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APARELHO CARDIOVASCULAR
Tipologia: Notas de estudo
Oferta por tempo limitado
Compartilhado em 14/03/2016
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São José dos Campos 2013
4°/ 5° Semestre:
B1656J-0 Bruno Carlos Barbosa
B0313G-8 Carla Caroline Inocêncio
A74DGE-0 Carol Príscila Barbosa
B063GH-0 Gabriela Olímpia Batista
A773AF-4 Giovanni Ricardo Monfredini
A79456-5 Mayara Cristina de Faria Souza
B100DG-3 Monique Lopes Decressenzo
B07832-4 Paloma Augusta Alves
B16BDE-3 Vanéia Cristina Marqueto da Silva
A98FBF-6 Venosmara Gomes de Abreu
Trabalho da disciplina de Atividade Prática Supervisionadas, dos alunos do curso de graduação em Enfermagem, 4º e 5º semestres, diurno.
Profª: Ana Flávia
Fisiopatologia
A angina do peito ou angina pectoris, é uma dor ou desconforto transitório localizado na região anterior do tórax, percebido como uma sensação de pressão, aperto ou queimação.
A angina de peito ocorre quando o músculo cardíaco (miocárdio) não recebe uma quantidade suficiente de sangue e oxigênio. Este processo é chamado de isquemia miocárdica ou isquemia coronariana, pois se relaciona com as artérias coronárias.
Esta deficiência de oxigenação pode ser fruto de um aumento das suas necessidades, por uma diminuição da oferta, ou ainda, por ambos os mecanismos. As necessidades de oxigênio do coração são determinadas pelo grau do esforço de seu funcionamento, isto é, pela freqüência e a intensidade dos batimentos cardíacos.
O esforço físico e as emoções aumentam o trabalho do coração e a demanda (necessidade) de oxigênio por parte deste órgão. As artérias coronárias que apresentam algum estreitamento, aonde o fluxo do sangue para o miocárdio não pode ser aumentado para suprir uma maior necessidade de oxigênio, podem ocasionar crises de angina do peito.
A principal causa da angina do peito é a doença arterial coronariana, ou seja, a presença de placas de gordura (ateromas) na parede das artérias do coração. A angina do peito poderá ser decorrente de outras causas, incluindo a cardiopatia hipertensiva (doença cardíaca causada pela hipertensão arterial) e as doenças das válvulas cardíacas, especialmente o estreitamento da válvula aórtica (estenose aórtica), que é a via de saída de sangue para fora do coração.
As doenças do músculo cardíaco ou cardiomiopatias (tipos dilatada e hipertrófica) são outra causa de angina do peito. Estas doenças caracterizam-se respectivamente, por uma dilatação e um espessamento anormal do miocárdio, acarretando um aumentando da necessidade de oxigênio por parte deste músculo.
Sinais e sintomas
Nem todos os indivíduos com isquemia miocárdica apresentam angina do peito. Este processo é chamado de isquemia miocárdica silenciosa. Os pacientes costumam perceber as crises de angina do peito como uma sensação de pressão, aperto ou queimação, na região central do tórax.
A dor também pode atingir os ombros ou irradiar-se pela face interna dos membros superiores, costas, pescoço, maxilar ou região superior do abdome.
Muitos indivíduos descrevem a sensação mais como um desconforto ou uma pressão do que uma dor propriamente dita. Tipicamente a angina do peito é desencadeada pela atividade física, dura alguns poucos minutos (3 a 15 minutos) e desaparece com o repouso ou com o uso de nitratos (vasodilatadores coronarianos).
A dor da angina do peito não costuma piorar com a respiração ou movimentação do tórax. O estresse emocional também pode desencadear ou piorar as crises de angina do peito.
A angina do peito poderá ser chamada de estável, instável ou variante. A angina do peito estável é aquela que apresenta sempre as mesmas características, ou seja, seu fator desencadeante, intensidade e a sua duração costumam serem sempre os mesmos. Na angina do peito instável, o desconforto passa a ter uma maior freqüência, intensidade ou duração, muitas vezes, aparecendo ao repouso.
A angina do peito instável é uma emergência médica, pois poderá evoluir para um infarto do miocárdio ou até a morte.
A angina do peito instável geralmente é fruto da ruptura de uma placa de gordura (acidente da placa de ateroma) em uma artéria coronária, levando a formação de um trombo que interrompe parcialmente o fluxo de sangue para uma área do miocárdio. A angina do peito variante, também chamada de angina de Prinzmetal, é resultante de um espasmo da artéria coronária. Esse tipo de angina do peito é chamado de variante por se caracterizar pela ocorrência de dor com o indivíduo em repouso (geralmente à noite) e não durante o esforço e ainda, por certas alterações eletrocardiográficas típicas.
Diagnóstico
O diagnóstico de angina do peito baseia-se na descrição dos sintomas feita pelo paciente. Entre as crises de angina do peito ou mesmo durante uma crise, o exame físico ou o eletrocardiograma, podem revelar poucas alterações ou mesmo nenhuma. Certos exames auxiliam no diagnóstico e na estimativa da gravidade da isquemia miocárdica, bem como a extensão da doença arterial coronariana.
O teste de esforço ou ergométrico (exame em que o paciente caminha sobre uma esteira enquanto é monitorado através de um eletrocardiograma contínuo) pode ajudar no diagnóstico, sendo geralmente o primeiro exame a ser solicitado depois do eletrocardiograma.
inibidores dos receptores IIB IIIA das plaquetas do sangue. Nitratos e betabloqueadores poderão ser administrados de forma injetável.
Angioplastia coronariana
Este método de tratamento consiste na punção de uma artéria de grande calibre (geralmente a artéria femoral ou radial), na qual será introduzido um cateter com um balão na sua extremidade, direcionando-o até a artéria coronária obstruída. Em seguida, este cateter balão será insuflado sob alta pressão, para comprimir a placa de ateroma contra a parede arterial, desobstruindo a artéria. Nesta ocasião poderá ser liberada uma estrutura metálica, chamada de stent, no local da obstrução coronariana. A angioplastia coronariana, em boa proporção dos pacientes, não é mais eficaz que o tratamento com medicamentos para prevenir o infarto do miocárdio ou morte, no entanto, pode ser mais efetiva no controle dos sintomas de angina do peito.
Cirurgia de ponte de safena (revascularização miocárdica)
A cirurgia de ponte de safena é altamente eficaz nos casos de angina e doença arterial coronariana que comprometa um ou mais locais críticos das principais artérias do coração, aonde realizar uma angioplastia coronariana passa a ser perigoso ou tecnicamente inviável. A cirurgia pode melhorar a tolerância ao exercício, reduzir os sintomas e diminuir o número ou a dose das medicações necessárias. Nesse indivíduo, a cirurgia não emergencial apresenta um risco de morte de 3% ou menos e, uma possibilidade de uma lesão cardíaca (por exemplo, o infarto do miocárdio), inferior a 5%. Com a cirurgia, cerca de 85% dos pacientes obtêm um alívio completo ou muito significativo dos sintomas de angina do peito.
O risco cirúrgico é um pouco mais elevado para os indivíduos com redução da capacidade de contração do coração, infarto do miocárdio prévio, idosos e, em pacientes com um comprometimento mais intenso das artérias coronárias. A cirurgia de ponte de safena consiste no enxerto de veias ou artérias, desde a aorta (a maior artéria do corpo, que conduz o sangue do coração ao restante do organismo) até um ponto da artéria coronária após a obstrução, desviando o sangue.
