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Agregados e adições - PPS, Notas de aula de Engenharia Civil

Material de estudo sobre Agregados e adições no concreto; apresentado na aula de Materiais de Construção ministrada pela Prof. MSc. Angela Zamboni Piovesan.

Tipologia: Notas de aula

2011

Compartilhado em 22/02/2011

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lillian-untenberger-7 🇧🇷

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PROPRIEDADES FÍSICAS E
MECÂNICAS DOS
COMPONENTES DO
CONCRETO
AGREGADOS E ADIÇÕES
Prof. MSc. Angela Zamboni Piovesan
Materiais granulares, geralmente inertes, com
dimensões, características e propriedades
adequadas ao uso na construção civil.
agregados
Reação álcali-agregado
Utilização dos agregados na engenharia
Confecção de argamassas e concretos;
Base de pavimentação
Em drenos
Adição para melhoramento de solos
Lastros de ferrovias
Em gabiões (muros de contenção)
Importância dos agregados
TÉCNICOS
Reduzem a retração
Proporcionam maior resistência á abrasão
Tem maior resistência mecânica que o aglomerante
ECONÔMICOS
Custo dos agregados < < < custo do cimento
Ocupam 70 a 80% do volume do concreto
Causa pelas reações de
hidratação do cimento
Classificação e terminologia
ORIGEM
Naturais: são aqueles que podem ser utilizados de modo
como são encontrados na natureza. Podem passar por uma
seleção ou lavagem.
Ex: areia de rio, seixo rolado, pedregulho, cascalho.
Artificiais: são aqueles obtidos por processos industriais
Ex. areia artificial (pó de predra), argila expandida, escória de
alto forno
Classificação e terminologia
ORIGEM
Britados: submetidos ao processo de cominuição, geralmente
por processo de britagem, para que possam adequar seu uso
Ex: pedra britada, pedrisco, pedregulho britado, etc.
Reciclados: que podem ser resíduos industriais granulares que
tenham propriedades adequadas ao uso.
Ex. entulho de construção
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PROPRIEDADES FÍSICAS E

MECÂNICAS DOS

COMPONENTES DO

CONCRETO

AGREGADOS E ADIÇÕES

Prof. MSc. Angela Zamboni Piovesan

Materiais granulares, geralmente inertes , com

dimensões, características e propriedades

adequadas ao uso na construção civil.

agregados

Reação álcali-agregado

Utilização dos agregados na engenharia

 Confecção de argamassas e concretos;

 Base de pavimentação

 Em drenos

 Adição para melhoramento de solos

 Lastros de ferrovias

 Em gabiões (muros de contenção)

Importância dos agregados

 TÉCNICOS

 Reduzem a retração  Proporcionam maior resistência á abrasão  Tem maior resistência mecânica que o aglomerante

 ECONÔMICOS

 Custo dos agregados < < < custo do cimento  Ocupam 70 a 80% do volume do concreto

Causa pelas reações de hidratação do cimento

Classificação e terminologia

ORIGEM

 Naturais: são aqueles que podem ser utilizados de modo como são encontrados na natureza. Podem passar por uma seleção ou lavagem. Ex: areia de rio, seixo rolado, pedregulho, cascalho.

 Artificiais: são aqueles obtidos por processos industriais Ex. areia artificial (pó de predra), argila expandida, escória de alto forno

Classificação e terminologia

ORIGEM

 Britados: submetidos ao processo de cominuição, geralmente por processo de britagem, para que possam adequar seu uso Ex: pedra britada, pedrisco, pedregulho britado, etc.

 Reciclados: que podem ser resíduos industriais granulares que tenham propriedades adequadas ao uso. Ex. entulho de construção

Classificação e terminologia

DIMENSÃO DOS GRÃOS (NBR 7211, 2004)

 Graúdo: agregado cujos grãos passam na peneira de malha 152 mm e ficam retidos na peneira 4,75 mm.

