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Apostila de Publicidade Módulo, Manuais, Projetos, Pesquisas de Publicidade e Propaganda

São tratados nesse conteúdo sobre publicidade mordena, introdução.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 19/11/2020

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rafael-sidrin 🇧🇷

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HISTƒRIA DA PUBLICIDADE E DA PROPAGANDA

A história da publicidade e da propaganda, no Brasil, tem início ainda no século

XIX quando o desenvolvimento econômico, baseado na

agro-exportação, promove um crescimento urbano capaz de

abrigar diferentes atividades profissionais e setores de

negócios que necessitam comunicar sua existência ao

mercado.

Os primeiros anúncios aparecem principalmente nos

jornais e se referem à venda de imóveis, de escravos, datas

de leilões, ofertas de serviços de artesãos e profissionais

liberais. Embora os jornais recebam a maioria dos anúncios

também podemos encontrar, no período, outros veículos como os cartazes, painéis

pintados e folhetos avulsos.

Já em 1821 surge o primeiro jornal de anúncios, o Diário do Rio de Janeiro, este

tipo de jornal surge para facilitar as transações

comerciais e são os primeiros diários que sobrevivem de

anunciantes e não de assinaturas de leitores. Os

anúncios se caracterizam por textos longos e poucas

ilustrações como em nossos atuais classificados.

No início do século XX, com a melhoria do

parque gráfico e o aparecimento das revistas - chamadas

de semanários ilustrados - os anúncios ganham

ilustrações e cores e seus textos se tornam mais

objetivos. O tipo de propaganda que se sobressai é a venda

de remédios que aparecem principalmente em preto e

branco e em tamanhos menores, são eles os responsáveis

pelo sustento das revistas e jornais já que existem em

grande número. A principal característica do anúncio neste

período é o uso de políticos que aparecem em caricaturas e

com diálogos bem humorados vendendo produtos

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n€o s a confeccionar jingles e publicidades para as r‚dios como tambƒm produzem os

programas que s€o patrocinados por grandes empresas, como o Reprter Esso. Neste

per„odo, cerca de 60% do capital destinado publicidade, pelas empresas, ƒ aplicado no

r‚dio na forma de publicidade e/ou de patroc„nio de programas. Os principais

anunciantes s€o lojas de departamentos, restaurantes, lanchonetes, xaropes, remƒdios e

produtos aliment„cios.

Com a Segunda Guerra Mundial, acontece um decrƒscimo no movimento de

an†ncios criando uma crise no setor da publicidade que passa a se recuperar somente a

partir de 1945. O r‚dio ainda ƒ principal ve„culo de propaganda e as radio novelas,

programas de auditrio, humor„sticos e radio jornais s€o os programas que mais

recebem patroc„nio de grandes empresas.

A consolida‡€o da sociedade de consumo acontece a partir do ps-guerra e

durante toda a dƒcada de 50, multiplicando produtos como ve„culos, eletrodomƒsticos,

refrigerantes, confec‡€o e fazendo surgir os credi‚rios que facilitam as compras,

promovem o crescimento da produ‡€o e do consumo. O mercado publicit‚rio cresce e

os profissionais da ‚rea a sentem a necessidade de se organizarem e para tanto surge a

Associa‡€o Brasileira de Propaganda (ABA), o Conselho Nacional de Imprensa (CNI)

em 1949, e posteriormente a Associa‡€o Brasileira de Agˆncia de Propaganda (ABAP).

A Televis€o ir‚ trazer um novo impulso para a j‚ sofisticada publicidade

brasileira, criando mais um ve„culo para a divulga‡€o de produtos e de campanhas. A

partir de 1950 com a TV Tupi, inaugura-se uma nova era eletr‰nica e s€o, mais uma

vez, as agˆncias de publicidade como a McCann Erikson e a J. W. Thompson que ir€o

trazer o “know-how”, criando, redigindo e produzindo programas e comerciais de

televis€o ao vivo. As “garotas propagandas” ganham fama e prest„gio e as mais

importantes foram Idalina de Oliveira, Meire Nogueira, Wilma Chandler, Odete Lara,

Maria Rosa e Neide Alexandre.

Os an†ncios s€o principalmente de

eletrodomƒsticos, produtos para as donas-de-

casa, alimentos e automveis. Neste momento

um bom profissional de cria‡€o chegava a

trabalhar para diversas agˆncias ao mesmo

tempo, e uma mesma agˆncia podia fazer a

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campanha pol„tica de diversos candidatos. O crescimento econ‰mico e industrial do pa„s

refletia-se no crescimento das agˆncias e do mercado de publicidade e propaganda.

S€o Paulo ƒ o principal centro de produ‡€o de publicidade e propaganda, e

muitos profissionais do Rio de Janeiro - capital do pa„s no per„odo - migram para as

agˆncias paulistanas com a finalidade de atenderem os setores em crescimento,

principalmente o automobil„stico que promove fortes campanhas e concorrˆncias (Jeep,

Volkswagen, Ford, GM, Chevrolet). Um reflexo do crescimento do setor publicit‚rio ƒ

o surgimento da Revista Propaganda que tratava de assuntos do setor e tinha seus

artigos assinados por grandes nomes da propaganda brasileira.

A ind†stria cultural se consolida no pa„s e a m„dia cresce e se aperfei‡oa

rapidamente. A programa‡€o e os an†ncios ao vivo da televis€o ser€o substitu„dos

rapidamente com a chegada do VT (V„deo Tape) permitindo que as agˆncias criassem e

produzissem uma publicidade muito mais sofisticada. E, do ponto de vista de cria‡€o e

originalidade, podemos dizer que as dƒcada de 70 e 80 representam a fase ‚urea da

publidade brasileira. Nas agˆncias aparece pela primeira vez, as duplas de cria‡€o

trazidas do exterior por Alex Periscinotto, as premia‡Œes em festivais internacionais se

iniciam em 1972 com o primeiro Le€o de Ouro em Cannes com a pe‡a “Homens com

mais de 40 anos” de Washington Olivetto (DPZ). As agˆncias brasileiras se multiplicam

e profissionais como Duailibi, Petit, Zaragoza, Washington Olivetto, Alex Periscinotto,

Geraldo Alonso, Marcello Serpa, Nizan

Guanaes e M‚rcio Moreira entre outros,

ganham renome internacional. A publicidade

brasileira passa a ser considerada uma das

melhores do mundo sendo o seu maior reflexo

o n†mero de premia‡Œes que as agˆncias

brasileiras alcan‡am nos festivais

internacionais.

Aparados pela lei 4.680 de 1965, que

determina uma remunera‡€o para as agˆncias

de 20% das verbas investidas pelos

anunciantes na m„dia, o setor de negcios da

publicidade e propaganda se consolida e torna-se cada vez mais sofisticado em termos

de cria‡€o e uso de tecnologias. Durante todo o per„odo da Ditadura militar (1964-1984)

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arte de despertar no consumidor o desejo pela compra, levando-o à ação. A publicidade é um conjunto de técnicas de ação coletiva, utilizadas no sentido de promover o lucro de uma atividade comercial, conquistando, aumentando ou mantendo clientes. Enquanto a Propaganda é um conjunto de técnicas de ação individual, utilizadas no sentido de promover a adesão a um dado sistema ideológico (político, social ou econômico).

Publicidade é mais abrangente que a Propaganda e engloba todas as formas de comunicação: Merchandising, Marketing Direto, novos meios, etc.

SIGNIFICADO DA PALAVRA

PROPAGANDA: Quer dizer Propagar uma ideia na mente das pessoas seja esta ideia Política (ex: eleições, candidatos); Religioso (ex: igrejas) ou Cívico (ex: proteção ambiental).

PUBLICIDADE : Quer dizer Publicar um produto nos meios de divulgação, sempre com o objetivo comercial de promover uma venda e através desta venda promover lucro à empresa.

EMPRESAS ESPECIALIZADAS NA ARTE DE PROPAGAR E

PUBLICAR

É a pessoa jurídica especializada nos métodos, na arte e na técnica publicitária, que através dos profissionais e seu serviço estuda, concebe, executa e distribui propaganda aos Veículos de Comunicação, por ordem e conta de Clientes Anunciantes, com o objetivo de promover a venda de mercadorias, produtos e serviços, difundirem ideias ou informar o público a respeito de organizações ou instituições a que servem.

AGÊNCIA DE PUBLICIDADE: É um tipo de empresa onde outras empresas a contratam com a finalidade de traçar uma campanha publicitária para a venda de um produto onde profissionais habilitados, ou seja, publicitários irão traçar uma campanha publicitária depois de uma forte análise de trabalho.

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AGÊNCIA DE PROPAGANDA: É um tipo de empresa onde muitas vezes pessoas ou organizações a contratam com a finalidade de propagar uma ideia, muito utilizada em época de campanha eleitoral, onde candidatos a contratam com a finalidade de traçar uma estratégia de propaganda para conseguir a credibilidade do eleitor.

ATIVIDADES I

1. Referente a histˆria da publicidade e da propaganda, fale sobre os primeiros **an‰ncios, onde surgiram, a que se referiam.

  1. Qual a principal caracterŠstica do an‰ncio no s‡culo XX?
  2. Na d‡cada de 20 tm inŠcio as primeiras grandes campanhas de empresas** multinacionais que se instalam no paŠs. Cite o nome da pioneira em campanhas para promover seus produtos, principalmente a Cafiaspirina, Aspirina e Alka-Seltzer.
  3. Ainda referente à História da Publicidade e da Propaganda assinale a incorreta: a) ( ) O rádio cresce rapidamente a partir de 1931, quando o governo federal passa a conceder para a iniciativa privada a exploração do sinal de rádio, as agências passam não só a confeccionar jingles e publicidades para as rádios como também produzem os programas que são patrocinados por grandes empresas, como o Repórter Esso. b) ( ) As primeiras agências de publicidade começam a parecer a partir de 1914, em geral, iniciam como empresas de anúncios e evoluem para agências como foi o caso da Eclética que estava sediada em São Paulo. c) ( ) Os primeiros anúncios aparecem principalmente nos jornais e se referem à venda de imóveis, de escravos, datas de leilões, ofertas de serviços de artesãos e profissionais liberais.

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O QUE ‹ MARKETING

Podemos definir o Marketing como um conjunto de tƒcnicas de a‡€o coletiva, utilizados na conquista de um novo cliente, bem como, para manter o mesmo na empresa.

Mas afinal de contas, qual ƒ o papel do Marketing? O Marketing tem como fun‡€o conquistar e manter clientes. J‚ existem estudos que comprovam que a conquista de um novo cliente custa entre 5 a 6 vezes mais do que manter um cliente antigo.

Logo, o Marketing ter‚ o papel muito maior de manter do que de conquistar. Afinal de contas, toda empresa deseja resultado, ou seja, deseja vender o m‚ximo com o menor custo. Dessa forma podemos entender que o Marketing visa mais manter um cliente na empresa do que conquistar um novo cliente. Infelizmente existe muita gente utilizando as ferramentas do Marketing para tentar ludibriar, enganar, fazer outras pessoas comprarem aquilo que n€o querem, ou seja, o “Marketing Enganoso”. Mas seria essa a fun‡€o do Marketing?

Quando verificamos sua fun‡€o n€o podemos imaginar essas a‡Œes na tentativa de enganar pessoas como sendo fun‡€o do Marketing. Afinal de conta, mentira tem perna curta e se o instrumento do Marketing n€o for baseado na verdade, ter‚ como resultado final a perda do cliente. E a

fun‡€o do Marketing n€o ƒ perder clientes e sim mantˆ-los.

PROPAGANDA Publicidade e Propaganda: tire suas d‰vidas! A escolha de uma profiss€o n€o ƒ uma tarefa f‚cil, afinal ser‚ “ela” sua ocupa‡€o durante a maior parte do seu dia, pelo menos oito horas ser€o dedicadas ao seu trabalho ou se preferir, profiss€o para ficar mais divertido. Esta se‡€o “Mercado” do igirl dedica-se aos assuntos relacionados s profissŒes e oportunidades em geral.  claro que procuramos realizar os gostos das usu‚rias, e a profiss€o escolhida foi: Publicidade e Propaganda. Uma carreira moderna, atraente, cheia de desafios, mas que exige muito, mas muito trabalho! O que ‡: Publicidade e Propaganda? Esta profiss€o pode ser considerada uma tƒcnica que serve para criar uma imagem “clara” para os produtos, servi‡os, pessoas, empresas ou institui‡Œes e convencer o p†blico e o mercado consumidor de que o seu produto ƒ o melhor!