Em geral, as veias utilizadas para o implante são retiradas do membro inferior. Quase todos os cirurgiões usam pelo menos uma artéria como enxerto. Normalmente a artéria utilizada é a
mamária interna, retirada da região inferior do esterno (osso localizado na região central do tórax). É raro que essas artérias apresentem doença arterial coronariana e mais de 90% delas ainda apresentam um funcionamento adequado dez anos após a cirurgia de ponte de safena. Os enxertos venosos retirados das pernas podem apresentar uma obstrução gradual e, após cinco anos, um terço ou mais podem apresentar uma obstrução completa. Além de aliviar os sintomas da angina do peito, a cirurgia de ponte de safena melhora o prognóstico de alguns indivíduos, especialmente aqueles que apresentam uma doença mais grave, diminuição significativa da força de contração do coração ou são diabéticos
Diagnóstico de enfermagem
Dor aguda relacionada à diminuição do fluxo sanguíneo do miocárdio;
Risco para Débito Cardíaco Diminuído;
Ansiedade que pode estar relacionada a crises situacionais ou mudança do estado de saúde;
Déficit de conhecimento diminuído sobre o distúrbio, necessidades de tratamento, de autocuidado, relacionado à falta de informação;
Ansiedade relacionada com o medo da morte;
Perfusão tissular miocárdica ineficaz secundária a DAC, conforme evidenciado por dor torácica ou sintomas equivalentes;
Falta de adesão, controle ineficaz do regime terapêutico relacionado com a falha em aceitar as alterações necessárias ao estilo de vida.
Intervenções
Investigar os fatores causais e contribuintes como doença subjacente, vasoconstrição, excesso ou déficit de volume de líquidos;
Realizar uma avaliação completa da circulação periférica (p.ex., verificar pulsos periféricos, edema, enchimento capilar, cor e temperatura da extremidade);
Avaliar as pressões da artéria pulmonar, as pressões sistêmicas, o débito cardíaco e a resistência vascular sistêmica, conforme indicado;
Observar sinais e sintomas de débito cardíaco diminuído;
que necessita de muito menor quantidade de nutrientes. Surgem então as áreas de degeneração do cérebro, o enfraquecimento do miocárdio e os pequenos e contraídos rins.
A arteriosclerose afeta toda a árvore arterial em diversos graus, alguns órgão desenvolvendo mais fibrose que outros. Como o miocárdio e os rins são responsáveis pelas manifestações de maior significado destas doenças, a maioria das condições arterioscleróticas está grupada sob o titulo de doenças cardiovasculares-renais.
A aterosclerose pode aparecer em uma de duas formas, com as seguintes características:
Enfraquecimento difuso e destruição da média (camada média) levando a dilatação e prolongamento de qualquer das principais (quando exagerado, nestes pontos surgem o aneurisma);
Degeneração difusa envolvendo a íntima (parede mais interna) sem enfraquecimento da média. O efeito pode ser visível apenas ao exame microscópico, porém pode ser grosseiramente visível nos pequenos segmentos das artérias. Tais ateromas ou placas podem continuar a aumentar até que o vaso seja completamente obstruído. Estas oclusões parecem ocorrer mais frequentemente nas bifurcações arteriais, devido ao constante trauma da pulsação da corrente sanguínea.
O modo como as plaquetas são formadas ainda não está totalmente compreendido. Acreditando-se que elas comecem como faixas de gordura amarela, possivelmente na infância, e parecem aumentar em numero e tamanho com o passar dos anos. As faixas de gordura podem ser produzidas em animais através da alimentação com uma alta dieta em colesterol; isto eleva o nível dos lipídios sanguíneos, causando uma condição denominada hiperlipidemia. Acredita-se que isto predisponha à formação de plaquetas.
Com a evolução da doença, há um espessamento do lúmen arterial, o qual estimula o desenvolvimento de uma circulação colateral. Quando está próxima oclusão total da artéria original, o fluxo sanguíneo reduzido eventualmente leve a trombose. O resultado final é a presença de um segmento completamente obstruído desviado por uma circulação colateral. Obviamente, as colaterais, com uma maior resistência ao fluxo sanguíneo, transportem um fluxo menor que o normal e não respondem às maiores solicitações à distância; isto resulta num aumento da isquemia (uma condição na qual o suprimento sanguíneo é inadequado, porem não tão precário que chegue a causar morte dos tecidos).
Sinais e Sintomas
Os sintomas específicos e sinais de aterosclerose estão na dependência do órgão ou tecido afetado. A aterosclerose coronariana (doença cardíaca), a angina pectoris, o infarto agudo do miocárdio, a doença cerebrovascular, a crise isquêmica cerebral transitória, o choque, a aterosclerose da aorta e o aneurisma.
