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Atps referentes ao módulo, Resumos de Oftalmologia

Atos referentes ao módulo de oftalmo neuro e otorrino

Tipologia: Resumos

2025

Compartilhado em 03/11/2025

jessyca-soares-lula-pacholek
jessyca-soares-lula-pacholek 🇧🇷

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👀
ATP-OFTALMO:
01- SÍNDROME DO OLHO SECO:
A Síndrome do Olho Seco é uma doença
multifatorial da superfície ocular,
caracterizada pela perda da homeostase
do filme lacrimal. Isso leva a sintomas de
desconforto, distúrbios visuais e potencial
dano à superfície do olho. Pode ser
causado por:
-medicamentosas
-colírios com conservantes
-menopausa
-uso de telas
-doenças crônicas
-vícios
-alergias
-idade
->MAIS COMUM EM MULHERES
DEVIDO A HORMÔNIOS.
A doença é classicamente dividida em dois
tipos, que frequentemente coexistem ->
MISTOS:
Deficiência Aquosa: Ocorre quando a
glândula lacrimal não produz lágrima
suficiente. Isso pode ser causado por
doenças autoimunes (como a Síndrome de
Sjögren), danos à glândula lacrimal, ou
uso de certos medicamentos.
Evaporativo: É a forma mais comum.
Acontece quando a lágrima evapora
rapidamente devido a uma camada
lipídica deficiente ou ausente. A
principal causa é a Disfunção das
Glândulas de Meibômio (DGM)
O processo da doença é um círculo vicioso
de instabilidade do filme lacrimal,
hiperosmolaridade, inflamação da
superfície ocular e dano tecidual.
Os sintomas são variados e nem sempre se
correlacionam com os sinais clínicos. Os
mais comuns incluem:
Sensação de corpo estranho ou
"areia" nos olhos.
Ardor e queimação.
Visão embaçada que melhora com
o piscar de olhos.
Fotofobia (sensibilidade à luz).
Hiperemia (olho vermelho).
Em casos graves, pode haver
lacrimejamento reflexo (epífora).
O diagnóstico é clínico, mas é confirmado
com exames complementares:
-Tempo de Quebra do Filme Lacrimal
(BUT): Avalia a instabilidade do filme.
Menor de 10 segundos indica olho seco
evaporativo.
-Teste de Schirmer: Avalia a produção de
lágrima aquosa. Sem anestesia avalia
produção basal + reflexa. e com anestesia
apenas a produção basal.
-Meibografia: Exame que fotografa as
glândulas de Meibômio
-Coloração da Superfície Ocular: Com
fluoresceína ou rosa bengala, revela danos
no epitélio da córnea e conjuntiva
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👀 ATP-OFTALMO:

01- SÍNDROME DO OLHO SECO:

A Síndrome do Olho Seco é uma doença

multifatorial da superfície ocular,

caracterizada pela perda da homeostase

do filme lacrimal. Isso leva a sintomas de

desconforto, distúrbios visuais e potencial

dano à superfície do olho. Pode ser

causado por:

-medicamentosas

-colírios com conservantes

-menopausa

-uso de telas

-doenças crônicas

-vícios

-alergias

-idade

->MAIS COMUM EM MULHERES

DEVIDO A HORMÔNIOS.

A doença é classicamente dividida em dois

tipos, que frequentemente coexistem ->

MISTOS:

Deficiência Aquosa: Ocorre quando a

glândula lacrimal não produz lágrima

suficiente. Isso pode ser causado por

doenças autoimunes (como a Síndrome de

Sjögren), danos à glândula lacrimal, ou

uso de certos medicamentos.

Evaporativo: É a forma mais comum.

Acontece quando a lágrima evapora

rapidamente devido a uma camada

lipídica deficiente ou ausente. A

principal causa é a Disfunção das

Glândulas de Meibômio (DGM)

O processo da doença é um círculo vicioso

de instabilidade do filme lacrimal,

hiperosmolaridade, inflamação da

superfície ocular e dano tecidual.

Os sintomas são variados e nem sempre se

correlacionam com os sinais clínicos. Os

mais comuns incluem:

● Sensação de corpo estranho ou

"areia" nos olhos.

● Ardor e queimação.

● Visão embaçada que melhora com

o piscar de olhos.

● Fotofobia (sensibilidade à luz).

● Hiperemia (olho vermelho).

● Em casos graves, pode haver

lacrimejamento reflexo (epífora).

O diagnóstico é clínico , mas é confirmado

com exames complementares:

- Tempo de Quebra do Filme Lacrimal

(BUT): Avalia a instabilidade do filme.

Menor de 10 segundos indica olho seco

evaporativo.

-Teste de Schirmer: Avalia a produção de

lágrima aquosa. Sem anestesia a valia

produção basal + reflexa. e com anestesia

apenas a produção basal.

