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Aulas experimentais, Exercícios de Química Inorgânica

Aulas experimentais de química Inorgânica

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 09/11/2021

thiago-ronconi
thiago-ronconi 🇧🇷

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Apostila de Aulas Práticas
Química Geral e Inorgânica
Curso de Biomedicina
Professor(a) Responsável pela disciplina: Danielly Cristina Gripa de Paul
Apostila foi elaborada pelo Professor (a) : Luciana Biazati
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Apostila de Aulas Práticas

Química Geral e Inorgânica

Curso de Biomedicina

Professor(a) Responsável pela disciplina: Danielly Cristina Gripa de Paul

E-mail: [email protected]

Apostila foi elaborada pelo Professor (a) : Luciana Biazati

E-mail: [email protected]

Aluno(a):

Vila Velha

PRÁTICA Nº 01: Segurança e Normas de Trabalho em Laboratório, Reconhecimento e

Manipulação dos Equipamentos de Laboratório.

1. OBJETIVOS

O curso prático de Química Experimental tem como objetivo criar condições para que o estudante ao final do curso seja capaz de: Conhecer e manipular aparelhagem de laboratório, realizar técnicas experimentais básicas, desenvolver capacidade de observação experimental e correlacionar com os conteúdos teóricos. Desenvolver capacidade de dissertar sobre os experimentos realizados, avaliar e discutir os resultados obtidos.

2. O LABORATÓRIO QUÍMICO  Os estudantes serão organizados em grupos que ocuparão sempre o mesmo lugar no Laboratório.  À falta a algum experimento impossibilita o aluno na avaliação do relatório correspondente.  Cada mesa no laboratório será equipada com o material necessário à execução do trabalho programado.  Em dia e horário destinado aos trabalhos práticos os estudantes terão à disposição o professor encarregado de orientá-los na execução e interpretação dos exercícios de laboratórios.  Após o uso de bico de gás ou torneira de água, não deixar os mesmos abertos.  Ao lançar nas pias algum produto de reação, fazê-lo simultaneamente com descarga abundante de água a fim de evitar a corrosão do encanamento.  Não lançar fósforos acesos nos locais destinados, à coleta·de lixo.  Fotômetros, centrífugas, balanças ou outros aparelhos, somente deverão ser usados pelo aluno depois de instruído nas respectivas manipulações, evitando-se assim danos irrecuperáveis. 3. O MATERIAL DO ESTUDANTE

  1. Não coma nem beba no laboratório, também não coloque as mãos, dedos e unhas na boca ou nos olhos sem antes lavá-las muito bem.
  2. Use sempre avental de manga comprida para evitar derrubar algum reagente nos braços, não entre no laboratório sem previamente vestir o avental.
  3. Use sempre os óculos de segurança que são específicos para muitas atividades praticas e profissionais (Figura 1).
  4. Conservar sempre os cabelos presos nas atividades práticas.
  5. Coloque todo seu material no lugar indicado, fique apenas com um bloco de anotações, caneta ou lápis por mesa.
  6. Neste bloco anote todas as observações que achar importante para confecção do relatório, todos integrantes do grupo devem sugerir e verificar as anotações.
  7. Nunca fume no laboratório.
  8. Não mistures reagentes sem prévio consentimento do professor, isso pode ser muito perigoso.
  9. Se algum reagente atingir sua pele ou olhos, lavar imediatamente com água e avisar o professor.
  10. Nunca provar nem cheirar qualquer composto químico sem prévia autorização.
  11. Nunca comece um experimento sem explicação prévia do professor e na dúvida sempre pergunte, nunca teste nada por conta própria.
  12. Não converse durante a explicação do professor sobre a prática, sua falta de atenção pode colocar você e seus companheiros em risco, bem como prejudicar o andamento do experimento.
  13. Trabalhe com seriedade, método e calma. Figura 1 – Óculos de segurança

60 - Pipeta de Pasteur Usada para transvasar líquidos.

