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Quimica Organica
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!





























































































PRESIDENTE D A REPÚBLIC A Luiz Inácio Lula da Silva
M INISTRO D A EDUC AÇ ÃO Fernando Haddad
GOVERN ADO R DO EST AD O DO PI AUÍ José W ellington Barroso de Araújo Di as
REITOR D A UNIVERSIDAD E FEDERAL DO PI AUÍ Luiz de Sousa Santos Júnior
SECRET ÁRIO DE EDUC AÇ ÃO A DIST ÂNCI A DO M EC Carl os Eduardo Bielschowsky
COORDE N ADO R GER AL DA UNIVERSID ADE ABE RT A DO BR ASIL Celso Costa José da Costa
DIRETO R DO CENTRO DE EDUC AÇ ÃO ABERT A A DIST ÂNCI A D A UFPI Gildásio Guedes Fernandes
DIRETO R DO CENTRO DE CIÊNCI AS D A N ATUREZ A Helder Nunes da Cunha
COORDE N ADO R A DO CURSO DE QUÍMICA N A M OD ALID ADE E AD Rosa Lina G om es do Nascimento Perei ra da Silva
COORDE N ADO R A DE M AT ERI AL DI D ÁTICO DO CE AD/UFPI Cleidi nal va Mari a Barbosa Olivei ra
DI AGR AM AÇ ÃO Diego Albert
COORDE N ADO R DE REVISÃO DE TEX TO Nazi ozênio Antonio Larcerda
REVIS ÃO Francisca das Dores Olivei ra Araújo
orgânicos, ácidos e bases alifáticas e aromáticas, bases heterocíclicas e definição de ácido e bases duras e moles. Estas propriedades das moléculas orgânicas são o foco desta unidade, e discutiremos os termos fundamentais a ela relacionados, além de aplicar os conhecimentos dessa área da Química Orgânica para o melhor entendimento da estrutura dos compostos orgânicos.
Unidade 4 – Estudaremos a reação de substituição nucleofílica em átomo de carbono saturado; o mecanismo, a estereoquímica, e o efeito de grupos que entram e que saem das moléculas em questão reações com ênfase e derivados mais importantes, bem como os processos industriais de obtenção destes serão também abordados.
Unidade 5 – Trataremos da reação de substituição eletrofílica e nucleofílica em sistemas aromáticos como: nitração, diazoacoplamento, halogenação, sulfonação, alquilação, acilação, ataque nucleofílico em espécies aromáticas, efeito de substituintes, equação de Hammet; buscando sempre uma interação entre esta importante classe de reações orgânicas que são fundamentais para os processos industriais e as principais reações envolvidas.
Unidade 6 – Trata do estudo dos mecanismos de reações orgânicas pertencentes a Química Orgânica II, envolvendo íons carbônio e átomos de nitrogênio e oxigênio deficientes de elétrons. Será dada uma atenção especial para os métodos de formação, estabilidade, estrutura e reações.
Unidade 7 – Nesta unidade, o aluno terá a oportunidade de conhecer e aprender algumas reações de adição como: adição eletrofílica e nucleofílica à ligação dupla carbono-
carbono, adição nucleofílica à ligação dupla carbono-oxigênio, adição a dienos conjugados. Essas reações quando feitas em laboratório, pela primeira vez, devem ser tomadas algumas precauções a respeito dos reagentes e produtos envolvidos na reação.
Unidade 8 – Serão apresentadas as reações de eliminação e os mecanismo E1, E1cB e E2, eliminação versus substituição, em compostos orgânicos.
Unidade 9 – Trata do estudo dos mecanismos de reações orgânicas pertencentes à classe que envolve íons carbânions; da formação, estabilidade, estereoquímica e das reações mais importantes desta classe: íons negativos.
Unidade 10 – Será estudada a reação dos compostos orgânicos com radicais, e ainda, o mecanismo, a estereoquímica, o processo de formação, detecção e reações envolvendo radicais.
Unidade 11 – Nesta unidade, trataremos das reações controladas por simetria de orbitais, das reações eletrocíclicas, cicloadição e rearranjos sigmatrópicos de carbono e hidrogênio, buscando de fato entender como as reações orgânicas ocorrem e quais são permitidas ou proibidas, por simetria, viabilizando melhor entendimento dos mecanismos e o porquê de alguns produtos serem formados com maior prioridade nas reações orgânicas.