Diagnóstico
Muitos exames ajudam a diagnosticar a aterosclerose. Geralmente, o médico solicita mais de um exame para teste, para obter um diagnóstico. Os testes para aterosclerose podem incluir:
Angiografia/arteriografia coronária um exame invasivo que avalia as artérias coronárias em raios X
Angiografia por tomografia computadorizada - uma maneira não invasiva de realizar a angiografia coronária
Ecocardiograma
Eletrocardiograma (ECG)
Tomografia computadorizada por feixe de elétrons, para verificar o nível de cálcio no interior das artérias - quanto mais cálcio, maior o risco de DCC
Teste de esforço físico
Tomografia computadorizada do coração
Angiografia por ressonância magnética
Teste de esforço nuclear
Tratamento
Diversos fatores, tanto os maiores quanto os menores, contribuem para o desenvolvimento da aterosclerose. Um grau moderado de aterosclerose é considerado como inevitável conseqüência da idade. Os hormônios sexuais também influenciam no desenvolvimento da aterosclerose, os homens tem maior propensão para desenvolver esta condição que as mulheres em idade fértil, embora nas ultimas décadas de vida haja um estreitamento da diferença existente entre os sexos. Certas doenças como hipertensão arterial e o diabetes
Dor aguda – Experiencia sensorial e emocional desagradavekl que surge de lessão tissular real ou potencial.
Intervenções
Aconselhamento; Administração de medicamentos; Escutar ativamente; Orientação antecipada.
Aconselhamento melhora do enfrentamento, suporte emocional, apoio tomada de decisão.
Suporte emocional; orientação antecipada, aconselhamento, dizer a verdade, grupo de apoio (dependência química), esclarecimento valores.
Controle de medicamentos
Resultados
Autocontrole da Ansiedade
Aceitação de mudança significativa no estado de saúde
Aceitação estado de saúde
Controle da dor
Fisiopatologia
A hipertensão arterial é uma doença das mais conhecidas da população.Muitos trabalhos foram realizados no sentido de levar à população em geral os problemas que podem aparecer, caso não consigamos trazê-la em níveis saudáveis,que giram em torno de 120mmHg.
Para que qualquer líquido possa circular dentro de canos,é necessário que seja formada uma diferença de pressão no seu início e no seu final.No corpo humano acontece a mesma coisa,e quem impulsiona o sangue inicialmente é a bomba, ou seja,o coração, que o lança na artéria aorta para que ele prossiga e possa alimentar todos os órgãos e tecidos,dos mais próximos aos mais distantes.O coração por si só não conseguiria,com sua pressão inicial,fazer todo o trabalho, e para isso é auxiliado pela elasticidade das artérias, que ao se distenderem para receber o sangue, tendem a retornar ao seu calibre normal,ajudando,assim,a levá-lo mais à
frente.
Sinais e Sintomas
A hipertensão geralmente tem seu curso lento e,na maioria das vezes,sua descoberta é ocasional.O indivíduo vai a um médico por qualquer outro motivo e descobre ser hipertenso.Este constitui um dos maiores problemas desta doença:não porque ela foi descoberta,mas porque geralmente é descoberta após já estar instalada há muitos anos.A pressão elevada vai aos poucos lesando órgãos vitais ao bom funcionamento do corpo humano.
Os sinais mais comumente referidos são cefaléia, vertigem, zumbido no ouvido, epistaxe, nervosismo e palpitação, e como dizemos anteriormente, outros poderão aparecer e serão conseqüentes à lesão de cada órgão exposto.
Diagnóstico
O diagnóstico da hipertensão arterial é basicamente estabelecido pelo encontro dos níveis tensionais permanentemente elevados acima dos limites de normalidade, quando a pressão arterial é determinada por métodos e condições apropriadas. Portanto, a medida da pressão arterial é o elemento chave para o estabelecimento do diagnóstico da hipertensão arterial.
Há três formas de aferir a pressão arterial:
Medida Indireta da Pressão Arterial
A medida da pressão arterial, pela sua importância, deve ser estimulada e realizada, em toda a aavaliação de saúde, por médicos de todas as especialidades e demais profissionais da área da saúde.
