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Uma série de exercícios abrangentes sobre análise sintática, cobrindo tópicos como orações, termos essenciais, predicados, complementos verbais, adjuntos adverbiais, orações subordinadas e coordenadas. Os exercícios são organizados de forma clara e progressiva, permitindo que o estudante consolide seus conhecimentos sobre a estrutura da frase e a função sintática dos termos.
Tipologia: Notas de estudo
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5.2 Sintaxe
Conjunto de regras que determinam a ordem e as relações das palavras na frase, na oração, no perí-
odo e entre orações de um período.
Frase, oração e período.
É todo enunciado que tem sentido completo.
Frase Pode ser nominal ou verbal.
Oração é todo enunciado que contenha verbo.
Período é todo enunciado que possui verbo e sentido completo. Pode ser simples (apenas 1
verbo) ou composto (+ de 1 verbo)
= frase verbal.
Termos essenciais da oração:
Sujeito: representa o ser ou fato sobre o qual se declara alguma coisa.
É o termo que faz o verbo ser conjugado.
Sujeito determinado:
Quando se pode determinar o elemento ao qual o predicado se refere.
Simples: Possui apenas 1 núcleo.
Ex.: Alguém comeu o pudim.
Sujeito simples
Oculto: Não está expresso na oração.
Também recebe os nomes: desinencial, não expresso, implícito, elíptico.
Ex.: não consigo deixar a responsabilidade de lado.
Verbo conjugado na 1ª pessoa do singular S.O.= Eu.
Composto: apresenta dois ou mais núcleos.
Ex.: tanto a felicidade como a tristeza são estado de espirito.
1º núcleo 2º núcleo
Sujeito composto
Sujeito indeterminado:
Não é possível identificar o sujeito.
Ocorre por 3 motivos:
Sujeito oracional:
Núcleo: a palavra
mais importante
do termo.
Oração sem sujeito:
Predicado: é a informação que se transmite. Sempre terá um verbo.
Regência verbal:
= transitividade verbal.
Relação entre o verbo e outros termos da oração, principalmente no predicado.
Quanto a predicação, os verbos podem ser:
De ligação, intransitivo, transitivo direto, transitivo indireto, transitivo direto
e indireto.
Verbo de ligação: liga o sujeito ao seu predicativo (termo que expressa um es-
tado ou qualidade)
Ex.: eu estou sempre satisfeito.
As pessoa continuam apáticas
Verbo nocional: expressa ideia de ação.
Verbo transitivo: tem sentido incompleto. Precisa de complemento.
Verbo transitivo direto: exige um objeto direto.
Complemento sem preposição.
Ex.: Pegue-a, José!
Dica: passe o verbo da voz ativa para a voz passiva.
Se for possível, o verbo é de fato transitivo direto.
Verbo transitivo indireto: exige objeto indireto.
Complemento com preposição.
Ex.: Todos nós precisamos de descanso.
Verbo transitivo direto e indireto: exige os dois objetos, direto e indireto.
Ex.: Confiei meu carro ao meu irmão.
Verbo intransitivo: possui sentido completo. Não precisa de complementos.
Ex.: Todos chegaram ao teatro a noite
Dica: o contexto determinara a classificação do verbo.
Querer, precisar, ser,
estar, ter, ir, haver,an-
dar, deixar, pretender,
tornar, andar, dever,
começar, acabar
Adverbio de lugar Adverbio de tempo
Estruturas:
Sujeito + verbo intransitivo
Sujeito + verbo transitivo + objeto
Oração sem sujeito + verbo transitivo ou intransitivo
Predicado verbo nominal:
Possui 2 núcleos: verbo + predicativo
Estruturas:
Sujeito + verbo + predicativo
Termos integrantes da oração:
Complementam o sentido de um verbo ou de um nome.
Objeto direto:
Completa o sentido do verbo transitivo direto. Normalmente é alvo da ação
verbal e não preposicionado.
