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AV II - Direito do Trabalho, Provas de Direito do Trabalho

AV2 de direito do trabalho estácio de sá

Tipologia: Provas

2021

Compartilhado em 15/06/2021

andre-marques-ytc
andre-marques-ytc 🇧🇷

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DIREITO DO TRABALHO II
1) Efigênia foi empregada da sociedade empresária Luz Eterna S.A., exercendo, por último, o
cargo de chefe do setor de Recursos Humanos. Após décadas de dedicação à empresa, Efigênia
se aposentou por tempo de contribuição e saiu do emprego por vontade própria, recebendo a
indenização legal. Ocorre que, após seis meses da jubilação, Efigênia passou a sentir falta da
rotina que o seu trabalho gerava e também do convívio com os colegas de trabalho, daí porque
manifestou desejo de retornar ao mercado de trabalho. Ciente disso, a ex-empregadora ofereceu
novamente o emprego a Efigênia, nas mesmas condições vigentes antes da aposentadoria, já que
ela era excelente empregada e tinha profundo conhecimento das rotinas do setor de RH. Com
base na situação retratada e na Lei, assinale a afirmativa correta.
(A) Uma vez que Efigênia se aposentou, ela não pode assumir emprego na mesma sociedade
empresária na qual se jubilou, por vedação legal expressa, sob pena de nulidade do segundo
contrato.
(B) Efigênia poderá voltar a trabalhar na sociedade empresária, porque a aposentadoria por
tempo de contribuição não extingue automaticamente o contrato de trabalho.
(C) A ex-empregada pode voltar a trabalhar porque sua liberdade é garantida pela Constituição
da República, mas deverá optar entre receber o salário do empregador ou a aposentadoria pelo
INSS, já que não é possível o acúmulo.
(D) O tempo trabalhado antes da aposentadoria, caso seja quitado pela sociedade empresária,
será considerado para fins de pagamento de adicional por tempo de serviço no segundo contrato.
2) Em março de 2015, Lívia foi contratada por um estabelecimento comercial para exercer a
função de caixa, cumprindo jornada de segunda-feira a sábado das 8h às 18h, com intervalo de
30 minutos para refeição. Em 10 de março de 2017, Lívia foi dispensada sem justa causa, com
aviso prévio indenizado, afastando-se de imediato. Em 30 de março de 2017, Lívia registrou sua
candidatura a dirigente sindical e, em 8 de abril de 2017, foi eleita vice-presidente do sindicato
dos comerciários da sua região. Diante desse fato, Lívia ponderou com a direção da empresa
que não seria possível a sua dispensa, mas o empregador insistiu na manutenção da dispensa
afirmando que o aviso prévio não poderia ser considerado para fins de garantia no emprego.
Sobre a hipótese narrada, de acordo com a CLT e com o entendimento consolidado do TST,
assinale a afirmativa correta.
(A) O período do aviso prévio é integrado ao contrato para todos os fins, daí porque Lívia, que
foi eleita enquanto o pacto laboral estava em vigor, não poderá ser dispensada sem justa causa.
(B) Não se computa o aviso prévio para fins de tempo de serviço nem anotação na CTPS do
empregado e, em razão disso, Lívia não terá direito à estabilidade oriunda da eleição para
dirigente sindical.
(C) O aviso prévio é computado para todos os fins, mas, como a candidatura da empregada
ocorreu no decorrer do aviso prévio, Lívia não terá garantia no emprego.
(D) A Lei e a jurisprudência não tratam dessa situação especial, razão pela qual caberá ao
magistrado, no caso concreto, decidir se o aviso prévio será computado ao contrato.
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DIREITO DO TRABALHO II

