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apostila de anatomia cabeça e pescoço feita com mto capricho pela @odontoloves_
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!
























Fonte/imagens : SOBOTTA, J. Sobotta: atlas de anatomia humana. 19.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1993. v.1.
O crânio é uma estrutura óssea complexa, constituída de 22 ossos, que faz parte do esqueleto axial. Sua complexidade se justifica por estar relacionado com o encéfalo, com os órgãos dos sentidos especiais, como o bulbo do olho (visão), a orelha (audição), a língua (gustação) e a cavidade nasal (olfato), e com os sistemas respiratório e digestório, é dividido didaticamente em duas regiões, neurocrânio e viscerocrânio.
Corresponde ao terço superior do crânio e recebe esse nome porque aloja o encéfalo. É constituído de oito ossos que se unem rigidamente: frontal (1), parietais (2), occipital (1), temporais (2), esfenoide (1) e etmoide (1).
Osso Frontal :
É um osso ímpar, plano e pneumático, constitui o teto e a margem superior da cavidade orbital. A parte que constitui o teto denomina-se parte orbital do osso frontal, onde está a fossa da glândula lacrimal, lateralmente.
Osso parietal :
É um osso par que se localiza na parte superolateral do crânio.
Osso temporal :
Esse osso pode ser dividido em partes escamosa, petrosa e timpânica.
A parte escamosa corresponde à parte achatada do osso, que compõe sua porção mais superior, a parte timpânica delimita uma abertura circular, o meato acústico externo, localizado atrás das estruturas articulares. Esse meato representa o canal ósseo da orelha externa, a parte petrosa tem uma forma piramidal e se projeta anteromedialmente para a base e a parte interna do crânio, tendo como base o processo mastoide, que é uma saliência robusta, de projeção inferior e anterior, localizada entre a parte timpânica do
temporal e o osso occipital. Dele se originam alguns músculos do pescoço
Osso Esfenoide :
É um osso ímpar, pneumático. Em seu interior, está o seio esfenoidal; O esfenoide ocupa o neurocrânio de um lado a outro, podendo ser identificado melhor em uma vista anterior do crânio. Na vista da parte interna da base do crânio, observa-se a forma que dá o nome ao osso esfenoide, “forma de morcego”, identificam-se um corpo central e as asas lateralmente. No corpo, localizam- se divesos acidentes anatômicos.
Osso Etmoide:
Trata-se de um osso ímpar, pneumático, que tem em seu interior vários seios pequenos, os seios ou células etmoidais, que se comunicam com a cavidade nasal por aberturas nos meatos nasais médio e superior.
Osso Occipital
É perfurado por uma abertura grande e oval, o forame magno, através do qual a cavidade craniana comunica - se com o canal vertebral. Apresenta duas porções: escamosa e basilar.
Osso nasal :
Osso par, de forma retangular, que se localiza na região da raiz do nariz. Os ossos nasais, com as maxilas, delimitam a abertura óssea da cavidade nasal, a abertura piriforme.
Concha nasal inferior :
Osso par, localizado na cavidade nasal. É uma lâmina óssea que tem uma concavidade voltada para baixo, delimitando, dessa forma, o meato nasal inferior, por onde passa ar. Fixa-se na parede lateral da cavidade nasal, que é constituída pela maxila.
Vômer :
É um osso ímpar, que se localiza na cavidade nasal. Juntamente com a lâmina perpendicular do etmoide e a cartilagem do septo, constitui o septo nasal. Inferiormente, articula-se com os ossos do palato). Sua margem posterior constitui o limite mediano das coanas, que são as aberturas posteriores da cavidade nasal.
Osso palatino :
Osso par, constituído por lâmina horizontal e lâmina perpendicular.
As duas lâminas horizontais articulam-se com os processos palatinos das maxilas por meio da sutura palatina transversa, constituindo o palato ósseo, ou seja, a parte óssea do palato duro. A lâmina perpendicular localiza-se medialmente ao processo pterigoide do esfenoide, na parte mais posterior da cavidade nasal.
Osso zigomático :
O osso zigomático é um osso par, considerado como osso da “maçã do rosto”, por ser mais saliente na face. Tem os seguintes processos: processo maxilar, que anteroinferiormente articula-se com a maxila, por meio da sutura zigomaticomaxilar; processo frontal, extremidade que se articula superiormente com o osso frontal, por meio da sutura frontozigomática; processo temporal, que se articula com o processo zigomático do osso temporal, constituindo o arco zigomático.
