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Apostila - Apostila
Tipologia: Notas de estudo
1 / 26
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Luiz Affonso Guedes 1
Luiz Affonso Guedes www.dca.ufrn.br/~affonso [email protected]
Luiz Affonso Guedes 2
Disciplina da ênfase de Automação Carga-horária: 60h teóricas Automação da Medição (affonso) Processamento e transmissão de sinais (Adrião) Teoria de Controle (Maitelli) Horário e Local: 23456M LAMP - Auditório Avaliação: A definir
Luiz Affonso Guedes 3
Luiz Affonso Guedes 4
Luiz Affonso Guedes 5
Instrumentação Industrial, Egídio Alberto Bega e Alli, Eitora Interciência, 2003.
Luiz Affonso Guedes 6
Definição de automação Instrumentação industrial Sensores e atuadores Hardware e software de controle Redes Industrias Inter-travamento e Sistema de Segurança Gerência de Informação
Luiz Affonso Guedes 7
Automação – Visão Geral
Luiz Affonso Guedes 8
Desafio de integração de informação
Visão Geral da Automação Industrial
Luiz Affonso Guedes 9
Objetivos da Automação Industrial
Luiz Affonso Guedes 10
Vantagens da Automação
Qualidade do Produto
Luiz Affonso Guedes 11
Vantagens da Automação
Qualidade do Produto
Processo
Luiz Affonso Guedes 12
Vantagens da Automação
Economia do Processo
Luiz Affonso Guedes 19
Elemento sensor Condicionador de sinal Transmissor Indicador Registrador Computador de vazão Válvula de controle
Exemplo de Processo Automatizado
Luiz Affonso Guedes 20
Exemplo de Processo Automatizado
Luiz Affonso Guedes 21
Disciplinas Envolvidas
Luiz Affonso Guedes 22
Níveis de Abstração do Problema
Nível de Processos Físicos
Nível de Sensores e Atuadores
Nível de Controle Direto: PC, CLP
Nível de Supervisão
Nível de Gerência
Nível de Rede de Comunicação
Motores, robôs, caldeiras, etc.
Eletrônica de potência, transdutores, acio. pneumático, etc
Algoritmos PID, fuzzy, lógica de relé,etc
Tecnologias e protocolos de comunicação
Visualização, configuração e armazenamento e variáveis
Geração de informação estratégica
Luiz Affonso Guedes 23
Níveis de Tecnologias do Problema
Luiz Affonso Guedes 24
Automação: Industrial + Gerencial
VENDASVENDAS
PLANEJAMENTOPLANEJAMENTO
BANCO DE DADOS CORPORATIVOSBANCO DE DADOS CORPORATIVOS
INFORMAINFORMAÇÇÃO E SIMULAÃO E SIMULAÇÇÃOÃO
INTEGRAINTEGRAÇÇÃO DE CAMPOÃO DE CAMPO OPERAOPERAÇÇÃO E SUPERVISÃO(OTIMIZA(OTIMIZAÇÃO E SUPERVISÃOÇÃO)ÃO)
CONTROLE E SEGURANCONTROLE E SEGURANÇÇAA
CAMPOCAMPO
Sistema GerencialSistema Gerencial
AUTOMAAUTOMAÇÇÃO INDUSTRIALÃO INDUSTRIAL
Elementos Sensores e Atuadores
PLC’s Controladores
Estações de Trabalho
Servidores
Estações deTrabalho
Luiz Affonso Guedes 25
O Nível de Processos Físicos
Nível de Processos Físicos
Nível de Sensores e Atuadores
Nível de Controle Direto: PC, CLP
Nível de Supervisão
Nível de Gerência
Luiz Affonso Guedes 26
Elementos Básicos
Processos Sensores Atuadores Calibração Segurança Economia de energia Condicionamento de sinais Conversão de sinais Hardware computacional Sistemas operacionais Linguagem de programação Estratégias de controle Estratégias de segurança: inter-travamento Estratégias de supervisão
Luiz Affonso Guedes 27
Processos
Sistemas físicos a serem monitorados, controlados, supervisionados,gerenciados Processos Contínuos As variáveis manipuladas têm natureza contínua Processos químicos e robótica Processos Discretos As variáveis manipuladas têm natureza discreta Políticas de inter-travamento e manufatura Sistemas Híbridos Variáveis contínuas + Variáveis discretas
Luiz Affonso Guedes 28
Processo Contínuo
TT^ LT^ LC
MISTURADOR
AQUECEDOR H
TC
vapor
Produto B
Produto A
Luiz Affonso Guedes 29
Processos contínuos: variáveis
analógicas
ní nívelvel
mAmA
tt Luiz Affonso Guedes 30
Processo Discreto
LSLL (^) SDV
VASO DE PROCESSO
PSLL
CLP
SDV
Luiz Affonso Guedes 37
Terminologias de Sensores
A norma ISA 37.1 (1982):Electrical Transducer Nomenclature and Terminology padroniza a terminologia e recomenda o seguinte:
elemento sensor ouelemento transdutor para o dispositivo onde a entrada e a saída são ambas não-padronizadas e de naturezas iguais ou diferentes.