 Miúdo: cujos os grãos passam na peneira 4,75 mm e ficam retidos na peneira 0,075 mm.

Ensaio de granulometria - NM 248

Dimensões de agregados para concreto x rochas, solos (NBR 6502/80)

  • Bloco de rocha

    1 m

  • Matacão 250 mm a 1 m
  • Pedra 75 mm a 250 mm

•Pedregulhos 4,8 mm a 75mm

•Areias 4,8 mm - 50μm ou (0,05 mm)

  • Brita 3 até 38 – 50 mm
  • Brita 2 25 – 38 mm
  • Brita 1 até 19 – 25 mm
  • Brita 0
  • Até 12,5 – 19 mm
  • Pedrisco até 9,5 mm
  • Pó de pedra e areia < 4,8 mm

•Areia grossa até 4,8 – 6,3 mm

•Areia média até 1,2 – 2,4 mm

  • Areia fina 0,6 a 0,15 mm

•Materiais pulverulentos < 75 μm

•Siltes 50 - 5 μm •Argilas < 5 – 2 μm

Lay-out de uma central e britagem

PEDREIRA

DESMONTE DA ROCHA POR EXPLOSIVO

BRITADOR PRIMÁRIO

PULMÃO (depósito)

BRITADOR SECUNDÁRIO

1º conjunto de peneiras

2º conjunto de peneiras BRITA 03^ BRITA 02

BRITA 01 PEDRISCO PÓ DE PEDRA

PEDRISCO: Denominado de areia artificial. Origem: britagem, com diâmetro variando de 0,15 a 4,80 mm. A classificação granulométrica é semelhante a da areia: Grosso (4,8-2,4 mm); Médio (2,4-0,6 mm); Fino (0,4-0,15 mm)

FILER: Origem: britagem e de decantação, com Dmax < 0,05 mm. Usado para aumentar a densidade. Grãos da mesma ordem de grandeza dos grãos de cimento. PÓ DE PEDRA: Formado por pedrisco + filer (0 a 4,8 mm), também resultante da britagem. Tem grande quantidade de finos, podendo chegar a 28% do material abaixo de 0,075 mm. Sem graduação definida (Depende da pedreira).

Classificação e terminologia

Classificação e terminologia

MASSA UNITÁRIA

A maioria dos agregados (areia pedregulho) tem massa unitária entre 1500 a 1700 kg/m^3 , e produzem os concreto chamados normais com 2400 kg/m3.

 Leves: argila expandida.

 Pesados: barita, hematita, limonita.

Classificação e terminologia

MASSA ESPECÍFICA

  • agregados leves: γ < 2,0 Kg / dm^3
  • agregados normais: γ entre 2,0 e 3,0 Kg / dm^3
  • agregados pesados: γ > 3,0 Kg / dm^3

Agregados para concretos - requisitos básicos

 QUANTO A ARESTA E CANTOS  Angulosos: apresenta arestas vivas e cantos angulosos. Ex: pedra britada

 Arredondados: têm cantos arredondados sem arestas. Para concretos fresco ou argamassa, quanto mais arredondados os fragmentos, melhor a trabalhabilidade.

Agregados para concretos - requisitos básicos

Agregados para concretos - requisitos básicos

  • Granulometria contínua:  - Maior trabalhabilidade, menor consumo de cimento;
  • Granulometria descontínua:  - Maior resistência
  • Granulometria uniforme  - Maior consumo de água
  • Distribuição granulométrica:
    • Com muitos finos: Maior consumo de água para mesma trabalhabilidade.
  • Sem finos: maior exsudação e permeabilidade (requer um aumento no teor de cimento).

Características dos agregados e sua importância

Características dos agregados e sua importância

 Massa específica  Composição granulométrica  Forma  Textura superficial

 Porosidade  Composição mineralógica (influência direta na resistência, dureza e módulo de elasticidade)

Propriedades no estado fresco

Propriedades no estado endurecido

Características físicas

Massa específica x massa unitária

 Massa específica (sem vazios)  É a quantidade de massa de uma amostra, dividida pelo seu volume real – volume ocupado pelo material sólido do agregado.