Ex.: Sujeito Predicado
Alguns animais comem plantas.
VTD Objeto Direto
Objeto direto preposicionado:
Surge quando o verbo é transitivo direto, mas o complemento aparece antece-
dido de uma preposição.
Casos no qual o uso de preposição é obrigatório:
Ex.:
Não entendo nem a ele nem a ti.
VTD Preposições
Ex.:
Antigamente, respeitava-se aos mais velhos.
VTD Preposição a + artigo os
Ex.: Predicado Sujeito
Venceram aos japoneses os canadenses.
VTD Preposição a + artigo os
Ex.:
Ele tinha um avô a quem idolatrava.
Ex.:
Os lutadores agrediram-se uns aos outros.
Ex.:
Partícula de indeterminação do sujeito.
Mulher, amo-te a aos meus pais também.
VTD Oblíquo
Ex.:
Sua professora lhe ensinou a ler?
Não aprendi a somar nem a dividir.
clareza:
Ex.:
Olho Gabriela como a uma criança.
= como olho uma criança.
Ex.:
Nós amamos a Deus, a Jesus e aos anjos.
O dinheiro! Atrai a homens e a mulheres.
tivo:
Ex.:
Não admito que coloquem a Sua Excelência num pedestal.
Pron. Tratamento
O amor fere a uns, mas a outros não.
Pron. Indefinido
Meu Deus, a quem devo ajudar?
Pron. Interrogativo
De todos esses filmes, eu odeio mais a estes do que àqueles.
Pron. demonstrativo
Ex.:
Ao povo ninguém engana.
O.D. Deslocado.
Ninguém engana o povo.
Ex.:
Se deixasse, ele mataria a ambos
É possível haver um predicativo do objeto direto preposicionado.
Ex.:
O homem a quem considerava amigo me traiu.
Objeto direto pleonástico:
Enfatiza uma ideia contida no objeto direto com a repetição dele próprio.
Ex.:
O bolo, nós não o comemos.
Agente da passiva:
É o complemento de um verbo na voz passiva analítica.
É sempre precedido da preposição por ou, raramente, de.
O agente da passiva corresponde ao sujeito da ativa.
Ex.:
A cidade foi cercada por soldados.
Agente da passiva
Os soldados cercaram a cidade.
Sujeito Objeto Direto
Termos acessórios da oração:
São dispensáveis à construção de uma oração.
Adjunto adnominal:
É um termo sintático que determina, restringe, um substantivo.
Pode ser: pronome, adjetivo, locução adjetiva, numeral, artigo.
Ex.:
O primeiro dia de aula cativou alguns alunos estudiosos.
Adjunto adnominal X Agente da passiva:
Adjunto adnominal: modifica o substantivo.
Agente da passiva: se liga a um verbo no particípio.
Ex.:
Derrotada pela Ucrânia, a equipe russa arrumou confusão.
A derrota da Rússia pela Ucrânia desnorteou os russos.
Adjunto adnominal X Complemento nominal:
O adjunto adnominal quando preposicionado caracteriza apenas o substantivo.
O complemento nominal complementa um substantivo, adjetivo ou advérbio.
Será sempre CN a expressão ligada a substantivo abstrato antecedida de qual-
quer preposição, exceto a preposição de.
O substantivo caracterizado por um adjunto adnominal pode ser concreto ou
abstrato.
O substantivo completado por um complemento nominal deve ser abstrato.
Será sempre ADN se a expressão preposicionada estiver ligada a substantivo
concreto.
Normalmente o ADN mantem uma relação de posse com o substantivo, a pre-
posição tem valor nocional.
Artigo
ADN
Numeral
ADN
Núcleo do
sujeito
Loc. Adj.
ADN
VTD
Pronome
ADN
Núcleo do
O.D.
Adjetivo
ADN
Verbo no
particípio
Agente da
passiva
Sujeito VTD Objeto
direto
ADN
ADN
Núcleo do
sujeito
VTD Núcleo do
O.D.
