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As medidas internas dos módulos da caixa inpa para diferentes espécies de abelhas sem ferrão comumente criadas pelos meliponicultores. O texto inclui descrições detalhadas das medidas, ilustrações e informações sobre as atividades das abelhas, como a coleta de néctar, pólen e resina, e a construção de ninhos. O documento também fornece informações sobre as diferentes espécies de abelhas sem ferrão, como a mandaçaia, uruçu-amarela e lambe-olhos.
Tipologia: Resumos
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COLEÇÃO SENAR
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COLEÇÃO SENAR 320 – MELIPONICULTURA: INSTALAÇÃO DE MELIPONÁRIO
DIRETORA-ADJUNTA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E PROMOÇÃO SOCIAL Ana Ângela de Medeiros Sousa
COORDENAÇÃO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL RURAL Fabíola de Luca Coimbra Bomtempo
COORDENAÇÃO TÉCNICA Gabriel Zanuto Sakita
EQUIPE TÉCNICA Renata Caroline da Costa Vaz Vilton Francisco de Assis Júnior
FOTOGRAFIA David José Pereira Fototeca Cristiano Menezes (FCM) Projeto Kombee – A.B.E.L.H.A. Vilton Júnior
ILUSTRAÇÃO Toninho Euzébio
PROJETO GRÁFICO E DIGITAL TDA Brasil
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. Meliponicultura: instalação de meliponário. / Serviço Nacional de Aprendiza- gem Rural. 1. Ed. – Brasília: Senar, 2023. 198 p; il. 22 cm (Coleção Senar, 320) ISBN: 978-85-7664-242-
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Aumentada (RA). Essa tecnologia permite a interação entre objetos virtuais e o mundo físico. Os objetos em RA facilitam o aprendizado
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O primeiro passo para usar a RA é baixar o aplicativo em seu dispositivo móvel. Para isso, procure pelo nome SENAR RA :
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Veja quais são os quatro objetos em Realidade Aumentada nessa
cartilha:
Objeto 1 – Indivíduos que compõem uma colônia de uruçu-amarela (Melipona flavolineata). (página 36)
Objeto 2 – Tiúba (Melipona fasciculata) coletando néctar em flor de
picão (Cosmos sulphureus). (página 130)
Objeto 3 – Ninho-armadilha pronto. (página 166)
Objeto 4 – Transferência da colônia do ninho armadilha para a caixa
definitiva. (página 177)
Sumário Sumário
I.
II.
III.
Sumário
V.
IV.
Figura 1. Ninho de tubuna ( Scaptotrigona bipunctata ) em oco de árvore 31
Figura 2. Ninho de jataí-da-terra ( Paratrigona sp.) em cavidade no solo 32
Figura 3. Ninho de guaxupé ( Trigona hyalinata ) apoiado na parede 32
Figura 4. Ninho de boca-de-sapo ( Partamona helleri ) apoiado na copa de coqueiro 33
Figura 5. Ninho de jataí-preta ( Scaura latitarsis ) associado a cupinzeiro 33
Figura 6. Ninho de jataí ( Tetragonisca angustula ) na parede de pedra 34
Figura 7. Ninho de uruçu-amarela ( Melipona flavolineata ) em oco de árvore 35
Figura 8. Indivíduos que compõem uma colônia de uruçu-amarela ( Melipona flavolineata ): (A) operária; (B) rainha; e (C) macho 36
Figura 9. Rainha fisogástrica de uruçu- amarela ( Melipona flavolineata ) 37
Figura 10. Rainha fisogástrica de abelha- mosquito ( Plebeia minima ) 37
Figura 11. (A) Rainha fisogástrica de mandaçaia ( Melipona quadrifasciata ) botando ovo. (B) Ovo botado sobre o alimento larval 38
Figura 12. (A) Rainha virgem e (B) rainha fisogástrica de uruçu-da-barriga-preta ( Melipona melanoventer ). A rainha virgem, diferente da rainha fisogástrica, não possui o abdômen avantajado 39
Figura 13. Célula real de jataí ( Tetragonisca angustula ). Essas células geralmente estão na borda dos favos de cria 40
Figura 14. Célula de cria auxiliar (círculo vermelho) de moça-branca ( Frieseomelitta longipes ) 41
Figura 15. Células de cria de tiúba ( Melipona fasciculata ). Não há célula real 42
Figura 16. Vista lateral de uma prisão da rainha de mirim ( Plebeia droryana ), com detalhe da abertura por onde as operárias passam 43
Figura 17. Rainha virgem de moça-branca ( Frieseomelitta flavicornis ) rodeada por operárias. Ela é mais pesada e possui corpo mais longo que o das operárias 44
Figura 18. Rainha virgem de uruçu-amarela ( Melipona flavolineata ) rodeada por operárias. Elas possuem tamanhos semelhantes 44
Figura 19. Operária de uruçu-amarela ( Melipona flavolineata ), com destaque para a corbícula (círculo vermelho) 45
Figura 20. Operária de olho-de-vidro ( Trigona pallens ) com pólen de açaí na corbícula 46
