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Tudo sobre a anatomia renal e suas funções
Tipologia: Exercícios
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Figura 1 – Anatomia do rim Fonte: Netter Devolutiva Problema 10 Data: 15/06/ Título: O que é importante nesse caso? Aluna : Emanuelly Navarro Ferdinandi RA: 20118251-
Figura 2 – Mecanismo da filtração glomerular Fonte: Tortora O corpúsculo renal: é o local onde o plasma sanguíneo é filtrado. O corpúsculo renal possui dois componentes que são o glomérulo (rede capilar) e a cápsula glomerular de Bowman,um tubo cego que circunda os capilares glomerulares. A capsula glomerular é um cálice de parede dupla que possui, entre as camdas, uma cavidade que recebe o plasma já filtrado dos capilares. Histologicamente consiste em 4 camadas, que são células endoteliais para o revestimento dos capilares, células medangial intraglomerular para a sustentação, fagocitose, secreção (endotelinas), produção de matriz extracelular, os podócitos para a barreira de filtração glomerular e as membranas basais que são compostas por colágeno IV, laminina, fibronectina, proteoglicanas – heparansulfato carregadas negativamente, esses compostos consequentemente diminuem a filtração de proteínas grandes carregadas positivamente. O túbulo renal: Local onde recebe o líquido filtrado (pelo corpúsculo). O túbulo renal é formado por um túbulo contorcido proximal (proximal é a parte unida a capsula glomerular), alça de Henle e túbulo contorcido distal (distal é a parte que mais afasta da capsula glomerular e contorcido é quando o túbulo é espiralado ao invés de reto). Os dois túbulos contorcidos e o corpúsculo renal localizam-se dentro do córtex renal e algumas alças de Henle também, já as outras estendem-se até a medula renal. Os túbulos contorcidos distais juntamente com os néfrons vão para um ducto coletor, de lá esses ductos se juntam e convergem, só restando alguns ductos capilares grandes, que seguem para os cálices menores. E os ductos novamente e os ductos papilares formam o cotéx renal e atravessam a medula até a pelve renal.
Fonte: Google Imagens Figura 4 – complementação sobre os hormônios o SN pressão coloidosmótica que é a pressão que as células do sangue exercem sobre o mesmo e eleva a FG. Obs: O aumento e redução da FG na maior parte é por conta das proteínas. A FG pode ser influenciada principalmente pela pressão arterial, quando a PA ultrapassa os limites de auto regulação renal, que é o caso do paciente José, pois ele está com hipertensão arterial sistêmica. Nestes casos o grau de constrição das arteríolas pode variar por hormônios e inervações simpáticas. Em relação aos hormônios existem vários casos, o primeiro deles é a ativação de enzimas chamadas de renina e angiotensina; a renina é produzida pelas células justaglomerulares sendo o principal estímulo para a secreção é a queda da pressão arterial e da pressão de perfusão na arteríola aferente; já a angiotensina está relacionada com manutenção da pressão sanguínea e também da regulação da FG. Esta via é ativada quando as células justaglomerulares secretam renina. Outro hormônio utilizado é o ADH ou vasopressina que é ativado, quando ocorre a diminuição da PA, fazendo com que os rins conservem a água no corpo, concentrando e reduzindo o volume da urina. E por fim Peptídeo atrial natriurético (ANP) que possui o papel de normalizar a PA quando a musculatura cardíaca for excessivamente distendida, ativando a vasodilatação e inibindo a renina e o ADH. No caso da inervações simpáticas ocorre a constrição das arteríolas, porém preferencialmente da arteríola aferente e ao mesmo tempo reduz o FSR e da TFG. O processo com o FSR começa com o aumento da pressão arterial que abre canais iônicos sensíveis ao estiramento na arteríola aferente, causando: vasoconstrição, redução do fluxo sanguíneo e redução da pressão capsular. Consequentemente a redução de ambos ocorre o aumento da renina para estimular o aumento da PA.
A tabela abaixo complementa o citado acima sobre a FPR e a TFG. Referências Bibliográficas