Mas o mecanismo real de hidrólise pode muito bem ter mudado ao se ter alterado o solvente, de tal modo que não ficamos a
Orbitais atômicos O átomo de carbono tem seis elétrons que segundo a teoria da estrutura atômica de Bohr, estão dispostos em órbitas a distância crescente do núcleo. Estas órbitas correspondem a níveis de energia gradualmente crescentes. A de energia mais baixa, 1 s , acomodando 2 elétrons, a seguinte, 2 s , acomodando também dois elétrons e os 2 elétrons restantes do átomo de carbono indo ocupar o nível 2 p , que é capaz de acomodar um total de 6 elétrons. O principio da incerteza de Heisenberg e a visão da mecânica-ondulatória do elétron tornaram necessário eliminar algo definido com tanta precisão como descritos por
foram substituídas por orbitais atômicos tridimensionais com diferentes níveis de energia. O tamanho, forma e orientação destes orbitais atômicos, regiões em que há máxima probabilidade de se encontrar um elétron correspondem a um nível de energia quantificado e são delineados por uma função
bastantes semelhantes a mapas de contorno eletrônico
de encontrar um elétron num dado ponto do orbital. A teoria dos orbitais moleculares ( OM ) constitui uma alternativa para se ter uma visão da ligação. De acordo com este enfoque, todos os elétrons de valência têm uma influência na estabilidade da molécula (Elétrons dos níveis inferiores também podem contribuir para a ligação, mas para muitas moléculas simples o efeito é demasiado pequeno). A teoria do OM considera que os orbitais atômicos ( OA s) do nível de valência deixam de existir quando a molécula se forma, sendo
substituídos por um novo conjunto de níveis energéticos que correspondem a novas distribuições da nuvem eletrônica (densidade de probabilidade). Esses novos níveis energéticos constituem uma propriedade da molécula como um todo e são chamados, consequentemente, de orbitais moleculares. O cálculo das propriedades dos orbitais moleculares é feito comumente, assumindo que os OA s se combinam para formar OM. As funções de onda dos OA s são combinados matematicamente para produzir as funções de onda dos OM resultantes. O processo é remanescente da mistura de orbitais atômicos puros para formar orbitais híbridos, exceto que, na formação de OM , OA de mais de um átomo são combinados ou misturados. No entanto, como no caso da hibridização, o número de orbitais novos formados é igual ao número de OA originários da combinação. Da mesma maneira que nos orbitais atômicos, estamos interessados em dois aspectos moleculares:
átomo A (Figura 1a) deve, porém, ser modificado para levar em conta a variação de r entre -∞ e +∞, resultando no diagrama mostrado na figura 1b.
Figura 1 - Diagramas de ψ versus r para o orbital 1 s.
Os seis elétrons do átomo de carbono estão acomodados em orbitais atômicos de nível de energia crescente até que todos estejam classificados (principio de Auf
combina-se com três outros átomos, no eteno, três orbitais atômicos híbridos sp^2 dispostos em ângulos de 120º no mesmo plano (hibridização trigonal plana), e quando o átomo de carbono combina-se com dois outros átomos de carbono, etino, são utilizados dois orbitais atômicos híbridos sp^1 dispostos a ângulos de 180º (hibridização diagonal), em cada caso o orbital s está sempre envolvido, visto que é o de mais baixo nível de energia.
LIGAÇÕES EM COMPOSTOS DE CARBONO Teoria de Ligação de Valência. Uma ligação covalente ocorre quando dois átomos se aproximam (distância ótima = comprimento da ligação) de modo que um orbital de um dos átomos, ocupado por um elétron, se superpõe a um orbital do outro átomo, também com um elétron.
A força da ligação depende do grau de superposição dos orbitais. O grau de superposição entre os OA foi calculado e seu valor é: Orbital Grau de superposição s 1, p 1, sp 1, sp^2 1, sp^3 2,
Teoria do orbital molecular (OM) A teoria do OM constitui numa alternativa para se ter uma visão da ligação. De acordo com este enfoque, todos os
elétrons de valência têm uma influência na estabilidade da molécula (elétrons dos níveis inferiores também podem contribuir para a ligação, mas para muitas moléculas simples o efeito é pequeno). Além disso, a teoria OM considera que os OA do nível de valência deixam de existir quando a molécula se forma, sendo substituídos por um novo conjunto de níveis energéticos que correspondem a novas distribuições da nuvem eletrônica. Esses novos níveis energéticos constituem uma propriedade da molécula como um todo e são chamados, consequentemente de orbitais moleculares. Observando os OM que são formados quando dois átomos idênticos se ligam numa molécula diatômica, usando um enfoque simples, consideremos que um OA de um átomo se combina com um OA de um segundo átomo para formar dois OM. Para que esse processo seja efetivo, duas condições devem ser favorecidas: