noite

VI

 Dica: o contexto determinara a classificação do verbo.

Querer, precisar, ser,

estar, ter, ir, haver,an-

dar, deixar, pretender,

tornar, andar, dever,

começar, acabar

Adverbio de lugar Adverbio de tempo

Estruturas:

 Sujeito + verbo intransitivo

 Sujeito + verbo transitivo + objeto

 Oração sem sujeito + verbo transitivo ou intransitivo

Predicado verbo nominal:

Possui 2 núcleos: verbo + predicativo

Estruturas:

 Sujeito + verbo + predicativo

 Termos integrantes da oração:

Complementam o sentido de um verbo ou de um nome.

Objeto direto:

Completa o sentido do verbo transitivo direto. Normalmente é alvo da ação

verbal e não preposicionado.

Ex.: Sujeito Predicado

Alguns animais comem plantas.

VTD Objeto Direto

Objeto direto preposicionado:

Surge quando o verbo é transitivo direto, mas o complemento aparece antece-

dido de uma preposição.

Casos no qual o uso de preposição é obrigatório:

  1. Antes dos pronomes oblíquos tônicos ligados a verbo transitivo direto:

Ex.:

Não entendo nem a ele nem a ti.

VTD Preposições

  1. Verbo transitivo direto + se:

Ex.:

Antigamente, respeitava-se aos mais velhos.

VTD Preposição a + artigo os

  1. Para evitar ambiguidade:

Ex.: Predicado Sujeito

Venceram aos japoneses os canadenses.

VTD Preposição a + artigo os

  1. O objeto direto é o pronome relativo quem:

Ex.:

Ele tinha um avô a quem idolatrava.

  1. Objeto direto é uma expressão de reciprocidade:

Ex.:

Os lutadores agrediram-se uns aos outros.

  1. O.D. é um substantivo coordenado com um obliquo:

Ex.:

Partícula de indeterminação do sujeito.

Mulher, amo-te a aos meus pais também.

VTD Oblíquo

  1. O.D. é um infinitivo dos verbos ensinar e aprender:

Ex.:

Sua professora lhe ensinou a ler?

VTD

Não aprendi a somar nem a dividir.

VTD

  1. OD. é um substantivo numa construção comparativa para evitar falta de

clareza:

Ex.:

Olho Gabriela como a uma criança.

= como olho uma criança.

  1. O.D. é um nome próprio ou comum, referente a seres personativos.

Ex.:

Nós amamos a Deus, a Jesus e aos anjos.

O dinheiro! Atrai a homens e a mulheres.

  1. O.D. é pronome de tratamento, indefinido, interrogativo ou demonstra-

tivo:

Ex.:

Não admito que coloquem a Sua Excelência num pedestal.

Pron. Tratamento

O amor fere a uns, mas a outros não.

Pron. Indefinido

Meu Deus, a quem devo ajudar?

Pron. Interrogativo

De todos esses filmes, eu odeio mais a estes do que àqueles.

Pron. demonstrativo

  1. O.D. iniciando a oração, por motivo de ênfase:

Ex.:

Ao povo ninguém engana.

O.D. Deslocado.

Ninguém engana o povo.

VTD OD

  1. O.D. é o numeral ambos:

Ex.:

Se deixasse, ele mataria a ambos

 É possível haver um predicativo do objeto direto preposicionado.

Ex.:

O homem a quem considerava amigo me traiu.

ODP POD

Objeto direto pleonástico:

Enfatiza uma ideia contida no objeto direto com a repetição dele próprio.

Ex.:

O bolo, nós não o comemos.

OD

Agente da passiva:

É o complemento de um verbo na voz passiva analítica.

É sempre precedido da preposição por ou, raramente, de.

 O agente da passiva corresponde ao sujeito da ativa.

Ex.:

A cidade foi cercada por soldados.

Agente da passiva

Os soldados cercaram a cidade.

Sujeito Objeto Direto

 Termos acessórios da oração:

São dispensáveis à construção de uma oração.

Adjunto adnominal:

É um termo sintático que determina, restringe, um substantivo.

Pode ser: pronome, adjetivo, locução adjetiva, numeral, artigo.

Ex.:

O primeiro dia de aula cativou alguns alunos estudiosos.

Adjunto adnominal X Agente da passiva:

 Adjunto adnominal: modifica o substantivo.

 Agente da passiva: se liga a um verbo no particípio.

Ex.:

Derrotada pela Ucrânia, a equipe russa arrumou confusão.

A derrota da Rússia pela Ucrânia desnorteou os russos.