 Valores médios – entre 2600 e 2700 Kg/m^3  Valores típicos

Granito = 2690 kg/m^3

Arenito = 2650 kg/m^3

Calcário = 2600 kg/m^3

Granito = 2690 kg/m^3

Arenito = 2650 kg/m^3

Calcário = 2600 kg/m^3

Massa específica x massa unitária

 Massa específica do agregado MÍÚDO

Massa específica x massa unitária

 Massa específica do agregado MÍÚDO

 Aparelhagem Balança Deve ter capacidade mínima de 1 kg e sensibilidade de 1 g ou menos. Frasco Deve ser de vidro e composto de dois bulbos e de um gargalo graduado.

Massa específica x massa unitária

 Massa específica do agregado MÍÚDO

 Amostra : A amostra deve ser seca em estufa (105°C - 110°C), até constância de massa.

 Execução : Colocar água no frasco até marca de 200 cm3, deixando-o em repouso, para que a água aderida às faces internas escorram totalmente; em seguida introduzir, cuidadosamente, 500 g de agregado miúdo seco no frasco o qual deve ser devidamente agitado para eliminação das bolhas de ar. A leitura do nível atingido pela água no gargalo do frasco indica o volume, em cm3, ocupado pelo conjunto água-agregado miúdo, alertando-se para que as faces internas devam estar completamente secas e sem grãos aderentes.

Massa específica x massa unitária

 Massa específica do agregado MÍÚDO



Massa específica x massa unitária

 Massa unitária (com vazios) – agregado MIÚDO e GRAÚDO

 NBR NM 45 – Agregados:Determinação da massa unitária e do volume de vazios.

 Recipiente de volume conhecido.  Método A – DMC 37,5 mm ou menor  Método B – 37,5 mm < DMC < 75 mm  Método C – massa unitária no estado solto.

Massa específica x massa unitária

 Determinar a massa do recipiente vazio

 Encher o recipiente até que o mesmo transborde, utilizando uma pá ou uma concha, despejando o agregado de uma altura de 5 cm da borda superior.

 Nivelar a camada superficial

 Determinar a massa do recipiente cheio.

Massa específica x massa unitária Absorção e umidade superficial

 Teor de umidade de um agregado é importante para correção da proporção de água no traço.  A quantidade de água “carregada” pelos agregados influência diretamente na relação água/cimento !!!  Classificação do agregado segundo teor de umidade:

Seco em estufa (100º C)

Seco ao ar Saturado com superfície seca (SSS)

Saturado

Absorção e umidade superficial

 Capacidade de absorção: quantidade total de água para levar o agregado da condição de seca em estufa para SSS.

 Umidade superficial: quantidade de água presente no agregado além daquela requerida para alcançar a SSS.

Valor médio = até 1% Rochas muito porosas > 3%

Absorção e umidade superficial

O teor de umidade é definido pela relação entre a quantidade de água contida no agregado e a massa seca h% = (Mag/Ms) x 100, Onde: Mag = massa de água Ms = massa do agregado seco (estufa por 6 horas a 110 ºC) h% = teor de umidade Calculando-se a massa de agregado úmido, obtêm-se: Mh = Ms ((100 + h)/100) Onde: Mh = massa do agregado úmido Ms = massa do agregado seco h = teor de umidade.

Inchamento

 Inchamento é o aumento do volume de uma

determinada massa de agregado, causado pelo

aumento da umidade.

 Os agregados miúdos têm grande capacidade de

retenção de água. A água absorvida provoca

afastamento dos grãos, influenciando na massa

unitária do material.

 O inchamento varia com a composição

granulométrica, sendo maior para areias mais finas

Absorção e umidade superficial

Inchamento

 É definido como a relação entre o volume úmido e o

volume seco de uma determinada amostra de areia.

