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Apostila LPT II, Notas de estudo de Direito

Conhecimento

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 21/06/2012

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silvia-freitas-16 🇧🇷

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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - UNINOVE
CURSO: Tradutor e intérprete
PROFESSORA VERA LÚCIA DE CASTRO ([email protected])
MATERIAL DE APOIO PARA AS AULAS DE LEITURA E PRODUÇÃO
TEXTUAL 2
2º. Planejamento das aulas de LPT no Tradutor II
27/04 – Tipos de conhecimento – O que é conhecer?
MAIO
04 – Conhecimentos: Empírico, Teológico, Filosófico e Científico
11 - Palestra sobre o livro Formação Filosófica..
18- O método Científico
25 - O discurso dissertativo de caráter científico
JUNHO
01 - A importância da citação e como fazê-la e formatação do projeto.
08 – Elaboração final do projeto
15 - Entrega do projeto – AV2.
22- Prova Av3 e trabalhos pendentes.
TIPOS DE CONHECIMENTO
(O texto abaixo foi extraído de: BERVIAN, Pedro A., CERVO, Amado L. O Histórico do
Método Científico. In: Metodologia Científica. 5. ed., São Paulo: Prentice Hall, 2002.)
“O homem não age diretamente sobre as coisas. Sempre um intermediário, um
instrumento entre ele e seus atos. Isso também acontece quando ele faz ciência, quando
investiga cientificamente. Ora, não é possível fazer um trabalho científico sem conhecer os
instrumentos. E esses se constituem de uma série de termos e de conceitos que devem ser
claramente distinguidos, de conhecimentos a respeito das atividades cognoscitivas1 que nem
sempre entram na constituição da ciência, de processos metodológicos que devem ser
seguidos, a fim de chegar-se a resultados de cunho científico e, finalmente, é preciso imbuir-
se de espírito científico. (p. 6)
(...)
O que é conhecer? É uma revelação que se estabelece entre o sujeito que conhece
e o objeto conhecido. No processo de conhecimento, o sujeito cognoscente se apropria, de
certo modo, do objeto conhecido.
Se a apropriação é física, sensível, por exemplo, a representação de uma onda
luminosa, de um som, o que acarreta uma modificação de um órgão corporal do sujeito
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Cognoscitivo: que tem a faculdade de conhecer.
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UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO - UNINOVE

CURSO: Tradutor e intérprete

PROFESSORA VERA LÚCIA DE CASTRO ([email protected])

MATERIAL DE APOIO PARA AS AULAS DE LEITURA E PRODUÇÃO

TEXTUAL 2

2º. Planejamento das aulas de LPT no Tradutor II

27/04 – Tipos de conhecimento – O que é conhecer?

MAIO

04 – Conhecimentos: Empírico, Teológico, Filosófico e Científico

11 - Palestra sobre o livro Formação Filosófica..

18- O método Científico

25 - O discurso dissertativo de caráter científico

JUNHO

01 - A importância da citação e como fazê-la e formatação do projeto.

08 – Elaboração final do projeto

15 - Entrega do projeto – AV2.

22- Prova Av3 e trabalhos pendentes.

TIPOS DE CONHECIMENTO

(O texto abaixo foi extraído de: BERVIAN, Pedro A., CERVO, Amado L. O Histórico do Método Científico. In: Metodologia Científica. 5. ed., São Paulo: Prentice Hall, 2002.) “O homem não age diretamente sobre as coisas. Sempre há um intermediário, um instrumento entre ele e seus atos. Isso também acontece quando ele faz ciência, quando investiga cientificamente. Ora, não é possível fazer um trabalho científico sem conhecer os instrumentos. E esses se constituem de uma série de termos e de conceitos que devem ser claramente distinguidos, de conhecimentos a respeito das atividades cognoscitivas 1 que nem sempre entram na constituição da ciência, de processos metodológicos que devem ser seguidos, a fim de chegar-se a resultados de cunho científico e, finalmente, é preciso imbuir- se de espírito científico. (p. 6) (...) O que é conhecer? É uma revelação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto conhecido. No processo de conhecimento, o sujeito cognoscente se apropria, de certo modo, do objeto conhecido. Se a apropriação é física, sensível, por exemplo, a representação de uma onda luminosa, de um som, o que acarreta uma modificação de um órgão corporal do sujeito

