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O documento aborda a relação entre os direitos individuais e coletivos dos trabalhadores e os empresários, destacando três incisos do artigo 5º da Constituição Federal que são frequentemente violados no ambiente de trabalho. São apresentadas sugestões para que os empresários ajam de acordo com a legislação e garantam que os direitos de seus funcionários não sejam agredidos. O autor também relata sua experiência de vida em uma cidade pequena e discute a liberdade de escolha das pessoas em relação ao local de moradia e trabalho.
Tipologia: Exercícios
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Nome: Alberto Junior da Silva Gaviolli Disciplina: Instituições do direito Curso : Engenharia Civil | R.A.: 1.136. Turma: 99 | Semestre: 8 º Meu nome é Alberto, tenho 24 anos, nasci em Mandaguaçu PR, e, resido na mesma até hoje. Com pouco mais de 30 mil habitantes e poucas oportunidades de emprego, Mandaguaçu é considerada por muitos, inclusive por seus habitantes, como uma cidade pequena, sem muitos atrativos, porém, mesmo assim, a cada ano, aumenta-se mais e mais o número de pessoas que decidem morar nessa pequena cidade, seja pela tranquilidade aqui encontrada, quando comparada a grandes metrópoles, ou pela proximidade com a cidade de Maringá, o que permite aos habitantes que por lá trabalham, estarem próximos ao trabalho, mas ainda assim, terem um custo de vida reduzido e consequentemente, uma qualidade de vida melhor. É direito dessas pessoas, escolherem onde morar, optarem por residir ou não em um dado local, se assim acharem conveniente e forem financeiramente capazes de fazê-lo, bem como é direito dessas pessoas estarem ou não por mais tempo onde estão, ou procurarem outro trabalho. Quanto ao direito das pessoas e sua relação com os empresários, o artigo 5º da constituição federal brasileira, que trata dos direitos e deveres individuais e coletivos, traz inúmeros incisos ao longo do mesmo, que descrevem quais são esses direitos e deveres individuais e coletivos, contudo, serão abordados apenas 3 destes incisos, uma vez que, os mesmos têm recorrência continua no dia a dia de muitas empresas e empregados, sendo eles, os incisos I, II e X. O inciso I, fala sobre a igualdade de homens e mulheres em direitos e obrigações, o inciso II, fala sobre a não obrigação de fazer ou deixar de fazer algo, senão em virtude da lei, e por fim, o inciso X, que trata sobre a não violação da intimidade, honra e vida privada das pessoas, assegurando ao violado, o direito de indenização por dano material ou moral causado. Mas como tais itens estão ligados com os empresários, aqueles que geram empregos todos os dias e ajudam a alimentar milhares de pessoas?
Todos os dias em vários locais no brasil, as pessoas acabam tendo alguns dos direitos violados, e o pior de tudo, é que eles acabam sendo violados nos seus locais de trabalho, por aqueles que os ofertam. Seja pelo não tratamento igual entre homens e mulheres, tanto no sentido profissional como no quesito financeiro, seja pela pressão psicológica, quase como uma obrigação para que o (a) funcionário (a) faça o que não o quer fazer, tal como horas extras, depois de um dia exaustivo de trabalho, sob pressão de ser mandado embora por conta disso, ou pelo constrangimento causado por bullying, câmeras de segurança em locais inapropriados, tais como vestiários e banheiros, dentre outros tipos de constrangimento, que causam danos à imagem, intimidade e honra da pessoa, mas fica a pergunta, como o empresário pode agir para evitar tais situações, isto é, agir de acordo com o art.5º da constituição federal e garantir que os direitos individuais e coletivos de seus funcionários não sejam agredidos? Com relação aos incisos abordados acima, o empresário pode tratar de forma igualitária homens e mulheres, seja no sentido profissional, seja no sentido financeiro, ambos têm que se sentir iguais, especialmente quando ocupam funções semelhantes. Com relação a não transgressão do inciso II que trata sobre a não obrigação de fazer ou deixar de fazer algo, se não em virtude da lei, o empresário tem que se conscientizar que o humano tem limites, sejam eles físicos, psicológicos ou morais, e que as vezes o melhor para se ter um bom funcionário, é não passar dos limites com o mesmo, logo, se é preciso que alguém faça algo, não se deve impor, mas sim propor, no caso de funcionários do mesmo setor, algum destes ou alguns podem topar o que for proposto. Quanto ao cumprimento de prazos e metas, as mesmas podem ser possíveis se houver um número de pessoas suficiente e um prazo e meta alcançáveis, logo, em vez de fazer inúmeras horas extras em apenas uma ou duas semanas, talvez propor um tempo menor de horas extras ao longo do mês, ou contratar mais funcionários, para que se consiga diminuir o número de horas e prazo necessário, seja uma solução mais viável.
está sendo disposto de forma que não pareça ser, de modo que o mesmo não deixe de ser interessante. Como apontamento para possível melhora da mesma, apenas coloco uma crítica construtiva, acredito que pelo fato de ser uma disciplina ead, com alunos que possivelmente não tem muito tempo disponível, a mesma deveria compactar seus vídeos, tanto em tempo como em número, para que assim, os alunos possam ter acesso a mesma informação, com a mesma qualidade, contudo, com tempo reduzido.