O esfigmomanômetro é o aparelho ideal para essas medidas, entretanto ele deve ser periodicamente testado e calibrado. O paciente deve ficar sentado, em ambiente calmo com temperatura agradável e não deve estar com a bexiga cheia, nem ter praticado exercícios, nem ter ingerido bebidas alcóolicas ou café, ou ter fumado até 30 minutos antes das medidas. O paciente não deve falar durante o procedimento. Após o registro das medidas, o paciente deve ser informado sobre os valores de pressão arterial e a possível necessidade de acompanhamento.
são uma boa opção até mesmo em insuficiência cardíaca graus I e II.Os vasodilatadores diretos são usados mais em emergências intra-hospitalares.Os bloqueadores de canais de cálcio,como a anlodipina, nifedipina e manidipina, podem ser usados junto com diurético na mesma forma como os inibidores da enzima conversora da angiotensina I em II, e nesse caso o captopril é uma boa opção,principalmente pelo seu baixo custo.Esses possuem um bom resultado na prevenção do remodelamento cardíaco,assim como os antagonistas do receptor AT1 da angiotensina II (Losartan,Olmesartan,etc.). Esses podem ser usados quando há intolerância aos Iecas. A posologia mínima será aumentada de 04 em 04 semanas, até se ajustar a dose.Podemos iniciar com diurético, e a esse associar bloqueador de cálcio, Iecas, betabloqueadores, até obter o total controle da pressão arterial.
Diagnóstico de enfermagem
Ansiedade, relacionado à hipertensão arterial e ao estado de saúde em geral.
Déficit de conhecimento relacionado a relação entre o regime terapêutico e o controle da doença.
Controle ineficaz do regime terapêutico relacionado a déficit de conhecimento da doença falta de apoio social, a natureza crônica da doença, de envolvimento ativo no autocuidado.
Risco para débito cardíaco diminuído, relacionado à resistência vascular aumentada, hipertrofia e rigidez ventricular, isquemia do miocárdio e vasoconstrição.
Cefaléia relacionado a pressão vascular cerebral aumentada.
Intolerância a atividade, relacionado ao aumento da pressão arterial.
Intervenções
Fornecer informação ao doente sobre a doença
Administrar terapêutica prescrita e avaliar os seus efeitos
Incentivar o doente a seguir rigorosamente a forma da terapêutica
Avaliar PA regularmente
Incentivar alguns doentes a perder peso
Incentivar a redução ou moderação do consumo de álcool
Incentivar quanto a exercício físicos regularmente
Reduzir ou controlar o stress
Incentivar a redução dos fatores de risco
Resultados
Autocontrole da ansiedade
Redução da fraqueza e tolerância às atividades
Melhorar o débito cardíaco
Redução da ansiedade
Tolerância à atividade
Fisiopatologia
Infarto do miocárdio é o processo pelo qual o tecido miocárdico é destruído em regiões do coração desprovidas de um suprimento sanguíneo suficiente, em redução no fluxo sanguíneo coronariano. A causa dessa diminuição no fluxo sanguíneo é o estreitamento repentino de uma artéria coronária pela aterosclerose, ou pela obstrução total de uma coronária por êmbolo ou trombo. A redução do fluxo sanguíneo coronariano também pode ser resultante de um choque ou hemorragia. Em todos os casos, há um desequilíbrio grave entre o consumo e a demanda de oxigênio pelo miocárdio.
A obstrução coronariana, ataque cardíaco e infarto do miocárdio são utilizado como sinônimos, porém o termo preferível é infarto agudo do miocárdio (IAM).
O IaM é posteriormente descrito conforme a localização da injúria à parede do miocárdio: parede anterior,inferior(posterior) ou lateral. Ainda que o ventrículo esquerdo seja o local usual de injúria, os infartos do ventrículo direito também acontecem. O diagnóstico diferencial é feito pelo ECG. Independentemente da localização, o objetivo da terapia clínica é prevenir ou minimizar a necrose do tecido do miocárdio.
Sinais e Sintomas