ADN ADN
ADN ADN
O CN tem valor paciente – normalmente seu núcleo não é um ser animado
nem personificado, mas alvo de alguma ação.
O ADN tem valor agente – normalmente o seu núcleo é um ser animado ou per-
sonificado, que pratica a ação.
Ex.:
Fiz menção a você ontem.
Comprei o material de um site famoso
A atitude do professor foi justa.
A atitude foi realizada pelo professor (agente)
A resolução da questão foi ótima.
A questão foi resolvida (paciente)
A resolução do professor foi ótima.
O professor resolveu algo (agente)
Adjunto adnominal X Predicativo do sujeito X Predicativo do Objeto:
Opinião do sujeito sobre o objeto.
Adjunto adnominal: característica ou estado inerente, permanente de um ser.
Predicativo do sujeito: característica atribuída a um ser.
O ADN não vem separado por virgulas nem distante do nome a que se liga.
Ex.:
O exame deixou o aluno preocupado.
Pred. Obj.
O aluno preocupado negou o erro.
O aluno, preocupado, negou o erro.
Pred. Suj.
Adjunto adverbial:
É o temo que pode modificar o sentido do verbo, adverbio ou adjetivo.
Adjunto adverbial X Adjunto adnominal:
Adjunto adnominal: modifica substantivo
Adjunto adverbial: modifica verbo
Ex.:
O homem com a maleta entrou no avião.
ADN N.Suj ADN VI ADV lugar
Adjunto adverbial X Objeto indireto:
Ex.:
Com Pedro você pode caminhar.
Não duvide de mim.
VI O.I (de quem?)
Sub. abstrato
CN
Sub. concreto ADN
ADN
CN
ADN
Onde?
Quando?
Como?
De que?
De quem?
ADV de
companhia
ADV de
negação
Aposto
Ex.:
As nuvens estão chegando o que pode aborrecer a todos.
Aposto de uma oração.
Aposto X Adjunto adnominal:
Ex.:
A cidade (de) Fortaleza é quente. (Fortaleza é uma cidade)
Aposto
O clima de Fortaleza é quente. (Fortaleza não é clima)
Vocativo:
É o termo que serve para atrair a atenção do interlocutor para aquilo que se vai dizer.
Não faz parte nem do sujeito nem do predicado.
Ex.:
Ó querida! Não faça isso comigo.
Vocativo
Cuidado!
Marcos, o professor de história chegou.
Vocativo Sujeito
Marcos, o professor de história, chegou
Sujeito Aposto Explicativo
Simples: só existe 1 oração. Oração absoluta.
É o agrupamento de palavras em torno de um verbo, com sentido completo.
Composto: possui mais de 1 oração.
É o agrupamento de orações finalizadas por um único ponto.
Relação de subordinação entre orações:
Período composto por subordinação:
É o período em que as orações mantem uma relação de dependência entre elas.
Essa dependência é sintática e semântica.
Oração principal: é a que tem outra como um termo, isto é, como um pedaço de si.
Oração subordinada: completa o sentido, caracteriza o ser da oração principal.
Se liga a outra por meio de conjunção subordinativa ou pronome relativo.
Classificação:
Orações subordinadas substantivas:
Exerce função sintática própria de substantivo em relação a oração principal.
É sempre indicada por uma conjunção integrante, principalmente que e se.
As orações subordinadas substantivas podem ser substituídas pelas palavras isso ou disso.
Tipos de orações subordinadas:
Subjetiva: funciona como sujeito da oração principal.
O verbo da principal sempre estará na 3ª pessoa do singular.
Há 5 construções clássicas:
1º. VL + adjetivo/substantivo/adverbio + que/se + Oração Subordinada Substantiva Subjetiva (OSSS):
Ex.:
Seria verdade que as pessoas têm o poder de mudar?