transmissor para o instrumento onde a entrada é não-padronizada e a saída é padronizada e de naturezas iguais ou diferentes.
transdutor para o instrumento onde a entrada e a saída são ambas padronizadas e de naturezas diferentes.
conversor para o instrumento onde a entrada e a saída são ambas de natureza elétrica, mas com características diferentes, como o conversor A/D (analógico para digital), D/A (digital para analógico), conversor I/F (corrente para freqüência), conversor i/v (corrente para voltagem).
Luiz Affonso Guedes 38
Embora as principais variáveis de processo sejam nível, pressão, temperatura e vazão, as possíveis variáveis medidas são:
Luiz Affonso Guedes 39
Sensores - Princípios de Transdução
Conforme a natureza do sinal de saída, os sensores podem ser classificados como:
Praticamente, toda variável de processo pode ser medida eletronicamente, porém nem toda variável pode ser medida mecanicamente.
Por exemplo, o pH só pode ser medido por meio elétrico. As principais vantagens do sinal eletrônico sobre o mecânico são: não há efeitos de inércia e atrito a amplificação é mais fácil de ser obtida a indicação e o registro à distância são mais fáceis.
Luiz Affonso Guedes 40
Sensores Mecânicos
O elemento sensor mecânico recebe naentrada a variável de processo e gera na saída uma grandeza mecânica, como movimento, força ou deslocamento, proporcional à variável medida.
O elemento sensor mecânico nãonecessita de nenhuma fonte de alimentação externa para funcionar; ele é acionado pela própria energia do processo ao qual está ligado. Exemplos de elementos sensores mecânicos: Espiral, para a medição de pressão; Enchimento termal, para temperatura; Placa de orifício, para a vazão
Luiz Affonso Guedes 41
Sensores de Pressão
Luiz Affonso Guedes 42
Mediç Medição de Não de Níívelvel
Luiz Affonso Guedes 43
VariVariáável Nvel Níívelvel
comprimento; volume; ou massa.
Luiz Affonso Guedes 44
Medidores de Nível
Medição Direta Visor Bóia Fita Trena Medição Indireta Pressão diferencial Borbulhamento, Deslocamento Radar Ultra-sônico Eletrodos (condutividade)
Luiz Affonso Guedes 45
Cilindro Vertical
Luiz Affonso Guedes 46
Medição de Nível por Visor
Luiz Affonso Guedes 47
Visor de Nível
Luiz Affonso Guedes 48
Medição de Nível por Bóia
Luiz Affonso Guedes 55
Também se baseia na pressão diferencial medida; Injeta-se ar ou gás inerte (nitrogênio) através de tubo de vidro; Aumenta-se lenta e continuamente a pressão de suprimento do gás, até que se comece a borbulhar o gás No momento limite que começa o borbulhamento, a pressão aplicada é exatamente igual à pressão exercida pela coluna liquida. A pressão aplicada para borbulhar o gás é proporcional ao nível que se quer medir
Luiz Affonso Guedes 56
Luiz Affonso Guedes 57
Vantagens e Desvantagens
¾ VantagensVantagens
¾ pode medir nível de fluidos sujos e corrosivos ¾ a temperatura do processo é limitada apenas pelo material do vidro
¾ (^) DesvantagensDesvantagens
¾ dificuldade de medição de nível em tanque fechado pressurizado ¾ sistema é frágil e exige muito cuidado de manuseio
Luiz Affonso Guedes 58
Medição de Nível por Radar
Luiz Affonso Guedes 59
Medição de Nível por Radar
Esta diferença de freqüência é diretamente proporcional ao tempo de propagação e à distância entre o sensor e o nível do líquido; O sinal de freqüência modulada (FM) varia entre 0 e 200 Hz, quando a distância varia 0 e 60 m; Uma vantagem desta técnica é que a informação da variável de processo está no domínio da freqüência em vez do domínio da amplitude modulada ou da diferença de tempo, o que permite uma conversão mais precisa.
