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Conhecimento
Tipologia: Notas de estudo
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PROFESSORA VERA LÚCIA DE CASTRO ([email protected])
2º. Planejamento das aulas de LPT no Tradutor II
27/04 – Tipos de conhecimento – O que é conhecer?
MAIO
04 – Conhecimentos: Empírico, Teológico, Filosófico e Científico
11 - Palestra sobre o livro Formação Filosófica..
18- O método Científico
25 - O discurso dissertativo de caráter científico
JUNHO
01 - A importância da citação e como fazê-la e formatação do projeto.
08 – Elaboração final do projeto
15 - Entrega do projeto – AV2.
22- Prova Av3 e trabalhos pendentes.
(O texto abaixo foi extraído de: BERVIAN, Pedro A., CERVO, Amado L. O Histórico do Método Científico. In: Metodologia Científica. 5. ed., São Paulo: Prentice Hall, 2002.) “O homem não age diretamente sobre as coisas. Sempre há um intermediário, um instrumento entre ele e seus atos. Isso também acontece quando ele faz ciência, quando investiga cientificamente. Ora, não é possível fazer um trabalho científico sem conhecer os instrumentos. E esses se constituem de uma série de termos e de conceitos que devem ser claramente distinguidos, de conhecimentos a respeito das atividades cognoscitivas 1 que nem sempre entram na constituição da ciência, de processos metodológicos que devem ser seguidos, a fim de chegar-se a resultados de cunho científico e, finalmente, é preciso imbuir- se de espírito científico. (p. 6) (...) O que é conhecer? É uma revelação que se estabelece entre o sujeito que conhece e o objeto conhecido. No processo de conhecimento, o sujeito cognoscente se apropria, de certo modo, do objeto conhecido. Se a apropriação é física, sensível, por exemplo, a representação de uma onda luminosa, de um som, o que acarreta uma modificação de um órgão corporal do sujeito
1 Cognoscitivo: que tem a faculdade de conhecer.
cognoscente, tem-se um conhecimento sensível. Tal tipo de conhecimento é encontrado tanto em animais como no homem. Se a representação não é sensível, o que ocorre com realidades, tais como conceitos, verdades, princípios e leis, tem-se então um conhecimento intelectual. O conhecimento sempre implica uma dualidade de realidade: de um lado, o sujeito cognoscente e, de outro, o objeto conhecido, que está possuído, de certa maneira, pelo cognoscente. O objeto conhecido pode, às vezes, fazer parte do sujeito que conhece. Pode-se conhecer a si mesmo, pode-se conhecer e pensar os seus pensamentos. Mas nem todo o conhecimento é pensamento. O pensamento é atividade intelectual. Pelo conhecimento o homem penetra nas diversas áreas da realidade para dela tomar posse. Ora, a própria realidade apresenta níveis e estruturas diferentes em sua própria constituição. Assim, a partir de um ente, fato ou fenômeno isolado, pode-se subir até situá-lo dentro de um contexto mais complexo, ver seu significado e função, sua natureza aparente e profunda, sua origem, sua finalidade, sua subordinação e outros entes; enfim, sua estrutura fundamental com todas as implicações daí resultantes. Essa complexidade do real, objeto de conhecimento, ditará, necessariamente, formas diferentes de apropriação por parte do sujeito cognoscente. Essas formas darão os diversos níveis de conhecimento segundo o grau de penetração do conhecimento e conseqüente posse mais ou menos eficaz da realidade, levando ainda em conta a área ou estrutura considerada. Com relação ao homem, por exemplo, pode-se considerá-lo em seu aspecto externo e aparente e dizer uma série de coisas que o bom senso dita ou a experiência cotidiana ensinou. Pode-se, também, questioná-lo quanto à sua origem, sua realidade e destino e pode-se, ainda, investigar o que dele foi dito por Deus através dos profetas e de seu enviado Jesus Cristo. Finalmente, pode-se estudá-lo com propósito mais científico e objetivo, investigando experimentalmente as relações existentes entre certos órgãos e suas funções. (p. 7) Têm-se, assim, quatro espécies de considerações sobre a mesma realidade; o homem, conseqüentemente o pesquisador, está se movimentando dentro de quatro níveis diferentes de conhecimento. O mesmo pode ser feito com outros objetos de investigação. Têm-se, então, conforme o caso: a) conhecimento empírico; b) conhecimento científico; c) conhecimento filosófico; d) conhecimento teológico.” (p. 8)
(O texto abaixo foi extraído de: KÖCHE, José Carlos. Fundamentos de Metodologia Científica: Teoria da Ciência e Iniciação à Pesquisa. Petrópolis: Vozes, 2002.) “A forma mais usual que o homem utiliza para interpretar a si mesmo, o seu mundo e o universo como um todo, produzindo interpretações significativas, isto é, conhecimento, é a do senso comum, também chamado de conhecimento ordinário, comum ou empírico”. (p. 23)
assaltante, o viciado em tóxicos, o bêbado ou o assassino. Dependendo das circunstâncias de seu uso, adquire uma ou outra conotação. Essa vaguidade, essa falta de especificidade da linguagem que dificulta a delimitação da significação dos conceitos, impossibilita a realização de experimentos controlados que permitam estabelecer com clareza quais manifestações dos fatos ou fenômenos se transformam em evidências que contrariam ou que corroboram determinado juízo de uma crença, uma vez que não estão explicitadas quais manifestações empíricas dos fatos ou dos fenômenos lhe são atribuídos.