FORAMES DO NEUROCRÂNIO :
Lâ mina crivosa do etmó ide : N. olfató rio (I par) Canal ó ptico N. ó ptico (II par) A. oftálmica
Fissura orbital superior : N. oculomotor (III par) N. troclear (IV par) N. oftálmico (V/1 par) N. abducente (VI par)
Forame redondo : N. maxilar (V/2 par) forame oval N. mandibular (V/3 par)
Forame espinhoso :A. mení ngea média
Forame lácero : Fechado no vivente, porém se relaciona com: A. car ó tida interna Canal caró tico A. caró tida interna forame jugular Veia jugular interna N. glossofarí ngeo (IX par) N. vago (X par) N. acessó rio (XI par) Meato acú stico interno N. facial (VII par) N. vest íbulo-coclear Canal do hipoglosso N. hipoglosso (XII par)
Forame magno : Medula espinhal e meninges Aa. vertebrais N. acessó rio (XI par) — raí zes espi- nhais fissura petrotimpâ nica N. corda do tí mpano (facial — VII par)
Forame estilomast ó ideo : N. facial (VII par)
Maxila
A maxila é um osso par, pneumático, que constitui a porção mais central do esqueleto da face, articulando-se com todos os ossos do viscerocrânio, com exceção da mandíbula. Tem osso pouco denso, ou seja, com maior proporção de parte esponjosa em relação à parte compacta. A maxila direita se une à maxila esquerda na linha mediana por meio da sutura intermaxilar. A maxila é constituída de um corpo central e quatro processos: •Processo frontal, que se projeta superiormente para se articular com o osso frontal, por meio da sutura frontomaxilar. •Processo zigomático, que se articula com o processo maxilar do osso zigomático, por meio da sutura zigomaticomaxilar. •Processo alveolar, que representa a área onde se localizam os alvéolos dentais, para inserção das raízes dos dentes superiores. Na base do processo alveolar, na linha mediana, está a espinha nasal anterior, exatamente na parte mais superior da sutura intermaxilar e mais inferior da abertura piriforme •Processo palatino, que se articula com a lâmina horizontal do osso palatino, em ambos os lados, constituindo o palato ósseo. A articulação dessas peças ósseas na linha mediana se dá por meio da sutura palatina mediana. A articulação dos processos palatinos das maxilas com as lâminas horizontais dos palatinos se dá por meio da sutura palatina transversa.
Mandíbula
A mandíbula é um osso ímpar, único do crânio com mobilidade e onde estão alojados os dentes inferiores. Tem maior densidade óssea que a maxila. Essa estrutura resistente é capaz de suportar a força dos músculos que nela se inserem: todos os músculos da mastigação, já que é o único osso passível de movimento; músculos supra-hióideos; músculo da língua. Consiste de uma porção horizontal , o corpo, e duas porções perpendiculares, os ramos, que se unem ao corpo em um ângulo quase reto.
Músculos do Couro Cabeludo
Mú sculos ao Redor dos olhos
Suas fibras da parte transversa divergem para cima e medialmente, em direção ao dorso do nariz, enquanto a parte alar se insere na cartilagem alar. Ação — A parte alar dilata, e a parte transversa comprime a narina, expressando desprezo e descontentamento.
Músculos ao Redor da Boca
Músculos do Pescoço
Origem: Tem origem na fáscia que reveste a porção superior dos mú sculos peitoral maior e delt ó ide. Ação: Traciona o lábio inferior e o ângulo bucal, abrindo parcialmente a boca (expressão de horror). Eleva e puxa para a frente a pele do pescoç o e ombro. Inervação: Ramo cervical do nervo facial (VII par)
Origem: Linha milo-hioidea da mandíbula Inervação: Nervo Mandibular (Ramo do nervo Trigêmeo – V par craniano) Ação: Elevação do osso Hioide e da Língua.
A face recebe um suprimento sanguíneo proveniente de ramos das artérias carótidas externa e interna (ACE e ACI), cujos ramos terminais se anastomosam livremente na face.
Artéria Carótida Externa Inicia-se no trí gono carotí deo, na bifurcação da artéria caró tida comum. Tem um trajeto ascendente até a região do colo da mandí bula, onde termina, dividindo-se em dois ramos: artérias maxilar e temporal superficial.Esta divisão ocorre no interior da gl â ndula paró tida. Artéria Carótida Interna A partir da sua origem na artéria caró tida comum, a artéria car ó tida interna segue superiormente, para entrar no canal carotí deo do osso temporal. Apó s emergir do canal carot ídeo, termina emitindo os ramos. Ramos da Artéria Caró tida Externa para a Face A artéria caró tida externa emite os principais ramos responsáveis pela irrigação da face. Artéria Facial
Ramos da Artéria Car ó tida interna para a Face Artéria Oftálmica