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Este texto discute o conceito de pacificador, sua importância para a paz entre os homens e com deus, e fornece exemplos de cristo e fiéis. Além disso, oferece passos para desenvolver essas qualidades.
Tipologia: Notas de estudo
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“Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados filhos de Deus” - Mt 5.
O que é ser um pacificador? Charles de Gaulle, ex-presidente da França, disse: “Enquanto houver fome no mundo, não haverá paz”. De Gaulle estava errado. A causa básica da falta de paz não é a fome, mas a presença do pecado no coração do homem. A fome, juntamente com a guerra, é conseqüência do pecado e da desobediência do homem. A ONU e outros organismos internacionais se esforçam para promover a paz, mas não logram êxito, pois o mundo rejeita o Príncipe da Paz - Jesus. A paz entre os homens começa com a paz entre os homens e Deus.
Precisa aprender a controlar seus pensamentos e atitudes. Deve aprender como e o que falar em cada situação. Deve fazer morrer sua natureza terrena, bem como os desejos da carne. Deve ter aprendido a perdoar, como a pedir perdão. Deve estar prevenido e disposto a sofrer arranhões quando se empenhar em promover a paz em algum conflito.
Jo 14.27 - “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vô-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”. Lc 2.14: “Glória a Deus nas maiores alturas e paz na terra entre os homens a quem ele quer bem”. 1 Pe 2.21-23: “Para isso mesmo fostes chamados, pois que também Cristo sofreu em vosso lugar, deixando-vos exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca, pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se aquele que julga retamente”.
Revelam amor cristão genuíno; Alcançam paz interior; Tornam-se transparentes; Tem consciência livre de culpa; Assumem responsabilidade integral por seus atos e pensamentos.
Atitude crítica - Rm 2. Culpa - angústia interior: Rm 7.15,17.
“Será chamado filho de Deus” - isto é, será semelhante ao Pai. Do Pai a Bíblia diz: “Ele é o Deus de toda paz” (Hb 13.20). “Felicidade” - pois Jesus disse: “Bem- aventurados os pacificadores...”
Entregar minha vida ao senhorio de Cristo para ter a paz de Deus e a paz com Deus. Renunciar ao diabo e a toda raiz de amargura. Submeter-me a um processo de cura interior. Aprender a perdoar.
2.Compreendendo as conseqüências da amargura: (a) Físicas - Sl 32.3,4: enfermidades psicossomáticas: úlcera nervosa, batimentos cardíacos, falta de ar, desmaios, dores generalizadas no corpo, etc. (b) Conseqüências emocionais: choro, insônia, depressão, vontade de morrer, desespero: “Não agüento mais”!!! © Conseqüências espirituais: confusão espiritual - 1 Jo 2.11; entristece o E. Santo; barreira para vida de oração - Mc 11.25; Não recebe perdão do Pai - Mt 6.14,15; Dificuldade com Deus - Is 59.1,2.
(^) Aceitar Cristo como senhor e Salvador. Sem Cristo não é possível - Gl 2.19,20. (^) Assumir a responsabilidade por nossa amargura - 1 Jo 3.15. (^) Renunciar ao diabo que nos instigou para a vingança - Tg 4.7-
(^) Buscar na graça de Deus revelada em Cristo a força para crer no perdão de meus pecados, bem como a força para declarar nosso perdão aos que nos magoaram. (^) Declarar nosso perdão a todos que nos feriram. Fazer isso não por emoção, mas em obediência ao que Deus diz - Ef 4.31,32. Fazer isso mesmo que o ofensor não se arrependa. Jesus fez assim. (^) Esquecer, isto é, não ficar mais remoendo o que perdoou. Remoer reabre as feridas que ainda não estão bem cicatrizadas. (^) Orar pelas pessoas a quem perdoamos. (^) Buscar o perdão do ofensor, caso também tenhamos falhado para com ele.