1 Cognoscitivo: que tem a faculdade de conhecer.

cognoscente, tem-se um conhecimento sensível. Tal tipo de conhecimento é encontrado tanto em animais como no homem. Se a representação não é sensível, o que ocorre com realidades, tais como conceitos, verdades, princípios e leis, tem-se então um conhecimento intelectual. O conhecimento sempre implica uma dualidade de realidade: de um lado, o sujeito cognoscente e, de outro, o objeto conhecido, que está possuído, de certa maneira, pelo cognoscente. O objeto conhecido pode, às vezes, fazer parte do sujeito que conhece. Pode-se conhecer a si mesmo, pode-se conhecer e pensar os seus pensamentos. Mas nem todo o conhecimento é pensamento. O pensamento é atividade intelectual. Pelo conhecimento o homem penetra nas diversas áreas da realidade para dela tomar posse. Ora, a própria realidade apresenta níveis e estruturas diferentes em sua própria constituição. Assim, a partir de um ente, fato ou fenômeno isolado, pode-se subir até situá-lo dentro de um contexto mais complexo, ver seu significado e função, sua natureza aparente e profunda, sua origem, sua finalidade, sua subordinação e outros entes; enfim, sua estrutura fundamental com todas as implicações daí resultantes. Essa complexidade do real, objeto de conhecimento, ditará, necessariamente, formas diferentes de apropriação por parte do sujeito cognoscente. Essas formas darão os diversos níveis de conhecimento segundo o grau de penetração do conhecimento e conseqüente posse mais ou menos eficaz da realidade, levando ainda em conta a área ou estrutura considerada. Com relação ao homem, por exemplo, pode-se considerá-lo em seu aspecto externo e aparente e dizer uma série de coisas que o bom senso dita ou a experiência cotidiana ensinou. Pode-se, também, questioná-lo quanto à sua origem, sua realidade e destino e pode-se, ainda, investigar o que dele foi dito por Deus através dos profetas e de seu enviado Jesus Cristo. Finalmente, pode-se estudá-lo com propósito mais científico e objetivo, investigando experimentalmente as relações existentes entre certos órgãos e suas funções. (p. 7) Têm-se, assim, quatro espécies de considerações sobre a mesma realidade; o homem, conseqüentemente o pesquisador, está se movimentando dentro de quatro níveis diferentes de conhecimento. O mesmo pode ser feito com outros objetos de investigação. Têm-se, então, conforme o caso: a) conhecimento empírico; b) conhecimento científico; c) conhecimento filosófico; d) conhecimento teológico.” (p. 8)

1 – CONHECIMENTO EMPÍRICO (SENSO COMUM)

(O texto abaixo foi extraído de: KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e Iniciação à Pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2002.) “A forma mais usual que o homem utiliza para interpretar a si mesmo, o seu mundo e o universo como um todo, produzindo interpretações significativas, isto é, conhecimento, é a do senso comum, também chamado de conhecimento ordinário, comum ou empírico”. (p. 23)

  • Solução de problemas imediatos e espontaneidade Esse conhecimento surge como conseqüência da necessidade de resolver problemas imediatos , que aparecem na vida prática e decorrem do contato direto com os fatos e fenômenos que vão acontecendo no dia-a-dia, percebidos principalmente através da percepção sensorial. Na idade pré-histórica, por exemplo, o homem soube fazer uso das cavernas para abrigar-se das intempéries e proteger-se da ameaça dos animais selvagens. Progressivamente foi aprendendo a dominar a natureza, inventando a roda, meios mais eficazes de caça e de pesca, tais como lanças, redes e armadilhas, canoas para navegar nos lagos e rios, instrumentos para o cultivo do solo e tantos outros. O uso da moeda, o carro puxado por animais, o uso de remédios caseiros utilizando ervas hoje classificadas como medicinais, os

assaltante, o viciado em tóxicos, o bêbado ou o assassino. Dependendo das circunstâncias de seu uso, adquire uma ou outra conotação. Essa vaguidade, essa falta de especificidade da linguagem que dificulta a delimitação da significação dos conceitos, impossibilita a realização de experimentos controlados que permitam estabelecer com clareza quais manifestações dos fatos ou fenômenos se transformam em evidências que contrariam ou que corroboram determinado juízo de uma crença, uma vez que não estão explicitadas quais manifestações empíricas dos fatos ou dos fenômenos lhe são atribuídos.

2 – CONHECIMENTO TEOLÓGICO

(O texto abaixo foi extraído de: OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.) “A religião existiu e existe em todos os povos. Para as grandes massas do passado e do presente dogmas e ritos, que são aceitos pela fé e não podem ser provados e nem se admite a crítica, porque ela é a única fonte de verdade. Baseia-se na trilogia Fé-Medo-Esperança. (...) Pela ação direta e contínua de forças fictícias e agentes sobrenaturais – magias, misticismos, fetiches, duendes, demônios, espíritos, deuses, Deus etc. – cuja intervenção arbitrária explica todas as anomalias aparentes do universo. Baseia-se em textos sagrados – Veda para os hindus, Alcorão para os muçulmanos, Talmud para os judeus e a Bíblia para os cristãos. São textos sagrados que ultrapassam os séculos e são interpretados por milhares de seitas religiosas, por profundos estudiosos e também por ignorantes. O Estado Teológico abrange 3 fases:

