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Augusto Comte e Émile Durkheim, Resumos de Sociologia

Resumo rápido de sociologia sobre Augusto Comte e Émile Durkheim .............................................................................................................

Tipologia: Resumos

2020

Compartilhado em 19/03/2020

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AUGUSTO COMTE
Nascido em Montpellier, França, em 19 de janeiro de 1798 Isidore Auguste Marie
Xavier Comte, um dos maiores pioneiros sociólogo também atribuído por outros a
nomeação de “pai da Sociologia” perecido em 1798, tendo transcorrido em vida
grande importantes períodos da humanidade como a Revolução Francesa e
Industrial que desfrutaram em notáveis reflexões e pensamentos acerca da
humanidade e a ciência utilizados até na contemporaneidade.
Principais obras: Curso da Filosofia Positiva (1830-1842); Discurso Sobre o Espirito
Positivo (1844); Uma Visão Geral do Positivismo (1848); Religião da Humanidade
(1856).
Sendo o primeiro a propor o estudo a “Física Social”, devido ao contexto histórico do
ambiente me que ele se encontrava, Comte chegou à conclusão que assim como as
outras ciências naturais também haviam fenômenos sociais que deveriam ser
analisados, teorizados e comprovados através de observações, provas e métodos
cientificas, que assim como os fenômenos poderiam variar de acordo com os
mesmos.
O objeto de estudo usado por Augusto foi a sociedade e como manifestam se as
evoluções socias dentro dela, recorrendo aos métodos: Bibliográficos, baseado em
pesquisas, estudo e interpretação de informações e dados; Postura Histórica, avaliar
e averiguar as condutas aderidas pela sociedade em determinados pontos de
acontecimentos históricos e Positivismo, fruto de sua mente, seu ideal sociológico
que os fatos sociais deveriam ser tratados e explicados através da ciência,
igualmente alegava que o conhecimentos cientifico sobrepunha todos os outros,
principalmente o espiritual, onde sucederia uma separação entre ciências e religião
que permitiria a evolução social acontecer. No positivismo o pessoal não poderia
ultrapassar ou influenciar o conhecimento absoluto e imutável.
Empregando estes mecanismos e fundamentado em sua corrente positivista,
Augustu Comte originou sua Teoria dos 3 Estados, que seriam necessários para
conceber a evolução social: 1º-Estado Teológico: No primórdio, decorrente a falta de
suporte de consciência cientifica, os fatos e eventos sociais se conduziriam em
pensamentos divinos, sobrenaturais e utópicos; 2º- Estado Metafísico:
Seguidamente o período posterior, o homem passaria a adquirir um
desenvolvimento no pensamento e estudo acarretando em mudanças e em
questionamentos que advém do iluminismo todavia, ainda com a presença divina no
âmbito social; 3º- Estado Positivo: Conhecimento científico absoluto e
antropocentrismo enraizados na humanidade.
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AUGUSTO COMTE

Nascido em Montpellier, França, em 19 de janeiro de 1798 Isidore Auguste Marie Xavier Comte, um dos maiores pioneiros sociólogo também atribuído por outros a nomeação de “pai da Sociologia” perecido em 1798, tendo transcorrido em vida grande importantes períodos da humanidade como a Revolução Francesa e Industrial que desfrutaram em notáveis reflexões e pensamentos acerca da humanidade e a ciência utilizados até na contemporaneidade. Principais obras: Curso da Filosofia Positiva (1830-1842); Discurso Sobre o Espirito Positivo (1844); Uma Visão Geral do Positivismo (1848); Religião da Humanidade (1856). Sendo o primeiro a propor o estudo a “Física Social”, devido ao contexto histórico do ambiente me que ele se encontrava, Comte chegou à conclusão que assim como as outras ciências naturais também haviam fenômenos sociais que deveriam ser analisados, teorizados e comprovados através de observações, provas e métodos cientificas, que assim como os fenômenos poderiam variar de acordo com os mesmos. O objeto de estudo usado por Augusto foi a sociedade e como manifestam se as evoluções socias dentro dela, recorrendo aos métodos: Bibliográficos, baseado em pesquisas, estudo e interpretação de informações e dados; Postura Histórica, avaliar e averiguar as condutas aderidas pela sociedade em determinados pontos de acontecimentos históricos e Positivismo, fruto de sua mente, seu ideal sociológico que os fatos sociais deveriam ser tratados e explicados através da ciência, igualmente alegava que o conhecimentos cientifico sobrepunha todos os outros, principalmente o espiritual, onde sucederia uma separação entre ciências e religião que permitiria a evolução social acontecer. No positivismo o pessoal não poderia ultrapassar ou influenciar o conhecimento absoluto e imutável. Empregando estes mecanismos e fundamentado em sua corrente positivista, Augustu Comte originou sua Teoria dos 3 Estados, que seriam necessários para conceber a evolução social: 1º-Estado Teológico: No primórdio, decorrente a falta de suporte de consciência cientifica, os fatos e eventos sociais se conduziriam em pensamentos divinos, sobrenaturais e utópicos; 2º- Estado Metafísico: Seguidamente o período posterior, o homem passaria a adquirir um desenvolvimento no pensamento e estudo acarretando em mudanças e em questionamentos que advém do iluminismo todavia, ainda com a presença divina no âmbito social; 3º- Estado Positivo: Conhecimento científico absoluto e antropocentrismo enraizados na humanidade.