(O texto abaixo foi extraído de: OLIVEIRA, Silvio Luiz de. Tratado de metodologia científica: projetos de pesquisas, TGI, TCC, monografias, dissertações e teses. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.) “A religião existiu e existe em todos os povos. Para as grandes massas do passado e do presente dogmas e ritos, que são aceitos pela fé e não podem ser provados e nem se admite a crítica, porque ela é a única fonte de verdade. Baseia-se na trilogia Fé-Medo-Esperança. (...) Pela ação direta e contínua de forças fictícias e agentes sobrenaturais – magias, misticismos, fetiches, duendes, demônios, espíritos, deuses, Deus etc. – cuja intervenção arbitrária explica todas as anomalias aparentes do universo. Baseia-se em textos sagrados – Veda para os hindus, Alcorão para os muçulmanos, Talmud para os judeus e a Bíblia para os cristãos. São textos sagrados que ultrapassam os séculos e são interpretados por milhares de seitas religiosas, por profundos estudiosos e também por ignorantes. O Estado Teológico abrange 3 fases:
Na religião judaico-cristã, Deus é o único criador de tudo que existe e se atribui a ele a responsabilidade de tudo que acontece no mundo: a criação do homem e dos animais, sua existência, transformação e fim; a criação do universo e dos fenômenos naturais, tanto as coisas boas como as coisas ruins que acontecem com os seres humanos. O conhecimento religioso busca, dessa forma, encontrar explicações para tudo o que aconteceu com o ser humano e procura estudar as questões referentes ao conhecimento das divindades, de seus atributos e relações com o mundo e com os homens. Sacerdotes, rabinos, pastores e outros intérpretes são os interlocutores entre os seres comuns e Deus. “A verdade religiosa fundamenta-se nos textos sagrados.” (p. 74)
3 – CONHECIMENTO FILOSÓFICO -A atitude crítica A primeira característica da atitude filosófica é negativa, isto é, um dizer não aos “pré- conceitos”, aos “pré-juízos”, aos fatos e às idéias da experiência cotidiana, ao que “todo mundo diz e pensa”, ao estabelecido. Numa palavra, é colocar entre parênteses nossas crenças para poder interrogar quais são suas causas e qual é seu sentido. A segunda característica da atitude filosófica é positiva, isto é, uma interrogação sobre o que são as coisas, as idéias, os fatos, as situações, os comportamentos, os valores, nós mesmos. É também uma interrogação sobre o porquê e o como disso tudo e de nós próprios. “O que é?” “Por que é”? “Como é?” Essas são indagações fundamentais da atitude filosófica. A face negativa e a face positiva da atitude filosófica constituem o que chamamos de atitude crítica. Por que “crítica”? (...) A palavra crítica vem do grego e possui três sentidos: a) capacidade para julgar, discernir e decidir corretamente; 2) exame racional de todas as coisas sem preconceito e sem pré-julgamento; 3) atividade de examinar e avaliar detalhadamente uma ideia, um valor, um costume, um comportamento, uma obra artística ou científica. A atitude filosófica é uma atitude crítica porque preenche esses três significados da noção de crítica. (Texto extraído de: CHAUÍ, Marilena. Convite à Filosofia. São Paulo, Ática, 2008. p. 18)
“O conhecimento científico vai além do empírico, procurando conhecer, além do fenômeno, suas causas e leis. Para Aristóteles o conhecimento só se dá de maneira absoluta quando sabemos qual a causa que produziu o fenômeno e o motivo, porque não pode ser de outro modo; é o saber através da demonstração. A ciência, até a Renascença^4 , era tida como um sistema de proposições rigorosamente demonstradas, constantes e gerais que expressam as relações existentes entre seres, fatos e fenômenos da experiência. O conhecimento científico era caracterizado como: a) certo, porque sabe explicar os motivos de sua certeza, o que não acontece com o conhecimento empírico; b) geral, no sentido de conhecer no real o que há de mais universal e válido para todos os casos da mesma espécie. A ciência, partindo do indivíduo concreto, procura o que nele há de comum com os demais da mesma espécie; c) metódico e sistemático. O cientista não ignora que os seres e fatos estão ligados entre si por certas relações. O seu objetivo é encontrar e reproduzir esse encadeamento. Alcança-o por meio do conhecimento ordenado de leis e princípios. A essas características acrescentam-se outras propriedades da ciência, como a objetividade, o interesse intelectual e o espírito crítico.