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O que faz um publicit

rio?

O publicit‚rio ƒ o profissional que divulga um servi‡o ou um produto ao mercado, que nada mais ƒ o quanto este produto est‚ sendo comprado e vendido pelas pessoas. Mas antes disso, ƒ preciso saber qual ƒ a necessidade das pessoas, o que elas est€o habituadas a consumir, conhecer os costumes culturais e a partir de uma intensa pesquisa, o publicit‚rio ir‚ apresentar a “Campanha Publicit‚ria”.

O que ƒ a Campanha?  criar textos, fazer filmes, comerciais, an†ncios e outdoors, e escolher os ve„culos de comunica‡€o mais adequados para atingir o consumidor. (Ex: TV, R‚dio, Jornais, Revistas, Outdoors, Internet, etc.).

ElaboraΠo de uma campanha publicit

ria passo passo

  1. Primeiro o profissional ir‚ reunir as informa‡Œes para planejar a propaganda, baseado nas necessidades das pessoas; ou seja, o mesmo ir‚ reunir informa‡Œes sobre as principais necessidades dos clientes, o que eles est€o necessitando.
  2. Depois de definir as etapas, o prximo passo ƒ recolher informa‡Œes sobre o produto que ser‚ divulgado e saber dos concorrentes e as campanhas publicit‚rias que j‚ foram feitas sobre o mesmo produto; n€o basta apenas recolher informa‡Œes relacionadas ao consumidor, tambƒm se faz necess‚rio coletar as informa‡Œes sobre o produto e tambƒm como vimos ƒ muito importante reunir informa‡Œes sobre o seu concorrente, saber se o mesmo oferece este tipo de produto, por que valor e se o mesmo tem qualidade inferior ou superior.
  3. Colocando a m€o na massa: preparar um projeto que deve ser apresentado aos chefes ou profissionais que sabem analis‚-lo para depois mostrar ao cliente. Esta ƒ a parte sem d†vida alguma a “mais

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O CONSUMIDOR

Como o publicitário não tem contato com a clientela, não lhe é possível o conhecimento do cliente, como um todo, isto é, o conhecimento das reações e gostos médio do conjunto de indivíduos, que formam o mercado a atingir. Enquanto o vendedor pensa e age em termos de indivíduo, o publicitário age me termos de massa, pois o mesmo não conhece a população para o qual ele estará divulgando seu produto, dado a isso se faz necessário que ele faça uma pesquisa para conhecer a população em termos de massa, ao contrário o vendedor quando for efetuar uma venda, ele está frente a frente com seu cliente. Podemos analisar da seguinte forma; o Publicitário prepara o caminho para o vendedor, pois quando chegar à empresa o mesmo já estará conhecendo os produtos e sua funcionalidade, facilitando o trabalho do vendedor.

Para este conhecimento contamos com a pesquisa. O conhecimento do mercado, a análise das reações, hábitos e motivos de compra do consumidor típico, seus hábitos de leitura, o conhecimento real do produto em relação aos concorrentes, são as bases do planejamento publicitário. Ou seja, a pesquisa de mercado tem a função de estar recolhendo informações cobre a população, como os seus gostos, costumes e sua cultura, mas também a pesquisa de mercado não visa somente buscar dados do público alvo e sim, muitas vezes, buscar dados dos seus concorrentes e seus produtos.

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ATIVIDADES II

  1. Defina com suas palavras o que ƒ o marketing?
  2.  correto afirmarmos que o marketing tem a fun‡€o maior de manter clientes do que de conquistar clientes novos? a) ( )SIM b) ( )NŽO
  3. Defina o que significa “Marketing Enganoso” e por que ele jamais ser‚ vi‚vel para as empresas.
  4. Cite com suas palavras o que faz um Publicit‚rio:
  5. Defina quais s€o os quatro passos que se deve seguir na elabora‡€o de um projeto publicit‚rio:
  6. Por que hoje com a economia moderna que vivemos, os empres‚rios tˆm que confiar cada vez mais no poder da Publicidade?
  7. Qual a diferen‡a que o publicit‚rio e o vendedor tem em rela‡€o ao contato com o consumidor?