 Ci = (Vh/Vs)

 A determinação do coeficiente de inchamento médio

e umidade crítica é feita pelo método normalizado

pela NBR 6467/87 e sua determinação é

extremamente importante para os casos de dosagem

em volume

Inchamento

Inchamento

 NBR 6467 – Agregados: Determinação do inchamento de agregado miúdo – método de ensaio.

 Secar a amostra em estufa até constância de massa.  Colocar a amostra em um recipiente.  Adicionar água em quantidade sucessivas, homogeneizando a mistura.  Retirar amostras de cada mistura e colocar em cápsulas, registrando o seu peso.

Inchamento

Peneiras da

série normal e

intermediária

Série Normal (mm)

Série Intermediária (mm) 76

  • 64
  • 50 38
  • 32
  • 25 19
  • 12, 9,
  • 6, 4, 2, 1, 0, 0, 0,

Limites da distribuição granulométrica NBR 7211/2005 - Agregado miúdo

Peneira com abertura de malha (ABNT NBR ISSO 3310-1)

Porcentagem , em massa, retida acumulada Limites inferiores Limites superiores Zona utilizável 2 Zona ótima 1 Zona Ótima 1

Zona Utilizável 3 9,5 mm 0 0 0 0 6,3 mm 0 0 0 7 4,75 mm 0 0 5 10 2,36 mm 0 10 20 25 1,18 mm 5 20 30 50 600 μm 15 35 55 70 300 μm 50 65 85 95 150 μm (^85 90 95 ) (^11) O mO móódulo de finura da zonadulo de finura da zona óótima varia de 2,2 a 2,9tima varia de 2,2 a 2, (^22) O mO móódulo de finura da zona utilizdulo de finura da zona utilizáável inferior 1,55 a 2,2vel inferior 1,55 a 2, (^33) O mO móódulo de finura da zona utilizdulo de finura da zona utilizáável superior varia de 2,9 a 3,5vel superior varia de 2,9 a 3,

Limites da distribuiLimites da distribuiçção granulomão granuloméétricatrica

Agregado miAgregado miúúdodo

Determinar o DM e módulo de finura

Peneira com abertura de malha (ABNT NBR ISO 3310-1)

Porcentagem, em massa, retida acumulada Zona granulométrica d/D^1 4,75/12,5 9,5/25 19/31,5 25/50 37,5/ 75 mm - - - - 0 – 5 63 mm - - - - 5 – 30 50 mm - - - 0 – 5 75 – 100 37,5 mm - - - 5 – 30 90 - 100 31,5 mm - - 0 – 5 75 – 100 95 - 100 25 mm - 0 – 5 5 – 25^2 87 – 100 - 19 mm - 2 –15^2 652 – 95 95 – 100 - 12,5 mm 0 – 5 402 – 65^2 92 - 100 - -

Limites da composição granulométrica Agregado graúdo

Peneira com abertura de malha (ABNT NBR ISO 3310-1)

Porcentagem, em massa, retida acumulada Zona granulométrica d/D^1 4,75/12,5 9,5/25 19/31,5 25/50 37,5/ 9,5 mm 2 – 15^2 802 – 100 95 - 100 - - 6,3 mm 402 – 65^2 92 – 100 - - - 4,75 mm 802 – 100 95 – 100 - - - 2,36 mm 95 – 100 - - - -

Limites da composição granulométrica

Agregado graúdo - conclusão

(^1) Zona granulométrica correspondente à menor (d) e à maior (D) dimensões do agregado graúdo (^2) Em cada zona granulométrica deve ser aceita uma variação de no máximo cinco unidades percentuais em apenas um dos limites marcados com 2. Essa variação pode também estar distribuída em vários desses limites

Limites da distribui Limites da distribuiçção granulomão granuloméétricatrica

Agregado gra Agregado graúúdodo

0 10 20 30 40 50 60 70 0

10

20

30

40

50

60

70

80

90

100

21/50 37,5/

19/31,

9,5/

4,75/12,

d (menor dim.)/ D (maior dim.)