4 Renascença: movimento artístico e científico dos sécs. XV e XVI, que pretendia ser um retorno à Antigüidade Clássica.
(O texto abaixo foi extraído de: RICHARDSON, Roberto Jarry. Pesquisa Social: métodos e técnicas. 3. ed. rev. e ampl. São Paulo: Atlas, 1999) “Quando uma pessoa utiliza o método científico para investigar ou estudar a natureza, está pensando cientificamente. Assim, todo cientista deve pensar cientificamente quando está pesquisando um fenômeno mediante o método científico. Mas o que significa pensar cientificamente? Significa pensar criticamente. Seguindo as idéias de Vieira Pinto 5 , significa compreender a exigência de que o conhecimento deve ser submetido por parte do pesquisador a uma reflexão para descobrir conexões necessárias entre as idéias e revelar as condições que definirão a verdade dos enunciados emitidos: (p. 25)
O pensamento deve proceder segundo determinações regulares que assegurarão a certeza dos resultados obtidos no empenho de conhecer a realidade... Saber que sabe, porque sabe e como sabe. (SOARES, 1985: 38)
Cabe destacar que qualquer pessoa, no dia-a-dia, “pode pensar como cientista”; basta que pense criticamente a realidade, usar a evidência empírica, ter um raciocínio lógico e possuir uma atitude céptica (questionamento constante das crenças e conclusões). Existem diversas etapas que devem estar presentes no uso do método científico :
5 PINTO, Álvaro Vieira. Ciência e existência. São Paulo: Paz e Terra, 1985. (p. 38)
estrutura molecular do vírus HIV é realista. As melhores perguntas são formuladas utilizando como, que, e quando. As perguntas que incluem a expressão por que não têm uma resposta fácil desenvolvida pelo método científico. (...)
Para exemplificar, observemos as palavras de Otaviano Pereira, que narra as etapas citadas, anteriormente, no caso específico da invenção da vacina contra a varíola, desenvolvida na Inglaterra por um cientista chamada Jenner:
(lição extraída de PLATÃO E FIORIN. Para entender o texto – Leitura e Redação. Ática. São Paulo, 2001.
Observe os dois enunciados abaixo: a) A inflação corrói o salário do operário.
b) (^) Eu afirmo que a inflação corrói o salário do operário.
Qualquer enunciado pressupõe que alguém o tenha produzido, uma vez que nenhuma construção linguística surge sem que alguém a tenha elaborado. Os dois enunciados acima pretendem transmitir o mesmo conteúdo: a inflação corrói o salário do operário. Há, no entanto, uma diferença entre eles. No primeiro, o enunciador (aquele que produz o enunciado) ausentou-se do enunciado, não colocando nele nem o eu, que indica aquele que fala, nem um verbo que significa o ato de dizer. No segundo, ao contrário, ao dizer “eu afirmo”, o enunciador inseriu-se no enunciado, explicitando quem é o responsável por sua produção. No primeiro caso, pretende-se criar um efeito de sentido de objetividade, pois se enfatizam as informações a serem transmitidas; no segundo, o que se quer é criar um efeito de sentido de subjetividade, mostrando que a informação veiculada é o ponto de vista de um indivíduo sobre a realidade.
Usa-se um ou outro modo de construir os enunciados em função dos efeitos de sentido que se quer criar. Há textos que são mais convincentes se forem elaborados de maneira a criar efeitos de sentido de objetividade. Outros persuadem melhor se mostrarem um efeito de subjetividade.
O discurso dissertativo de caráter científico deve ser elaborado de maneira a criar um efeito de sentido de objetividade, pois pretende dar destaque ao conteúdo das informações feitas (ao enunciado) e não à subjetividade de quem as proferiu (ao enunciador). Quer concentrar o debate nesse foco e por isso adota expedientes que, de um lado, procuram neutralizar a presença do enunciador nos enunciados e, de outro, põem em destaque os enunciados, como se eles subsistissem por si mesmos. É claro que se trata de um artifício linguístico, porque sempre, por trás do discurso enunciado, está o enunciador com sua visão de mundo.
Para neutralizar a presença do enunciador, isto é, daquele que produz o enunciado, usam-se certos procedimentos linguísticos, que passaremos a expor:
a) Evitam-se os verbos de dizer na primeira pessoa (digo, acho, afirmo, penso etc.) e com isso procura-se eliminar a idéia de que o conteúdo de verdade contido no enunciado seja mera opinião de quem o proferiu, e sugerir que o fato se impõe por si mesmo.
Não se diz, portanto:
Eu afirmo que os modelos científicos devem ser julgados pela sua utilidade.
Mas simplesmente:
Os modelos científicos devem ser julgados pela sua utilidade.
b) Quando, eventualmente, se utilizam verbos de dizer, são verbos que indicam certeza e cujo efeito se dilui sob a forma de um elemento de significação ampla e impessoal, indicando que o enunciado é produto de um saber coletivo, que se denomina ciência. Assim, o enunciador vem generalizado por nós em vez de eu ou indeterminado, como nos casos que seguem:
Ou
Ou ainda,
Em geral, não se usa a primeira pessoa do singular no discurso científico.
c) A exploração do valor conotativo das palavras não é apropriada ao enunciado científico. Nele, os vocábulos devem ser definidos e ter um só significado. Num texto de astronomia, lua significa satélite da Terra e não astros dos loucos e enamorados.
d) Como nesse tipo de discurso deve usar-se a língua padrão na sua expressão formal, não se ajusta a ele o uso das gírias ou quaisquer usos lingüísticos distanciados da modalidade culta e formal da língua.
Além de procurar neutralizar a figura do enunciador, o discurso dissertativo de caráter científico procura destacar o conteúdo de verdade dos enunciados. Esse valor de verdade é criado pela fundamentação das ideias e pela argumentação.
Vamos expor alguns expedientes que servem para fundamentar esse tipo de enunciado e aumentar seu poder de persuasão:
a) (^) O argumento de autoridade
Apóia-se uma afirmação no saber notório de uma autoridade reconhecida num
certo domínio do conhecimento. É um modo de trazer para o enunciado o peso e a credibilidade da autoridade citada.
Observe o enunciado que segue:
Como o próprio nome indica, são os elementos que antecedem o texto. Uma apresentação adequada permite que o leitor identifique o autor do trabalho, o tema e a instituição de ensino, além de despertar o interesse do leitor em conhecer seu trabalho.
Capa é a cobertura de papel ou de outro material, flexível (brochura) ou rígida (capa dura ou cartonada), que reúne e protege as folhas que constituem o trabalho. Contém os seguintes elementos: o nome do autor na ordem normal com letras maiúsculas ( no alto da página) ; o título completo do trabalho ( no centro da página) ; nome da instituição, a cidade e o ano ( embaixo ). (Ver p. 7)
Também chamada de página de rosto, apresenta os seguintes elementos: o nome completo do autor ( no alto) , se o trabalho foi escrito por mais de um autor, relacionar os nomes em ordem alfabética; o título completo do trabalho ( no centro da página) ; indicação da natureza do trabalho, seu objetivo acadêmico, a instituição a que se destina e nome do professor orientador do trabalho ( abaixo do título e à direita) ; nome da instituição de ensino , cidade e ano da realização do trabalho ( embaixo). (Ver p. 8)
3 – ELEMENTOS TEXTUAIS Esta é a parte em que o trabalho é apresentado e desenvolvido. Os elementos textuais são compostos por: introdução, desenvolvimento e conclusão.
Neste sentido, cabe, também, na introdução uma breve antecipação do que cada capítulo tratará. Isto ajuda a se perceber a articulação do trabalho com um todo.” (p. 61-62)
A citação é a referência de uma idéia extraída da obra de outro autor. A utilidade da citação é dar suporte, ratificar e fundamentar as idéias que o autor deseja transmitir, aclarar ou questionar em relação ao tema em discussão. Para citar a idéia de outro autor, no entanto, deve-se seguir algumas regras e identificar os diferentes tipos de citação.
