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Guias e Dicas
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Automação, Notas de estudo de Tecnologia Industrial

Apostila - Apostila

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 24/06/2010

andreza-andrade-6
andreza-andrade-6 🇧🇷

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1
Luiz Affonso Guedes 1
Automação da Medição na
Indústria do Petróleo
Luiz Affonso Guedes
www.dca.ufrn.br/~affonso
Luiz Affonso Guedes 2
Apresentação
Disciplina da ênfase de Automação
Carga-horária: 60h teóricas
Automação da Medição (affonso)
Processamento e transmissão de sinais (Adrião)
Teoria de Controle (Maitelli)
Horário e Local:
23456M1234
LAMP - Auditório
Avaliação:
A definir
Luiz Affonso Guedes 3
Objetivo da Disciplina
Apresentar os conceitos associados com os
procedimentos de automação na indústria
de petróleo e gás
Luiz Affonso Guedes 4
Ementa da Disciplina
Definição de automação.
Sensores e Atuadores.
Condicionamento e transmissão de sinais
Teoria de controle
Redes Industriais
Gerência de Informação
Luiz Affonso Guedes 5
Referências Bibliográfica
Instrumentação Industrial, Egídio Alberto Bega e
Alli, Eitora Interciência, 2003.
Luiz Affonso Guedes 6
Conteúdo desta Fase
Definição de automação
Instrumentação industrial
Sensores e atuadores
Hardware e software de controle
Redes Industrias
Inter-travamento e Sistema de Segurança
Gerência de Informação
Automação da Medição
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Luiz Affonso Guedes 1

Automação da Medição na

Indústria do Petróleo

Luiz Affonso Guedes www.dca.ufrn.br/~affonso [email protected]

Luiz Affonso Guedes 2

Apresentação

ˆ Disciplina da ênfase de Automação ˆ Carga-horária: 60h teóricas  Automação da Medição (affonso)  Processamento e transmissão de sinais (Adrião)  Teoria de Controle (Maitelli) ˆ Horário e Local:  23456M  LAMP - Auditório ˆ Avaliação:  A definir

Luiz Affonso Guedes 3

Objetivo da Disciplina

ˆ Apresentar os conceitos associados com os

procedimentos de automação na indústria

de petróleo e gás

Luiz Affonso Guedes 4

Ementa da Disciplina

ˆ Definição de automação.

ˆ Sensores e Atuadores.

ˆ Condicionamento e transmissão de sinais

ˆ Teoria de controle

ˆ Redes Industriais

ˆ Gerência de Informação

Luiz Affonso Guedes 5

Referências Bibliográfica

Instrumentação Industrial, Egídio Alberto Bega e Alli, Eitora Interciência, 2003.

Luiz Affonso Guedes 6

Conteúdo desta Fase

ˆ Definição de automação ˆ Instrumentação industrial  Sensores e atuadores  Hardware e software de controle ˆ Redes Industrias ˆ Inter-travamento e Sistema de Segurança ˆ Gerência de Informação

Automação da Medição

Luiz Affonso Guedes 7

Automação – Visão Geral

ˆ Estudo sistêmico de sistemas de automação

industrial.

ˆ Caracterização dos elementos constituintes

da automação industrial.

ˆ Evolução da automação industrial.

ˆ Caracterizar os requisitos demandados

pelas aplicações em Automação Industrial.