3. MANIPULAÇÃO DE PIPETAS E BURETAS

Certos equipamentos exigem técnicas especiais para serem utilizados, tanto a pipeta como a bureta apesar de serem considerados equipamentos simples exigem alguns procedimentos para que as medidas sejam feitas de forma segura e com a maior exatidão possível. a) Utilizando a pipeta: Para se encher uma pipeta, coloca-se a ponta no líquido e faz-se a sucção através de um pipetador. Toma-se o cuidado de manter a ponta da pipeta sempre abaixo do nível do líquido. Caso o contrário ao se fazer a sucção o líquido alcança o pipetador e isso pode estragá-lo, durante a sucção fique atento para que o líquido não ultrapasse o volume total da pipeta atingindo o pipetador. Observe a figura 1 e 2. Para escoar os líquidos coloque o pipetador na posição vertical encostada na parede do recipiente, deixe o líquido escoar lentamente. Nunca sopre o líquido de uma pipeta. Treinamento : Através de uma pipeta graduada transfira para diferentes tubos de ensaio 1,0 mL, 2,0 mL, 5,0 mL, 1,5 mL, 2,7 mL, 3,8 mL e 4,5 mL de água. Todos os membros do grupo devem treinar. Observação : O pipetador tem duas válvulas uma para escoamento e outra para sucção, sempre observem com atenção quais são para você não confundir na hora da manipulação. b) Utilizando a bureta: Com a torneira fechada, preencha a bureta com o líquido até um pouco acima do zero da escala. Em seguida a torneira é aberta, com cuidado, e o líquido escoado até que a parte inferior do menisco coincida exatamente com o zero da escala. Observe a figura 1. Treinamento : Através de bureta transfira para um erlenmeyer 5,0 mL, 10,0 mL e 15,0 mL de água. Todos os membros do grupo devem treinar.

Figura 1. Procedimento correto para leitura de volume nos equipamentos.

Tabela 1 - Densidade absoluta da água.

  • 10 0,999700 22 0, T/ oC d/(g cm-3) T/ oC d/(g cm-3)
  • 11 0,999605 23 0,
  • 12 0,999498 24 0,
  • 13 0,999377 25 0,
  • 14 0,999244 26 0,
  • 15 0,999099 27 0,
  • 16 0,998943 28 0,
  • 17 0,998774 29 0,
  • 18 0,998595 30 0,
  • 19 0,998405 31 0,
  • 20 0,998203 32 0,
  • 21 0,

PRÁTICA Nº 03: Determinação da Densidade

1. OBJETIVO

Conhecer diferentes métodos existentes para determinação da densidade de diferentes tipos de substâncias.

2. PARTE EXPERIMENTAL 2.1 Determinação da densidade de um sólido. a) Determine a massa do parafuso. m = ____________ g. b) Colocar em uma proveta de 100 mL, 80 mL de água deionizada. V 1 = __________ mL. c) Colocar o parafuso, com cuidado, dentro da proveta com água e ler o volume. V 2 = _____________ mL. d) Calcular o volume do material. V = V 2 – V 1 = _______________ mL. e) Determinar a densidade do parafuso. d = m/V. 2.2 Determinação da densidade de um líquido. f)Determine a massa de um picnômetro. m 1 = ____________ g. g) Encher completamente o picnômetro com água deionizada. h) Pesar novamente o picnômetro. m 2 = ______________ g. i)Determinar a massa de água. m 2 – m 1 = __________________ g. j)Determinar a temperatura ambiente, e verificar a densidade da água nesta temperatura em uma tabela. k) Calcular o volume real do picnômetro. Vp = ___________ mL. l)Lavar o picnômetro com um pouco de etanol. m) Encher completamente o picnômetro com etanol, seguindo o mesmo procedimento utilizado para a água deionizada. n) Pesar o picnômetro com etanol. m 3 = ____________ g. o) Determinar a massa de etanol contida no picnômetro. m 3 – m 1 = _______________ g. p) Calcular a densidade do etanol. 2.3 Determinação da densidade de uma solução e estudo da variação da densidade de uma solução com aumento da temperatura (opcional) Verifique a temperatura ambiente colocando o termômetro em uma proveta de 100 mL com 80 mL de solução, espere algum tempo para estabilizar T 1 =_______ºC. Retire o termômetro e meça com auxilio de um densímetro a densidade da solução de cloreto de sódio (NaCl) à temperatura ambiente d 1 = _______g/mL.

PRÁTICA Nº 04: Interações Intermoleculares e seus efeitos na Solubilidade entre as

Substâncias

1. OBJETIVOS

Verificar a polaridade das moléculas e seu efeito nas solubilidades das substâncias.

