Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


ALZHEIMER - OQUE É, CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS, Resumos de História

.ALZHEIMER - OQUE É, CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS

Tipologia: Resumos

2021

Compartilhado em 17/06/2021

talita-carapeto-1
talita-carapeto-1 🇧🇷

5

(1)

1 documento

1 / 32

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
P á g i n a | 1
Clara Beatriz de Almeida Luciano
Fernanda Trindade Cavalheiro
Silvia Aparecida Cocato
Talita Maria Carapeto da Silva
Thalyta Ventura da Silva
DOENÇA DE ALZHEIMER
Guarulhos - SP
2021
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20

Pré-visualização parcial do texto

Baixe ALZHEIMER - OQUE É, CAUSAS, SINTOMAS E TRATAMENTOS e outras Resumos em PDF para História, somente na Docsity!

Clara Beatriz de Almeida Luciano Fernanda Trindade Cavalheiro Silvia Aparecida Cocato Talita Maria Carapeto da Silva Thalyta Ventura da Silva DOENÇA DE ALZHEIMER Guarulhos - SP 2021

Clara Beatriz de Almeida Luciano Fernanda Trindade Cavalheiro Silvia Aparecida Cocato Talita Maria Carapeto da Silva Thalyta Ventura da Silva DOENÇA DE ALZHEIMER Trabalho de Conclusão de Módulo apresentado ao Curso Auxiliar de Enfermagem da Escola Natasha Franco Vieira, em cumprimento às exigências legais como requisito parcial à obtenção do título de Auxiliar de Enfermagem. Orientador: Regina Andrea Guarulhos - SP 2021

Clara Beatriz de Almeida Luciano Fernanda Trindade Cavalheiro Silvia Aparecida Cocato Talita Maria Carapeto da Silva Thalyta Ventura da Silva DOENÇA DE ALZHEIMER Trabalho de Conclusão de Módulo apresentado ao Curso Auxiliar de Enfermagem da Escola Natasha Franco Vieira, em cumprimento às exigências legais como requisito parcial à obtenção do título de Auxiliar de Enfermagem. Trabalho de Conclusão de Módulo apresentado e aprovado em //____, pela seguinte Banca Examinadora:


Regina Andrea


Nome do Prof convidado, Membro da banca - Examinadora


Nome do Prof convidado, Membro da banca - Examinadora

Dedicamos primeiramente a Deus por ter colocado pessoas para ajudar nessa trajetória, aos professores e amigos que são bastante atenciosos e que sempre estão nos apoiando e incentivando a nunca desistir dos nossos objetivos para tornamos as melhores formas de nós mesmos.

“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”. (Nelson Mandela)

RESUMO

Neste trabalho, foi feita uma revisão de importantes aspectos associados às bases neurobiológicas da Doença de Alzheimer, por meio de um levantamento bibliográfico sobre o assunto. A Doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa que acomete geralmente pessoas acima de 65 ou 70 anos. Em pacientes com DA, nota-se a ocorrência de atrofia progressiva de várias áreas cerebrais, responsáveis pela perda de memória e de outras funções cognitivas, além da diminuição da capacidade para realizar atividades rotineiras. Inicialmente, a atrofia ocorre no lobo temporal, especialmente nas regiões responsáveis pela memória (hipocampo, córtex entorrinal) e, posteriormente, em regiões como o córtex parietal e córtex frontal. O declínio progressivo e persistente de memória recente pode ser verificado já na fase inicial da doença e, progressivamente, entram em declínio outras funções cognitivas, resultando em um comprometimento cognitivo global. Os mecanismos envolvidos na degeneração cerebral na Doença de Alzheimer estão relacionados com a neuropatologia característica da DA. Lesões cerebrais específicas levam a morte de neurônios e sinapses, e estão relacionadas a presença de placas amilóides e emaranhados neurofibrilares. Essas placas e emaranhados acometem principalmente as camadas piramidais do córtex cerebral e são responsáveis por degenerações sinápticas intensas, tanto em nível hipocampal quanto neocortical (BRAAK & BRAAK, 1991). À medida que os neurônios morrem, são perdidos sinais de entrada sinápticos em regiões do encéfalo que são críticas para a função cognitiva e de memória normal. Palavras-chave: Neurodegenerativa, Córtex parietal e Frontal, Memória, Pesquisa de campo.

