

















Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Aulas experimentais de química Inorgânica
Tipologia: Exercícios
1 / 25
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


















O curso prático de Química Experimental tem como objetivo criar condições para que o estudante ao final do curso seja capaz de: Conhecer e manipular aparelhagem de laboratório, realizar técnicas experimentais básicas, desenvolver capacidade de observação experimental e correlacionar com os conteúdos teóricos. Desenvolver capacidade de dissertar sobre os experimentos realizados, avaliar e discutir os resultados obtidos.
2. O LABORATÓRIO QUÍMICO Os estudantes serão organizados em grupos que ocuparão sempre o mesmo lugar no Laboratório. À falta a algum experimento impossibilita o aluno na avaliação do relatório correspondente. Cada mesa no laboratório será equipada com o material necessário à execução do trabalho programado. Em dia e horário destinado aos trabalhos práticos os estudantes terão à disposição o professor encarregado de orientá-los na execução e interpretação dos exercícios de laboratórios. Após o uso de bico de gás ou torneira de água, não deixar os mesmos abertos. Ao lançar nas pias algum produto de reação, fazê-lo simultaneamente com descarga abundante de água a fim de evitar a corrosão do encanamento. Não lançar fósforos acesos nos locais destinados, à coleta·de lixo. Fotômetros, centrífugas, balanças ou outros aparelhos, somente deverão ser usados pelo aluno depois de instruído nas respectivas manipulações, evitando-se assim danos irrecuperáveis. 3. O MATERIAL DO ESTUDANTE
60 - Pipeta de Pasteur Usada para transvasar líquidos.
Certos equipamentos exigem técnicas especiais para serem utilizados, tanto a pipeta como a bureta apesar de serem considerados equipamentos simples exigem alguns procedimentos para que as medidas sejam feitas de forma segura e com a maior exatidão possível. a) Utilizando a pipeta: Para se encher uma pipeta, coloca-se a ponta no líquido e faz-se a sucção através de um pipetador. Toma-se o cuidado de manter a ponta da pipeta sempre abaixo do nível do líquido. Caso o contrário ao se fazer a sucção o líquido alcança o pipetador e isso pode estragá-lo, durante a sucção fique atento para que o líquido não ultrapasse o volume total da pipeta atingindo o pipetador. Observe a figura 1 e 2. Para escoar os líquidos coloque o pipetador na posição vertical encostada na parede do recipiente, deixe o líquido escoar lentamente. Nunca sopre o líquido de uma pipeta. Treinamento : Através de uma pipeta graduada transfira para diferentes tubos de ensaio 1,0 mL, 2,0 mL, 5,0 mL, 1,5 mL, 2,7 mL, 3,8 mL e 4,5 mL de água. Todos os membros do grupo devem treinar. Observação : O pipetador tem duas válvulas uma para escoamento e outra para sucção, sempre observem com atenção quais são para você não confundir na hora da manipulação. b) Utilizando a bureta: Com a torneira fechada, preencha a bureta com o líquido até um pouco acima do zero da escala. Em seguida a torneira é aberta, com cuidado, e o líquido escoado até que a parte inferior do menisco coincida exatamente com o zero da escala. Observe a figura 1. Treinamento : Através de bureta transfira para um erlenmeyer 5,0 mL, 10,0 mL e 15,0 mL de água. Todos os membros do grupo devem treinar.
Figura 1. Procedimento correto para leitura de volume nos equipamentos.
Conhecer diferentes métodos existentes para determinação da densidade de diferentes tipos de substâncias.