Luiz Affonso Guedes 8

Desafio de integração de informação

Visão Geral da Automação Industrial

Luiz Affonso Guedes 9

Objetivos da Automação Industrial

Aumento da segurança

Diminuição dos custos operacionais

Melhoria das condições de operação

Simplificação das instalações

Aumento dos níveis de controle

Aumento dos níveis de acompanhamento

Luiz Affonso Guedes 10

Vantagens da Automação

Qualidade do Produto

Qualidade do produto

Tolerância de suas propriedade

Necessidade de Instrumentos mais precisos

Teste em diferentes pontos da linha

Luiz Affonso Guedes 11

Vantagens da Automação

Qualidade do Produto

Processo

Quantidade de

matéria prima

Material de

Produtos finais

Determinação de

custo de rendimento

Luiz Affonso Guedes 12

Vantagens da Automação

Economia do Processo

Controlando a temperatura de fornos e secadores

Utilizando sensores de temperatura tais como

Termopares ou Termistores

Luiz Affonso Guedes 19

ˆ Sub-sistema envolvidos

 Elemento sensor  Condicionador de sinal  Transmissor  Indicador  Registrador  Computador de vazão  Válvula de controle

Exemplo de Processo Automatizado

Luiz Affonso Guedes 20

Exemplo de Processo Automatizado

Luiz Affonso Guedes 21

Disciplinas Envolvidas

 Sistemas de Controle

 Instrumentação

 Informática

 Processo

 Comunicações

Luiz Affonso Guedes 22

Níveis de Abstração do Problema

Nível de Processos Físicos

Nível de Sensores e Atuadores

Nível de Controle Direto: PC, CLP

Nível de Supervisão

Nível de Gerência

Nível de Rede de Comunicação

Motores, robôs, caldeiras, etc.

Eletrônica de potência, transdutores, acio. pneumático, etc

Algoritmos PID, fuzzy, lógica de relé,etc

Tecnologias e protocolos de comunicação

Visualização, configuração e armazenamento e variáveis

Geração de informação estratégica

Luiz Affonso Guedes 23

Níveis de Tecnologias do Problema

Luiz Affonso Guedes 24

Automação: Industrial + Gerencial

VENDASVENDAS

PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO

BANCO DE DADOS CORPORATIVOSBANCO DE DADOS CORPORATIVOS

INFORMAINFORMAÇÇÃO E SIMULAÃO E SIMULAÇÇÃOÃO

INTEGRAINTEGRAÇÇÃO DE CAMPOÃO DE CAMPO OPERAOPERAÇÇÃO E SUPERVISÃO(OTIMIZA(OTIMIZAÇÃO E SUPERVISÃOÇÃO)ÃO)

CONTROLE E SEGURANCONTROLE E SEGURANÇÇAA

CAMPOCAMPO

Sistema GerencialSistema Gerencial

AUTOMAAUTOMAÇÇÃO INDUSTRIALÃO INDUSTRIAL

Elementos Sensores e Atuadores

PLC’s Controladores

Estações de Trabalho

Servidores

Estações deTrabalho

Luiz Affonso Guedes 25

O Nível de Processos Físicos

Nível de Processos Físicos

Nível de Sensores e Atuadores

Nível de Controle Direto: PC, CLP

Nível de Supervisão

Nível de Gerência

Luiz Affonso Guedes 26

Elementos Básicos

ˆ Processos ˆ Sensores ˆ Atuadores  Calibração  Segurança  Economia de energia ˆ Condicionamento de sinais ˆ Conversão de sinais ˆ Hardware computacional ˆ Sistemas operacionais ˆ Linguagem de programação ˆ Estratégias de controle ˆ Estratégias de segurança: inter-travamento ˆ Estratégias de supervisão

Luiz Affonso Guedes 27

Processos

ˆ Sistemas físicos a serem monitorados, controlados, supervisionados,gerenciados ˆ Processos Contínuos  As variáveis manipuladas têm natureza contínua  Processos químicos e robótica ˆ Processos Discretos  As variáveis manipuladas têm natureza discreta  Políticas de inter-travamento e manufatura ˆ Sistemas Híbridos  Variáveis contínuas + Variáveis discretas

