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Normas Brasileiras de Contabilidade e Aplicação na Valuação e Depreciação de Ativos, Exercícios de Contabilidade

Este documento aborda a aplicação das normas brasileiras de contabilidade (nbc) tg 28 (r1), tg 27 (r1) e tg 27 (r3) na valuação e depreciação de ativos, tais como propriedade para investimento, ativo imobilizado e propriedade para investimento. São apresentados exemplos e questões relacionadas à mensuração de tais ativos, além de considerações sobre a depreciação linear e outros métodos de depreciação. Também é discutida a influência da lei no 12.973/2014 na determinação do lucro real.

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 11/08/2021

flaiane-jobbins
flaiane-jobbins 🇧🇷

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1) De acordo com a NBC TG 28 (R1) Propriedade para Investimento, julgue os
itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção
CORRETA.
I. No reconhecimento inicial, a propriedade para investimento deve ser mensurada
pelo seu custo, que inclui os custos de transação.
II. As propriedades para investimento avaliadas pelo método do custo e não
classificadas como mantidas para a venda estão sujeitas a cálculo e registro contábil
de Depreciação Acumulada, de acordo com os requisitos da NBC TG 27 (R1) – Ativo
Imobilizado.
III. Se a entidade tiver previamente mensurado a propriedade para investimento pelo
valor justo, ela poderá passar a mensurar tal propriedade pelo método do custo, caso
os preços do mercado se tornem menos prontamente disponíveis.
A sequência CORRETA é:
a) F, F, V.
b) F, V, F.
c) V, F, V.
d) V, V, F.
2) A NBC TG 28 (R3) – PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO estabelece que o
ganho ou a perda proveniente de alteração no valor justo de propriedade para
investimento deve ser reconhecido no resultado do período em que ocorra. A Lei no
12.973/ 2014 estabelece, no art. 14, que:
[...] a perda decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base no valor justo
somente poderá ser computada na determinação do lucro real à medida que o ativo
for realizado, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou
baixa, ou quando o passivo for liquidado ou baixado, e desde que a respectiva
redução no valor do ativo ou aumento no valor do passivo seja evidenciada
contabilmente em subconta vinculada ao ativo ou passivo.
De acordo com as normas citadas, considere as seguintes informações relativas a uma
Sociedade Empresária:
é tributada pelo Lucro Real apurado anualmente;
possui um terreno classificado como propriedade para Investimento, mensurado ao
Valor Justo;
em 2016, reconheceu no resultado do período uma redução, no valor de R $
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  1. De acordo com a NBC TG 28 (R1) – Propriedade para Investimento, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA. I. No reconhecimento inicial, a propriedade para investimento deve ser mensurada pelo seu custo, que inclui os custos de transação. II. As propriedades para investimento avaliadas pelo método do custo e não classificadas como mantidas para a venda estão sujeitas a cálculo e registro contábil de Depreciação Acumulada, de acordo com os requisitos da NBC TG 27 (R1) – Ativo Imobilizado. III. Se a entidade tiver previamente mensurado a propriedade para investimento pelo valor justo, ela poderá passar a mensurar tal propriedade pelo método do custo, caso os preços do mercado se tornem menos prontamente disponíveis. A sequência CORRETA é: a) F, F, V. b) F, V, F. c) V, F, V. d) V, V, F.
  2. A NBC TG 28 (R3) – PROPRIEDADE PARA INVESTIMENTO estabelece que o ganho ou a perda proveniente de alteração no valor justo de propriedade para investimento deve ser reconhecido no resultado do período em que ocorra. A Lei no 12.973/ 2014 estabelece, no art. 14, que: [...] a perda decorrente de avaliação de ativo ou passivo com base no valor justo somente poderá ser computada na determinação do lucro real à medida que o ativo for realizado, inclusive mediante depreciação, amortização, exaustão, alienação ou baixa, ou quando o passivo for liquidado ou baixado, e desde que a respectiva redução no valor do ativo ou aumento no valor do passivo seja evidenciada contabilmente em subconta vinculada ao ativo ou passivo. De acordo com as normas citadas, considere as seguintes informações relativas a uma Sociedade Empresária:
  • é tributada pelo Lucro Real apurado anualmente;
  • possui um terreno classificado como propriedade para Investimento, mensurado ao Valor Justo;
  • em 2016, reconheceu no resultado do período uma redução, no valor de R $

500.000,00, decorrente da mensuração a valor justo do terreno, com reflexo em subconta vinculada ao ativo. Considerando-se as informações apresentadas e as normas mencionadas, e que a perda é dedutível da base de cálculo do Tributo sobre o Lucro no momento da venda, é CORRETO afirmar que, no ano de 2016, a Sociedade Empresária reconhece: a) um ganho no resultado, no valor de R$ 500.000,00, e efetua uma exclusão no lucro líquido para efeito de apuração do Lucro Real nesse valor. b) um ganho no resultado, no valor de R$ 500.000,00, e não ajusta o lucro líquido para efeito de apuração do Lucro Real. c) uma perda no resultado, no valor de R$ 500.000,00, e não ajusta o lucro líquido para efeito de apuração do Lucro Real. d) uma perda no resultado, no valor de R$ 500.000,00, e efetua uma adição no lucro líquido para efeito de apuração do Lucro Real nesse valor.