Adjunto adnominal X Complemento nominal:

O adjunto adnominal quando preposicionado caracteriza apenas o substantivo.

O complemento nominal complementa um substantivo, adjetivo ou advérbio.

Será sempre CN a expressão ligada a substantivo abstrato antecedida de qual-

quer preposição, exceto a preposição de.

O substantivo caracterizado por um adjunto adnominal pode ser concreto ou

abstrato.

O substantivo completado por um complemento nominal deve ser abstrato.

Será sempre ADN se a expressão preposicionada estiver ligada a substantivo

concreto.

Normalmente o ADN mantem uma relação de posse com o substantivo, a pre-

posição tem valor nocional.

Artigo

ADN

Numeral

ADN

Núcleo do

sujeito

Loc. Adj.

ADN

VTD

Pronome

ADN

Núcleo do

O.D.

Adjetivo

ADN

Verbo no

particípio

Agente da

passiva

Sujeito VTD Objeto

direto

ADN

ADN

Núcleo do

sujeito

VTD Núcleo do

O.D.

ADN ADN

ADN ADN

 O CN tem valor paciente – normalmente seu núcleo não é um ser animado

nem personificado, mas alvo de alguma ação.

O ADN tem valor agente – normalmente o seu núcleo é um ser animado ou per-

sonificado, que pratica a ação.

Ex.:

Fiz menção a você ontem.

Comprei o material de um site famoso

A atitude do professor foi justa.

A atitude foi realizada pelo professor (agente)

A resolução da questão foi ótima.

A questão foi resolvida (paciente)

A resolução do professor foi ótima.

O professor resolveu algo (agente)

Adjunto adnominal X Predicativo do sujeito X Predicativo do Objeto:

Opinião do sujeito sobre o objeto.

 Adjunto adnominal: característica ou estado inerente, permanente de um ser.

 Predicativo do sujeito: característica atribuída a um ser.

O ADN não vem separado por virgulas nem distante do nome a que se liga.

Ex.:

O exame deixou o aluno preocupado.

Pred. Obj.

O aluno preocupado negou o erro.

ADN

O aluno, preocupado, negou o erro.

Pred. Suj.

Adjunto adverbial:

É o temo que pode modificar o sentido do verbo, adverbio ou adjetivo.

Adjunto adverbial X Adjunto adnominal:

 Adjunto adnominal: modifica substantivo

 Adjunto adverbial: modifica verbo

Ex.:

O homem com a maleta entrou no avião.

ADN N.Suj ADN VI ADV lugar

Adjunto adverbial X Objeto indireto:

Ex.:

Com Pedro você pode caminhar.

S VTD OD

Não duvide de mim.

VI O.I (de quem?)

Sub. abstrato

CN

Sub. concreto ADN

ADN

CN

ADN

Onde?

Quando?

Como?

De que?

De quem?

ADV de

companhia

ADV de

negação

  1. Comparativo

É usado para comparar um termo da oração com alguma coisa

e aparece isolado por vírgulas.

Ex.:

A sua risada, harmonia de uma orquestra, ecoava pela casa inteira.

Aposto

  1. Oracional:

Pode se referir a uma oração inteira por meio de palavras.

Ex.:

As nuvens estão chegando o que pode aborrecer a todos.

Aposto de uma oração.

Aposto X Adjunto adnominal:

Aposto: pode retirar a preposição ou o próprio aposto sem compro-

meter a oração.

ADN: Não pode.

Ex.:

A cidade (de) Fortaleza é quente. (Fortaleza é uma cidade)

Aposto

O clima de Fortaleza é quente. (Fortaleza não é clima)

ADN

Vocativo:

É o termo que serve para atrair a atenção do interlocutor para aquilo que se vai dizer.

Não faz parte nem do sujeito nem do predicado.

Ex.:

Ó querida! Não faça isso comigo.

Vocativo

Cuidado!

Marcos, o professor de história chegou.

Vocativo Sujeito

Marcos, o professor de história, chegou

Sujeito Aposto Explicativo

 Período:

Simples: só existe 1 oração. Oração absoluta.

É o agrupamento de palavras em torno de um verbo, com sentido completo.

Composto: possui mais de 1 oração.

É o agrupamento de orações finalizadas por um único ponto.

 Relação de subordinação entre orações:

Período composto por subordinação:

É o período em que as orações mantem uma relação de dependência entre elas.

Essa dependência é sintática e semântica.

Oração principal: é a que tem outra como um termo, isto é, como um pedaço de si.

Oração subordinada: completa o sentido, caracteriza o ser da oração principal.