% retido acumulado

Abertura de peneira (mm)

Determinar o DM e módulo de finura

  • MF = 8,
  • DM = 19 mm

Materiais silicosos, finamente moídos,

adicionados ao concreto em quantidades

relativamente grandes, geralmente na faixa de

20 a 70% sobre a massa de cimento.

Adições

Cimento quando hidrata = silicatos de cálcio hidratado

ADIÇÕES

 Cinzas de baixo teor de cálcio (menos de 10% de CaO)

 Classificação : Pozolana comum  Composição química : silicato de vítreo + alumínio + ferro e álcalis.  Característica da partícula: partículas esféricas, com diâmetro médio de 20 μm.

ADIÇÕES

 Cinzas de alto teor de cálcio (15 a 40% de CaO)

 Classificação : Cimentantes e pozolanicos  Composição química : silicato de vítreo + cálcio + magnésio + alumínio e álcalis.  Característica da partícula: partículas esféricas, com diâmetro médio de 20 μm, de superfície lisa.

ADIÇÕES

 ESCÓRIA DE ALTO FORNO

 Resíduos da produção de ferro fundido (ferro gusa).  Se a escória é resfriada lentamente = escória de alto forno.  Se a escória é resfriada bruscamente = escória granulada de alto forno.  Características de reatividade semelhante a cinza volante.  Quanto mais rápido o resfriada, mais desordenada será a estrutura = mais reativo.

ADIÇÕES

 Escória granulada de alto forno.

 Classificação : Cimentantes e pozolanicos  Composição química : silicato de vítreo + cálcio + magnésio + alumínio e sílica.  Característica da partícula: Material não processado é da dimensão da areia, após triturado resulta em partículas menores que 45μm, as partículas tem textura áspera.

ADIÇÕES

 Escória granulada de alto forno.

ADIÇÕES

 SÍLICA ATIVA

 Também conhecida por microssílica ou fumo de sílica.  É um subproduto da indústria de fornos a arcos nas indústrias de silício metálico e ligas de ferro-silício.  Mais finas que as partículas do cimento.  Material altamente pozolânico, mas de difícil manuseio e aumenta consideravelmente a quantidade de água no concreto.

ADIÇÕES

 Sílica ativa

 Classificação : Pozolânas altamente reativas  Composição química : sílica pura.  Característica da partícula: pó extremamente fino, constituído de esferas sólidas de 0,1μm de diâmetro médio.

ADIÇÕES

 CINZA DE CASCA DE ARROZ

 Produzidas durante o beneficiamento do arroz.  Cada tonelada de arroz colhido produz cerca de 200kg de casca, que na combustão produz 40kg de cinza.  Cinza altamente pozolânica é produzida por combustão não controlada - mantém a sílica na forma não-cristalina

ADIÇÕES

 Cinza de casca de arroz

 Classificação : Pozolânas altamente reativas  Composição química : sílica pura.  Característica da partícula: constituído de esferas sólidas menores que 45μm de diâmetro médio.

ADIÇÕES

 Aplicações

 Melhoria na trabalhabilidade  Partículas menores melhoram a trabalhabilidade pela redução de tamanho e volume de vazios  Quanto mais fina a adição mineral, melhor é a coesão e a trabalhabilidade do concreto fresco.  Cinza volante e escória de alto forno = redutoras de água.  Cinza de casca de arroz e sílica ativa = aumentam a demanda de água.

ADIÇÕES

 Aplicações

 Durabilidade á fissuração térmica  Adições reduzem o calor de hidratação  Calor produzido pelas reações das adições é metade do calor produzido pelas reações do cimento puro.

ADIÇÕES

 Aplicações

 Durabilidade ao ataque químico  As reações envolvendo as adições causam um refinamentos dos poros que reduz a permeabilidade do concreto.  Reações secundárias se formam nos vazios das reações primárias.