  • (^) Fetichismo: É a fase mais primitiva do ser humano, que não difere do estado mental que atingem os animais inferiores. Consiste em atribuir aos corpos exteriores uma vida basicamente igual a nossa. É a fase em que os homens atribuem às forças mágicas imanentes que existiram dentro dos objetos – coisas, animais ou pessoas. Povos da Antiguidade adoravam o Sol, a Lua; os hindus, a vaca; outros, os totens como é o caso dos maias, dos incas e dos astecas; e outros, tipos de amuletos, por acreditarem que possuíam forças e poderes (p. 73) para fazer o bem e o mal , havendo, dessa forma intérpretes ou interlocutores como os bruxos, feiticeiras, sacerdotes, pagés, cujo espaço é ficar entre as divindades e os seres humanos comuns. E como intérpretes, estabelecem as boas ou más relações dos seres humanos com as divindades.
  • Politeísmo: Nessa fase a força mágica é retirada dos objetos materiais para ser misteriosamente transportada a seres fictícios com formas humanas; é a fase da mitologia. Esses seres eram habitualmente invisíveis, representados por estátuas, para os quais, principalmente os gregos, romanos e egípcios, rendiam os seus cultos. As intervenções ativas e contínuas desses seres chamados deuses seriam a origem direta de todos os fenômenos naturais e humanos. É quando os homens atribuem a causa de um grupo de fenômenos à vontade de um deus correspondente que dirigia esse setor. Alguns exemplares tirados da religião politeísta predominantes na Grécia, Roma antiga, ilustram a situação: Diana, deusa da caça, Eolo, deus do vento, Netuno, deus do mar. Pensavam eles que o mar estava bravo porque Netuno estava zangado. Quando Vulcano estava trabalhando, a terra tremia e soltava fogo. E quando a colheita era boa, era porque Ceres assim o queria. Eram as suas verdades.
  • Monoteísmo: Época atual, quando os homens atribuem a causa de todos os fenômenos a um único Deus.

Na religião judaico-cristã, Deus é o único criador de tudo que existe e se atribui a ele a responsabilidade de tudo que acontece no mundo: a criação do homem e dos animais, sua existência, transformação e fim; a criação do universo e dos fenômenos naturais, tanto as coisas boas como as coisas ruins que acontecem com os seres humanos. O conhecimento religioso busca, dessa forma, encontrar explicações para tudo o que aconteceu com o ser humano e procura estudar as questões referentes ao conhecimento das divindades, de seus atributos e relações com o mundo e com os homens. Sacerdotes, rabinos, pastores e outros intérpretes são os interlocutores entre os seres comuns e Deus. “A verdade religiosa fundamenta-se nos textos sagrados.” (p. 74)

3 – CONHECIMENTO FILOSÓFICO -A atitude crítica A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não aos “pré- conceitos”, aos “pré-juízos”, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo diz e pensa”, ao estabelecido. Numa palavra, é colocar entre parênteses nossas crenças para poder interrogar quais são suas causas e qual é seu sentido. A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos. É também uma interrogação sobre o porquê e o como disso tudo e de nós próprios. “O que é?” “Por que é”? “Como é?” Essas são indagações fundamentais da atitude filosófica. A face negativa e a face positiva da atitude filosófica constituem o que chamamos de atitude crítica. Por que “crítica”? (...) A palavra crítica vem do grego e possui três sentidos: a) capacidade para julgar, discernir e decidir corretamente; 2) exame racional de todas as coisas sem preconceito e sem pré-julgamento; 3) atividade de examinar e avaliar detalhadamente uma ideia, um valor, um costume, um comportamento, uma obra artística ou científica. A atitude filosófica é uma atitude crítica porque preenche esses três significados da noção de crítica. (Texto extraído de: CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 2008. p. 18)

4 – CONHECIMENTO CIENTÍFICO

“O conhecimento científico vai além do empírico, procurando conhecer, além do fenômeno, suas causas e leis. Para Aristóteles o conhecimento só se dá de maneira absoluta quando sabemos qual a causa que produziu o fenômeno e o motivo, porque não pode ser de outro modo; é o saber através da demonstração. A ciência, até a Renascença^4 , era tida como um sistema de proposições rigorosamente demonstradas, constantes e gerais que expressam as relações existentes entre seres, fatos e fenômenos da experiência. O conhecimento científico era caracterizado como: a) certo, porque sabe explicar os motivos de sua certeza, o que não acontece com o conhecimento empírico; b) geral, no sentido de conhecer no real o que há de mais universal e válido para todos os casos da mesma espécie. A ciência, partindo do indivíduo concreto, procura o que nele há de comum com os demais da mesma espécie; c) metódico e sistemático. O cientista não ignora que os seres e fatos estão ligados entre si por certas relações. O seu objetivo é encontrar e reproduzir esse encadeamento. Alcança-o por meio do conhecimento ordenado de leis e princípios. A essas características acrescentam-se outras propriedades da ciência, como a objetividade, o interesse intelectual e o espírito crítico.

4 Renascença: movimento artístico e científico dos sécs. XV e XVI, que pretendia ser um retorno à Antigüidade Clássica.

O MÉTODO CIENTÍFICO

(O texto abaixo foi extraído de: RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1999) “Quando uma pessoa utiliza o método científico para investigar ou estudar a natureza, está pensando cientificamente. Assim, todo cientista deve pensar cientificamente quando está pesquisando um fenômeno mediante o método científico. Mas o que significa pensar cientificamente? Significa pensar criticamente. Seguindo as idéias de Vieira Pinto 5 , significa compreender a exigência de que o conhecimento deve ser submetido por parte do pesquisador a uma reflexão para descobrir conexões necessárias entre as idéias e revelar as condições que definirão a verdade dos enunciados emitidos: (p. 25)

O pensamento deve proceder segundo determinações regulares que assegurarão a certeza dos resultados obtidos no empenho de conhecer a realidade... Saber que sabe, porque sabe e como sabe. (SOARES, 1985: 38)

Cabe destacar que qualquer pessoa, no dia-a-dia, “pode pensar como cientista”; basta que pense criticamente a realidade, usar a evidência empírica, ter um raciocínio lógico e possuir uma atitude céptica (questionamento constante das crenças e conclusões). Existem diversas etapas que devem estar presentes no uso do método científico :

  • Observação O método científico fundamenta-se na observação do mundo que nos rodeia. Dita observação, definida em termos amplos, não está restrita apenas ao que vemos; inclui todos os nossos sentidos. Portanto, devemos aprender a observar da maneira mais aberta possível para que possamos questionar-nos sobre o que, porque e como são os fenômenos. As primeiras observações podem ser informações de nossa própria experiência ou dados obtidos por meio da leitura de algum texto. O mais importante é que essas observações devem ser sensíveis, mensuráveis e passíveis de repetição, para que possam ser observadas por outras pessoas.
  • (^) Formulação de um problema O segundo passo do método científico é a formulação de um problema ou pergunta. O pesquisador deve ser curioso. Os seres humanos por natureza são curiosos. Por exemplo, leve uma criança de três anos de idade ao zoológico. Lamentavelmente, em algumas escolas se exige que a criança se sente direitinho em cadeiras ordenadas, sem fazer perguntas. Logicamente, uma sala de aula científica deveria estar cheia de mão levantadas, fazendo uma quantidade de perguntas. E um barulho produtivo. Em seu dia-a-dia, libere suas inibições. Seja curioso, faça perguntas. Existe apenas uma pergunta boba... aquela que você não faz e para a qual nunca tem resposta! Faça pergunta e trabalhe para chegar a uma resposta. A pergunta deve ser passível de resposta. A ciência pode responder a muitas perguntas, mas existe algumas a que não pode responder. Por exemplo: por que estou no mundo? A expressão por que implica propósito e pede resposta de um criador. Esta pergunta não pode ser respondida pela ciência, pois a ciência não pode testar um criador para os seres humanos. Esta pergunta só pode ser respondida pela fé das pessoas. (p. 26) O Pesquisador deve fazer uma pergunta baseada na observação de um fenômeno. Às vezes, a pergunta é escolhida para resolver um problema específico. Outras vezes, a pergunta surge da curiosidade. De fato, a curiosidade tem resultado em importantes contribuições para compreender a natureza e para criar as bases de uma ciência aplicada. Se desejamos uma resposta, a pergunta deve ser realista. Não existe pesquisador ou grupo de pesquisadores que trabalhem isolados do mundo. Por exemplo: um experimento planejado para determinar a

5 PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência. São Paulo: Paz e Terra, 1985. (p. 38)

estrutura molecular do vírus HIV é realista. As melhores perguntas são formuladas utilizando como, que, e quando. As perguntas que incluem a expressão por que não têm uma resposta fácil desenvolvida pelo método científico. (...)

