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APS Trombose pronto, Notas de estudo de Cultura

TROMBOSE VENOSA PROFUNDA

Tipologia: Notas de estudo

2016

Compartilhado em 14/03/2016

fatima-moura-silva-almeida-10
fatima-moura-silva-almeida-10 🇧🇷

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TROMBOSE
VENOSA
PROFUNDA NA
GRAVIDEZ
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TROMBOSE

VENOSA

PROFUNDA NA

GRAVIDEZ

Trombose venosa profunda

É uma doença potencialmente grave causada

pela formação de coágulos (trombos) no interior

das veias profundas.

No transcorrer da gravidez normal ocorrem

diversas alterações que podem predispor a

fenômenos tromboembólicos graves.

O risco no puerpério é maior que na gravidez, em

função da liberação de tromboplastina pela

dequitação.

Liliane

FISIOPATOLOGIA

A gravidez constitui um estado de hipercoagulabilidade

preparatório para o parto através de:

Produção dos inibidores 1 e 2 do plasminogênio pela placenta,

Diminui a atividade fibrinolítica

Aumenta a agregação plaquetária.

Redução dos níveis de proteína S,

Elevação dos fatores V, VIII, IX ,X

Resistência progressiva à atividade da proteína C.

Compressão da veia cava inferior pelo útero gravídico

contribui para a estase venosa = fenômenos trombóticos.

Liliane

FISIOPATOLOGIA - Tríade de Virchow

2- Alteração de coagulação

Aumento dos níveis plasmáticos

de tromboplastinas teciduais

  • Aumento da atividade pró

coagulação

  • Aumento da concentração de

fibrinogênio

  • Diminui atividade anticoagulante

Diminui atividade fibrinolítica

3-Estase

Compressão venosa pélvica –

artéria ilíaca D – útero gravídico

  • Venodilatação progesterona
  • Imobilização – lentidão do fluxo

1- Lesão endotelial

  • Arteriosclerose lesão em

grandes artérias

  • Trauma mecânico em pontos de

stress hemodinâmico

  • Compressão vascular no parto
  • Endocardite bacteriana e

formação de trombos nas valvas

cardíacas

  • Lesões imunológicas

Célia

Adriana

TVP - COMPLICAÇÕES

ATENÇÃO

Mal-estar

Inquietação

Febre

Taquicardia

Dispnéia

Tosse

Escarros hemoptoicos

Dor torácica – complicações - EMBOLIA PULMONAR podendo

Evoluir para morte materna

Márcia

TVP - tratamento

Tratamento

anticoagulante:

Fase aguda heparina não

fracionada (HNF) em bolus de

5.000 U infusão venosa de

10.000 a 15.000 U de 8/8 horas

por 5 a 7 dias.

Fase de manutenção heparina

subcutânea de 10.000U 2 a 3 /

dia ou Enoxaparina 1,0 mg/kg

de 12/12 horas. O tratamento

não deve ser inferior a 6 meses

Anti- inflamatório :

(sistêmico ou tópico)

Aplicação de calor úmido

Repouso no leito em

trendelembuerg se possível

Anticoagulante oral- pós

parto

Vanéia

Diagnóstico de enfermagem

Dor aguda relacionada aos sintomas inflamatórios no MIE,

evidenciado por edema, hiperemia e calor no membro.

Deambulação prejudicada relacionada a dor no membro

inferior esquerdo, evidenciado pelo edema.

Déficit no auto cuidado para vestir-se / arrumar-se

relacionado a situação gravídica, dor e edema nos membros

inferiores.

Hipertermia relacionada ao processo inflamatório,

evidenciado por aumento na temperatura corpórea.

Risco de queda relacionado a dificuldade de deambulação e

queixa de dor, evidenciado pelo edema nos membros

inferiores.

Estefânia

PRESCRIÇÃO DE ENFERMAGEM

1-Avaliar e comunicar alterações neurológicas. ATENÇÃO

2-Valorizar queixa de desconforto respiratório. ATENÇÂO

3-Monitorar saturação e padrão respiratório e notificar

qualquer alteração. 4/4 horas

4- Avaliar e anotar sinais de inflamação dos membros

inferiores M T N

5-Medir a perna e coxa com fita métrica, iniciando acima do

maléolo marcando a cada cinco cm. (1x/dia) anotar. M

6-Observar e comunicar sinais de sangramento, presença de

petéquias e hematúria. ATENÇÃO

7-Alternar o local das aplicações de heparina observar

hematomas locais. ATENÇÃO

Estefânia