Luiz Affonso Guedes 28

Processo Contínuo

TT^ LT^ LC

MISTURADOR

AQUECEDOR H

TC

vapor

Produto B

Produto A

Luiz Affonso Guedes 29

Processos contínuos: variáveis

analógicas

ní nívelvel

mAmA

tt Luiz Affonso Guedes 30

Processo Discreto

LSLL (^) SDV

VASO DE PROCESSO

PSLL

CLP

SDV

Luiz Affonso Guedes 37

Terminologias de Sensores

A norma ISA 37.1 (1982):Electrical Transducer Nomenclature and Terminology padroniza a terminologia e recomenda o seguinte:

elemento sensor ouelemento transdutor para o dispositivo onde a entrada e a saída são ambas não-padronizadas e de naturezas iguais ou diferentes.

transmissor para o instrumento onde a entrada é não-padronizada e a saída é padronizada e de naturezas iguais ou diferentes.

transdutor para o instrumento onde a entrada e a saída são ambas padronizadas e de naturezas diferentes.

conversor para o instrumento onde a entrada e a saída são ambas de natureza elétrica, mas com características diferentes, como o conversor A/D (analógico para digital), D/A (digital para analógico), conversor I/F (corrente para freqüência), conversor i/v (corrente para voltagem).

Luiz Affonso Guedes 38

Embora as principais variáveis de processo sejam nível, pressão, temperatura e vazão, as possíveis variáveis medidas são:

  1. Aceleração
  2. Análise (composição, pH)
  3. Atitude
  4. Condutividade elétrica
  5. Corrente elétrica
  6. Deslocamento
  7. Densidade
  8. Força (peso)
  9. Fluxo de calor
  10. Freqüência
  11. Luz
  12. Nível de líquido
  13. Número de Mach (velocidade relativa)
  14. Posição
    1. Potência
    2. Pressão e vácuo
    3. Queima (combustão)
    4. Radiação nuclear
    5. Temperatura
    6. Tempo
    7. Tensão elétrica
    8. Torque
    9. Umidade
    10. Vazão
    11. Velocidade
    12. Vibração
    13. Viscosidade

Luiz Affonso Guedes 39

Sensores - Princípios de Transdução

Conforme a natureza do sinal de saída, os sensores podem ser classificados como:

  1. Mecânicos
  2. Eletrônicos

Praticamente, toda variável de processo pode ser medida eletronicamente, porém nem toda variável pode ser medida mecanicamente.

Por exemplo, o pH só pode ser medido por meio elétrico. As principais vantagens do sinal eletrônico sobre o mecânico são:  não há efeitos de inércia e atrito  a amplificação é mais fácil de ser obtida  a indicação e o registro à distância são mais fáceis.

Luiz Affonso Guedes 40

Sensores Mecânicos

O elemento sensor mecânico recebe naentrada a variável de processo e gera na saída uma grandeza mecânica, como movimento, força ou deslocamento, proporcional à variável medida.

O elemento sensor mecânico nãonecessita de nenhuma fonte de alimentação externa para funcionar; ele é acionado pela própria energia do processo ao qual está ligado. Exemplos de elementos sensores mecânicos: Espiral, para a medição de pressão; Enchimento termal, para temperatura; Placa de orifício, para a vazão

Luiz Affonso Guedes 41

Sensores de Pressão

Luiz Affonso Guedes 42

Mediç Medição de Não de Níívelvel

Luiz Affonso Guedes 43

VariVariáável Nvel Níívelvel

ˆ Altura da coluna líquida ou de sólidos

granulados em um tanque ou reservatório

ˆ Unidades

 comprimento;  volume; ou  massa.

