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Apostila iFIX, Notas de aula de Automação

Apostila desenvolvida pela ATAN para treinamento básico de iFIX.

Tipologia: Notas de aula

Antes de 2010
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Doc.: 0682-227
Rev.: 01
Data: 01/08/2002
Treinamento iFIX
Teoria e Prática
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Nº Doc.: 0682- Rev.: 01 Data: 01/08/

Treinamento iFIX

Teoria e Prática

Teoria e Prática

Treinamento iFIX

Nº Doc.: 0682- Rev.: 01 Data: 01/08/

ATAN Nome Assinatura Data

Elaborado por Luciana C. Fernandes Rocha e DavidReis 01/08/

Verificado por Luciana C. Fernandes 01/08/

Aprovado por Luciana C. Fernandes 01/08/

0682-227 (Rev.: 01) I

1. VISÃO GERAL

1.1 Características Gerais

Software Supervisório destinado à Automação Industrial, permitindo uma interface adequada de operação para o usuário, enfocando duas características básicas:

ƒ • • ƒ • • • • • ƒ • • • Aquisição de dados:

Comunicação direta com dispositivos I/O na planta. Interface com dispositivos de hardware via drivers I/O.

Gerenciamento dos dados:

Habilidade de processar e manipular dados adquiridos. O gerenciamento dos dados é composto de vários itens, incluindo:

Monitoramento do processo via tela gráfica Controle supervisório.

Alarme. Relatório.

Armazenamento de dados.

1.2 Perfil do Produto

Neste item abordaremos a filosofia de aquisição e tratamento de dados pelos nós, caracterizando-os segundo o tipo e segundo a configuração:

Tipos de nós:

O nó que adquire dados do hardware do processo é chamado SCADA cujas funcionalidades são encontradas nos pacotes iFIX HMI Pack ou iFIX Scada Server.

Funcionalidades: SCADA – Supervisory Control And Data Acquisition.

Comunica-se com o hardware do processo através do driver de I/O. Carrega e gerencia a base de dados do processo.

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Arquitetura utilizando funcionalidades SCADA:

Figura 1

Figura 2

O nó iClient cujas funcionalidades podem ser encontradas nos pacotes iFIX Client, iFIX Client Read Only, iClient TS. Funcionalidades:

O iclient recebe dados do servidor SCADA via rede. Um iclient também pode executar outras aplicações.

Este nó também é chamado de vista. O iClient é referenciado nas literaturas como HMI ( Human Machine Interface ).

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1.3 Arquitetura Básica

0682-227-002/ Figura 6

A – Drivers I/O:

O iFIX comunica com o CLP através de um driver I/O. Cada driver I/O suporta a comunicação com um fabricante específico.

O driver I/O possui as seguintes funções: Leitura e escrita de dispositivos de I/O.

Transferência de dados leitura/escrita para a DIT(tabela imagem de dados).

B – DIT – Tabela Imagem do Driver. É importante lembrar que a tabela imagem de dados é composta de poll records. Estes são denominados registros que podem conter um simples ponto ou um conjunto de pontos de comunicação. Geralmente um poll record tem um mesmo tipo de dado.

Cada poll record é atualizado pelos drivers na DIT com uma taxa.

C – SAC – Scan (varredura), Alarm and Control possui a função de: Escrita/leitura na tabela imagem de dados(DIT).

Escrita/leitura na base de dados do processo (PDB).

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ƒ D – PDB – Base de Dados do Processo.

A base de dados do processo é composta de tags e é identificada da seguinte forma:

Sintaxe: SERVER.NODE.TAG.FIELD

Onde: SERVER : Nome do servidor de dados OPC.O nome default utilizado na representação da base de dados é Fix32. O servvidor OPC do iFIX é disponibilizado a sistemas externos com o nome Intellution.OPCEDA. NODE : Nome do nó SCADA onde fica a base de dados. TAG : Nome do Tag na base de dados. FIELD : campo específico do bloco do tag.

Exemplo: Mostrar o valor atual (F_CV) do bloco Analogica_1, residente na PDB do nó SCADA1, que é disponibilizado pelo servidor OPC FIX32.