-Meibografia: Exame que fotografa as

glândulas de Meibômio

  • Coloração da Superfície Ocular: Com

fluoresceína ou rosa bengala, revela danos

no epitélio da córnea e conjuntiva

->PESQUISAR BLEFARITE (bolinhas

na linha do cílio)

Deve ser feito educação do paciente ,

modificação do ambiente , lubrificação e

suplementos de ácidos graxos, se grave

fazer oclusão punctal reversível, pomadas

noturnas, luz pulsada,, além de tarsorrafia

quando pálpebra não fecha. O tratamento

medicamentoso é dividido em linhas,

sendo esses:

-P rimeira linha: leves com a lágrimas

lubrificantes e higiene palpebral para

DGM com compressa quente e massagem

  • Segunda linha: moderados/graves com o

início de AINE, sendo de uso tópico a

ciclosporina/tacrolimus para crônica e

corticoides em crise. De uso oral é usado

Doxiciclina ( AINE) em DGM e oclusão

dos pontos lacrimais para reter lágrimas

  • REFRATÁRIO: pode ser usado soro

autólogos e lentes terapêuticas

02- Retinopatias:

DIABÉTICA:

A retinopatia diabética é uma

microangiopatia da retina causada pelos

níveis elevados de glicose no sangue e é

uma das principais causas de cegueira no

mundo.

É mais frequente no DM tipo 1 do que no

tipo 2, e o principal fator de risco é a

duração do diabetes. Outros fatores de

risco incluem hipertensão arterial,

nefropatia diabética, dislipidemia,

tabagismo, obesidade, anemia e gravidez

Clinicamente, a doença evolui por duas

fases, não proliferativa e proliferativa,

explicando:

  • RDNP : inicial, com microaneurismas

em bolinhas, sangramentos pontuais,

exsudatos duros que extravasam os vasos

danificados e edema na mácula -> perda

de visão

  • RDP : perigosa com neovascularização

da retina e nervo óptico, sangramento em

todo o humor vítreo que causa perda

súbita da visão e descolamento de retina

devido fibrose e vasos novos

Essas sendo relacionadas com esses 2

estágios, a alteração de fundo e

maculopatia, além de poder ser oculta, são:

  • RDFundo : microaneurismas ,

hemorragias em padrão “ponto-borrão” e

exsudatos. Em geral, são os sinais mais

precoces de RD e persistem à medida que

aparecem lesões mais avançadas

-Maculopatia diabética : presença de

qualquer retinopatia na mácula, com

alterações significativas, o edema

ameaçador da visão e isquemia

-Doença ocular diabética avançada

caracteriza-se por descolamento tracional

da retina, significativa hemorragia vítrea

persistente e GNV.

(isquemia da camada de fibras nervosas) e

papiledema -> emergência hipertensiva.

Em aumento súbito da pressão pode ter

sangramentos, esquema fiscal e edema do

disco.

O diagnóstico é feito pelo exame de

fundo de olho. Exames complementares,

como AGF, podem ser usados em casos de

isquemia.

O tratamento consiste no controle

rigoroso da pressão arterial para evitar

isquemia retiniana. Em casos de

complicações (edema macular ou

neovascularização), podem ser usados

laser ou anti-VEGF.

🧠 ATP-NEURO:

01 -Acidentes vasculares encef.

O AVE pode ser classificado em isquêmico (80–85% dos casos) e hemorrágico (15–20%). No tipo isquêmico , ocorre uma interrupção súbita do fluxo sanguíneo cerebral por obstrução arterial, levando a infarto encefálico. Essa obstrução pode ser embólica , quando um coágulo formado em outro local viaja até o cérebro, ou trombótica , quando o trombo se forma diretamente na artéria cerebral. Entre os subtipos, destacam-se o AVE: -cardioembólico , frequentemente associado à fibrilação atrial, infarto do miocárdio e cardiomiopatias

  • ateroembólico , típico de pacientes hipertensos e decorrente de placas ateroscleróticas i nstáveis em carótidas e artérias vertebrais. Outro subtipo comum é o lacunar , de pequenas dimensões (<2 cm), relacionado à oclusão de artérias perfurantes, geralmente por lipo-hialinose. Quando não se identifica a causa após ampla investigação, o evento é classificado como criptogênico.