ˆ Símbolos: LG, LI, LR, LSL, LSH, LSLL, LSHH

Luiz Affonso Guedes 44

Medidores de Nível

ˆ Medição Direta  Visor  Bóia  Fita  Trena ˆ Medição Indireta  Pressão diferencial  Borbulhamento,  Deslocamento  Radar  Ultra-sônico  Eletrodos (condutividade)

Luiz Affonso Guedes 45

Cilindro Vertical

Luiz Affonso Guedes 46

Medição de Nível por Visor

ˆ O visor de nível é uma parede de vidro ou

outro material transparente com uma escala

graduada

ˆ É frágil, por ser construído de vidro

ˆ Pode-se usar armaduras e proteção metálicas,

para aumentar a resistência mecânica do visor

ˆ Pode-se usar paredes mais grossas ou

materiais transparentes mais resistentes,

como fibra de vidro e plásticos

Luiz Affonso Guedes 47

Visor de Nível

Luiz Affonso Guedes 48

Medição de Nível por Bóia

ˆ Sistema de medição direta de nível;

extremamente simples, usado em tanque

aberto para a atmosfera;

ˆ Requer manutenção freqüente, por se tratar

de sistema mecânico;

ˆ A bóia, ou flutuador, fica em contato direto

com o líquido do processo, sendo ligado por

um sistema de polias e contrapesos.

Luiz Affonso Guedes 55

Medição de Nível por Borbulhamento

ˆ Também se baseia na pressão diferencial medida; ˆ Injeta-se ar ou gás inerte (nitrogênio) através de tubo de vidro; ˆ Aumenta-se lenta e continuamente a pressão de suprimento do gás, até que se comece a borbulhar o gás ˆ No momento limite que começa o borbulhamento, a pressão aplicada é exatamente igual à pressão exercida pela coluna liquida. ˆ A pressão aplicada para borbulhar o gás é proporcional ao nível que se quer medir

Luiz Affonso Guedes 56

Sistema de Nível com Borbulhamento

Luiz Affonso Guedes 57

Vantagens e Desvantagens

¾ VantagensVantagens

¾ pode medir nível de fluidos sujos e corrosivos ¾ a temperatura do processo é limitada apenas pelo material do vidro

¾ (^) DesvantagensDesvantagens

¾ dificuldade de medição de nível em tanque fechado pressurizado ¾ sistema é frágil e exige muito cuidado de manuseio

Medição de Nível por Borbulhamento

Luiz Affonso Guedes 58

Medição de Nível por Radar

ˆ O tempo de propagação do sinal refletido é

medido pelo controle do oscilador (sensor);

ˆ Ele envia um sinal em uma freqüência fixa;

ˆ O detector radar é exposto simultaneamente à

varredura enviada pelo radar e ao sinal de

retorno refletido;

ˆ A saída do detector é um sinal de freqüência

que é igual à diferença entre os sinais enviado e

o refletido.

Luiz Affonso Guedes 59

Medição de Nível por Radar

ˆ Esta diferença de freqüência é diretamente proporcional ao tempo de propagação e à distância entre o sensor e o nível do líquido; ˆ O sinal de freqüência modulada (FM) varia entre 0 e 200 Hz, quando a distância varia 0 e 60 m; ˆ Uma vantagem desta técnica é que a informação da variável de processo está no domínio da freqüência em vez do domínio da amplitude modulada ou da diferença de tempo, o que permite uma conversão mais precisa.

Luiz Affonso Guedes 60

Medidor de Nível por Radar

Luiz Affonso Guedes 61

Medição de Nível por Ultra-som

ˆ Sistema de detecção de nível sônico (9500 Hz)

e ultra-sônico operam pela absorção da energia

acústica, quando ela se propaga da fonte para o

receptor ou pela atenuação (mudança de

freqüência) de um dispositivo vibrante,

oscilando em 35 a 40 kHz;

ˆ O transmissor de nível ultra-sônico opera

gerando um pulso e medindo o tempo que o eco

leva para voltar.

Luiz Affonso Guedes 62

Medição de Nível por Ultra-som

ˆ Transmissor pode ser montado no

 topo do tanque e o tempo de propagação é uma indicação do espaço vazio acima do nível do líquido no tanque;  fundo do tanque, o tempo de propagação reflete a altura de líquido no tanque e a velocidade do pulso é função deste líquido.