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originalidade. Igualmente como o t„tulo, o lema deve expressar algo de espec„fico e concreto nunca expressar abstra‡Œes. Redigir um slogan ƒ redigir uma ideia, ou seja, concentr‚-la, reduzi-la a uma forma breve, concisa e expressiva, sem perder sua clareza e de sua for‡a sugestiva. O lema n€o deve exagerar e nem apelar para o absurdo. Deve ser curto: de quatro a seis palavras mais ou menos. Ex: Mundial Inform‚tica, Trazendo o futuro prximo de vocˆ.

CRIA„O PUBLICITŽRIA

A publicidade est‚ longe de ser uma ciˆncia pura. N€o existem frmulas para se produzir propaganda. Os esfor‡os que tˆm sido feito nos †ltimos anos, para ensinar as pessoas a pensar mais criativamente, n€o dispensam a pr‚tica. Definir a idƒia. Buscar um n†mero razo‚vel de informa‡Œes precisas. Tomar notas sempre. O trabalho de cria‡€o consiste primeiramente em achar uma ideia que sirva de tema ou diretriz. O que dizer e como dizer (saber como apresentar o tema). Determinar atravƒs de que ve„culo ela pode ser levada mais r‚pida e vantajosamente, ao conhecimento do alvo consumidor. Criatividade ƒ o ato de dar existˆncia a algo novo, †nico e original. Na propaganda, uma boa ideia ƒ aquela que vence.

ANNCIO

Um an†ncio eficiente ƒ aquele que corresponde

satisfa‡€o de uma necessidade sentida pelo consumidor. Deve informar sobre o produto, para que serve as vantagens que ele oferece, onde ele ƒ encontrado e comprovar porque ele ƒ melhor. Orientar para a compra. O an†ncio para ser eficiente precisa preencher os seguintes requisitos: a) Ser original – Destacar-se no apelo, na forma, na ilustra‡€o, no layout, na apresenta‡€o, etc.

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b) Ser oportuno – Deve ser atual, atingir o leitor no momento mais adequado e da forma mais conveniente. c) Ser persuasivo – Ele deve ter credibilidade. O leitor tem que acreditar na mensagem. d) Ser persistente – Em publicidade n€o adianta esfor‡os isolados. Ele deve ser incutido na mentalidade do p†blico; o h‚bito. e) Ter motiva‡€o – Os apelos devem atender as necessidades e desejos, responder aos anseios, mostrar que o sonho pode se transformar em realidade.

LAYOUT O que distingue uma publicidade da outra ƒ o layout, isto ƒ, o seu brilho.  o modo como se arranja os textos e as ilustra‡Œes nas p‚ginas. Um bom layout ƒ aquele que ajuda a transmitir as informa‡Œes que est€o no texto e ao mesmo tempo, possui um design atrativo e incita a leitura. Para o profissional executar um bom trabalho gr‚fico ƒ preciso desenvolver sua sensibilidade, para obter um design de grande comunica‡€o visual. Vamos ver a seguir como dispor as fotos, desenhos, textos e t„tulos na p‚gina de um an†ncio. A primeira coisa a levar-se em considera‡€o ƒ que a vista do leitor foi educada para, numa folha impressa, seguir uma diagonal desde o alto,