  • (^) Hipóteses A terceira etapa do método científico é a formulação de uma hipótese. Em temos simples, uma hipótese é uma resposta possível de ser testada e fundamentada para uma pergunta feita relativa ao fenômeno escolhido. O pesquisador examina a literatura sobre o fenômeno, obtém a maior quantidade de conhecimento possível, para responder ao problema formulado. Essa tentativa de resposta é a hipótese. Ao formular a hipótese, o pesquisador iniciante não deveria preocupar-se com chegar à melhor hipótese. As diversas etapas do método científico testarão a hipótese. Um aspecto extremamente importante da hipótese é a possibilidade de ser rejeitada. Deve existir um meio para testar a possível resposta e tentar rejeitá-la. Se o pesquisador formula uma hipótese que não pode ser testada ou rejeitada, a ciência não pode ser utilizada para decidir o que está certo ou errado. Por exemplo, temos a seguinte pergunta: Deus está acordado? Daí, formulamos a seguinte hipótese: “Deus está acordado”. Não existe forma de testar cientificamente o estado de sonolência de Deus. Mudemos a palavra Deus para Pedro Malan ; a hipótese agora é testável. Outro aspecto que cabe destacar é o fato de aceitar uma hipótese falsa. Esse fato pode ser um momento importante para a ciência. Muitos trabalhos excelentes (p. 27) têm sido realizados quando os pesquisadores tentam conhecer os motivos pelos quais aprovaram a hipótese. Nesses momentos, surge a ciência como arte. A preparação do pesquisador, o pensamento crítico, sua experiência podem levar a novas descobertas científicas. (...)
  • Experimentação A quarta etapa do método científico é a manipulação e comparação dos resultados. Em termos gerais, um experimento é uma ou várias atividades levadas a cabo em condições muito específicas. O experimento é uma manipulação intencional. Os elementos manipulados são as variáveis e sempre existe um elemento não manipulado (elemento controle). Particularmente nas ciências sociais, é difícil realizar uma comparação entre um tratamento e uma situação de controle. Devemos reconhecer, porém, que a informação mais útil para o desenvolvimento humano deriva da ciência experimental.
  • (^) Análises A quinta e última etapa do método científico consiste na aceitação ou rejeição da hipótese. Por meio desse processo, utilizamos os resultados para construir, reforçar ou questionar determinada teoria. Deve-se lembrar que uma teoria não é mais que uma hipótese confirmada por diversos pesquisadores em várias oportunidades. As teorias científicas explicam a natureza, unificando fatos aparentemente isolados ou corroborando diversas hipóteses. São as explicações mais poderosas, existentes em um momento dado, para saber como o universo, a natureza, a vida surgiram, de que são feitos e o que acontecerá com eles. “Considerando que o homem é parte do universo e da natureza, a ciência tem capacidade de explicar o passado, o presente e o futuro desse homem.” (p. 29)

Para exemplificar, observemos as palavras de Otaviano Pereira, que narra as etapas citadas, anteriormente, no caso específico da invenção da vacina contra a varíola, desenvolvida na Inglaterra por um cientista chamada Jenner:

  1. MOMENTO DA OBSERVAÇÃO: Jenner observou que num rebanho de vacas atacadas pela varíola, as que já haviam sofrido anteriormente a varíola branca (varicela) se salvaram, ao passo que as outras morriam.

O discurso dissertativo de caráter científico

(lição extraída de PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto – Leitura e Redação. Ática. São Paulo, 2001.

Observe os dois enunciados abaixo: a) A inflação corrói o salário do operário.

b) (^) Eu afirmo que a inflação corrói o salário do operário.

Qualquer enunciado pressupõe que alguém o tenha produzido, uma vez que nenhuma construção linguística surge sem que alguém a tenha elaborado. Os dois enunciados acima pretendem transmitir o mesmo conteúdo: a inflação corrói o salário do operário. Há, no entanto, uma diferença entre eles. No primeiro, o enunciador (aquele que produz o enunciado) ausentou-se do enunciado, não colocando nele nem o eu, que indica aquele que fala, nem um verbo que significa o ato de dizer. No segundo, ao contrário, ao dizer “eu afirmo”, o enunciador inseriu-se no enunciado, explicitando quem é o responsável por sua produção. No primeiro caso, pretende-se criar um efeito de sentido de objetividade, pois se enfatizam as informações a serem transmitidas; no segundo, o que se quer é criar um efeito de sentido de subjetividade, mostrando que a informação veiculada é o ponto de vista de um indivíduo sobre a realidade.

Usa-se um ou outro modo de construir os enunciados em função dos efeitos de sentido que se quer criar. Há textos que são mais convincentes se forem elaborados de maneira a criar efeitos de sentido de objetividade. Outros persuadem melhor se mostrarem um efeito de subjetividade.

O discurso dissertativo de caráter científico deve ser elaborado de maneira a criar um efeito de sentido de objetividade, pois pretende dar destaque ao conteúdo das informações feitas (ao enunciado) e não à subjetividade de quem as proferiu (ao enunciador). Quer concentrar o debate nesse foco e por isso adota expedientes que, de um lado, procuram neutralizar a presença do enunciador nos enunciados e, de outro, põem em destaque os enunciados, como se eles subsistissem por si mesmos. É claro que se trata de um artifício linguístico, porque sempre, por trás do discurso enunciado, está o enunciador com sua visão de mundo.