2. PARTE EXPERIMENTAL 2.1 Determinação da densidade de um sólido. a) Determine a massa do parafuso. m = ____________ g. b) Colocar em uma proveta de 100 mL, 80 mL de água deionizada. V 1 = __________ mL. c) Colocar o parafuso, com cuidado, dentro da proveta com água e ler o volume. V 2 = _____________ mL. d) Calcular o volume do material. V = V 2 – V 1 = _______________ mL. e) Determinar a densidade do parafuso. d = m/V. 2.2 Determinação da densidade de um líquido. f)Determine a massa de um picnômetro. m 1 = ____________ g. g) Encher completamente o picnômetro com água deionizada. h) Pesar novamente o picnômetro. m 2 = ______________ g. i)Determinar a massa de água. m 2 – m 1 = __________________ g. j)Determinar a temperatura ambiente, e verificar a densidade da água nesta temperatura em uma tabela. k) Calcular o volume real do picnômetro. Vp = ___________ mL. l)Lavar o picnômetro com um pouco de etanol. m) Encher completamente o picnômetro com etanol, seguindo o mesmo procedimento utilizado para a água deionizada. n) Pesar o picnômetro com etanol. m 3 = ____________ g. o) Determinar a massa de etanol contida no picnômetro. m 3 – m 1 = _______________ g. p) Calcular a densidade do etanol. 2.3 Determinação da densidade de uma solução e estudo da variação da densidade de uma solução com aumento da temperatura (opcional) Verifique a temperatura ambiente colocando o termômetro em uma proveta de 100 mL com 80 mL de solução, espere algum tempo para estabilizar T 1 =_______ºC. Retire o termômetro e meça com auxilio de um densímetro a densidade da solução de cloreto de sódio (NaCl) à temperatura ambiente d 1 = _______g/mL.
Verificar a polaridade das moléculas e seu efeito nas solubilidades das substâncias.
2. PARTE EXPERIMENTAL 2.1 Verificação da solubilidade (semelhanças) entre solventes. 1. Numere dois tubos de ensaio ( 1 e 2 ), adicione nos dois tubos, uma ponta de espátula de cloreto de sódio , em seguida adicione 2 mL de água deionizada no tubo 1 e 2 mL de etanol no tubo 2 , agite e observe. Anote a solubilidade em ambos solventes. 2. Numere dois tubos de ensaio ( 3 e 4 ), adicione 2 mL de éter etílico em cada tubo. Ao tubo 3 adicione 1 mL de água deionizada e ao tubo 4 , 1 mL de hexano agite e observe. Anote a solubilidade em ambos solventes. 3. Numere dois tubos de ensaio ( 5 e 6 ), adicione 2 mL de tolueno ( toluol ) em cada tubo. Ao tubo 5 adicione 1 mL de água deionizada e ao tubo 6 , 2 mL de hexano agite e observe. Anote a solubilidade em ambos solventes. 4. Numere três tubos de ensaio ( 7 , 8 e 9 ), em cada tubo adicione 1 mL de água deionizada. Em seguida adicione 2 mL etanol no tubo 7, 2 mL de t- butanol ( terc-butílico ) no tubo 8 , 2 mL de n- butanol (n- butílico ) no tubo 9. Agite e observe. Anote a solubilidade. 2.2 Identificação das fases no sistema água-etanol-gasolina Alguns testes foram realizados para verificar a solubilidade da gasolina e do etanol na água, utilizando permanganato de potássio, KMnO 4 (composto iônico) e iodo, I 2 (substância covalente apolar) como indicadores de polaridade. Execute os testes 1, 2 e 3 na seqüência indicada na Tabela 1, utilizando 3 mL das substâncias líquidas e uma pequena quantidade (uma pontinha de espátula) dos sólidos. Verifica-se que o KMnO 4 se dissolve na fase aquosa e que o I 2 se dissolve na fase orgânica (Figura 1), permitindo identificar as fases.
2.3 Comparação entre os ácidos clorídrico e acético: a) Agora meça o pH dos ácidos através do potenciômetro. b) Colocar cerca de 10 mL de HCl 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________. c) Colocar cerca de 10 mL de CH 3 COOH 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________. **2.4 Comparação entre pH de uma base fraca com uma base forte, ambas na mesma concentração.
c) Colocar cerca de 10 mL de NaOH 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________. TABELA 1 – Alguns indicadores ácido-base e intervalos de pH onde é observada a variação de cor. INDICADOR INTERVALO DE pH PARA A MUDANÇA DE COR
Azul de timol 1,2 – 2,8 Vermelho – Amarelo Azul de bromofenol 3,0 – 4,6 Amarelo – Violeta Verde de bromocresol 4,0 – 5,6 Amarelo – Azul Vermelho de metila 4,4 – 6,2 Vermelho – Amarelo Azul de bromotimol 6,2 – 7,6 Amarelo – Azul Azul de timol 8,0 – 9,6 Amarelo – Azul Fenolftaleína 8,0 Incolor – Rosa