ÉMILE DURKHEIM

Nascido em Épinal, França, em 15 de abril de 1858 David Émile Durkheim, um reverenciado sociólogo responsável por introduzir a Sociologia no âmbito universitário (fundador da Escola Francesa) ministrando a primeira aula desta ciência e inaugurando o estudo no campo das Ciências Sociais, falecendo em 1917, partindo seu projeto em um cenário pós Revolução Francesa e Industrial influenciado por Augusto Comte, se concentrando na área da relações e comportamentos sociais. Principais obras: A divisão de trabalho (1893); As regras do método sociólogo (1895); O suicídio (1897); Educação Moral (1902); Sociedade e Trabalho (1907); Lições da Sociologia (1912). Apesar de desaprovar o método cientifico e as conclusões é inegavelmente influência por Agusto Comte e o positivismo sobre Durkheim, fundamentado nesta perspectiva, o sociólogo faz uma importante contribuição para o método de estudo sociólogo desenvolvendo regras que deveriam ser exigidas para obter absoluta veracidade nas observações sociólogas independentes do achismo ou determinismos da sociedade. As regras englobavam o afastamento do senso comum ou tradicional e a total imparcialidade do cientista, sendo tudo feito de modo mais objetivo e sem interferência possível, o método que foi usado por Émile foi principalmente o comparativo. Émile Durkheim foi responsável por uma das mais importante observações sociólogas que é ativa e reverenciada até a contemporaneidade, a corrente teórica do estrutural funcionalismo. Conforme Durkheim a sociedade seria como uma constituição viva, dividida em instituições sociais associadas entre si com o intuito de assegurar o bom desempenho da sociedade cada qual responsável por uma tarefa seja garantir a coesão social ou inserção nas normas socias, na circunstância de uma falha este sistema começa a ruir e ocorre a anomia, processo que se iniciará durante o contexto histórico no qual o sociólogo estava inserido. Em sua vida aprofundou-se sobre os fatos socias, objeto de suas pesquisas, os fatos sociais para Durkheim são “coisa” que estão atrelados aos comportamentos, ações, pensamentos e valores da sociedade como um todo, de forma geral sem acatar o individual, para Durkheim existem regras socias que determinam o modo coletivo de agir. Os fatos sociais devem seguir 3 aspectos: Exterioridade, comportamentos e valores que já estão pré-estabelecidos na sociedade antes do nascimento do indivíduo que mais a tardar serão agregados ao mesmo no decorrer de sua inserção por do âmbito social, educacional, familiar e entre outros independente de sua vontade; Generalidade, apenas há uma investigação do geral, padronizado e coletivo, não há espaço para as particularidades do sujeito mas sim das particularidades da comunidade; Coercitividade, normas e etiquetas socias que exercem uma espécies de lei social que quando não seguidas tornam se elementos de obrigação e de “repressão e estranhamento” quando não praticados. Tendo como base as mudanças ocorridas pela Revolução Industrial a coerção pode ser dividida, segundo Durkheim em: Solidariedade mecânica, presente nas