esquerda, atƒ a parte de baixo, direita. A primeira regi€o que o nosso h‚bito nos compele a olhar, o alto esquerda ƒ chamado de ‚rea tica prim‚ria. A regi€o denominada como o fim da leitura, a parte de baixo direita, ƒ chamado de ‚rea terminal. Ela ƒ a meta que o leitor quer atingir em uma leitura. O caminho que une essas duas ‚reas de aten‡€o ƒ chamado de diagonal de leitura.  o percurso mais curto e mais direto, entre o come‡o e o fim de uma p‚gina. A„, vem o problema de comunica‡€o visual, que precisa ser sempre resolvido: a diagonal de leitura tende a guiar o leitor para fora dos outros dois extremos da p‚gina, que s€o chamados de cantos sem atra‡€o; como todas as partes da p‚gina que se afastam da diagonal de leitura, esses cantos tendem a ser pouco vistos e lidos. Como resolver? Como atrair recursos tico-magnƒticos, isto ƒ, fotos, desenhos, quadros e t„tulos em letras grandes. Dando a devida aten‡€o para os cantos sem atra‡€o, colocando neles, elementos fortemente atrativos. O publicit‚rio gr‚fico d‚ p‚gina maior legibilidade do que aqueles onde esses cantos n€o recebem a devida aten‡€o. O layout expressa a estrutura da pe‡a publicit‚ria, mostrando como ela ficar‚ depois de impressa. Preparando o layout torna-se poss„vel estudar

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e) Os outros elementos (endereço, bairro, cidade, uf, CEP, web e e-mail) podem ter o mesmo tamanho de fonte e devem estar alinhados entre si (a direita, esquerda ou centralizados).

EquilŠbrio

Equilíbrio é a harmonização entre os elementos do layout. Para criar um layout equilibrado observe o seguinte: a) A utilização de cores deve ter como base a aproximação da cor desejada com a cor predominante do layout, ou seja, se o layout possui predominância da cor azul é muito importante que a cor desejada para os elementos tenha uma tendência ao azul, como verde, violeta e suas matizes. b) Com exceção do elemento título e do elemento nome, é extremamente recomendável a utilização de um único tipo de fonte para todos os elementos.

Contraste

Contraste é a diferenciação entre todos os elementos do layout para que estejam nítidos e perceptíveis. Observe o seguinte: a) As cores não devem ser claras em fundos claros e escuros em fundos escuros, pois dificulta drasticamente a leitura. b) Com exceção do elemento título e do elemento nome, é recomendável a utilização de um único tipo de cor para todos os elementos. Vale lembrar sobre a tendência da cor desejada em relação à cor predominante.

ILUSTRA„O

A ilustração é como o texto, uma forma de expressar a mensagem e como tal, deve ser estudada juntamente com o tema do anúncio. A ilustração deve reforçar os valores de atenção, de compreensão, de memorização e de credibilidade do texto não ilustrado. A colocação da ilustração junto ao título é um fixador de vista. Cada cor da ilustração pode atuar pela sua tonalidade, claridade, saturação, superfície que ocupa e contraste com as cores vizinhas, principalmente com o fundo.

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A forma de ilustração é o segundo elemento de atenção e destina-se a estimular o desejo pelo produto anunciado, a facilitar o entendimento do texto, memorizar o anúncio, identificar o produto e distingui-lo dos concorrentes.

OS VECULOS PUBLICITŽRIOS

Uma boa publicidade da nada valerá se os veículos escolhidos para divulgá-la não forem adequados ao seu meio específico de expressão e não atingirem o público capaz de interessar-se pelo produto anunciado e com poder aquisitivo para comprá-lo.

A estratégia da Mídia é garantir a transmissão mais eficaz, para que se atinja o objetivo da propaganda, ou seja, aquela que fornecerá a melhor relação entre o investimento, a qualidade, a intensidade, a frequência a rapidez, com que os consumidores serão atingidos.

Mas o que é veŠculo publicit rio?

É todo meio, forma ou recurso, capaz de levar o conhecimento ao público consumidor, a mensagem publicitária. As palavras; Veículos, Mídia ou Meios, é que mostram o elemento material que divulga a mensagem.

Os Veículos dividem-se em:  Imprensa: para serem lidos ou vistos. Ex: Jornais, Revistas.  Publicidade ao ar livre: cartazes, painéis e luminosos.  R dio: para serem ouvidos.  Televis†o: audiovisuais, para serem ouvidos e vistos.  Publicidade direta: folhetos, cartazes, cartas e catálogos.  VeŠculos funcionais: amostras, brindes ou concursos.

CONCLUSO Todo anúncio é uma sedução. E o sucesso do publicitário está na sua criatividade. Não existem linhas para medir a eficácia de um anúncio. Se ele dá bons resultados, se ganha aprovação de todos e a conquista do cliente.