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Um estudo sobre o desflorestamento na amazônia, analisando padrões principalmente relacionados à pecuária e outras atividades produtivas. O artigo aborda a dinâmica econômica do estado do pará nos últimos dez anos e as consequências negativas sobre os ecossistemas, incluindo a perda de biodiversidade e diminuição das funções ambientais. A pesquisa utiliza métodos estatísticos multivariados, especificamente análise fatorial, para definir a estrutura oculta dos dados.
Tipologia: Notas de estudo
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a) Qual o objetivo de realizar a pesquisa? A pesquisa objetiva avaliar a veracidade sobre as condições do desflorestamento na Amazônia, que indica que a pecuária é a culpada pela conversão de florestas primárias e na abertura de novas fronteiras de produção. Além disso, o trabalho objetiva criar um Índice de Desmatamento para o estado, esse índice indica padrões de desflorestamento segundo as principais atividades produtivas. b) Quantos profissionais participaram da pesquisa? Foi trabalhada uma equipe multidisciplinar de 3 professores, são eles: Heriberto Wagner Amanajás Pena; Francisco de Assis Oliveira; Pedro Silvestre da Silva Campos. c) Que áreas de conhecimento a pesquisa aborda? A pesquisa aborda diversas áreas como estatística, meio-ambiente, pecuária e economia regional, tendo por finalidade a relação destas para a obtenção dos dados coletados e analisados.
O presente artigo informa as condições de desflorestamento na Amazônia, análise multivariadas e identificações de padrões principalmente envolvendo a pecuária e outras atividades produtivas.
O artigo faz uma abordagem geral sobre os últimos dez anos da dinâmica econômica do estado do Pará, os quais trazem algumas informações valiosas para o estudo do desflorestamento da região amazônica.
Com o passar do tempo, o modelo desenvolvimentista do Brasil, envolvendo uma grande extensão, intensificou a exploração e integração da Amazônia com o resto do país e as políticas adotadas foram todas voltadas a exploração de recursos naturais e ecossistemas, e qualquer atividade implicava suprimir algum tipo de floresta da região.
A pesquisa leva em consideração a tendência do desflorestamento que apresentou uma taxa de 5,62% ao ano compreendendo o período entre 2000 e 2009 sendo assim é possível que até o final 2011, seguindo o comportamento da tendência, o total desmatado no Estado alcance 257 mil Km^2 , ou seja, 20,64% da área total do Estado, podendo ser acrescidas 31465 Km^2 de novas áreas alteradas 20386 mil Km^2 somente para 2010 e 2011.
Sendo assim a intensificação das atividades econômicas na região além da forte pressão do uso dos recursos e o grande fluxo migratório, gerou grande influência negativa sobre os ecossistemas do estado do Pará, caracterizado pelas perdas de biodiversidade, da capacidade produtiva dos solos e a diminuição das funções ambientais.
Logo se um lado desta área se desenvolve, imediatamente novos pontos de desflorestamento serão encontrados, para que ocorra uma nova expansão, para outras áreas e para outros setores produtivos.
O interesse foi discutir os resultados já obtidos através de outros estudos que identificaram o desmatamento oriundo de vários tipos de atividades econômicas no estado. Segundo uma abordagem regional foi possível identificar que diversas mudanças estão ocorrendo na Amazônia, o qual é evidenciado pelo rápido processo de desmatamento da mesma o projeto Prodes (Inpe, 2004) mensurou cerca de 100 mil km^2 de perda florestal. O fator pecuária também foi discutido, enfatizando a agricultura pois ela entre 1970 e 1980 foi o principal vetor do desmatamento na região, motivada principalmente pelos incentivos fiscais que se ligam com a especulação fundiária e movimentos migratórios.
Outro fator influente no desflorestamento foi a pecuária de corte, a sua rentabilidade aumentou a abertura de estradas. Aumentando desmatamento pela maior área de pasto e extração de madeira, assim como pela proliferação de povoados e de suas atividades de subsistência. Na Amazônia Brasileira a principal atividade responsável pelo desmatamento é a pecuária. O desmatamento na Amazônia brasileira tem como principais causas diretas a pecuária, a agricultura de larga escala e a agricultura de corte e queima. Dessas causas, a expansão da pecuária bovina é a mais importante. A soja é considerada um fator de extrema importância quando o assunto é desflorestamento, pois a atividade de plantio da mesma exige uma área extensa e que será utilizada de forma exaustiva. Outros elementos como o aumento da competitividade relativa e a redução de custos auxiliaram na expansão da soja na região amazônica, dentre eles podemos
Organização crescente dos dados.
3770, 3780, 3787, 4139, 4281, 4284, 4284, 4890, 5111, 5237, 5526, 5607, 5659, 5750, 5829, 5899, 6135, 6671, 6990, 7145, 7510, 7845, 8870.
n = 23
5.2. Distribuição de Frequências sem Intervalo de Classes
Valores Fi 3770 1 3780 1 3787^1 4139 1 4281 1 4284^2 (^4890) 1 (^5111) 1 (^5237) 1 (^5526) 1 (^5607) 1 (^5659) 1 (^5750) 1 (^5829) 1 (^5899) 1 (^6135) 1 (^6671) 1 (^6990) 1 (^7145) 1 (^7510) 1 (^7845) 1 (^8870) 1
Total 23
Tabela 1. Taxa de desmatamento anual (km²/ano) no estado do Pará no período de 1988 – 2010 Fonte: http://www.obt.inpe.br/prodes/index.php
5.3. Amplitude Total (AT) AT = Xmax - Xmin
AT = 8870 – 3770 AT = 5100
5.4. Classes (K) 23 Valores.
K = √n K = intervalos n = Número de Valores (23)
K ≈ 5
5.5. Comprimento de Classe (C)
𝐶 =
5.6. Distribuição de Frequência
AT = 5100 K ≈ 5
C = 1020
Total 23 - - 1,00 100 -
Tabela 2. Taxa de desmatamento anual (km²/ano) no estado do Pará no período de 1988 – 2010 Fonte: http://www.obt.inpe.br/prodes/index.php
Frequência Relativa (Fri)
𝐹𝑟𝑖 =
PM = Ponto Médio
Linf = Limite Inferior Lsup = Limite Superior
𝑃𝑀 =