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AUTORES JOSÉ LUIZ DE OLIVEIRA LUIZ FIORANI LUIZ SANTILLI JUNIOR LUIZ VALDIR BONASSI [EM CAPA: Ana Paula Ricotta «-do rufar dos tambores nas selvas ao smartfone... Às formas de comunicação entre os homens têm uma das histórias mais fantásticas de evolução, desde as cras mais remotas da civilização até nossos dias. Essa história começa nas cavernas, há aproximadamente 8000 a.€., com símbolos gravados nas paredes, quando os homens possuíam objetos pontiagudos. Por volta de 400 a.C., na Mesopotâmia já havia sinais gravados a tinta em paredes c em pedras, mostrando figuras de animais e de pessoas na forma estilizada. No Egito essas formas de registro apareceram antes, há cerca de 3.000 a.C., com os chamados hieróglifos, que retratavam tanto figuras humanas como ideias abstratas. Num determinado instante, as informações tiveram que circular, atravessar países c mares, tiveram que ser reproduzidas para guardar informações para o futuro, numa época em época em que não havia papel nem forma automática de gravação. Antes do papel, inventado na China no ano 100 d.C. usava-se pedras, folhas de árvores, conro e placas de argila para guardar as informações. O papel foi uma das mais importantes invenções do homem, porque por milhares de anos permitiu o registro, a guarda e a distribuição das informações e da história do mundo. A carta de Pero Vaz de Caminha, anunciando a descoberta de Cabral, demorou dois meses para chegar ao rei de Portugal! Ioje você desce do avião em São Petersburgo, na Rússia, pega seu celular e avisa sua mãe que a viagem foi muito legal! Há 20 anos, para ligar de Santos para São Paulo, cra preciso usar os serviços da Companhia Telefônica e aguardar algumas horas até que a telefonista conseguisse fazer a ligação! Em alguns recantos da África, algumas tribos ainda devem usar os tambores para passar mensagens aos amigos de outras trihos vizinhas. Em 1958, quando pela primeira vez v Brasil ganhou um título mundial de futebol, eu tentava ouvir pelo rádio, entre os ruidos da transmissão, de quem teria sido o gol gritado freneticamente pelo locutor! Em 1962, quando fomos bicampeões. o som do rádio era bem melhor, porém as imagens só eram vistas vinte e quatro horas depois, quando os filmes dos jogos eram trazidos do Chile por avião. Agora, você sentado em sua poltrona, com o controle remoto da TV nas mãos, vasculha 9 mundo todo em busca de informações em tempo real! A evolução no campo da informação e da comunicação tem sido uma das mais surpreendentes façanhas da humanidade, quase inimaginável por nós mesmos. O problema é que cada dia mais as pessoas vivem neste mundo virtual, mergulhados nos smartfones, esquecendo-se do mundo real, no qual vivemos nossas melhores emoções e sentimentos! L. Santilli Jr. CALIGRAFIA TÉCNICA NORMA BRASILEIRA NER — 8402 (MAR/94) OBJENVO Esta Norma fixo característic do escrita usada em desenhos técnicos e documentos semelhantes. Aplica-se para escrita à mão livre e por instrumentos. 