O AVE hemorrágico , por sua vez, é frequentemente causado por hipertensão crônica, que leva à ruptura de pequenos aneurismas ( Charcot-Bouchard ) em artérias perfurantes. Também pode estar associado à angiopatia amilóide em idosos, traumas, malformações vasculares e uso de drogas ilícitas , como a cocaína. O sangramento resulta em aumento da pressão intracraniana , podendo evoluir para herniação cerebral , situação de altíssima letalidade. As manifestações clínicas variam conforme o território cerebral atingido, como:

  • carotídeo são comuns afasia e síndromes corticais típicas
  • vertebrobasilar podem ter hemianopsia, distúrbios visuais, vertigem , ataxia e diplopia. Já os infartos lacunares apresentam síndromes específicas , como hemiplegia fácil braquial, hemianestesia talâmica, afasia de Broca ou disartria com apraxia da mão. O AVE hemorrágico intraparenquimatoso , além de cefaleia súbita e intensa, pode se manifestar com déficit focal abrupto e alteração rápida do nível de consciência, sendo a localização do sangramento determinante para os sintomas. A hipertensão arterial é o principal fator de risco para todos os tipos de AVE, mas outros incluem diabetes, tabagismo, dislipidemia, idade avançada, histórico familiar e doenças cardíacas, especialmente a f ibrilação atrial. Fatores menos comuns, como doenças autoimunes, síndromes genéticas e a doença de Moyamoya, também podem estar envolvidos. O diagnóstico deve ser rápido, já que "tempo é cérebro ". A primeira medida é a realização de uma tomografia de crânio sem contraste para diferenciar entre isquemia e hemorragia. A ressonância magnética é mais sensível para detectar lesões isquêmicas precoces. Exames complementares como ECG, ecocardiograma e Dopple r de carótidas ajudam a identificar a causa. O tratamento agudo depende do tipo de AVE. No isquêmico , quando indicado, pode-se realizar trombólise com alteplase (rtPA) dentro de 4,5 hora s do início dos sintomas, desde que não haja contraindicações, com rigoroso controle da pressão arterial. Em casos selecionados, a trombectomia mecânica pode ser feita até 24 horas. Caso não seja trombolisado, recomenda-se iniciar aspirina nas primeiras 48 horas. A anticoagulação plena é reservada para AVEs cardioembólicos , respeitando o tempo adequado conforme a gravidade do evento. Já no hemorrágico , o manejo é focado no controle da pressão arterial (mantendo-a geralmente <140 mmHg), na estabilização clínica e, em casos específicos, na drenagem cirúrgica do hematoma. As complicações incluem edema cerebral, transformação hemorrágica, infecções, tromboembolismo venoso, crises convulsivas e distúrbios metabólicos. A fase crônica exige

01- Faringotonsilites:

-> Anel Linfático de Waldeyer: principal linha de defesa imunológica na entrada das vias aéreas e digestivas. É um anel de tecido linfóide que age como um "vigilante" contra vírus, bactérias e outras partículas São formados pelas tonsilas palatinas,faríngeas, lingual e tubárias. A faringotonsilite é uma inflamação comum na garganta que afeta tanto a faringe quanto as amígdala s. As Agudas têm curta duração e quando recorrentes ocorrem em: -Sete ou mais episódios em um ano. -Cinco ou mais episódios por ano nos últimos dois anos. -Três ou mais episódios por ano nos últimos três anos. Passando de 3 meses é considerado crônica e se estiver nesse grau devido a algum sintomas obstrutivos como o ronco, apneia do sono é chamada de hiperplásica. Os sintomas gerais são odinofagia, diagafia, febre, halitose, mialgia e adenopatia cervical. A viral (mais comum) é gradual com início gripal podendo ter RARAMENTE pus -> adenovírus, influenza,coronavírus… A bacteriana tem como principal causa o Pyogenes que tem início de dor intenso e súbito, com febre alta, placa de pus e gânglios cervicais aumentados. Esse pode gerar complicações , que se dividem em não supurativas e supurativas. As complicações não supurativas : ● Escarlatina , caracterizada por febre, dor de garganta e uma erupção cutânea avermelhada e áspera , acompanhada de sinais típicos como o de Filatov (palidez ao redor da boca) e o de Pastia (manchas avermelhadas nas dobras da pele). ● Febre reumática , que ocorre algumas semanas após a faringite e pode afetar as articulações, o coração e o sistema nervoso, sendo a principal causa de doença cardíaca reumática. ● Glomerulonefrite pós-estreptocócica , uma inflamação nos rins que surge após infecção da garganta ou da pele, levando a urina escura, inchaço e aumento da pressão arterial. ● Síndrome do choque tóxico estreptocócico , forma grave e rara, em que as toxinas bacterianas causam queda de pressão e falência de múltiplos órgãos. As complicações supurativas são:

Abscesso periamigdaliano , que causa forte dor de garganta, trismo (dificuldade de abrir a boca) e desvio da úvula. Em casos graves pode ter manifestação de folhas e úlceras na boca, sendo essas: -Gengivoestomatite Herpética: Causada pelo vírus Herpes Simples. Provoca bolhas e feridas na gengiva, língua e bochechas. O tratamento é feito com Aciclovir , especialmente nas primeiras 72 horas. -Herpangina: Causada pelo vírus Coxsackie. Caracteriza-se por pequenas vesículas e úlceras avermelhadas que aparecem principalmente na parte de trás da garganta, nas amígdalas e no palato mole. É uma doença autolimitada O diagnóstico é feito por Teste Rápido ou cultura de orofaringe, tendo como tratamento de escolha a Penicilina G Benzatina ou Amoxicilina 500mg 2x dia por 7 a 10 dias ->agravou usa cefalosporinas e macrolídeos O tratamento se baseia principalmente em antibióticos à base de penicilina ou amoxicilina , administrados por 7 a 10 dias, além de analgésicos, antitérmicos e hidratação. Quando iniciado nas primeiras 48 horas, o tratamento reduz sintomas e prevenir essas complicações. A faringite crônica geralmente envolve as adenoides (tonsilas faríngeas). O quadro clínico principal é a obstrução nasal , pode causar deformidades faciais, problemas na oclusão da mandíbula e déficit de crescimento. O diagnóstico é feito por nasofibroscopia. As complicações mais comuns são otites de repetição , rinite e apneia obstrutiva do sono. As Estomatites são inflamações da boca e garganta. Elas podem ter várias causas: infecciosas, autoimunes, traumáticas, neoplásicas ou reações a medicamentos com presença de placas brancas, que são lesões brancas e planas. -Hiperceratose: Causada por tabagismo. -Candidíase: Comum em pacientes imunossuprimidos, as placas são brancas e destacáveis.

02 - Perda Auditiva

A perda auditiva pode ser classificada em três tipos principais,sendo essas:

  • Condutiva: ocorre quando o som não chega com grande intensidade à cóclea, tendo um obstáculo que faz a perda , podendo ser no tímpano, os ossículos (martelo,bigorna e estribo). Essa pode ser causada por acúmulo de cerume (som abafado), otite média por efusão (impede a vibração do tímpano e dos ossículos, por otosclerose (estribo fica fixo ->genético) ou por perfusão do tímpano

Análise do Gap Aéreo-Ósseo , que é a diferença entre os limites de audição pela via aérea ( VA ) e pela via óssea ( VO ). Essa diferença nos permite diferenciar os tipos de perda: ● Perda Condutiva: A via aérea está alterada (limiares elevados), mas a via óssea está normal. O gap é maior que 15 dB. ● Perda Neurossensorial: Ambas as vias (aérea e óssea) estão alteradas, com uma diferença mínima entre elas. O gap é menor que 10 dB. ● Perda Mista: As duas vias estão alteradas, mas a via aérea é significativamente pior que a via óssea. O gap é maior que 15 dB. A Logoaudiometria complementa a audiometria tonal, avaliando a capacidade do paciente de entender a fala. O Índice de Reconhecimento de Fala (IRF) nos ajuda a diferenciar a perda auditiva de uma dificuldade de compreensão. ● Perda Condutiva: O IRF do paciente é de 100% ou próximo disso. Isso significa que consegue entender as palavras perfeitamente. ● Perda Neurossensorial: O IRF pode ser baixo, é recrutamento ou distorção do som. O paciente ouve o som, mas não o entende com clareza, pois as células sensoriais da cóclea estão danificadas. OTITES:Otite Externa: A infecção atinge o canal auditivo externo , que vai do pavilhão auricular até o tímpano. A dor é intensa e piora quando a pessoa toca o pavilhão auricular ou o trago. Pode haver coceira , sensação de ouvido entupido e até secreção. Geralmente, não causa febre .O canal auditivo estará inchado (edemaciado) e avermelhado. O tímpano pode estar normal. O tratamento é feito com gotas otológicas (antibióticos e/ou antifúngicos) e analgésicos para a dor. ● Otite Média: Afeta a orelha média , a cavidade que fica logo atrás do tímpano, onde estão os ossículos. É o tipo mais comum em crianças pois a tuba auditiva delas é mais curta e horizontal, facilitando a passagem de secreção. A dor é intensa e a febre é um sintoma muito comum. A criança pode estar irritada , ter dificuldade para dormir ou se alimentar. Pode ocorrer também perda temporária da audição e secreção de pus ou líquido (otorreia) se o tímpano estiver perfurado. O tímpano estará avermelhado, opaco e abaulado por causa do acúmulo de líquido e pus na cavidade média. O tratamento envolve analgésicos (como paracetamol e dipirona) e, em muitos casos, antibióticos orais a amoxicilina é a primeira escolha.

Otite Interna (Labirintite): É a inflamação da orelha interna , onde fica o labirinto. É um quadro mais raro e grave, que afeta tanto a audição quanto o equilíbrio.Além da dor de ouvido, os sintomas principais são vertigem (tontura rotatória), perda de audição, náuseas, vômitos e zumbido.O tratamento foca no controle dos sintomas e na causa subjacente, podendo envolver medicamentos para a vertigem e, se necessário, antibióticos.