Conjunção Integrante Sujeito Oracional
2º. VTD(3ª pessoa) + se (partícula apassivadora) + que/se + OSSS
Ex.:
Não se sabe se haverá aula.
Sujeito Oracional
3º. Locução verbal + que/se + OSSS
Ex.:
Ficou provado que ela foi classificada no exame.
L.V C.I. Sujeito Oracional
4º. Parecer, convir, suceder, acontecer, ocorrer, importar, urgir (= ser + adjetivo cognato ao verbo) +
que/se + OSSS
Exs.:
Convém que todos estudem com frequência.
C.I. Sujeito Oracional
É conveniente que todos estudem.
C.I. Sujeito Oracional
5º. Verbos psicológicos (interessar, surpreender, agradar) + que/se + OSSS
Ex.:
Não me interessa se seus problemas não foram resolvidos.
C.I. Sujeito Oracional
Nada impede da O.S.S.S vir no início do período.
Ex.:
Que o concurso seja difícil, não me importa nem um pouco.
Sujeito Oracional
2º se conjunção integrante
൭
𝑠𝑒𝑟, 𝑒𝑠𝑡𝑎𝑟, 𝑓𝑖𝑐𝑎𝑟
𝑝𝑎𝑟𝑡𝑖𝑐𝑖𝑝𝑖𝑜
൱
1º se partícula apassivadora
Alguns verbos reflexivos podem ter a proposição implícita na oração.
Ex.: esquecer-se, lembrar-se.
É possível ter VTI que possuam suas preposições elípticas.
Ex.:
Ela não gosta (de) que a chamem de senhora.
VTI preposição elíptica
Completiva nominal: exerce função de complemento nominal. Sempre será
preposicionado, em raros casos a preposição estará
elíptica na oração.
Ex.:
O fato de que ela se classificou me alegrou muito.
Complemento Nominal Oracional
Não tinha certeza se aceitaria minha sugestão.
Quando a Conjunção Integrante é se, a preposição fica implícita.
Apositiva: possui função de aposto.
Ex.:
Só desejo uma coisa: que seja feliz!
Aposto oracional
Oração Substantiva Justapostas:
São aquelas que não se iniciam por conjunção integrante.
Pode ser iniciada por pronome interrogativo: que, quem, qual, quanto.
Pode ser iniciada por advérbios interrogativos: onde, como, quando, por que.
Ex.s:
O candidato está rodeado de quem não deseja a sua eleição.
Quem estiver atento, por favor, o diretor tem algumas palavras importantes a dizer.
Orações subordinadas adjetivas:
Exercem função sintática própria de adjetivo em relação a oração principal.
São adjuntos adnominais oracionais.
São precedidos por pronomes relativos: que, o qual, quem, cujo, quanto, onde,
como, quando.
O.S.S. Agentiva da passiva
Tipos de oração adjetiva:
Explicativa: explica o sentido de um ser da oração principal.
Sempre deve ser isolada por virgulas, travessões ou parênteses.
Ex.:
O ser humano, que é racional, as vezes age sem pensar.
O.S.A.Explicativa
Restritiva: restringe, particulariza o sentido do ser da oração principal.
Ex.:
Comi as frutas que estavam maduras.
O.S.A.Restritiva
Nunca vira entre virgulas.
Valores circunstanciais das orações adjetivas:
Além das noções de restrição e explicação, existem valores adverbiais contido na
oração subordinada adjetiva em relação a principal.
Ex.:
A vela, porque ilumina, é uma vela alegre.
A vela, enquanto ilumina, é uma vela alegre.
A vela, se ilumina, é uma vela alegre.
A vela, à medida que ilumina, é uma vela alegre.
Proporção
Orações justapostas são aquelas não iniciadas por pronome relativo, mas por pronomes interrogativos
ou advérbios interrogativos.
Funções sintáticas dos pronomes relativos:
Como descobrir:
Que (o qual) Sujeito, predicado do sujeito, objeto direto, objeto indireto, complemento nominal, agente
da passiva, adjunto adnominal, adjunto adverbial.