Para neutralizar a presença do enunciador, isto é, daquele que produz o enunciado, usam-se certos procedimentos linguísticos, que passaremos a expor:

a) Evitam-se os verbos de dizer na primeira pessoa (digo, acho, afirmo, penso etc.) e com isso procura-se eliminar a idéia de que o conteúdo de verdade contido no enunciado seja mera opinião de quem o proferiu, e sugerir que o fato se impõe por si mesmo.

Não se diz, portanto:

Eu afirmo que os modelos científicos devem ser julgados pela sua utilidade.

Mas simplesmente:

Os modelos científicos devem ser julgados pela sua utilidade.

b) Quando, eventualmente, se utilizam verbos de dizer, são verbos que indicam certeza e cujo efeito se dilui sob a forma de um elemento de significação ampla e impessoal, indicando que o enunciado é produto de um saber coletivo, que se denomina ciência. Assim, o enunciador vem generalizado por nós em vez de eu ou indeterminado, como nos casos que seguem:

  • Temos bases para afirmar que a agricultura constitui uma alternativa promissora para a nossa economia.

Ou

  • Pode-se garantir que a agricultura constitui uma alternativa promissora para a nossa economia.

Ou ainda,

  • Constata-se que a agricultura constitui uma alternativa promissora para a nossa economia.

Em geral, não se usa a primeira pessoa do singular no discurso científico.

c) A exploração do valor conotativo das palavras não é apropriada ao enunciado científico. Nele, os vocábulos devem ser definidos e ter um só significado. Num texto de astronomia, lua significa satélite da Terra e não astros dos loucos e enamorados.

d) Como nesse tipo de discurso deve usar-se a língua padrão na sua expressão formal, não se ajusta a ele o uso das gírias ou quaisquer usos lingüísticos distanciados da modalidade culta e formal da língua.

Além de procurar neutralizar a figura do enunciador, o discurso dissertativo de caráter científico procura destacar o conteúdo de verdade dos enunciados. Esse valor de verdade é criado pela fundamentação das ideias e pela argumentação.

Vamos expor alguns expedientes que servem para fundamentar esse tipo de enunciado e aumentar seu poder de persuasão:

a) (^) O argumento de autoridade

Apóia-se uma afirmação no saber notório de uma autoridade reconhecida num

certo domínio do conhecimento. É um modo de trazer para o enunciado o peso e a credibilidade da autoridade citada.

Observe o enunciado que segue:

  • Conforme afirma Bertrand Russell, não é a posse de bens materiais o que seduz os homens, mas o prestígio decorrente dela.

ETAPAS DE UM TRABALHO CIENTÍFICO

Como o próprio nome indica, são os elementos que antecedem o texto. Uma apresentação adequada permite que o leitor identifique o autor do trabalho, o tema e a instituição de ensino, além de despertar o interesse do leitor em conhecer seu trabalho.

  • Capa

Capa é a cobertura de papel ou de outro material, flexível (brochura) ou rígida (capa dura ou cartonada), que reúne e protege as folhas que constituem o trabalho. Contém os seguintes elementos: o nome do autor na ordem normal com letras maiúsculas ( no alto da página) ; o título completo do trabalho ( no centro da página) ; nome da instituição, a cidade e o ano ( embaixo ). (Ver p. 7)

  • Folha de Rosto

Também chamada de página de rosto, apresenta os seguintes elementos: o nome completo do autor ( no alto) , se o trabalho foi escrito por mais de um autor, relacionar os nomes em ordem alfabética; o título completo do trabalho ( no centro da página) ; indicação da natureza do trabalho, seu objetivo acadêmico, a instituição a que se destina e nome do professor orientador do trabalho ( abaixo do título e à direita) ; nome da instituição de ensino , cidade e ano da realização do trabalho ( embaixo). (Ver p. 8)

  • Sumário Enumeração das principais divisões (capítulo, seções, artigos, etc.) de um documento, na mesma ordem em que a matéria nele se sucede; visa facilitar a visão do conjunto da obra e a localização de suas partes, e indicar, para cada parte, a página inicial correspondente. Devem estar relacionados no sumário: Os títulos dos elementos textuais que compõem o trabalho: introdução, capítulos, tópicos e subtópicos. Os capítulos, tópicos e subtópicos são relacionados com o indicativo numérico e alinhados à esquerda. Uma linha pontilhada, não negritada, liga os títulos aos números da página inicial, cujo alinhamento é à direita. (Ver p. 9)

3 – ELEMENTOS TEXTUAIS Esta é a parte em que o trabalho é apresentado e desenvolvido. Os elementos textuais são compostos por: introdução, desenvolvimento e conclusão.