  1. Efigênia foi empregada da sociedade empresária Luz Eterna S.A., exercendo, por último, o cargo de chefe do setor de Recursos Humanos. Após décadas de dedicação à empresa, Efigênia se aposentou por tempo de contribuição e saiu do emprego por vontade própria, recebendo a indenização legal. Ocorre que, após seis meses da jubilação, Efigênia passou a sentir falta da rotina que o seu trabalho gerava e também do convívio com os colegas de trabalho, daí porque manifestou desejo de retornar ao mercado de trabalho. Ciente disso, a ex-empregadora ofereceu novamente o emprego a Efigênia, nas mesmas condições vigentes antes da aposentadoria, já que ela era excelente empregada e tinha profundo conhecimento das rotinas do setor de RH. Com base na situação retratada e na Lei, assinale a afirmativa correta. (A) Uma vez que Efigênia se aposentou, ela não pode assumir emprego na mesma sociedade empresária na qual se jubilou, por vedação legal expressa, sob pena de nulidade do segundo contrato. (B) Efigênia poderá voltar a trabalhar na sociedade empresária, porque a aposentadoria por tempo de contribuição não extingue automaticamente o contrato de trabalho. (C) A ex-empregada pode voltar a trabalhar porque sua liberdade é garantida pela Constituição da República, mas deverá optar entre receber o salário do empregador ou a aposentadoria pelo INSS, já que não é possível o acúmulo. (D) O tempo trabalhado antes da aposentadoria, caso seja quitado pela sociedade empresária, será considerado para fins de pagamento de adicional por tempo de serviço no segundo contrato.
  2. Em março de 2015, Lívia foi contratada por um estabelecimento comercial para exercer a função de caixa, cumprindo jornada de segunda-feira a sábado das 8h às 18h, com intervalo de 30 minutos para refeição. Em 10 de março de 2017, Lívia foi dispensada sem justa causa, com aviso prévio indenizado, afastando-se de imediato. Em 30 de março de 2017, Lívia registrou sua candidatura a dirigente sindical e, em 8 de abril de 2017, foi eleita vice-presidente do sindicato dos comerciários da sua região. Diante desse fato, Lívia ponderou com a direção da empresa que não seria possível a sua dispensa, mas o empregador insistiu na manutenção da dispensa afirmando que o aviso prévio não poderia ser considerado para fins de garantia no emprego. Sobre a hipótese narrada, de acordo com a CLT e com o entendimento consolidado do TST, assinale a afirmativa correta. (A) O período do aviso prévio é integrado ao contrato para todos os fins, daí porque Lívia, que foi eleita enquanto o pacto laboral estava em vigor, não poderá ser dispensada sem justa causa. (B) Não se computa o aviso prévio para fins de tempo de serviço nem anotação na CTPS do empregado e, em razão disso, Lívia não terá direito à estabilidade oriunda da eleição para dirigente sindical. (C) O aviso prévio é computado para todos os fins, mas, como a candidatura da empregada ocorreu no decorrer do aviso prévio, Lívia não terá garantia no emprego. (D) A Lei e a jurisprudência não tratam dessa situação especial, razão pela qual caberá ao magistrado, no caso concreto, decidir se o aviso prévio será computado ao contrato.
  1. Greyciane foi admitida em 06.01.2020 pelo hospital Salva Todos Ltda. para exercer o cargo de médica. Ocorre que ela praticou assédio sexual com os pacientes, razão pela qual foi denunciada ao Conselho Regional de Medicina, o qual apurou sua conduta aplicando a pena de cassação do registro profissional pela prática de conduta dolosa. Diante do exposto, responda: (A) O empregador somente poderá aplicar a pena de advertência à Greyciane. (B) O empregador somente poderá aplicar a pena de suspensão por 30 dias à Greyciane. (C) O empregador poderá aplicar a pena de justa causa à Greyciane a qualquer momento. (D) O empregador poderá aplicar a pena de justa causa à Greyciane tão logo tome conhecimento sobre a decisão do Conselho Regional de Medicina.
  2. Felipe, vendedor há 03 anos na empresa Águia Dourada Automóveis Ltda., descumpriu, em data de 24 de abr. de 2018, a determinação da empresa de não fumar no interior do local de trabalho, dirigida a todos os empregados, os quais detinham pleno conhecimento da regra. Ainda, quando abordado pelo gerente geral, em particular e adequadamente, para que não mais repetisse a conduta, agrediu-o fisicamente, desferindo-lhe um soco no rosto e dirigindo-lhe palavras de baixo calão. Tais fatos foram presenciados por 6 funcionários da empresa. Assinale, diante da situação posta, a alternativa correta. (A) À empresa é permitida a rescisão do contrato de trabalho por justo motivo em face de Felipe, devendo fazê-lo imediatamente, sendo que este somente terá direito ao recebimento da seguinte verba rescisória: saldo de salário. (B) À empresa é permitida a rescisão do contrato do trabalho por justa causa, podendo fazê-lo no prazo de 60 dias a partir da data dos fatos. (C) Felipe poderá ser demitido por justa causa, mas somente após a instalação de inquérito para apuração de falta grave, no prazo de 30 dias. (D) À empresa é permitida a rescisão do contrato de trabalho por justa causa. Nesse caso, Felipe terá direito ao recebimento das seguintes verbas rescisórias: férias proporcionais acrescidas de um terço e décimo terceiro salário proporcional.
  3. O prazo prescricional para reclamar créditos resultantes das relações de trabalho, conforme previsão legal e entendimento sumulado do TST, é de (A) dois anos para os trabalhadores rurais, até o limite de cinco anos após a extinção do contrato de trabalho. (B) cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. (C) dois anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de cinco anos após a extinção do contrato de trabalho. (D) trinta anos para reclamar contra o não recolhimento da contribuição para o FGTS.
  4. Nos contratos que tenham termo estipulado, o empregador que, sem justa causa, despedir o empregado, será obrigado a pagar-lhe, a título de indenização, o valor correspondente a:

R: O prazo para ingressar com a ação trabalhista é de 2 anos a contar da extinção do contrato de trabalho, se o contrato foi extinto em 09/09/2016, Julia teria até 09/09/2018 para ajuizar reclamação trabalhista. B) Caso Júlia ajuíze a Reclamação Trabalhista no último dia prescricional, qual o período em que ela terá de crédito das verbas trabalhistas? Fundamente (0,5pt). R: Segundo o nosso ordenamento jurídico, o prazo prescricional atual para o empregado urbano e rural exigirem seus créditos e direitos trabalhistas derivados das relações de trabalho é de 5 (cinco) anos, até o limite de 2 (dois) anos após a extinção do contrato. 10 - Sandra, professora de Música, foi contratada pela ESCOLA MÁXIMO LTDA., para trabalhar na filial localizada em Copacabana-RJ, em 05 de março de 2017. Era uma empregada assídua e dedicada com suas tarefas profissionais. Por ter um nariz grande, foi apelidada pelo diretor da escola, Sr. Alfredo, como bruxinha Memeia. O diretor era muito brincalhão e, quando via a professora, a chamava pelo apelido. A empregada sempre ficava muito constrangida com esta situação. Passados alguns meses, a empregada solicitou ao diretor que não a chamasse mais pelo apelido, porque sempre que o fazia, os alunos debochavam e, por essa razão, perdia a credibilidade e o respeito perante a turma que lecionava. Entretanto, o diretor continuou chamando-a pelo apelido. Por não haver outra alternativa, a professora se viu obrigada a pedir demissão em 07.05.2018. Nada lhe foi pago a título de verbas rescisórias. Diante do problema apresentado, indique a medida processual cabível para salvaguardar os direitos da professora, bem como os fundamentos jurídicos pertinentes e a discriminação específica das verbas rescisórias cabíveis (1,0pt). R: No presente caso é cabível uma reclamação trabalhista pleiteando assédio moral por parte do diretor da escola para a Professora Sandra, bem como será cobrada como verbas rescisórias as verbas referentes ao pedido de demissão.