Luiz Affonso Guedes 63

Medidor de Nível Ultra-sônico

Luiz Affonso Guedes 64

Transmissor de Nível

Luiz Affonso Guedes 65

Sistema de Nível Tomada Lateral

Luiz Affonso Guedes 66

Sistema de Nível Tomada de Topo

Luiz Affonso Guedes 73

Sensor Resistivo

O sensor resistivo converte a variável de processo medida em uma variação de resistência elétrica. As variações de resistência podem ser causadas em condutores ou semicondutores (termistores) por meio de aquecimento, resfriamento, aplicação de tensão mecânica, molhação, secagem de certos sais eletrolíticos ou pelo movimento de um braço de reostato.

∆R ∆R

∆R ∆R

Luiz Affonso Guedes 74

E (^) x

Sensor Potenciométrico

O sensor potenciométrico converte a variável de processo medida em uma variação de relação de voltagens pela variação da posição de um contato móvel (wiper) em um elemento resistivo, através do qual é aplicada uma excitação.

A relação dada pela posição do elemento móvel é basicamente uma relação de resistências

E (^) w L

E (^) x

Ex

Ew Ex

Luiz Affonso Guedes 75

Sensor Strain-gage

O sensor strain-gage converte a variável de

processo medida em uma variação de

resistência em dois ou quatro braços da

ponte de Wheatstone.

D

B

C

A Link sensor

E x ∆E

A B

B

C D

A

Luiz Affonso Guedes 76

Sensor Fotocondutivo

O sensor fotocondutivo converte a variável de processo medida em uma variação de resistência elétrica (ou condutância) de um material semicondutor devido à variação da quantidade de luz incidente neste material

LuzLuz^ ∆RR

Luiz Affonso Guedes 77

Sensor Fotovoltáico

O sensor fotovoltáico converte a variável de processo medida em uma variação de tensão elétrica de um material semicondutor devido à variação da quantidade de luz incidente em junções de certos materiais semicondutores

LuzE

Luiz Affonso Guedes 78

Sensor Termoelétrico O sensor termoelétrico converte a variável de processo medida em uma variação de força eletromotriz gerada pela diferença de temperatura entre duas junções de dois materiais diferentes, devido ao efeito Seebeck Æ termopar

T^ ∆ E 1 T^2

Luiz Affonso Guedes 79

Termopares

Sensores de Temperatura

Luiz Affonso Guedes 80

Sensor Iônico

O sensor iônico converte a variável de processo medida em uma variação da corrente de ionização existente entre dois eletrodos.

Luiz Affonso Guedes 81

Escolha do Sensor

ˆ É muito importante entender os princípios físicos que permitem o sensor converter a variável do processo em uma grandeza elétrica ou mecânica. ˆ É fundamental estabelecer a exatidão, precisão, resolução, linearidade, repetibilidade e tempo de resposta do sensor para as necessidades do sistema. ˆ É fundamental se ater ao limites físicos de operação do sensor. ˆ Um sensor especificado com precisão insuficiente pode comprometer o desempenho de todo o sistema.

Luiz Affonso Guedes 82

Características Desejáveis do Sensor

I. insensível aos outros sinais presentes na medição. II. o sensor não deve alterar a variável a ser medida. III. o sinal do sensor deve ser facilmente modificado IV. deve ter boa exatidão , conseguida por fácil calibração. V. deve ter linearidade, repetibilidade e reprodutibilidade. VI. deve ter linearidade de amplitude VII. deve ter boa resposta dinâmica, VIII. não deve induzir atraso entre os sinais entrada/saída, IX. deve suportar o ambiente hostil do processo sem se danificar e manter suas características. X. deve ser facilmente disponível e de preço razoável.

Luiz Affonso Guedes 83

Instrumentos de Leitura

Luiz Affonso Guedes 84

Indicadores

¾ Instrumento que sente a variável e apresenta o seu valor instantâneo ¾ Analógico: escala + ponteiro (um móvel, outro fixo) ¾ Digital: números em LED, LCD ¾ Precisão (resolução) ¾ Maior escala e número de divisões ¾ Maior número de dígitos.