Se liga a outra por meio de conjunção subordinativa ou pronome relativo.

Classificação:

 Orações subordinadas substantivas:

Exerce função sintática própria de substantivo em relação a oração principal.

É sempre indicada por uma conjunção integrante, principalmente que e se.

 As orações subordinadas substantivas podem ser substituídas pelas palavras isso ou disso.

Tipos de orações subordinadas:

 Subjetiva: funciona como sujeito da oração principal.

O verbo da principal sempre estará na 3ª pessoa do singular.

Há 5 construções clássicas:

1º. VL + adjetivo/substantivo/adverbio + que/se + Oração Subordinada Substantiva Subjetiva (OSSS):

Ex.:

Seria verdade que as pessoas têm o poder de mudar?

Conjunção Integrante Sujeito Oracional

2º. VTD(3ª pessoa) + se (partícula apassivadora) + que/se + OSSS

Ex.:

Não se sabe se haverá aula.

Sujeito Oracional

3º. Locução verbal + que/se + OSSS

Ex.:

Ficou provado que ela foi classificada no exame.

L.V C.I. Sujeito Oracional

4º. Parecer, convir, suceder, acontecer, ocorrer, importar, urgir (= ser + adjetivo cognato ao verbo) +

que/se + OSSS

Exs.:

Convém que todos estudem com frequência.

C.I. Sujeito Oracional

É conveniente que todos estudem.

C.I. Sujeito Oracional

5º. Verbos psicológicos (interessar, surpreender, agradar) + que/se + OSSS

Ex.:

Não me interessa se seus problemas não foram resolvidos.

C.I. Sujeito Oracional

 Nada impede da O.S.S.S vir no início do período.

Ex.:

Que o concurso seja difícil, não me importa nem um pouco.

Sujeito Oracional

O.P O.S.S.S.

O.P

O.S.S.S.

2º se  conjunção integrante

𝑠𝑒𝑟, 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑟, 𝑓𝑖𝑐𝑎𝑟

𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑐𝑖𝑝𝑖𝑜

O.P

O.S.S.S.

O.P

O.P

O.S.S.S.

O.S.S.S.

O.P

O.S.S.S.

O.S.S.S. O.P

1º se  partícula apassivadora

 Alguns verbos reflexivos podem ter a proposição implícita na oração.

Ex.: esquecer-se, lembrar-se.

 É possível ter VTI que possuam suas preposições elípticas.

Ex.:

Ela não gosta (de) que a chamem de senhora.

VTI preposição elíptica

 Completiva nominal: exerce função de complemento nominal. Sempre será

preposicionado, em raros casos a preposição estará

elíptica na oração.

Ex.:

O fato de que ela se classificou me alegrou muito.

CI

Complemento Nominal Oracional

Não tinha certeza se aceitaria minha sugestão.

Quando a Conjunção Integrante é se, a preposição fica implícita.

 Apositiva: possui função de aposto.

Ex.:

Só desejo uma coisa: que seja feliz!

Aposto oracional

 Oração Substantiva Justapostas:

São aquelas que não se iniciam por conjunção integrante.

Pode ser iniciada por pronome interrogativo: que, quem, qual, quanto.

Pode ser iniciada por advérbios interrogativos: onde, como, quando, por que.

Ex.s:

O candidato está rodeado de quem não deseja a sua eleição.

Quem estiver atento, por favor, o diretor tem algumas palavras importantes a dizer.

 Orações subordinadas adjetivas:

Exercem função sintática própria de adjetivo em relação a oração principal.

São adjuntos adnominais oracionais.

São precedidos por pronomes relativos: que, o qual, quem, cujo, quanto, onde,

como, quando.

O.P O.S.S.O.I.

O.P

O.S.S.C.N. O.P

O.P O.S.S.C.N.

O.P

O.S.S.A.

O.P

O.S.S. Agentiva da passiva

O.P

O.S.S.C.N.

Tipos de oração adjetiva:

 Explicativa: explica o sentido de um ser da oração principal.

Sempre deve ser isolada por virgulas, travessões ou parênteses.

Ex.:

O ser humano, que é racional, as vezes age sem pensar.

O.S.A.Explicativa

 Restritiva: restringe, particulariza o sentido do ser da oração principal.

Ex.:

Comi as frutas que estavam maduras.

O.S.A.Restritiva

Nunca vira entre virgulas.

 Valores circunstanciais das orações adjetivas:

Além das noções de restrição e explicação, existem valores adverbiais contido na

oração subordinada adjetiva em relação a principal.

Ex.:

A vela, porque ilumina, é uma vela alegre.

