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Agentes de risco - eletricidade
Tipologia: Notas de estudo
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Raimara Arruda Jessica Bringel 05/11/
Riscos 3
Riscos de Origem Elétrica 3
Choque Elétrico 3 Choque Estático 3 Choque Dinâmico 4 Tensão de Contato 4
Tensão de Passo 4 Campo Elétrico 4 Campo Magnético 5
Arco Elétrico 5
Riscos de Queda 6 Riscos no Transporte com Equipamentos 6 Riscos de Ataques de Insetos 6 Riscos de Ataque de Animais Peçonhentos / Domésticos 6
Riscos Ocupacionais 7 Grupos 7 Riscos Ergonômicos 7 Tipos 7
Analise Preliminar de Risco (APR) 8
Check List 10
Referencias Bibliográficas 12
uma corrente elétrica podendo se manifestas em diferentes graus de intensidade. Abaixo seguem os tipos comuns. Choque Estático – É devido ao efeito capacitivo (atrito com o ar gera cargas elétricas), ou seja, o choque é produzido por eletricidade estática, cuja duração é pequena, o suficiente para descarregar a carga da eletricidade contida no elemento energizado, podendo não provocar efeitos danosos ao corpo, devido à curtíssima duração. Choque Dinâmico – Surge pelo contato direto da pessoa com a parte energizada da instalação, durando enquanto permanecer o contato e a fonte de energia estiver ligada. As consequências podem ser desde a pequenas contrações até lesões irreparáveis.
Tensão de toque – Tensão de toque é a tensão elétrica (diferença de potencial) existente entre os membros superiores e inferiores do indivíduo, devido à circulação de corrente no objeto tocado. Tensão de passo – A tensão de passo é a tensão elétrica (diferença de potencial) entre os dois pés no instante da operação ou defeito tipo curto-circuito monofásico à terra no equipamento.
A ação do campo elétrico resulta na aplicação de um campo elétrico na superfície externa do corpo e indução de cargas na superfície, e consequente indução de campos elétricos e correntes. Na gravura ao lado, um exemplo de interação direta do corpo humano à um campo elétrico gerado por uma linha de transmissão.
A ação do campo magnético resulta na penetração do campo magnético por todo o corpo, indução de campos elétricos e correntes, e aplicação de forças sobre cargas em movimento no interior do corpo. Na gravura ao lado, um exemplo de interação direta do corpo humano à um campo magnético gerado por uma linha de transmissão.
É a descarga elétrica que se estabelece, em condições apropriadas, num gás ou, vapor, e na qual a densidade de corrente é elevada e a tensão elétrica relativamente baixa.
O arco elétrico (ou arco voltaico) é uma ocorrência de curtíssima duração (menor que ½ segundo) e muitos são tão rápidos que o olho humano não chega a perceber. Os arcos elétricos são extremamente quentes. Próximo ao “laser”, eles são a mais intensa fonte de calor na Terra. Sua temperatura pode alcançar 20.000 °C. Pessoas que estejam no raio de alguns metros de um arco podem sofrer severas queimaduras. Os arcos elétricos são eventos de múltipla energia. Forte explosão e energia acústica acompanham a intensa energia térmica. Em determinadas situações, uma onda de pressão também pode se formar, sendo capaz de empurrar e derrubar quem estiver próximo ao local da ocorrência.
As quedas constituem uma das principais causas de acidentes no setor elétrico, ocorrem em consequência de choques elétricos, de utilização inadequada de equipamentos de elevação (escadas, cestas, plataformas), falta ou uso inadequado de EPI, falta de treinamento
Consideram-se riscos ocupacionais, os agentes existentes nos ambientes de trabalho, capazes de causar danos à saúde do empregado. Classificação dos principais riscos ocupacionais em grupos, de acordo com a sua natureza e a padronização das cores correspondentes.
Os riscos ergonômicos são significativos nas atividades do setor elétrico relacionados aos fatores: Biomecânicos: posturas inadequadas de trabalho provocadas pela exigência de ângulos e posições inadequadas dos membros superiores e inferiores para realização das tarefas, principalmente em altura, sobre postes e apoios inadequados, levando a intensas solicitações musculares, levantamento e transporte de carga, etc. Organizacionais: pressão psicológica para atendimento a emergências ou a situações com períodos de tempo rigidamente estabelecidos, realização rotineira de horas extras, trabalho por produção, pressões da população com falta do fornecimento de energia elétrica. Psicossociais: elevada exigência cognitiva necessária ao exercício das atividades associada à constante convivência com o risco de vida devido à presença do risco elétrico e também do risco de queda (neste caso, sobretudo para atividades em linhas de transmissão, executadas em grandes alturas). Ambientais: conforme teoria, risco ambiental compreende os físicos, químicos e biológicos; esta terminologia fica inadequada, deve-se separar os riscos provenientes de causas naturais (raios, chuva, terremotos, ciclones, ventanias, inundações, etc.).
Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos que tem como objetivo antecipar a previsão da ocorrência danosa para as pessoas,
processos, equipamentos e meio ambiente. É elaborada através do estudo, questionamento, levantamento, detalhamento, criatividade, análise crítica e autocrítica, com consequente estabelecimento de precauções técnicas necessárias para a execução das tarefas (etapas de cada operação), de forma que o trabalhador tenha sempre o controle das circunstâncias, por maiores que forem os riscos. A Análise Preliminar de Risco é uma visão técnica antecipada do trabalho a ser executado, que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa, e ainda propicia condição para evitá-los ou conviver com eles em segurança. Por se tratar de uma técnica aplicável a todas as atividades, uma grande virtude da aplicação desta técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária.