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Informações sobre o programa "Access"; modelação de dados; consultas; tabelas; ...
Tipologia: Resumos
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O que é o access? Uma base de dados é constituída por um conjunto de objetos, ou seja, uma estrutura de dados, associada a um conjunto de propriedades e métodos Cada base de dados Access é formada por um conjunto de instâncias dos tais objetos que são guardados num ficheiro único. Podemos ter os diferentes tipos de objetos:
forma permanente; têm um número limitado de registos (linhas), mas um número fixo de campos (colunas)
informação Nas tabelas há dois tipos de vista:
dados
Definir os campos: − Um campo é definido por um nome (número, nome, etc) e um tipo de dados. A escolha deste tipo de dados vai depender: − Tipo de informação que vai ser armazenado nesse campo (números, datas, texto, …) − Espaço, em bytes, que o campo vai ocupar Os tipos existentes são: Há também propriedades que possibilitam refinar as características dos campos e, por isso, é necessário a sua compreensão: Primary Key (Chave Primária) Identificam de forma única cada registo. Esta: − Serve para nos referirmos a um determinado registo − Deve ser tão simples quanto possível − Permitem estabelecer relações entre tabelas − não permite que se repliquem valores no campo que é chave. E esta funcionalidade ajuda-nos a garantir que não colocamos na base de dados alunos diferentes com números iguais.
Existem 3 tipos de relacionamentos: − 1 para N A cada elemento de A corresponde a vários elementos de B, mas a cada elemento de B corresponde, no máximo, um elemento de A. − 1 para 1 A cada elemento de A corresponde, no máximo, um elemento de B e cada elemento de B corresponde, no máximo, um elemento de A. − N para N A cada elemento de A pode corresponder vários elementos de B e a cada elemento de B pode corresponder vários elementos de A. Não é possível documentar relacionamentos de N:N. Temos de desdobá- lo em relacionamentos de 1:N para 1:N. Para relacionar tabelas:
selecionar as tabelas pretendidas, basta arrastar um dos campos de uma tabela até ao campo pretendido de uma outra tabela. No exemplo em cima (com relação 1: N), basta arrastar o campo “Número” da tabela “alunos”, até ao campo “aluno” na tabela “Notas” A grande vantagem das bases de dados é a de nos permitir pesquisar de forma eficiente num volume gigantesco de dados com estrutura complexa
− Count (Contar) – Conta o número de registos com valor não nulo. Para contar todos os registos temos de criar um campo calculado com a expressão Count(*) − StDev (DesvP) – Desvio padrão. Para campos numéricos e monetários − Var – Variância. Para campos numéricos e monetários − First – Valor do 1º registo − Last – Valor do último registo Para além disso, no menu sãos disponibilizadas mais três opções para identificar o campo usado para agrupar registos − Group By (Agrupar Por) – Agrega pelos valores deste campo. É possível agregar por mais do que um campo − Expression (Expressão) - Calcula valores baseados nas funções de sumarização apresentadas acima. A
campos calculados e tem de incluir obrigatoriamente uma função de sumarização. − Where (Onde) – Seleção de registos. O critério propriamente dito e definido como noutra consulta
de estar desativado. Podemos também aplicar fórmulas no acess. Aqui o “IF” é “IIF” (com dois “i’s”). Na pergunta 30, poe exemplo, para distribuir um prémio pelos alunos: Prémio: IFF([nota]>=16;100; IIf([nota]>=14;50;0)) Nota: As bases de dados relacionais, como é o caso do Access, podem ser interrogadas usando a linguagem SQL, linguagem esta que é universal. Quando, numa query de sumarização, queremos calcular Consultas de ação Queries que alteram o conteúdo da base de dados. As mais usadas são: − Delete query o Pode apagar registos das tabelas com base em critérios. o Basta: − Update Query o Permite alterar valores da base de dados com base em critérios o Basta: Se quisermos, por exemplo, subir 10% às notas da disciplina de GI, em design view: Assim que tentarmos executar esta consulta irá aparecer a seguinte nota: Após clicar “yes” a consulta irá ser executadas e os valores atualizados. − Append Query o Acrescenta informação a tabelas já existentes com base em critérios Restrição de integridade referencial Esta restrição impede que façam certas operações que levariam a inconsistência da informação guardada na base de dados.
Por exemplo, deveria o Access deixar apagar o aluno 112 da tabela Alunos? A resposta é não, pois ao apagarmos o 112 da tabela Alunos, as notas do 112 permaneceriam na tabela Notas. E assim haveria notas lançadas para um aluno inexistente. Então, para evitarmos este problema, devemos ativar a restrição de integridade referencial nos relacionamentos das tabelas. Se desse o caso de o 112 não ter notas nenhumas lançadas, então o seu apagamento da tabela Alunos não deveria ser problemático e, neste caso, o Access, mesmo com a restrição de integridade referencial, deixaria apagar o 112. Se, além da restrição de integridade referencial,
então o Access, quando damos ordem de apagamento do 112 da tabela Alunos, o Access vai, de forma automática, dar ordem de apagamento da informação de todas tabelas que se refiram ao 112 (em cascata). Se quiséssemos na tabela Alunos mudar o 113 para 115, tal deveria ser impedido pelo Access, pois ficaria o 113 na tabela Notas, sem que o seu número fosse atualizado para 115. Para automatizar a alteração de informação
Com os formulários, nós vamos conseguir criar quase como um programa especializado, de tal forma que o utilizador não precisa de saber nada de queries. Controlos Toda a informação que é mostrada num formulário é apresentada sob a forma de controlos. Para criar um formulário basta: Para criar um novo controlo O mais usado é o sublinhado (cria botões). Exemplos relevantes: Imaginemos que agora, num dado formulário, queremos criar um botão que leve a outro. Para isso basta: Em seguinte, selecionamos a tabela que queremos que seja aberta no clicar do botão: Posteriormente, basta personalizar como queremos que o botão fique e está feito. Imaginemos que, agora com o botão feito, nós queremos que, ao abri-lo, o formulário antes seja encerrado. Para isso, temos que fazer alterações nas propriedades. Clica-se duas vezes no quadrado preto no canto superior
Formas Nominais de uma base de dados 1FN – a informação está estruturada de forma tabular 2FN – os campos não dependem funcionalmente de toda a chave 3FN – os campos não chave dependem de toda a chave e apenas de toda a chave Entidades e Relacionamentos Partindo da situação inicial pretende-se representar numa base de dados relacional toda a informação relevante, reduzindo a redundância da base de dados inicial. − Entidades: classe de objetos envolvida na situação que se pretende modelar − Relacionamento: interação direta entre entidades Usando o mesmo exemplo de cima: Entidades/ classes de objetos relevantes no funcionamento desta tabela:
Cada entidade A vai dar origem a uma tabela TA − Cada atributo da tabela vai dar origem a um campo − Determinar qual a chave de cada tabela Para cada relacionamento de 1:1 ou de 1:N entre entidades A e B − Exportar as chaves – acrescentar a chave de TA a TB − No diagrama de relacionamentos do ACCESS defino um relacionamento entre a chave de TA e os mesmos campos em TB Estas entidades dão origem às tabelas: − O relacionamento entre leitores e requisições faz com que se acrescente o campo N. de inscrição a requisições (com o nome Leitor). − O relacionamento entre requisições e livros requisitados faz com que se acrescente o campo Req. Nr. a livros requisitados. − O relacionamento entre livros e livros_requisitados faz com que se acrescente o campo Colocação a livros_requisitados (com o nome Livro)