  • (^) Título (Os textos abaixo foram extraídos e adaptados de: JARDILINO, José Rubens, ROSSI, Gisele, SANTOS, Gerson T. Orientações Metodológicas para Elaboração de Trabalhos Acadêmicos São Paulo: Gion, 2000) “Reporta-se diretamente ao objeto de pesquisa e procura dar indicações do tema pesquisado, do problema a ser resolvido. Ou seja, dirige a atenção do leitor para o foco da pesquisa e dá pistas para a interpretação da mensagem.” (p. 61) O título é composto de uma parte geral (indica o teor do trabalho. É amplo e chamativo) e de uma parte específica ou técnica (explica, especifica o tema - subtítulo).
  • (^) Introdução “O objetivo da introdução é apresentar de maneira clara o tema (...) levantados pela pesquisa. (...) Não deve ser longa nem adiantar questões fundamentais a serem tratadas pelo desenvolvimento. (...) Não se deve aqui fazer longas análises. O tom é de colocações breves que ajudem o leitor a se dar conta daquilo que deverá ser discutido no desenvolvimento.

Neste sentido, cabe, também, na introdução uma breve antecipação do que cada capítulo tratará. Isto ajuda a se perceber a articulação do trabalho com um todo.” (p. 61-62)

  • (^) Desenvolvimento “O desenvolvimento é o núcleo central da monografia. (...) Não há uma regra geral de como cada divisão da monografia deve ser feita, porém a articulação das partes que compõem o desenvolvimento deve obedecer alguns princípios lógicos e psicológicos salutares ao trabalho acadêmico: partir do conhecido para o desconhecido, do mais simples para o mais complexo, do que é consenso geral para o que é polêmico, dos pontos mais evidentes para os mais obscuros. “Isso auxilia o leitor a perceber com maior clareza o problema, acompanhar melhor os passos da demonstração e aceitar como válida a conclusão em função da coerência entre os enunciados e seus objetos na realidade e da coerência entre os vários níveis lógicos da argumentação.” (p.63)
  • Considerações Finais Se a introdução é abertura do trabalho, as considerações finais são seu fecho. É a síntese dos argumentos mais importantes apresentados no desenvolvimento, é a apresentação dos resultados e a retomada das contribuições proporcionadas pelo estudo do tema. As considerações finais são caracterizadas pela brevidade (em poucas linhas, recuperar a idéia central e os resultados), pela concisão (uso de expressões precisas, claras e objetivas) e pela consistência (os argumentos apresentados demonstrarão se a hipótese do trabalho foi confirmada ou negada).

A IMPORTÂNCIA DA CITAÇÃO

A citação é a referência de uma idéia extraída da obra de outro autor. A utilidade da citação é dar suporte, ratificar e fundamentar as idéias que o autor deseja transmitir, aclarar ou questionar em relação ao tema em discussão. Para citar a idéia de outro autor, no entanto, deve-se seguir algumas regras e identificar os diferentes tipos de citação.

  • Citação Direta Chamada também de citação textual ou citação literal. Consiste na transcrição integral de parte do texto de outro autor. Não é recomendável o uso excessivo da citação direta, pois pode sinalizar insegurança por parte do autor ao redigir e argumentar suas idéias. Se a idéia citada for igual ou inferior a cinco linhas deverá ser apresentada dentro do seu próprio parágrafo, entre aspas e, ao final da mesma, após o ponto e entre parênteses, vem a indicação bibliográfica (SOBRENOME DO AUTOR, ano de publicação da obra, número da página). Exemplo: No início da televisão, no Brasil, era nítida a divisão entre ficção e realidade. Os telejornais apresentavam os fatos ocorridos como uma cópia fiel da realidade, enquanto as telenovelas contavam histórias imaginadas pela mente criativa de um autor. Hoje, essa separação não é mais visível, há uma inversão entre realidade e ficção. “(...) a tese é a de que a telenovela é o mundo real e o noticiário de televisão (os telejornais, as reportagens, os documentários), esse sim, é um mundo ficcional.” (MARCONDES FILHO, 1994, p. 39)

A citação superior a cinco linhas deverá ser apresentada em parágrafo separado do texto do autor, com o dobro do recuo da primeira linha, com espaço duplo antes e depois da

A numeração de páginas será em algarismos arábicos quando o trabalho apresentar pouco elementos textuais. Nesse caso, todas as folhas, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior.