1ABN ati ur “o Cc A nico pode ser do tipo vertical ou inciin de 15º O direita. , ne AEDINAS IABELA DE MEDIDAS CARACTERÍSIICAS RELAÇÃO DIMENSÕES (mm) h altura das letos moiúsculas | (10/10)h | 25[ 3575 [7 [10 [14] 20 = atua des lsros minúscuas | (7/10h| —| 25 355 [7 [10 [14 a cist mn. entre caracteres (2/1C)r 0,5 0,7 1/1,4 z 4 > d'st mic. entre linhas G4”oh | 35 | 5 | 7|c0| 14]20 | 28 [e dit min. entre palavras (e/M10)h) 15] 21) 3 2) olealaz d largura de troço G/moh| cz less[es|oz) 1/14] 2 MODELO DE CALIGRAFIA TÉCNICA abcdefghijklmnopgrstuvwxyz 1254567890 ABCDEFGHIJKLMNOPORSTUVWXYZ abcdefghijklmnopgrstuvwxyz 1254567690 EBt-a - | 2 EE ac é q A 0) SNoBbaatao vao a id || NOSSB sNBots homo us d E O O O E a o su TURMA: = CECÍDATAS 7] PROF PNnNisoNmas ali MEO CE IRON seem Shin Enaxsssx o tia di - nmnntcenDas SANS DeNDab NHBRR RE Lo: str ETs CALIGRAFIA TÉCNICA COMPETÊNCIA O mundo modemo incorpora cada dia mais, uma série de novos conhecimentos, fruto do avanço tecnológico notável. O engenheiro é o elemento chave desse processo. A contra partida disso é a cobrança profissional. Você deverá estar preparado para dominar esses conhecimentos, cuja maioria está além dos muros da faculdade, porque são dinâmicos. O setor produtivo vai cobrar de você a máxima competência, por isso só os melhores terão chances de assumir as lideranças. E pense que nesse mundo competitivo não há desculpas para o despreparo. Comece já a se preparar. rever o texto acima com C ar 57 ro auodro gba com n=/ no quadro obai afia Técnico ABCDEFGHIJKLMNOPORSTUVXWYZ abcdefghijkImnopgrstuvxwyz 1254567896 ] TÍTULO: usa NOME : Eta | DATAS / | PROF Nº 4 ECNOLOGIA DO USO DA PRANCHETA E DOS ESQUADROS | | COMPLETE O QUADRO COM LINHAS o HORIZONTAIS COMPLETE O QUADRO VERTICAIS COM LINHAS | | | E | | | COMPLETE O QUADRO COM LINHAS A 48º - [COMPLETE O QUADRO COM LINHAS A 30º COMPLETE O QUADRO COM LINHAS A 60º “* | COMPLETE O UA BrO: COM LINHAS A 60º TÍTULO: EBtro SEE eevcrosa no maço. TURMA: NOME : = “DA DATA 7 PROF NPOS DE LINHAS | CONTÍNUA CONTÍNUA — | TRAcEMDA | = ——— 4 LARGA ESTREITA | ESTREITA -——— | E 050407 | — 05 — 05 | B B Lo B | | | | TT E CaNTORNOS USÍEIS, LINHAS DE CHAMADA , DF COTAS E MACHURAS, TRACO-PONTO[ + TRAÇO DOIS TRAÇO-PONTO— * —— : ESTREITA | ese] pontos | o ; ESTREITA | DD 05 mn 05 E | 05 E B me 8 mm É LINHA DE LS] | : | / : Es Ed E RUPTURA Ea É) | 7 é s á / 4 | HACHURAS x ENA DE : E RUPTURA : DM. a LINHA DE CHAMADA No UNHA DE COTA, PLANO DE CORTE, — “Tr nm Ea ARESTAS NAO VISIVEIS | rítuLo: Ee NOME : sadia! “IDA ZA | PROF. Nº [7| SA DO IBAÇO PR cr | COLOCAÇÃO DE COTAS EM DESENHO TÉCNICO Norma Brasileira NBR 10.126 COTAS — Representação grótico que atravé tinhas, simbolos, noios & vaizr numérico, em c rminade uridode de medida, detir os medidos de um cbjcto. a Vinha de colo fino— E Linha de chamado iroço finc— ste men uitrepossa v inha em eproximademe OBSERVAÇÕES IMPORTANTES : 7 O comprimento da seta Pra ds início e final de 5 4s setas nos 30 ã ú aa 20 extremidades do pá z número devem ser igu DR Pla eim feel ne indicam 6 iníeio : eo fim das me: ma 21 tinhas 2 paratsios 4: medidos " FAS iinhos de T chamada são perpendiculares às ES iinhos de cota ” : | | | escrito ds baixo 1 Z para €) z 4 As linhos de E Devemos eviior contorno do iinhas de cotas 21 desenho podem 25 Jo cous por qui | ser utilizados do desenho. NUNCA MAE SR NHA DE COT como iinhus de UZAR LiNiA DE cora = chamada DIA LINHA DE COTA Ch q ja - 8 VECNOLOBIA DX TRAÇO PROCEDIMENTOS DE COTAGEM CADA ELEMENTO GEOMÉTRICO DE UMA FIGURA É DEFINIDO POR SUA FORMA CARACTERÍSTICA. NO EXEMPLO QUE SEGUE APRESENTAM-SE DIFERENTES ELEMENTOS E SUAS FORMAS DE DEFINIÇÃO. COTAS A, B E FG Hd KeL — são chamados de COTAS DE DIMENSÃO, pois revelam o tamanho das formas geométricas que compõe a peça COTAS C e D — são chamadas de COTAS DE POSIÇÃO- pois revelam a posição relativa das formas geométricas na peça COTA Mº define uma medida angular lies 10 LONOLDGIA DO TRAÇO as ESCALAS — Norma Brasileira NBR 8196 Escala é a relação entre a medida linear do desenho de um objeto e a respectivo medida linear real deste objeto. MR = MEDIDA REAL DO OBJETO E => oMb MD = MEDIDA DO DESENHO MR Se MD =MR E=1Indico-seE=Ããt1:1 Escala Natural Se MD > MR E > 1 Indico-se E = el Escala de Ampliação Se MD < MR E<1Indico-seE= Ie Escalade Redução Escalas recomendadas pela ABNT: Escala de Ampliação — 2:1 5:11 10:1 20:1 50:1 Escalas de Redução — 1:2 1:5 1:10 1:20 1:50 1:100 1:200 1:500 1:1000 Escala Natural — 1:1 EXEMPLOS UNIDADE DE MEDIDA mm ) MR = 20 — INDICADO NA COTA + MD = 40 — INDICADO NA ESCALA DE E 10 aê 30 40 = MEDIÇÃO ud! to MD>MR E>1 ESCALA DE AMPLIAÇÃO ESCALA Sil 20 MR = 50 — INDICADO NA COTA MD = 50 — INDICADO NA ESCALA DE o 10 20 30 40. 5 MEDIÇÃO sobe! lot! MD=MR E=1 ESCALA NATURAL ESCALA 1:1 5 é MR = 250 — INDICADO NA COTA i / MD = 50 — INDICADO NA ESCALA DE E o] 10 2) 39 40 50 fS MEDIÇÃO à gm gt luto nto / MD ata e EXERCÍCIO DE USO DF ESCALAS NORMALIZADAS INDICAR AS COTAS DE CADA DESENHO CONFORME A RESPECTIVA ESCALA OBSER ÃO: APROVEITE O EXERCÍCIO PARA REVER COLOCAÇÃO DE COTAS. o na t TÍTULO: TURMA: NOME : ih Ns E DATA: SS | PROF. . N2 EXERCICIOS PARA ESTUDO DESENHO E COLOCAR AS MEDIDAS NÃO DADAS. 50 350 525 | 130. TÍTULO: ua: | NOME: DATA: // | PROF. Nº 14 Ê qa TECNCLOSIA DO TRAÇO Fada E) n IND), 1) VALOR DAS COTAS DADAS E ruDO COMPLE ALTENTES EXFRCÍCIOS PAR; E a) So) 5 MPLETAR AS FALTA! ES [Bro] L lino: : DATA: / 7 | Esc. Ser dlpror. = |NOME : re Ino [16 ENCLGSIA DO TRAÇO Eça CONSTRUÇÕES GEOMÉTRICAS DE USO MAIS FREQUENTE Concordar duas reltus re s Concordar duos circunferências de raios Ri e R2 per um arco de roio R3 perpendiculares per um arco de raio R. 6 CONCORDÂNCIA INTERNA Concordar duas retas r e s oblíquos por um arco de raio R. res formam um êngulo agudo dir Por um ponto P externo à circunterêncio E traçor uma reta tengente à mesma res formam j um ângul t / gulo obtuso Traçor um arco de raio R2 tangente 5 to r 5 ferê, ic e rei RI - x à rela re à circunferência de raio R7 Traçar uma reta tangente à duas circunferências Traçor um arco de raio R2 tongente ê retore gd cin aferência de ruio R1 10) TANGENTE INTERNA a F. 2 CIRCUNFERÊNCIA AUYILAR