Figura 21. Operária jovem de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ) sendo alimentada por operária mais velha 47
Figura 22. Operária de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ) com placa de cera na face superior do abdômen 47
Figura 23. Operárias de lambe-olhos ( Leurotrigona muelleri ) construindo potes de alimento 48
Figura 24. Operárias de marmelada ( Frieseomelitta varia ) construindo célula de cria 48
Figura 25. Operárias jovens de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ) se alimentando de pólen, um dos ingredientes do alimento larval 49
Figura 26. Operária de abelha-mosquito ( Plebeia minima ) regurgitando alimento larval na célula de cria 49
Figura 27. Operária de tiúba ( Melipona fasciculata ) desidratando néctar 50
Figura 28. Operária de moça-branca ( Frieseomelitta flavicornis ) em um depósito de cera na célula de cria 50
Figura 29. Operárias de jataí ( Tetragonisca angustula ) em um depósito de resina 51
Figura 45. Agregação de machos de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ) do lado de fora da caixa 60
Figura 46. Estruturas do ninho de tiúba ( Melipona fasciculata ) construídas com cerume 61
Figura 47. (A) Placa de cera produzida por operária jovem de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ). (B) Campeiras de arapuá ( Trigona spinipes ) coletando resina 62
Figura 48. (A) Placa de cera produzida por operária jovem de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ) deixada sobre o favo de cria (círculo vermelho). Estoques de cera em células de cria de (B) tiúba ( Melipona fasciculata ) e (C) lambe-olhos ( Leurotrigona muelleri ) 63
Figura 49. Estoques de resina em colônias de diferentes espécies: (A) uruçu-amarela ( Melipona flavolineata ); e (B) moça- branca ( Frieseomelitta flavicornis ) 63
Figura 50. Própolis de (A) jataí ( Tetragonisca angustula ) e (B) mirim-preguiça ( Friesella schrottkyi ) usada para vedar frestas. (C) Geoprópolis, ou batume, de mandaçaia ( Melipona quadrifasciata ) 64
Figura 51. Entradas de diferentes espécies: (A) jataí ( Tetragonisca angustula ); (B) iraí ( Nannotrigona testaceicornis ); (C) canudo ( Scaptotrigona postica ); (D) marmelada ( Frieseomelitta varia ); (E) abelha-mosquito ( Plebeia minima ); (F) olho-de-vidro ( Trigona pallens ); (G) mandaçaia ( Melipona quadrifasciata ); (H) uruçu-amarela ( Melipona flavolineata ); e (I) uruçu-boca-de-renda ( Melipona seminigra ) 66
Figura 52. Túnel de entrada em colônia de mirim ( Plebeia droryana ) 67
Figura 53. Potes de mel de diferentes espécies: (A) tiúba ( Melipona fasciculata ); (B) uruçu-amarela ( Melipona rufiventris ); e (C) lambe-olhos ( Leurotrigona muelleri ) 68
Figura 54. Potes de pólen de diferentes espécies: (A) jataí ( Tetragonisca angustula ); (B) mirim-luci ( Plebeia lucii ); e (C) marmelada ( Frieseomelitta varia ) 68
Figura 55. Células de cria de mandaguari ( Scaptotrigona depilis ). (A) Célula de cria sendo construída pela operária. (B) Célula de cria pronta (retângulo vermelho) para receber o alimento larval. (C) Célula de cria fechada. Ela contém o alimento larval depositado pelas operárias e o ovo botado pela rainha. (D) Célula de cria aberta com uma pinça para demonstração do ovo sobre o alimento larval 70
Figura 56. Esquema dos estágios de desenvolvimento da cria (para operária, rainha e macho) de abelhas sem ferrão. Os estágios de pupa 1, 2, 3, 4 e 5 são chamados de pupas de olho branco, rosa, vermelho, marrom e preto, respectivamente. O estágio de pupa 5 já possui o corpo mais pigmentado e asas estendidas. A duração em dias de cada estágio varia conforme a espécie 71
Figura 57. Favos de cria de diferentes espécies, organizados de forma: (A) sobreposta, em jupará ( Melipona compressipes ); (B) espiral, em iraí ( Nannotrigona testaceicornis ); (C) cachos, em lambe- olhos ( Leurotrigona muelleri ); e (D) irregular, em mirim-preguiça ( Friesella schrottkyi ) 73
Figura 72. Sobreninho em cima do ninho em vista (A) frontal e (B) superior. O sobreninho possui quatro cantoneiras triangulares na base, formando um losango vazado conhecido como “estrangulador” 93
Figura 73. Melgueira em vista (A) frontal e (B) superior 95
Figura 74. Tampa em vista (A) frontal e (B) superior 96
Figura 75. Caixa para espécies do gênero Frieseomelitta em vista (A) externa e (B) interna 99
