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Relatório de amplificadores operacionais.
Tipologia: Provas
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Fundação Universidade Federal de Rondônia, Núcleo de Ciência e Tecnologia, Departamento de Engenharia Elétrica - DEE Curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica - 5 o^ Período - Matrícula: 200820855 - Disciplina de Eletrônica II
Resumo—Este relatório visa apresentar o conhecimento adquirido em laboratório a respeito de amplificadores opera- cionais, onde observamos no osciloscópio o comportamento do sinal de entrada e do sinal de saída de um amplificador e suas figuras de Lissajous.
Index Terms—Amplificador Operacional, Sinal de Entrada e Saída, Figuras de Lissajous.
S Amplificadores Operacionais, popularmente conheci- dos como Amp-op é um dispositivo eletrônico consti- tuído de um arranjo complexo de resistores, capacitores e diodos. Representa um elemento de circuito ativo projetado para executar operações matemáticas de adição, subtração, multi- plicação, divisão, diferenciação, integração e outras. Os primeiros amplificadores foram desenvolvidos na década de 40 através de válvulas, as características destes primitivos Amp-op eram bastante ruins. Com o surgimento do transistor na década de 50 foi possível evoluir o amplificador com características bastante razoáveis. Porém foi quando na década de 60 com o surgimento dos circuitos integrados que o amplificador operacional teve sua maior evolução onde no ano de 1963 a FAIRCHILD SEMICONDUCTOR ©R lançou o seu primeiro Amp-op monolítico 702. Também como tudo que se desenvolve o 702 apresentou uma série de problemas, tais como:
Fabricante Código FAIRCHILD μA 741 NATIONAL LM 741 MOTOROLA M C 1741 RCA CA 741 TEXAS SN 741 SIGNETICS SA 741 SIEMENS T BA221(741) Tabela I CÓDIGO DE FABRICANTES E FOLHA DE DADOS
codificação usada pelos fabricantes mais conhecidos no mundo e principalmente no Brasil. Como exemplo tomamos o 741. Os amp-ops estão comercialmente disponíveis em circuitos integrados encapsulados de diversas formas. A figura 1 apre- senta um encapsulamento típico de um amp-op.
Figura 1. Amplificador Operacional Típico
Constituído de um encapsulamento de oito pinos em duas linhas. O pino ou terminal 8 não é utilizado, e os terminais 1 e 5 são de pouco interesse para nós. Os cinco terminais imporatantes são:
Figura 2. Configuração de Pinagem Amp-op 741
tiva é feita quando a saída é alimentada para o terminal nega- tivo do amp-op. Quando existe uma caminho de realimetação da saída para a entrada, a razão da tensão de saída para a tensão de entrada é chamada de ganho de malha fechada. Como resultado da realimentação negativa, pode ser mostrado que o ganho de malha fechada é quase insensível ao ganho de malha aberta A do amp-op. Por essa razão, os amp-ops são utilizados em circuitos com caminhos de realimentação. Principais características dos Amplificadores Operacionais:
Figura 3. Amplificador Inversor
Inicialmente vamos fazer um reconhecimento dos componentes utilizados no circuito. Temos o gerador de sinais VE que está alimentando o circuito. Temos um Amp-op com um ganho A qualquer (note as duas entradas inversora e não inversora e a saída) e demais características que a principio podemos considerar ideais. A saída Vo do Amp-op é a própria saída do circuito representa por Vout. Temos ainda dois resistores R 1 e RF , note que R 1 está ligando eletricamente o sinal de entrada(VE )com a entrada inversora do Amp-op, RF está fornecendo um caminho elétrico entre a saída (Vout) e a entrada inversora do Amp-op.
Figura 4. Amplificador Não Inversor
Sabemos que um sinal negativo corresponde a uma inversão de fase, ou seja, graficamente ele corresponde a um espelhamento em relação ao eixo x, isto é no tempo o sinal da saída é invertido em relação ao sinal de entrada. É pressuposto também que o ganho de tensão do amplificador operacional nunca sature, ou seja, ele sempre trabalhará na região linear onde a expressão A(V+ - V−) é válida. Esta observação é valida para todos os circuitos de Amp-op com modo de operação de realimentação negativa. Na verdade, um Amp-op quando usado para amplificar sinais, sempre é empregado com algum tipo de realimentação entre o sinal e sua saída e os sinais em suas entradas, no nosso exemplo no circuito mostrado no inicialmente temos um resistor RF que executa esse papel que é fechar a ligação entre a saída e a entrada. Sempre que há um caminho fechado entre saída e entrada chamamos de circuito de malha fechada. Um Amp-op quando é utilizado para amplificar sinais sempre é empregada a condição de malha fechada. Podemos dizer de fato que o Amp-op em malha aberta tem um ganho infinito. Desta forma o comportamento do circuito se dá através de características de componentes externos.
Figura 5. Amplificador Somador
Amplificador somador tem a finalidade somar dois ou mais valores de entradas analógicas ou digitais em tempo real. Exemplo pode-se somar uma rampa, uma senoíde e um nível contínuo instantaneamente em tempo real.
vi = f (t) e a tensão de saída vo = f (t). Foram fotografadas as formas de onda. Analisamos se a tensão de saída estava saturada e se ela estava invertida ou não com relação à tensão de entrada; Prosseguindo com o experimento, utilizamos o modo x − y (x = vi, y = vo) do osciloscópio. Fotografamos as formas de onda, onde observamos corretamente os eixos x − y. Relacionado a primeira montagem, foi realizada, para cada circuito, o calibre do gerador de funções na função senoidal, para a frequência de 100 Hz e uma tensão de pico de 2 V p. A primeira configuração foi o circuito Comparador Inversor. Como mostra a Figura 9.
Figura 9. Circuito Comparador Inversor
A segunda montagem para os valores inicias da fonte foi o circuito Comparador Não Inversor, como mostra a Figura 10.
Figura 10. Circuito Comparador Não Inversor
Prosseguindo com essa parte do experimento foi feita a montagem do circuito Amplificador Inversor, como apresenta na Figura 11.
Figura 11. Circuito Amplificador Inversor
Concluindo as montagens para os primeiros valores do gerador de função, foi feita a configuração do circuito Am- plificador Não Inversor, como mostra a Figura 12.
Figura 12. Circuito Amplificador Não Inversor
Após a primeira configuração do gerador de funções, foi feito um novo ajuste na função triangular, numa frequência de 100 Hz e uma tensão de pico de 10 V p. A primeira configuração nessa montagem foi o circuito Comparador com Histerese Inversor, como apresenta a Fig.
Figura 13. Circuito Comparador com Histerese Inversor
A segunda montagem é a configuração Comparador com Histerese Não Inversor, como mostra a Figura 14.
Figura 14. Circuito Comparador com Histerese Não Inversor
Para a configuração Multivibrador, não é necessário o gerador de funções. Medimos com o osciloscópio a tensão de entrada e+^ e a tensão de entrada e−.
Figura 15. Circuito Multivibrador
Após a medição, acrescentamos na configuração um diodo e um resistor de 1 kΩ, como mostra a Fig. 16.
Figura 16. Circuito Multivibrador com Diodo
Obtivemos na primeira parte do experimento os seguintes resultados: Para o Amplificador Comparador Inversor: Sinal de entrada Vi = 1 , 8 Vp e sinal de saída Vo = 14 , 4 Vp.
Figura 17. Amplificador Comparador Inversor
Função de Transferência: Figura de Lissajous.
Figura 18. Figura de Lissajous do Amplificador Comparador Inversor
Para o Amplificador Comparador Não Inversor: Sinal de entrada Vi = 1 , 7 Vp e sinal de saída Vo = 14 , 4 Vp.
Figura 19. Amplificador Comparador Não Inversor
Função de Transferência: Figura de Lissajous.
Figura 20. Figura de Lissajous do Amplificador Comparador Não Inversor
Para o Amplificador Inversor: Sinal de entrada Vi = 0 , 61 Vp e sinal de saída Vo = 8 Vp.
Figura 21. Amplificador Inversor
Função de Transferência: Figura de Lissajous θ = 180◦.
Figura 28. Figura de Lissajous do Amplificador Comparador com Histerese Não Inversor
Amplificador Multivibrador: Sinal de entrada Vi = Não possui e sinal de saída Vo = 14 Vp. e(+) = 4Vp FORMA DE ONDA: Quadrada; e(−) = 4Vp FORMA DE ONDA: Triangular, mas parecida com a dente de serra;
Figura 29. Amplificador Multiplicador
Função de Transferência: Figura de Lissajous.
Figura 30. Figura de Lissajous do Amplificador Multiplicador
Amplificador Multivibrador com Diodo: Sinal de entrada Vi = Não possui e sinal de saída Vo = 17 Vp Superior e Vo = 9 Vp Inferior. e(+) = 10 Vp(Superior) FORMA DEONDA: Quadrada; e(+) = − 5 Vp(Inferior) FORMA DE ONDA: Quadrada. e(−) = 7Vp(Superior) FORMA DE ONDA: Dente de serra; e(−) = − 6 Vp(Inferior) F.ONDA: Dente de serra.
Figura 31. Amplificador Multiplicador com Diodo
Função de Transferência: Figura de Lissajous.
Figura 32. Figura de Lissajous do Amplificador Multiplicador com Diodo
Com o experimento, podemos concluir a importancia dos amplificadores operacionais, onde observamos que são instru- mentos de alto desempenho: alto ganho, alta impedância de entrada, baixa impedância de saída e grande resposta em frequência. Foram criados para implementar computadores analógicos, executando operações matemáticas com valores de tensões como operandos e resultados. Podem ser construídos com transístores ou válvulas. São muito usados em instrumen- tação e equipamentos eletrônicos em geral.
REFERÊNCIAS [1] ALEXANDER, K. Charles; SADIKU, N. O. Matetthew. 2008 "Funda- mentos de circuitos elétricos", LTC 3a^ Edição [2] ttp://www.eletricanews.com.br/downloads/aop.pdf , Eletrica News, 03 de Setembro de 2010. [3] ttp://algol.dcc.ufla.br/ giacomin/Com145/AmpO p.pdf, Apostila de Eletrônica, 03 de Setembro de 2010.