Indicador

Luiz Affonso Guedes 91

Registrador

¾Instrumento que sente a variável e imprime valor histórico ou de tendência da variável em um gráfico através de uma “pena” ¾Especificações ¾Numero de penas ¾Registro contínuo ou ponto ¾Enrolamento do gráfico ¾Tipo de pena ¾Acionamento do gráfico

Luiz Affonso Guedes 92

Registrador Eletrônico e Mecânico

Luiz Affonso Guedes 93

Registrador Eletrônico e Mecânico

Luiz Affonso Guedes 94

Telemetria

ˆ Os sistemas conforme o tipo de energia

podem ser:

 Transmissão pneumática (3-15PSI)  Transmissão eletrônica (4-20mA, 1-5Vcc)  Transmissão digital ( RS-485 protocolo modbus, RS-232 protocolo HART, RS-422, “FoundationTM^ Fieldbus”.  Transmissão hidráulica

Luiz Affonso Guedes 95

Sistemas de Comandos: Atuadores

ˆ Amplificadores de energia

ˆ Transformadores de energia elétrica (sinal

de controle) em outras formas de energia

Saída Sistema de comando

Sinal de comando Processo

Atuador

Luiz Affonso Guedes 96

Exemplos de Atuadores

ˆ Válvulas

ˆ Pistões

ˆ Inversores (eletrônica de potência)

ˆ Resistências

Luiz Affonso Guedes 97

Exemplos de Atuadores

Válvula de controle (Fisher) (^) Transmissor eletrônico

Luiz Affonso Guedes 98

Exemplos de Atuadores

Luiz Affonso Guedes 99

Transmissor

Rigorosamente, o transmissor

não é necessário.

A transmissão serve somente

como uma conveniência de

operação para tornar disponíveis

os dados do processo em uma

sala de controle centralizada,

num formato padronizado.

Luiz Affonso Guedes 100

Justificativas Para o Uso do Transmissor

  1. eliminam a presença de fluidos inflamáveis, corrosivos, tóxicos mal cheirosos e de alta pressão na sala de controle.
  2. as salas de controle tornam-se mais práticas
  3. padronização dos instrumentos receptores do painel; os indicadores, os registradores e os controladores recebem o mesmo sinal padrão dos transmissores de campo

Luiz Affonso Guedes 101

Transmissão de Sinal

Em conformidade com a norma ANSI/ISA SP 50.1 - 1982 ( Compatibility of Analog Signals for Electronic Industrial Process Instruments )

  1. a faixa de 4 a 20 mA, corrente contínua, com largura de faixa de 16 mA, que corresponde a uma tensão de 1 a 5 V cc, com largura de faixa de 4 V
  2. a impedância de carga deve estar entre 0 e um mínimo de 600 Ώ.
  3. o número de fios de transmissão de 2, 3 ou 4.
  4. a instalação elétrica
  5. o conteúdo de ruído e ripple
  6. as características do resistor de conversão de corrente para tensão, que deve ser de (250,00 ± 0,25) Ώ
  7. quando a entrada for de 10 V ou de 40 mA. Luiz Affonso Guedes 102

Transmissor

Fonte

Receptor

Transmissor

Fonte

Receptor

Transmissor

Fonte

Receptor

Consideração do tipo de transmissor

Luiz Affonso Guedes 109

As principais vantagens são:

  1. a robustez e a precisão da operação, praticamente sem movimento e desgaste das peças,
  2. a opção da supressão ou da elevação do zero, necessária medições de nível.

As suas desvantagens são:

1. não há indicação local da

variável transmitida,

2. a velocidade da resposta é lenta

Luiz Affonso Guedes 110

Balanço de Movimento

As principais vantagens do transmissor a balanço de movimentos são: ˆ apresenta a indicação da medida, no local de transmissão ˆ opera com grande variedade de elementos primários, pois a força necessária para atua-lo é pequena (cerca de 2 gramas).

