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Banner, Notas de estudo de Enfermagem

ROTINA DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 12/03/2011

daniela-bichara-loureiro-7
daniela-bichara-loureiro-7 🇧🇷

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bg1
Danielle Maia1, Marinês Cristina 2, Michele Coutinho2, Verônica Leite 2 Raul Cavalcanti3
IV CONGRESSO CIENTÍFICO DO CENTRO
UNIVERSITÁRIO CELSO LISBOA
ROTINAS DE ENFERMAGEM
ASSISTENCIAL
INTRODUÇÃO
Segundo o Ministério da Saúde, rotinas é o conjunto de elementos que especifica a maneira exata, pela qual uma ou mais atividades
devem ser realizadas. É a descrição sistematizada dos passos a serem dados para a realização das ações componentes de uma atividade,
na seqüência de execução. A rotina é específica de cada unidade, existem três tipos de rotinas, sendo elas fluxograma, textual e coluna ,
e todas delas podem conter as seguintes informações: Nome da organização; nome da unidade a que se destina; título da rotina; normas
inerentes à rotina, quando couber; Identificação do agente da ação; outras informações necessárias.
OBJETIVOS
Desenvolver e analisar a metodologia assistencial com base nas normas e rotinas assistenciais da unidade hospitalar; refletir, discutir e
descrever as potencialidades e fragilidades da assistência de enfermagem; analisar a quantidade/qualidade dos profissionais de
enfermagem; analisar e descrever a organização estrutural da equipe de enfermagem; disponibilidade de materiais de consumo suficiente
para suprir as necessidades da unidade.
METODOLOGIA
Utilizamos como método a pesquisa bibliográfica por base de dados online constante das publicações eletrônicas do scielo, biblioteca
virtual em saúde e banco de teses da USP, onde foram constituídos os caminhos para a investigação e criação do protocolo sobre rotinas
do enfermeiro assistencial.
CONCLUSÃO
A rotina torna o trabalho da supervisão de enfermagem, mais organizado e direcionado, sendo possível detectar logo o verdadeiro
culpado por tarefas não feitas ou tarefas realizadas indevidamente. Concluímos então que a rotinas de enfermagem assistencial é uma
área que contempla grandes e importantes atividades na instituição. Em todas as áreas existe uma busca contínua pelo conhecimento. Na
área da saúde também há essa preocupação, objetivando garantir uma assistência qualificada e especializada aos enfermos.
1 acadêmica de enfermagem do 7º período – [email protected]
2 acadêmica de enfermagem do 6º período – [email protected]
5 -Professor Orientador Raul Cavalcanti - [email protected]
ROTINA DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL
Receber o plantão no setor, observando a equipe e colaborando para o crescimento profissional; Identificar os problemas de enfermagem
relativos a cada necessidade básica afetada; Fazer visita aos pacientes, integrando-os ao hospital e despertando confiança em relação à
equipe e ao tratamento que irão receber; Prestar cuidados diretos de enfermagem; Participar dos programas de treinamento do pessoal de
serviço; Testar os aparelhos antes do seu uso; Manter materiais sempre limpos e nos locais determinados, após o uso; Revisar material e
medicações da caixa de parada; Supervisionar e controlar as atividades do pessoal subordinado; Solicitar encaminhamento do prontuário
à supervisão de enfermagem, após alta, transferência ou óbito; Supervisionar e indicar limpeza e desinfecção das unidades de internação;
Supervisionar e orientar preparo de material para esterilização; Acompanhar o médico em cuidados e técnicas especiais, Colaborar na
avaliação das normas e rotinas; Avaliar desempenho da equipe auxiliar, coordenando suas atividades; Fazer conferência do material da
supervisão; Admitir pacientes em tratamento clínico, cirúrgico e em pós-operatório, fazendo evolução dos mesmos; Supervisionar e
orientar preparo de exames; Fazer curativos especiais e/ou treinar e supervisionar o funcionário nesta tarefa, Aprazar as prescrições
médicas ; Avaliar o prontuário e evolução de enfermagem, rubricando-os e carimbando-os; Estar a par de todos os acontecimentos do
plantão relacionados aos funcionários, pacientes, aparelhagem e materiais; Levar ao conhecimento da chefia todas as anormalidades
ocorridas durante o plantão, Inteirar-se das medicações e materiais existentes no hospital; Encaminhar ao banco de sangue pedidos de
sangue ou derivados, Comunicar ao SND as alterações de dieta no decorrer de 12 horas, por escrito; Comunicar ao SND as dietas zero,
por escrito e assinadas; Fornecer ao médico atestados de óbito, juntamente com o livro da fiscalização sanitária. Não se esquecer de
anotar, no livro de ordens e ocorrências da chefia, o nome do paciente, quarto, causa da morte, nome do médico atestante, hora e data do
óbito, assim como o número do atestado; Observar características dos recém-natos; Orientar as puérperas quanto à importância do
aleitamento materno; Avaliar, corrigir e assinar os balanços hídricos; Passar plantão no setor, completando as avaliações dos auxiliares de
enfermagem; Fazer escala diária de pacientes para os auxiliares de enfermagem; Verificar a visita médica diária.
Referências:
http://www.hospitalgeral.com.br
http://artigos.netsaber.com.br
http://www.ebah.com.br
http://www.sepex.ufsc.br