2. PARTE EXPERIMENTAL 2.1 Verificação da solubilidade (semelhanças) entre solventes. 1. Numere dois tubos de ensaio ( 1 e 2 ), adicione nos dois tubos, uma ponta de espátula de cloreto de sódio , em seguida adicione 2 mL de água deionizada no tubo 1 e 2 mL de etanol no tubo 2 , agite e observe. Anote a solubilidade em ambos solventes. 2. Numere dois tubos de ensaio ( 3 e 4 ), adicione 2 mL de éter etílico em cada tubo. Ao tubo 3 adicione 1 mL de água deionizada e ao tubo 4 , 1 mL de hexano agite e observe. Anote a solubilidade em ambos solventes. 3. Numere dois tubos de ensaio ( 5 e 6 ), adicione 2 mL de tolueno ( toluol ) em cada tubo. Ao tubo 5 adicione 1 mL de água deionizada e ao tubo 6 , 2 mL de hexano agite e observe. Anote a solubilidade em ambos solventes. 4. Numere três tubos de ensaio ( 7 , 8 e 9 ), em cada tubo adicione 1 mL de água deionizada. Em seguida adicione 2 mL etanol no tubo 7, 2 mL de t- butanol ( terc-butílico ) no tubo 8 , 2 mL de n- butanol (n- butílico ) no tubo 9. Agite e observe. Anote a solubilidade. 2.2 Identificação das fases no sistema água-etanol-gasolina Alguns testes foram realizados para verificar a solubilidade da gasolina e do etanol na água, utilizando permanganato de potássio, KMnO 4 (composto iônico) e iodo, I 2 (substância covalente apolar) como indicadores de polaridade. Execute os testes 1, 2 e 3 na seqüência indicada na Tabela 1, utilizando 3 mL das substâncias líquidas e uma pequena quantidade (uma pontinha de espátula) dos sólidos. Verifica-se que o KMnO 4 se dissolve na fase aquosa e que o I 2 se dissolve na fase orgânica (Figura 1), permitindo identificar as fases.

  1. Adicione em 3 tubos de ensaio 3 mL de água deionizada, numerando-os de 1 a 3, no tubo 2 adicione uma pequena quantidade de iodo e ao tubo 3 uma pequena quantidade de permanganato de potássio. Compare e anote suas observações.
  2. Adicione em 3 tubos de ensaio 3 mL de gasolina, numerando-os de 1 a 3, no tubo 2 adicione uma pequena quantidade de iodo e ao tubo 3 uma pequena quantidade de permanganato de potássio. Compare e anote suas observações.
  1. Adicione em 3 tubos de ensaio 1,5 mL de água deionizada e 1,5 mL de gasolina, numerando-os de 1 a 3, no tubo 2 adicione uma pequena quantidade de iodo e ao tubo 3 uma pequena quantidade de permanganato de potássio. Compare e anote suas observações.

2.3 Comparação entre os ácidos clorídrico e acético: a) Agora meça o pH dos ácidos através do potenciômetro. b) Colocar cerca de 10 mL de HCl 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________. c) Colocar cerca de 10 mL de CH 3 COOH 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________. **2.4 Comparação entre pH de uma base fraca com uma base forte, ambas na mesma concentração.

  1. Teste para o hidróxido de amônio (NH 4 OH):** a) Numere 4 tubos de ensaio. b) Adicione 2 mL de base em cada tubo. c) Seguindo a tabela abaixo adicione de 2 gotas de indicador em cada tubo, agite e anote a cor observada: Nº. do Tubo NH 4 OH 0,1 mol/L e o indicador Cor observada 09 Azul de timol 10 Azul de bromofenol 11 Verde de bromocresol 12 Fenolftaleína 2.5 Teste para o hidróxido de sódio (NaOH): a) Numere 4 tubos de ensaio. b) Adicione 2 mL de base em cada tubo. c) Seguindo a tabela abaixo adicione de 2 gotas de indicador em cada tubo, agite e anote a cor observada: Nº. do Tubo NaOH 0,1 mol/L e o indicador Cor observada 13 Azul de timol 14 Azul de bromofenol 15 Verde de bromocresol 16 Fenolftaleína 2.6 Comparação entre as bases hidróxido de amônio e de sódio. a) Agora meça o pH das bases através do potenciômetro. b) Colocar cerca de 10 mL de NH 4 OH 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________.

c) Colocar cerca de 10 mL de NaOH 0,1 mol/L em um béquer de 20 mL e medir o pH = __________. TABELA 1 – Alguns indicadores ácido-base e intervalos de pH onde é observada a variação de cor. INDICADOR INTERVALO DE pH PARA A MUDANÇA DE COR

MUDANÇA DE COR

CORRESPONDENTE

Azul de timol 1,2 – 2,8 Vermelho – Amarelo Azul de bromofenol 3,0 – 4,6 Amarelo – Violeta Verde de bromocresol 4,0 – 5,6 Amarelo – Azul Vermelho de metila 4,4 – 6,2 Vermelho – Amarelo Azul de bromotimol 6,2 – 7,6 Amarelo – Azul Azul de timol 8,0 – 9,6 Amarelo – Azul Fenolftaleína 8,0 Incolor – Rosa

PRÁTICA Nº 06: Reações Químicas