As suas desvantagens são: ˆ não apresenta a opção de abaixamento e elevação de zero. ˆ sua operação é mais delicada e sua calibração é mais difícil e menos estável, por causa dos elos mecânicos e das partes moveis..

Luiz Affonso Guedes 111

Transmissor Eletrônico

ˆ O transmissor eletrônico mede a variável do

processo e transmite o sinal padrão de

corrente de 4 a 20 mA cc proporcional ao

valor da medição.

ˆ Ele requer a alimentação, geralmente a

tensão contínua. Normalmente esta

alimentação é feita da sala de controle,

através do instrumento receptor (indicador,

controlador ou registrador), onde está a

fonte de alimentação.

ˆ A alimentação é feita pelo mesmo fio que

porta o sinal transmitido de 4 a 20 mA.

Luiz Affonso Guedes 112

Transmissor Indutivo

Luiz Affonso Guedes 113

Transmissor Capacitivo

ˆ No início dos anos 80, a Rosemount lançou o transmissor eletrônico capacitivo, que se tornou um dos tipos de instrumentos mais vendidos na instrumentação. ˆ O elemento elástico mais usado é um diafragma de aço inoxidável ou de Inconel, ou Ni-Span C. Dependendo da referência, pode-se medir pressão absoluta (vácuo), manométrica (atmosférica) ou diferencial. ˆ A capacitância de um capacitor de placas paralelas, é dada simplificadamente por:

ˆ Sendo:  C Æ capacitância  e Æ constante dielétrica do isolante entre as placas  A Æ área das placas  d Æ distância entre as placas.  Como a pressão pode provocar um deslocamento, ela pode ser inferida através da capacitância, que também depende de um deslocamento.

C

A d

= ε

Luiz Affonso Guedes 114

ˆ O sensor capacitivo tem precisão típica de 0,1 a 0,2% da largura de faixa e com a seleção de diafragmas, pode medir faixas de 0, kPa a 35 MPa (3 in H a 5000 psi).

Transmissor Capacitivo Transmissor Capacitivo

Luiz Affonso Guedes 115

vantagens ˆ alta robustez ˆ grande estabilidade ˆ excelente linearidade ˆ resposta rápida ˆ deslocamento volumétrico menor que 0,16 cm3 elimina a necessidade de câmaras de condensação e potes de nível

Transmissor CapacitivoTransmissor Capacitivo

Limitações:

  • sensitividade à temperatura
  • alta impedância de saída
  • sensitividade à capacitância parasita
  • sensitividade a vibração
  • pequena capacidade de resistir à sobre pressão

Luiz Affonso Guedes 116

Simbologia

Letras subseqüentes (função do instrumento IC na malha

T^ Primeira letra (variável da malha)

Identificação funcional (Controlador TIC Indicador de temperatura)

Identificação da malha (malha de T (^103) temperatura, número 103)

Identificação do instrumento ou tag do TIC 103 instrumento

Luiz Affonso Guedes 117

Simbologia

TE-301 sensor de temperatura TT – 301 transmissor de temperatura TIC-301 controlador de temperatura TCV-301 válvula controladora de temperatura

Luiz Affonso Guedes 118

Simbologia

PIC 211

Exemplo de uma malha de controle de Pressão

Luiz Affonso Guedes 119

Nível de Controle Direto

Nível de Processos Físicos

Nível de Sensores e Atuadores

Nível de Controle Direto: PC, CLP

Nível de Supervisão

Nível de Gerência

Luiz Affonso Guedes 120

Esquema de Controle Automático

Alarmes e guias para operador

Processo

Sistema de controle com computador

material energia

produto

Informação do Sinais de produto controle

Informação do processo

Registros e relatórios

Informação de entrada

Objetivos e informação de gerenciamento