  1. A diminuição do valor de um bem contabilizado no ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação. Dentre as causas que justificam a depreciação, podemos citar, EXCETO: a) Obsolescência. b) Ação da natureza. c) Desgaste pelo uso. d) Amortização do intangível.
  2. Uma empresa adquiriu um ativo em 1º de janeiro de 2009, o qual foi registrado contabilmente por R$ 15.000,00. A vida útil do ativo foi estimada em cinco anos. Espera-se que o ativo, ao final dos cinco anos, possa ser vendido por R$ 3.000,00. Utilizando-se o método linear para cálculo da depreciação e supondo-se que não houve modificação na vida útil estimada e nem no valor residual, ao final do ano de 2010, o valor contábil do ativo líquido será de: a) R$ 7.200,00. b) R$ 9.000,00. c) R$ 10.200,00. d) R$ 12.000,00.
  3. Uma sociedade empresária adquiriu uma máquina em 3.1.2012, em dez parcelas de

II. A reparação e a manutenção de um ativo evitam a necessidade de depreciá-lo. III. O valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua vida útil estimada. IV. O valor residual e a vida útil de um ativo são revisados pelo menos ao final de cada exercício e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, a mudança deve ser contabilizada como retificação de erro de período anterior. A sequência CORRETA é: a) F, F, V, V. b) F, V, F, V. c) V, F, V, F. d) V, V, F, F.

  1. Uma Sociedade Empresária adota o Método de Depreciação Linear, de acordo com a NBC TG 27 (R3) – ATIVO IMOBILIZADO. As características do Ativo Imobilizado da empresa estão apresentadas a seguir: Valor de compra 1.600.000,00. Vida útil 20 anos. Valor residual R$ 160.000,00. Considerando-se os dados apresentados, a depreciação acumulada e o valor contábil do Ativo Imobilizado ao final do quinto ano de disponibilidade para uso são, respectivamente: a) R$ 360.000,00 e R$ 1.240.000,00. b) R$ 360.000,00 e R$ 1.600.000,00. c) R$ 400.000,00 e R$ 1.200.000,00. d) R$ 400.000,00 e R$ 1.600.000,00.
  2. Uma Sociedade Empresária adquiriu um equipamento de uso por R$ 150.000, e pagou da seguinte forma: 30% à vista, em dinheiro, e o restante em três parcelas mensais e iguais sem juros. Nessa operação, houve incidência de 12% referentes ao ICMS não recuperável. Para a contabilização da operação, não foi considerado o Ajuste a Valor Presente por não ser relevante. Após a contabilização dessa operação, o patrimônio da Sociedade Empresária evidenciará um aumento líquido: a) no Passivo, de R$ 45.000,00. b) em Fornecedores Nacionais, de R$ 45.000,00. c) em Máquinas e Equipamentos, de R$ 105.000,00. d) no Ativo, de R$ 105.000,00.
  1. Uma Sociedade Empresária tem por política substituir cada máquina utilizada na produção após 5 anos de uso. Para uma determinada máquina adquirida em julho de 2016, foram apuradas as seguintes informações de vida útil: Existe, na legislação tributária vigente, a possibilidade de se utilizar um período de 3 anos para depreciação, independentemente do real tempo de uso da máquina pela Sociedade Empresária. Considerando-se os dados informados, e de acordo com a NBC TG 27 (R3) – ATIVO IMOBILIZADO, a vida útil da máquina a ser adotada, para fins de registro contábil da depreciação, será de: a) três anos, por ser o período de tempo admitido pela legislação tributária vigente, sem revisão anual. b) cinco anos, por ser o período de tempo durante o qual a entidade espera utilizar o ativo, sujeito a revisão anual. c) doze anos, por ser a durabilidade média apurada pelas publicações técnicas especializadas, sujeito a revisão anual. d) quinze anos, por ser o prazo médio de vida útil informado pelo fabricante, sem revisão anual.
  2. Uma Sociedade Empresária adquiriu um equipamento, que ficou disponível para uso, nas condições operacionais pretendidas pela administração, em 2.1.2012, pelo valor contábil de R$ 180.000,00. A vida útil do equipamento foi estimada em 10 anos e seu valor residual, em R$ 18.000,00. A depreciação do equipamento é calculada pelo Método Linear e não foram observados indicativos de perda durante toda a vida útil do equipamento. No dia 31.12.2016, a Sociedade Empresária vendeu esse equipamento por R$ 90.000,00. Considerando-se apenas as informações apresentadas e de acordo com a NBC TG 27 (R3) – ATIVO IMOBILIZADO, o valor contábil a ser baixado desse equipamento, em 31.12.2016, é de: a) R$ 72.000,00. b) R$ 90.000,00. c) R$ 99.000,00. d) R$ 162.000,00.
  3. A empresa A adquiriu um terreno com a finalidade de mantê-lo em seu