Luiz Affonso Guedes 60
Medidor de Nível por Radar
Luiz Affonso Guedes 61
Medição de Nível por Ultra-som
Luiz Affonso Guedes 62
Medição de Nível por Ultra-som
topo do tanque e o tempo de propagação é uma indicação do espaço vazio acima do nível do líquido no tanque; fundo do tanque, o tempo de propagação reflete a altura de líquido no tanque e a velocidade do pulso é função deste líquido.
Luiz Affonso Guedes 63
Medidor de Nível Ultra-sônico
Luiz Affonso Guedes 64
Transmissor de Nível
Luiz Affonso Guedes 65
Sistema de Nível Tomada Lateral
Luiz Affonso Guedes 66
Sistema de Nível Tomada de Topo
Luiz Affonso Guedes 73
Sensor Resistivo
O sensor resistivo converte a variável de processo medida em uma variação de resistência elétrica. As variações de resistência podem ser causadas em condutores ou semicondutores (termistores) por meio de aquecimento, resfriamento, aplicação de tensão mecânica, molhação, secagem de certos sais eletrolíticos ou pelo movimento de um braço de reostato.
∆R ∆R
∆R ∆R
Luiz Affonso Guedes 74
E (^) x
Sensor Potenciométrico
O sensor potenciométrico converte a variável de processo medida em uma variação de relação de voltagens pela variação da posição de um contato móvel (wiper) em um elemento resistivo, através do qual é aplicada uma excitação.
A relação dada pela posição do elemento móvel é basicamente uma relação de resistências
E (^) w L
E (^) x
Ex
Ew Ex
Luiz Affonso Guedes 75
Sensor Strain-gage
D
B
C
A Link sensor
E x ∆E
A B
B
C D
A
Luiz Affonso Guedes 76
Sensor Fotocondutivo
O sensor fotocondutivo converte a variável de processo medida em uma variação de resistência elétrica (ou condutância) de um material semicondutor devido à variação da quantidade de luz incidente neste material
LuzLuz^ ∆RR
Luiz Affonso Guedes 77
Sensor Fotovoltáico
O sensor fotovoltáico converte a variável de processo medida em uma variação de tensão elétrica de um material semicondutor devido à variação da quantidade de luz incidente em junções de certos materiais semicondutores
Luz ∆ E
Luiz Affonso Guedes 78
Sensor Termoelétrico O sensor termoelétrico converte a variável de processo medida em uma variação de força eletromotriz gerada pela diferença de temperatura entre duas junções de dois materiais diferentes, devido ao efeito Seebeck Æ termopar
T^ ∆ E 1 T^2
Luiz Affonso Guedes 79
Sensores de Temperatura
Luiz Affonso Guedes 80
Sensor Iônico
O sensor iônico converte a variável de processo medida em uma variação da corrente de ionização existente entre dois eletrodos.
Luiz Affonso Guedes 81
Escolha do Sensor
É muito importante entender os princípios físicos que permitem o sensor converter a variável do processo em uma grandeza elétrica ou mecânica. É fundamental estabelecer a exatidão, precisão, resolução, linearidade, repetibilidade e tempo de resposta do sensor para as necessidades do sistema. É fundamental se ater ao limites físicos de operação do sensor. Um sensor especificado com precisão insuficiente pode comprometer o desempenho de todo o sistema.
Luiz Affonso Guedes 82
Características Desejáveis do Sensor
I. insensível aos outros sinais presentes na medição. II. o sensor não deve alterar a variável a ser medida. III. o sinal do sensor deve ser facilmente modificado IV. deve ter boa exatidão , conseguida por fácil calibração. V. deve ter linearidade, repetibilidade e reprodutibilidade. VI. deve ter linearidade de amplitude VII. deve ter boa resposta dinâmica, VIII. não deve induzir atraso entre os sinais entrada/saída, IX. deve suportar o ambiente hostil do processo sem se danificar e manter suas características. X. deve ser facilmente disponível e de preço razoável.
Luiz Affonso Guedes 83
Instrumentos de Leitura
Luiz Affonso Guedes 84
Indicadores
¾ Instrumento que sente a variável e apresenta o seu valor instantâneo ¾ Analógico: escala + ponteiro (um móvel, outro fixo) ¾ Digital: números em LED, LCD ¾ Precisão (resolução) ¾ Maior escala e número de divisões ¾ Maior número de dígitos.