Como Ficaria: FIX32.SCADA1.Analogica_1.F_CV

É importante observar que por filosofia, os dados mostrados localmente no nó SCADA1 ou a partir de um nó remoto usa o mesmo nome fonte dos dados.

Em caso de dúvida consulte a Figura 6. É importante observar que Fix32 é servidor OPC nativo, visto internamente à arquitetura do iFIX.

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3. LICENÇAS DISPONÍVEIS NA CHAVE

Para verificar os componentes que estão habilitados na chave de hardware , basta rodar o executável contido no caminho indicado:

C:\Dynamics\KEYDIAG.exe.

Para rodar este comando utilize o prompt do MS-DOS.

Veja uma janela gerado por este comando, de exemplo:

Figura 7

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4. CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA

Quando o iFIX é iniciado, este busca um arquivo contendo as informações para serem carregadas localmente na máquina. Este arquivo contém informações sobre programas e configurações específicas da estação em questão. Este item traz a abordagem dos detalhes de configuração. Isto é feito utilizando o utilitário SCU – System Configuration Utility. Em linhas gerais o SCU permite:

ƒ

ƒ

ƒ

ƒ

Configuração de caminhos.

Configuração de alarmes e mensagens.

Configuração de rede.

Configuração de tarefas.

Figura 8

Conforme mostrado na Figura 8, vemos as tarefas do utilitário de configuração de sistema, numeradas para facilitar o entendimento:

  1. Path Configuration: Configuração dos diretórios relativos à aplicação.
  2. Alarm Configuration: Habilitação das tarefas de alarme.
  3. Network Configuration : Configuração geral de rede, tipos de protocolo, configuração de nós.
  4. SCADA Configuration: Habilitar suporte SCADA, definir nome da base de dados, definir drivers para serem utilizados.

0682-227 (Rev.: 01) 8

Onde:

Caminho Usado para Base Armazena todos os arquivos executáveis utilizados pelo iFIX. Local Arquivos de configuração para a estação local. Arquivos de SCU e arquivos de segurança. Database Arquivos de configuração de base de dados e arquivos de configuração de I/O Language Arquivo de configuração de linguagem utilizado para todo o ambiente. Picture Todos os arquivos associados a telas, janelas, etc. Application Arquivos de dados e configuração de aplicações criadas pelo usuário para acesso à base de dados. Historical Arquivos contendo a configuração feita para dados históricos. Historical Data Arquivos contendo os dados históricos. Alarms Arquivos contendo dados de alarme. A cada dia um novo arquivo é criado. Mater Recipe Arquivos de receitas principais e também são encontrados arquivos contendo informações de erro logadas pelo iFIX. Control Recipe Arquivos contendo receitas de controle e também são encontrados arquivos contendo informações de erro logadas durante as operações de download e upload das receitas configuradas. Alarm Areas Localização da base de dados das áreas de alarme.

Tabela 1

4.2 Configuração de Alarmes e Mensagens

A configuração de alarmes habilita/desabilita as funções de alarme para o nó de configuração local.

As funções de alarme possíveis são:

ƒ

ƒ

ƒ

Habilitar ou desabilitar, individualmente, as tarefas de alarme.

Configurar a distribuição dos alarmes e mensagens em rede.

Configuração geral das mensagens e tipos de informação ( Date , time , description , alarm type , etc ) a serem enviados via rede.

Habilitar o envio de alarmes para banco de dados relacionais via ODBC.

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Para acessar a janela de configuração de caminhos basta clicar no ícone 2, mostrado conforme Figura 8 e então teremos:

Figura 10

Tarefa de Alarme Função Alarm Printers Alarmes e mensagens para impressora Alarm Summary Service

Habilita o objeto de sumário de alarmes.

Alarm File Service Mensagem gerada para o arquivo de alarme. O arquivo é salvo com o nome YYMMDD.ALM e constitui um arquivo texto. Alarm History Mostra alarmes e mensagens em tempo real Alarm ODBC Service Envia dados para uma fonte de dados previamente configurada no Control Panel da máquina. Alarm Network Service

Envia e recebe alarmes pela rede

Alarm Startup Queue Service

Atualiza alarmes e mensagens ocorridos em um nó SCADA, quando o nó vista á iniciado, sendo a data da ocorrência no período anterior ao definido pelo usuário em fase de configuração.

Tabela 2

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