A vela, enquanto ilumina, é uma vela alegre.

A vela, se ilumina, é uma vela alegre.

A vela, à medida que ilumina, é uma vela alegre.

Proporção

 Orações justapostas  são aquelas não iniciadas por pronome relativo, mas por pronomes interrogativos

ou advérbios interrogativos.

 Funções sintáticas dos pronomes relativos:

Como descobrir:

  1. Substitua-o pelo seu antecedente;
  2. Coloque os termos da oração subordinada adjetiva na ordem direta.
  3. Faça a analise sintática do termo substituído pelo relativo.

Que (o qual) Sujeito, predicado do sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente

da passiva, adjunto adnominal, adjunto adverbial.

Quem  Objeto direto (preposicionado), objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva, ad-

junto adnominal, adjunto adverbial.

Cujo  Adjunto adnominal, complemento nominal.

Quanto  Sujeito, objeto direto.

Onde  Adjunto adverbial de lugar.

Como  Adjunto adverbial de modo.

Quando  Adjunto adverbial de tempo.

Toda vez que um verbo ou um nome den-

tro da oração adjetiva exigir uma preposi-

ção, esta ficará obrigatoriamente antes do

pronome relativo.

Conjunções consecutivas: tão...que, tanto...que, tamanho...que, tal...que, de tal...modo/maneira...que, a tal

ponto...que, tanto assim...que, de sorte que, de modo que, de maneira que, de forma que.

São sinônimos

 Final:

Ex.:

Estou estudando para que eu melhore a vida.

LV VI VTD

Conjunção final

Conjunções finais: para que, a fim de que, porque, de modo/maneira/forma/sorte que.

 Proporcional:

Ex.:

O dia clareia à medida que o sol surge.

VTD VI

Conjunção proporcional

Conjunção proporcional: à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais/menos/menor/maior/me-

lhor/pior/ ..., (tanto) mais/menos/menor/maior/melhor/pior.

 Temporal:

Ex.:

Agora que vocês chegaram, podemos ir.

VI VTD

Conjunção temporal

Conjunção temporal: quando, enquanto, mal (logo que), apenas, depois que, antes que, sempre que, logo que,

assim que, agora que, todas as vezes que, cada vez que, ao mesmo tempo que, até

que, desde que.

 Relação de coordenação entre orações:

Trata-se da relação de independência entre termos da oração.

Na coordenação as orações estão simplesmente uma ao lado da outra, com uma es-

trutura sintática completa, de modo que uma oração não depende da outra sintaticamente.

As orações coordenadas podem ser separadas por virgulas, ponto e vírgula, dois pon-

tos ou travessão.

 Orações coordenadas assindéticas:

São aquelas que se ligam a outras apenas pelo sentido, sem o auxílio de conjun-

ções coordenativas.

Ex.:

Seu pai esteve aqui, deixou um abraço para você.

Possui sindeto (conjunção)

O.P

O.P

O.P

O.S.S.A.Final

O.S.S.A.Proporcional

O.S.S.A.Temporal

 Orações coordenadas sindéticas:

Se ligam pelo sentido e com auxílio de conjunção coordenativa.

São classificadas de acordo com o sentido das coordenações.

Classificação:

 Aditivas:

Ex.:

Não apenas estudo bem como trabalho.

VI VI

Coordenada aditiva

Coordenadas aditivas: e, nem..., nem...nem, tampouco, não só...mas (também), não só...mas (ainda), não só ...

(bem) como, bem como, não só... como (também) ..., não só...como (ainda), não

só...senão (também), não só...senão (ainda), tanto...quanto, tanto...como, mais.

 Adversativa:

Ex.:

Trata a todos com respeito, mas não com intimidade.

Coordenada adversativa

Conjunções adversativas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante, só que, senão,

agora, antes, ainda sim.

 Alternativa:

Ex.:

Vá para casa agora ou tomará chuva.

Coordenada alternativa

Conjunções alternativas: ou, ou...ou, ora...ora, quer...quer, seja...seja, já...já, umas vezes...outras vezes, tal-

vez...talvez.

 Conclusiva:

Ex.:

Preciso sair depressa, logo me ligue mais tarde.

Coordenada conclusiva

Conjunções conclusivas: logo, portanto, por isso, assim, pois, por conseguinte, então, em vista disso.

 Explicativa:

Ex.:

Choveu a noite porque o chão está molhado.

Coordenada explicativa

Conjunções explicativas: porque, que, porquanto, pois (antes do verbo).

 Orações coordenadas são aquelas sintaticamente semelhantes e independentes uma da outra.