Indicador
Luiz Affonso Guedes 91
Registrador
¾Instrumento que sente a variável e imprime valor histórico ou de tendência da variável em um gráfico através de uma “pena” ¾Especificações ¾Numero de penas ¾Registro contínuo ou ponto ¾Enrolamento do gráfico ¾Tipo de pena ¾Acionamento do gráfico
Luiz Affonso Guedes 92
Registrador Eletrônico e Mecânico
Luiz Affonso Guedes 93
Registrador Eletrônico e Mecânico
Luiz Affonso Guedes 94
Telemetria
Transmissão pneumática (3-15PSI) Transmissão eletrônica (4-20mA, 1-5Vcc) Transmissão digital ( RS-485 protocolo modbus, RS-232 protocolo HART, RS-422, “FoundationTM^ Fieldbus”. Transmissão hidráulica
Luiz Affonso Guedes 95
Sistemas de Comandos: Atuadores
Saída Sistema de comando
Sinal de comando Processo
Atuador
Luiz Affonso Guedes 96
Exemplos de Atuadores
Luiz Affonso Guedes 97
Exemplos de Atuadores
Válvula de controle (Fisher) (^) Transmissor eletrônico
Luiz Affonso Guedes 98
Exemplos de Atuadores
Luiz Affonso Guedes 99
Transmissor
Luiz Affonso Guedes 100
Justificativas Para o Uso do Transmissor
Luiz Affonso Guedes 101
Transmissão de Sinal
Em conformidade com a norma ANSI/ISA SP 50.1 - 1982 ( Compatibility of Analog Signals for Electronic Industrial Process Instruments )
Transmissor
Fonte
Receptor
Transmissor
Fonte
Receptor
Transmissor
Fonte
Receptor
Consideração do tipo de transmissor
Luiz Affonso Guedes 109
As principais vantagens são:
Luiz Affonso Guedes 110
Balanço de Movimento
As principais vantagens do transmissor a balanço de movimentos são: apresenta a indicação da medida, no local de transmissão opera com grande variedade de elementos primários, pois a força necessária para atua-lo é pequena (cerca de 2 gramas).
As suas desvantagens são: não apresenta a opção de abaixamento e elevação de zero. sua operação é mais delicada e sua calibração é mais difícil e menos estável, por causa dos elos mecânicos e das partes moveis..
Luiz Affonso Guedes 111
Transmissor Eletrônico
Luiz Affonso Guedes 112
Transmissor Indutivo
Luiz Affonso Guedes 113
Transmissor Capacitivo
No início dos anos 80, a Rosemount lançou o transmissor eletrônico capacitivo, que se tornou um dos tipos de instrumentos mais vendidos na instrumentação. O elemento elástico mais usado é um diafragma de aço inoxidável ou de Inconel, ou Ni-Span C. Dependendo da referência, pode-se medir pressão absoluta (vácuo), manométrica (atmosférica) ou diferencial. A capacitância de um capacitor de placas paralelas, é dada simplificadamente por:
Sendo: C Æ capacitância e Æ constante dielétrica do isolante entre as placas A Æ área das placas d Æ distância entre as placas. Como a pressão pode provocar um deslocamento, ela pode ser inferida através da capacitância, que também depende de um deslocamento.
C
A d
= ε
Luiz Affonso Guedes 114
O sensor capacitivo tem precisão típica de 0,1 a 0,2% da largura de faixa e com a seleção de diafragmas, pode medir faixas de 0, kPa a 35 MPa (3 in H a 5000 psi).
Transmissor Capacitivo Transmissor Capacitivo
Luiz Affonso Guedes 115
vantagens alta robustez grande estabilidade excelente linearidade resposta rápida deslocamento volumétrico menor que 0,16 cm3 elimina a necessidade de câmaras de condensação e potes de nível
Transmissor CapacitivoTransmissor Capacitivo
Limitações:
Luiz Affonso Guedes 116
Simbologia
Letras subseqüentes (função do instrumento IC na malha
T^ Primeira letra (variável da malha)
Identificação funcional (Controlador TIC Indicador de temperatura)
Identificação da malha (malha de T (^103) temperatura, número 103)
Identificação do instrumento ou tag do TIC 103 instrumento
Luiz Affonso Guedes 117
Simbologia
TE-301 sensor de temperatura TT – 301 transmissor de temperatura TIC-301 controlador de temperatura TCV-301 válvula controladora de temperatura
Luiz Affonso Guedes 118
Simbologia
PIC 211
Exemplo de uma malha de controle de Pressão
Luiz Affonso Guedes 119
Nível de Controle Direto
Nível de Processos Físicos
Nível de Sensores e Atuadores
Nível de Controle Direto: PC, CLP
Nível de Supervisão
Nível de Gerência
Luiz Affonso Guedes 120
Esquema de Controle Automático
Alarmes e guias para operador
Processo
Sistema de controle com computador
material energia
produto
Informação do Sinais de produto controle
Informação do processo
Registros e relatórios
Informação de entrada
Objetivos e informação de gerenciamento