ESPAÇAMENTO E PARAGRAFAÇÃO

  • Tamanho do papel : A4 (210 x 297 mm)
  • Tipo, Tamanho e Estilo da Fonte Usada no Texto
  • Texto geral: times new roman ou arial tamanho 12 - estilo: normal
  • Capítulo: times new roman ou arial tamanho 14 - estilo: negrito
  • Tópico: times new roman ou arial tamanho 12 - estilo: negrito
  • Subtópico: times new roman ou arial tamanho 12 - estilo: itálico
  • (^) Citação em parágrafo distinto (citação direta): times new roman ou arial tamanho 11 - estilo: normal
  • Configuração de Página
  • Margem superior: 3,0 cm
  • Margem inferior: 2,0 cm
  • Margem esquerda: 3,0 cm (justificado)
  • Margem direita: 2,0 cm (justificado)
  • Cabeçalho: 1,25 cm
  • Rodapé: 1,25 cm
  • Paragrafação e Espaçamento:
  • Paragrafação direta com recuo da primeira linha de 1,25 cm
  • Espaçamento antes: 6 pt
  • Espaçamento depois: 0 pt
  • Espaçamento do texto geral: 1,5 linha
  • Espaçamento das citações e notas de rodapé: simples
  • Espaçamento entre capítulo e texto: duplo
  • Espaçamento entre tópico e texto: 1,5 linha
  • Espaçamento entre subtópico e texto: 1,5 linha

COMO FAZER A REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Referência bibliográfica é a relação ordenada de todas as obras citadas ao longo do trabalho. A apresentação das obras é feita em folha separada, logo após a conclusão e segue as normas da ABNT para referências bibliográficas.

Os documentos lidos, porém não citados no trabalho, poderão ser apresentados em outra lista, nomeada de Bibliografia Recomendada ou Obras Consultadas.

a) Livros SOBRENOME, Nome. Título. Edição. Cidade de publicação: Editora, ano de publicação. Exemplo: CHAUI, Marilena. O que é ideologia. 42. ed. São Paulo: Brasiliense, 1997.

Até três autores : indica-se o nome dos três autores. Exemplo: JARDILINO, J. R. L.; ROSSI, G.; SANTOS, G. T. Orientações metodológicas para elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Gois Editora e Publicidade, 2000.

Mais de três autores : indicar o nome do organizador ou do coordenador da obra. Exemplo: DANTAS, Audálio (org.). Repórteres. São Paulo: Editora SENAC, 1998.

Referência bibliográfica de parte da obra ou capítulo. SOBRENOME, Nome do autor do capítulo. Título do capítulo. In: SOBRENOME, Nome do autor do livro. Título do livro. Edição. Cidade de publicação: Editora, ano de publicação. Exemplo: MEIRELLES, Domingos. Acerto de Contas. In: DANTAS. Audálio (org.). Repórteres. São Paulo: Editora SENAC, 1998.

b) Artigos de publicações periódicas SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico , cidade de publicação: Editor, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês e ano. Exemplo: SILVA, Dalmo O. Souza. Ágora ou o Zoológico Humano?- uma contribuição para o debate sobre os Reality Shows. Cenários da Comunicação , São Paulo: UNINOVE, v. 1, n. 1, p. 57-71, set. 2002.

c) Artigo de jornal SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do Jornal , cidade, data. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final. Exemplo: CARDOSO, Raquel. Zeca, o pivô da guerra das cervejas. Diário de S. Paulo , São Paulo, 16 de março de 2004. Economia, p. B3.

d) Livro (meio eletrônico) Os elementos sãos os mesmos do livro ou da parte do livro, porém acrescidos do endereço eletrônico e data de acesso (se o meio for on line). ASSIS, M. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 1a. Ed. São Paulo: VirtualBooks, 2000. Disponivel em: HTTP://virtualbooks.terra.com.br/freebook/por/download/ Memorias_Posturmas de Bras Cubas.pdf. Acesso em: 18 out.2010.

e) FERREIRA. A. B. de H. Novo dicionário Aurélio. 3. Ed. São Paulo: Positivo, 2012. 1 CD- ROM. f) Periódico (meio eletrônico) – Os elementos essenciais são os mesmos da parte do periódico, porém acrescido do endereço eletrônico e data de acesso (se o meio for on line). BIARNÉS. J. O significado da escola nas sociedades do século XXI. Eccos – Revista Científica, São Paulo, v. 6, n.2, p.107-128, jul/dez.2004. Disponível em: HTTP:// portal.uninove.br/marketing/cope/pdfs_revistas/eccos_v6n2/ eccosv6n2_jeanbianes_traddesire.pdf>.Acesso em 18 out. 2010.

g) Trabalho acadêmico Os elementos essenciais são: autor (es) do trabalho acadêmico, título do trabalho acadêmico, data da apresentação, definição do trabalho (dissertação, monografia, tese etc.), titulação visada, instituição acadêmica (incluindo escola, faculdade, fundação etc.), local e data da publicação.

MODELO DE SUMÁRIO

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