A citação superior a cinco linhas deverá ser apresentada em parágrafo separado do texto do autor, com o dobro do recuo da primeira linha, com espaço duplo antes e depois da
A numeração de páginas será em algarismos arábicos quando o trabalho apresentar pouco elementos textuais. Nesse caso, todas as folhas, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente, mas não numeradas. A numeração é colocada a partir da primeira folha da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior.
ESPAÇAMENTO E PARAGRAFAÇÃO
Referência bibliográfica é a relação ordenada de todas as obras citadas ao longo do trabalho. A apresentação das obras é feita em folha separada, logo após a conclusão e segue as normas da ABNT para referências bibliográficas.
Os documentos lidos, porém não citados no trabalho, poderão ser apresentados em outra lista, nomeada de Bibliografia Recomendada ou Obras Consultadas.
a) Livros SOBRENOME, Nome. Título. Edição. Cidade de publicação: Editora, ano de publicação. Exemplo: CHAUI, Marilena. O que é ideologia. 42. ed. São Paulo: Brasiliense, 1997.
Até três autores : indica-se o nome dos três autores. Exemplo: JARDILINO, J. R. L.; ROSSI, G.; SANTOS, G. T. Orientações metodológicas para elaboração de trabalhos acadêmicos. São Paulo: Gois Editora e Publicidade, 2000.
Mais de três autores : indicar o nome do organizador ou do coordenador da obra. Exemplo: DANTAS, Audálio (org.). Repórteres. São Paulo: Editora SENAC, 1998.
Referência bibliográfica de parte da obra ou capítulo. SOBRENOME, Nome do autor do capítulo. Título do capítulo. In: SOBRENOME, Nome do autor do livro. Título do livro. Edição. Cidade de publicação: Editora, ano de publicação. Exemplo: MEIRELLES, Domingos. Acerto de Contas. In: DANTAS. Audálio (org.). Repórteres. São Paulo: Editora SENAC, 1998.
b) Artigos de publicações periódicas SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do periódico , cidade de publicação: Editor, número do volume, número do fascículo, páginas inicial-final, mês e ano. Exemplo: SILVA, Dalmo O. Souza. Ágora ou o Zoológico Humano?- uma contribuição para o debate sobre os Reality Shows. Cenários da Comunicação , São Paulo: UNINOVE, v. 1, n. 1, p. 57-71, set. 2002.
c) Artigo de jornal SOBRENOME, Nome. Título do artigo. Título do Jornal , cidade, data. Número ou título do caderno, seção ou suplemento, páginas inicial-final. Exemplo: CARDOSO, Raquel. Zeca, o pivô da guerra das cervejas. Diário de S. Paulo , São Paulo, 16 de março de 2004. Economia, p. B3.
d) Livro (meio eletrônico) Os elementos sãos os mesmos do livro ou da parte do livro, porém acrescidos do endereço eletrônico e data de acesso (se o meio for on line). ASSIS, M. Memórias Póstumas de Brás Cubas. 1a. Ed. São Paulo: VirtualBooks, 2000. Disponivel em: HTTP://virtualbooks.terra.com.br/freebook/por/download/ Memorias_Posturmas de Bras Cubas.pdf. Acesso em: 18 out.2010.
e) FERREIRA. A. B. de H. Novo dicionário Aurélio. 3. Ed. São Paulo: Positivo, 2012. 1 CD- ROM. f) Periódico (meio eletrônico) – Os elementos essenciais são os mesmos da parte do periódico, porém acrescido do endereço eletrônico e data de acesso (se o meio for on line). BIARNÉS. J. O significado da escola nas sociedades do século XXI. Eccos – Revista Científica, São Paulo, v. 6, n.2, p.107-128, jul/dez.2004. Disponível em: HTTP:// portal.uninove.br/marketing/cope/pdfs_revistas/eccos_v6n2/ eccosv6n2_jeanbianes_traddesire.pdf>.Acesso em 18 out. 2010.
g) Trabalho acadêmico Os elementos essenciais são: autor (es) do trabalho acadêmico, título do trabalho acadêmico, data da apresentação, definição do trabalho (dissertação, monografia, tese etc.), titulação visada, instituição acadêmica (incluindo escola, faculdade, fundação etc.), local e data da publicação.
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