EPIDEMIOLOGIA NO BRASIL

Devido ao aumento da expectativa de vida dos brasileiros a doença de Alzheimer teve alta entre os idosos acima de 60 anos de acordo com os dados do instituto brasileiro de geografia e estatísticas (IBGE) acredita-se que quase 2 milhões de pessoas têm demências, sendo que cerca de 40% a 60% delas são do tipo Alzheimer mas não é propriamente exato devido divergências devido um diagnostico não exato ou nem irem aos hospitais para ter certeza sobre a patologia e divido ao pouco estudo de estatísticas em uma estala nacional pode- se dizer que os estudos que possuímos de uma forma mais abrangente e entre faculdades de um determinado estado ou por especialistas mas a falta homogeneização e assim ficando em escassez. De acordo com um estudo feito pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia através da saúde publica da família em fortaleza no mês de maio de 2008 idosos foram convidados para fazer parte da pesquisas dentre 37 aceitaram e os resultados foram que os pacientes entre as idades de 60 á 70 anos com 7,7% a patologia era baixa sendo que nas idades de 71 á 80 e mais de 80 possui um grau mais elevado que a primeira equipe com 23,0% e 36,3%.

Outra questão a levantada era a escolaridade os idosos apresentados com sua faixa etária compreende-se que e que o índice de analfabetismo é elevado no terceiro grupo, com valor em torno de 18,1%. E idosos com ensino fundamental incompleto reduziu-se do primeiro para o segundo grupo. A dependência nas atividades físicas dos entrevistados foi verificada sendo que os que têm a idade de 80 anos a mais são mais dependente que a primeira equipe. Toda via vale ressaltar que esses dados podem ser justados, pois a tender de

Os idosos podem contrair doenças degenerativas que iniciam de modo traiçoeiro, como moléstias cardiovasculares, câncer, transtornos mentais, além de problemas locomotores e de sentidos. Além disso, segundo Araújo et al (2009), outros fatores que reduzem o grau de interação social dos idosos são “demográficos, sócio culturais e epidemiológicos, como aposentadoria, perda de companheiros de trabalho, aumento de tempo livre, mudanças nas normas sociais, impacto da idade sobre o indivíduo, impacto social da velhice, perda de segurança econômica, rejeição pelo grupo, filhos que se afastam”, entre outros. O processo natural de envelhecimento do ser humano faz com que o mesmo passe por alterações biológicas e psicobiológicas que adicionadas ao meio em que ele vive, pode estar relacionando ao acontecimento de doenças crônico-degenerativas, que pode estar seguido por dependência e transtornos mentais, como demências, transtornos psicóticos, depressão e ansiedade. O esquecimento benigno ou normal faz parte do processo de envelhecimento de todo ser humano. A maioria das pessoas já vivenciou alguma vez um certo esquecimento de nomes, datas, lugares, pessoas, acontecimentos. Porém, esse tipo de esquecimento é normal e todas as pessoas estão sujeitas e ele. Porém, esse tipo de esquecimento é diferente do tema do presente estudo, que é a Doença de Alzheimer. O enfermo dessa doença faz com que o mesmo se perca em lugares familiares, não se recorde de nomes de familiares muito próximos, e nos casos mais graves, esses doentes se esquecem de como fazer suas atividades básicas, como se vestir, como abrir uma porta, como segurar os talheres.

Esses são alguns dos sintomas que um enfermo, em geral idosos, sofrem da Doença de Alzheimer. Uma doença que destrói a memória até gerar grandes lacunas. Cada vez mais é exigido dos médicos que atendam indivíduos mais idosos, com patologias principalmente relacionadas a demências. É importante que os médicos busquem maior conhecimento a respeito dessas doenças para a melhoria da qualidade de vida dos idosos. Apesar da Doença de Alzheimer afetar idosos, não há comprovações de que a doença está ligada ao processo de envelhecimento. Em geral, os idosos afetados por esta doença sofrem de graves esquecimentos e depressão. Quanto mais idoso o indivíduo, maior será a incidência da doença. Hoje em dia, por causa dos avanços tecnológicos o idoso acometido da Doença de Alzheimer tem melhor atendimento médico aumentando a sua qualidade e perspectiva de vida. Frente à diversidade de problemas enfrentados pelos idosos, principalmente a Doença de Alzheimer, o presente estudo tem como objetivo discutir a importância desta doença, as principais causas e o seu impacto junto aos familiares e cuidadores. É uma pesquisa de caráter bibliográfico e explanatório, tendo referências para que seja possível o melhor entendimento da forma como a Doença de Alzheimer influencia na vida das pessoas que tem dentro da família algum portador da doença.