Figura 76. Esquema em vista frontal da caixa INPA com a indicação das medidas, Legenda: (a) espessura da madeira; (b) medida interna dos módulos, que deve ser adaptada para as diferentes espécies de abelhas sem ferrão; (c) diâmetro do orifício do ninho, cuja recomendação é de 1,5 cm ou 2 cm; (d) altura dos módulos, que poder ser de 8 cm; (e) espessura das madeiras do “estrangulador” do sobreninho e do assoalho da melgueira, de 1,5 cm; e (f) largura da caixa (a+b), que é igual ao comprimento por ser quadrada 100
Figura 77. Esquema em vista superior dos módulos da caixa INPA com a indicação das medidas - Legenda: (a) espessura da madeira; (b) medida interna dos módulos, que deve ser adaptada para as diferentes espécies de abelhas sem ferrão; (f) largura e comprimento da caixa (a+b); (g) medida dos lados da cantoneira do “estrangulador” (b/2); (h) medida das frestas laterais que permitem a circulação das abelhas entre os módulos, de 1,5 cm; e (i) medida do assoalho da melgueira (b-2h) 101
Figura 78. (A) Exemplos de caixas de observação. (B) Caixa de observação com uma colônia de marmelada ( Frieseomelitta varia ) 103
Figura 79. Exemplos de formão 104
Figura 80. Fita-crepe 48 mm x 50 mm 104
Figura 81. (A) Plástico PVC transparente. (B) Folha de acetato transparente 105
Figura 82. Espetos de madeira para churrasco 106
Figura 83. Exemplos de potinhos plásticos 106
Figura 84. Palitos de picolé de madeira 107
Figura 85. Exemplo de bisnaga plástica com bico aplicador 108
Figura 86. Exemplo de sugador 108
Figura 87. Exemplo de tesoura de uso geral 109
Figura 88. (A) Exemplo de chapéu mosquiteiro. (B) Exemplo de macacão de apicultura 110
Figura 89. Exemplos de espátula de silicato 110
Figura 90. Exemplo de bandeja plástica branca retangular 111
Figura 91. Exemplo de caixa organizadora plástica transparente 112
Figura 92. Exemplos de meliponários coletivos: (A) meliponário coletivo construído com madeira; e (B) meliponário coletivo construído com metal 117
Figura 93. Exemplo de meliponário com suportes individuais 118
Figura 94. Tiúba ( Melipona fasciculata ) coletando néctar em flor de picão ( Cosmos sulphureus ) 130
Figura 95. Uruçu ( Melipona scutellaris ) coletando pólen em flor de pitanga ( Eugenia uniflora ) 130
Figura 96. Materiais para a instalação dos suportes individuais: (A) enxada; (B) cavadeira; (C) trena; (D) caibro de madeira; (E) placa de madeira; e (F) martelo e pregos 145
Figura 97. Montagem do cavalete de madeira 146
Figura 98. Cavalete de madeira montado 146
Figura 107. Ninho-armadilha pronto 166
Figura 108. Materiais para a instalação do ninho- armadilha: (A) ninho-armadilha; e (B) borrifador com solução atrativa 168
Figura 109. Instalação do ninho-armadilha em uma forquilha de árvore. (A) Ninho-armadilha sendo instalado na posição vertical. (B) Ninho- armadilha instalado 169
Figura 110. (A) Solução atrativa sendo borrifada no funil de entrada. (B) Funil de entrada com solução atrativa 169
Figura 111. Materiais para a transferência da colônia capturada no ninho-armadilha para uma caixa: (A) caixa vazia; (B) bandeja plástica branca retangular; (C) estilete; (D) faca; (E) álcool em gel; (F) sugador; e (G) fita-crepe 48mm x 50mm 174
Figura 112. Transferência da colônia do ninho armadilha para a caixa definitiva. 177
Figura 113. Caixa sendo colocada em cima do cavalete de madeira 183
Figura 114. (A) Cobertura sendo colocada em cima da caixa. (B) Caixa com a cobertura. A cobertura usada como exemplo é um piso de cerâmica 183
Figura 115. (A) Retirada da tela mosquiteira da entrada da caixa. (B) Caixa com a entrada livre 184
APRESENTAÇÃO
O elevado nível de sofisticação das operações agropecuárias
definiu um novo mundo do trabalho, composto por novas
carreiras e oportunidades profissionais, em todas as
cadeias produtivas.
Do laboratório de pesquisa até o ponto de venda no
supermercado, na feira ou no porto, as pessoas precisam
desenvolver habilidades e competências como capacidade de
resolver problemas, pensamento crítico, inovação, flexibilidade
e trabalho em equipe.
O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) é a escola
que dissemina os avanços da ciência e as novas tecnologias,
capacitando o público rural em cursos de Formação Profissional
Rural e Promoção Social, por todo o país. Nesses cursos,
são distribuídas as cartilhas, material didático de extrema
relevância por auxiliar na construção do conhecimento e
construir fonte futura de consulta e referência.
Conquistar melhorias e avançar socialmente e economicamente
é o sonho de cada um de nós. A presente cartilha faz parte
de uma série de títulos de interesse nacional que compõem
a Coleção Senar. Ela representa o comprometimento da