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Danielle Maia

1

, Marinês Cristina

2

, Michele Coutinho

2

, Verônica Leite

2

Raul Cavalcanti

3

IV CONGRESSO CIENTÍFICO DO CENTRO

UNIVERSITÁRIO CELSO LISBOA

ROTINAS DE ENFERMAGEM

ASSISTENCIAL

INTRODUÇÃO

Segundo o Ministério da Saúde, rotinas é o conjunto de elementos que especifica a maneira exata, pela qual uma ou mais atividades devem ser realizadas. É a descrição sistematizada dos passos a serem dados para a realização das ações componentes de uma atividade, na seqüência de execução. A rotina é específica de cada unidade, existem três tipos de rotinas, sendo elas fluxograma, textual e coluna , e todas delas podem conter as seguintes informações: Nome da organização; nome da unidade a que se destina; título da rotina; normas inerentes à rotina, quando couber; Identificação do agente da ação; outras informações necessárias.

OBJETIVOS

Desenvolver e analisar a metodologia assistencial com base nas normas e rotinas assistenciais da unidade hospitalar; refletir, discutir e descrever as potencialidades e fragilidades da assistência de enfermagem; analisar a quantidade/qualidade dos profissionais de enfermagem; analisar e descrever a organização estrutural da equipe de enfermagem; disponibilidade de materiais de consumo suficiente para suprir as necessidades da unidade.

METODOLOGIA

Utilizamos como método a pesquisa bibliográfica por base de dados online constante das publicações eletrônicas do scielo, biblioteca virtual em saúde e banco de teses da USP, onde foram constituídos os caminhos para a investigação e criação do protocolo sobre rotinas do enfermeiro assistencial.

CONCLUSÃO

A rotina torna o trabalho da supervisão de enfermagem, mais organizado e direcionado, sendo possível detectar logo o verdadeiro culpado por tarefas não feitas ou tarefas realizadas indevidamente. Concluímos então que a rotinas de enfermagem assistencial é uma área que contempla grandes e importantes atividades na instituição. Em todas as áreas existe uma busca contínua pelo conhecimento. Na área da saúde também há essa preocupação, objetivando garantir uma assistência qualificada e especializada aos enfermos. 1 acadêmica de enfermagem do 7º período – [email protected] 2 acadêmica de enfermagem do 6º período – [email protected] 5 -Professor Orientador Raul Cavalcanti - [email protected]

ROTINA DO ENFERMEIRO ASSISTENCIAL

Receber o plantão no setor, observando a equipe e colaborando para o crescimento profissional; Identificar os problemas de enfermagem relativos a cada necessidade básica afetada; Fazer visita aos pacientes, integrando-os ao hospital e despertando confiança em relação à equipe e ao tratamento que irão receber; Prestar cuidados diretos de enfermagem; Participar dos programas de treinamento do pessoal de serviço; Testar os aparelhos antes do seu uso; Manter materiais sempre limpos e nos locais determinados, após o uso; Revisar material e medicações da caixa de parada; Supervisionar e controlar as atividades do pessoal subordinado; Solicitar encaminhamento do prontuário à supervisão de enfermagem, após alta, transferência ou óbito; Supervisionar e indicar limpeza e desinfecção das unidades de internação; Supervisionar e orientar preparo de material para esterilização; Acompanhar o médico em cuidados e técnicas especiais, Colaborar na avaliação das normas e rotinas; Avaliar desempenho da equipe auxiliar, coordenando suas atividades; Fazer conferência do material da supervisão; Admitir pacientes em tratamento clínico, cirúrgico e em pós-operatório, fazendo evolução dos mesmos; Supervisionar e orientar preparo de exames; Fazer curativos especiais e/ou treinar e supervisionar o funcionário nesta tarefa, Aprazar as prescrições médicas ; Avaliar o prontuário e evolução de enfermagem, rubricando-os e carimbando-os; Estar a par de todos os acontecimentos do plantão relacionados aos funcionários, pacientes, aparelhagem e materiais; Levar ao conhecimento da chefia todas as anormalidades ocorridas durante o plantão, Inteirar-se das medicações e materiais existentes no hospital; Encaminhar ao banco de sangue pedidos de sangue ou derivados, Comunicar ao SND as alterações de dieta no decorrer de 12 horas, por escrito; Comunicar ao SND as dietas zero, por escrito e assinadas; Fornecer ao médico atestados de óbito, juntamente com o livro da fiscalização sanitária. Não se esquecer de anotar, no livro de ordens e ocorrências da chefia, o nome do paciente, quarto, causa da morte , nome do médico atestante, hora e data do óbito, assim como o número do atestado; Observar características dos recém-natos; Orientar as puérperas quanto à importância do aleitamento materno; Avaliar, corrigir e assinar os balanços hídricos; Passar plantão no setor, completando as avaliações dos auxiliares de enfermagem; Fazer escala diária de pacientes para os auxiliares de enfermagem; Verificar a visita médica diária. Referências:

  • (^) http://www.hospitalgeral.com.br
  • (^) http://artigos.netsaber.com.br
  • (^) http://www.ebah.com.br
  • (^) http://www.sepex.ufsc.br