Estilo de vida pouco saudável e problemas como hipertensão, tabagismo, sedentarismo e diabetes são também considerados fatores de risco. Além disso, mulheres apresentam um risco aumentado para o desenvolvimento da doença. Fontes: Hospital Israelita A. Einstein https://www.einstein.br/guia-doencas-sintomas/info/# https://brasilescola.uol.com.br/doencas/alzheimer.htm SINTOMAS De um ponto de vista clínico a doença se apresenta de forma lenta e em curto prazo. As fases iniciais da doença estão ligadas ao esquecimento constante, o que se assemelha outras doenças que apresentam a síndrome de demência. Com o passar do tempo, o comprometimento cognitivo passa a ser maior e se torna mais perceptível. A evolução dos sintomas da Doença de Alzheimer pode ser dividida em 4 estágios, sendo eles: 1. Fase pré-demência ou fase leve é caracteriza pela:  perda de memória recente;dificuldade para encontrar palavras;desorientação no tempo e no espaço;dificuldade para tomar decisões;

perda de iniciativa e de motivação;sinais de depressão;agressividade;redução do interesse por atividades e passatempos. 2. Comprometimento cognitivo leve  Esquecimento leve nas atividades diárias;Dificuldade para lembrar de eventos e atividades;Problemas para lembrar o nome de pessoas e coisas. 3. Demência precoce de estágio moderado ou fase moderada é caracterizada pela:  mudança de personalidade;perda de insight;perda de habilidades simples como o hábito de escovar os dentes;não reconhecer pessoas em ambientes familiares;dificuldade em ler, falar e entender as coisas com clareza;confusão, agressividade ou desorientação;inconsciente das limitações pessoais;incapacidade ou dificuldade de realizar atividades do dia a dia;lembrança de fatos passado;perda da estabilidade sentimental e comportamental;perda da confiança e segurança;alucinações (ver, ouvir vozes de pessoas que não estão presentes).

É importante ficar atento, pois nem todas as pessoas com Alzheimer vão apresentar os mesmos sintomas. Como a doença é progressiva , o quadro clínico do paciente com DA sofre modificações, ou seja, há o aparecimento de novos sintomas ou o agravamento dos já existentes. Já sobre as complicações e agravantes da Doença de Alzheimer temos o progresso da Doença de Alzheimer pode ocorrer perturbações nas atividades motoras do corpo, deixando o paciente impossibilitado de andar. Essas complicações podem levar a vítima a dependência total de cuidados dos familiares. A morte geralmente ocorre por problemas relacionados a falta de mobilidade do paciente ou doenças como Pneumonia ou Embolia Pulmonar. 1.3 DIAGNÓSTICO O diagnóstico é baseado em uma avaliação clínica, inclusive com testes cognitivos, exames laboratoriais e avaliação de imagem do sistema nervoso central. O primeiro passo para obter um diagnóstico é falar com o médico sobre as suas preocupações. É boa idéia levar um familiar próximo ou amigo para a consulta, para auxiliarem na prestação de informações adicionais. Também é boa idéia levar uma lista das alterações de memória, bem como quaisquer outras alterações que estejam a preocupá-lo, incluindo quando é que as notou pela primeira vez e quão freqüentemente as observa. Deverá, ainda, levar para a consulta a lista dos medicamentos ou os medicamentos que está a tomar. O médico poderá avaliar o paciente ou referenciá-lo para um outro médico especialista, tal como um neurologista (especialista nas perturbações do cérebro e das vias nervosas) ou um psiquiatra (especialista nas perturbações do pensamento, das emoções e do comportamento).

A avaliação da Demência pode também incluir os seguintes fatores: História pessoal: O médico geralmente irá despender algum tempo a discutir a sua história médica e a reunir informação sobre as suas alterações de memória e do pensamento. Exame físico e testes laboratoriais: Os sintomas de Demência podem ser devidos a uma série de outras causas médicas, tais como deficiências vitamínicas, infecção, distúrbios metabólicos e efeitos secundários dos medicamentos, situações que muitas vezes são facilmente tratadas. Portanto, um passo inicial no diagnóstico da Demência é excluir estas causas através do exame físico e das análises ao sangue e à urina. Os testes laboratoriais de rotina utilizados no diagnóstico de Demência incluem: Análises ao sangue para investigar Anemia Infecção Equilíbrio de eletrólitos (sal e água) Função hepática Deficiência de vitamina B Função tiroideia Interações medicamentosas e problemas de dosagem. Análises à urina para investigar uma infecção. Importante lembrar também sobre a avaliação do estado mental incluindo avaliação cognitiva.