Quem Objeto direto (preposicionado), objeto indireto, complemento nominal, agente da passiva, ad-
junto adnominal, adjunto adverbial.
Cujo Adjunto adnominal, complemento nominal.
Quanto Sujeito, objeto direto.
Onde Adjunto adverbial de lugar.
Como Adjunto adverbial de modo.
Quando Adjunto adverbial de tempo.
Toda vez que um verbo ou um nome den-
tro da oração adjetiva exigir uma preposi-
ção, esta ficará obrigatoriamente antes do
pronome relativo.
Conjunções consecutivas: tão...que, tanto...que, tamanho...que, tal...que, de tal...modo/maneira...que, a tal
ponto...que, tanto assim...que, de sorte que, de modo que, de maneira que, de forma que.
São sinônimos
Final:
Ex.:
Estou estudando para que eu melhore a vida.
Conjunção final
Conjunções finais: para que, a fim de que, porque, de modo/maneira/forma/sorte que.
Proporcional:
Ex.:
O dia clareia à medida que o sol surge.
Conjunção proporcional
Conjunção proporcional: à proporção que, à medida que, ao passo que, quanto mais/menos/menor/maior/me-
lhor/pior/ ..., (tanto) mais/menos/menor/maior/melhor/pior.
Temporal:
Ex.:
Agora que vocês chegaram, podemos ir.
Conjunção temporal
Conjunção temporal: quando, enquanto, mal (logo que), apenas, depois que, antes que, sempre que, logo que,
assim que, agora que, todas as vezes que, cada vez que, ao mesmo tempo que, até
que, desde que.
Relação de coordenação entre orações:
Trata-se da relação de independência entre termos da oração.
Na coordenação as orações estão simplesmente uma ao lado da outra, com uma es-
trutura sintática completa, de modo que uma oração não depende da outra sintaticamente.
As orações coordenadas podem ser separadas por virgulas, ponto e vírgula, dois pon-
tos ou travessão.
Orações coordenadas assindéticas:
São aquelas que se ligam a outras apenas pelo sentido, sem o auxílio de conjun-
ções coordenativas.
Ex.:
Seu pai esteve aqui, deixou um abraço para você.
Possui sindeto (conjunção)
O.S.S.A.Final
O.S.S.A.Proporcional
O.S.S.A.Temporal
Orações coordenadas sindéticas:
Se ligam pelo sentido e com auxílio de conjunção coordenativa.
São classificadas de acordo com o sentido das coordenações.
Classificação:
Aditivas:
Ex.:
Não apenas estudo bem como trabalho.
Coordenada aditiva
Coordenadas aditivas: e, nem..., nem...nem, tampouco, não só...mas (também), não só...mas (ainda), não só ...
(bem) como, bem como, não só... como (também) ..., não só...como (ainda), não
só...senão (também), não só...senão (ainda), tanto...quanto, tanto...como, mais.
Adversativa:
Ex.:
Trata a todos com respeito, mas não com intimidade.
Coordenada adversativa
Conjunções adversativas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante, só que, senão,
agora, antes, ainda sim.
Alternativa:
Ex.:
Vá para casa agora ou tomará chuva.
Coordenada alternativa
Conjunções alternativas: ou, ou...ou, ora...ora, quer...quer, seja...seja, já...já, umas vezes...outras vezes, tal-
vez...talvez.
Conclusiva:
Ex.:
Preciso sair depressa, logo me ligue mais tarde.
Coordenada conclusiva
Conjunções conclusivas: logo, portanto, por isso, assim, pois, por conseguinte, então, em vista disso.
Explicativa:
Ex.:
Choveu a noite porque o chão está molhado.
Coordenada explicativa
Conjunções explicativas: porque, que, porquanto, pois (antes do verbo).
Orações coordenadas são aquelas sintaticamente semelhantes e independentes uma da outra.