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Calculo 2 virtual pucminas, Notas de estudo de Automação

Apostila de calculo 2 unidade 1

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 24/09/2009

denilson-ferreira-rocha-6
denilson-ferreira-rocha-6 🇧🇷

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bg1
PUC Minas Virtual • Cálculo II • 1
NOTAS DE AULA 1
Nesta unidade, vamos estudar a antiderivação, que é a operação inversa da derivação. Conti-
nuando a considerar f
como a derivada de f, vamos passar a olhar f como a antiderivada de
f.
Na derivação, por exemplo, investigamos a seguinte questão: qual é a função derivada da fun-
ção 3
x)x(f =? Achamos como resposta a esta pergunta 2
x3)x(f =
. Já na antiderivação, per-
guntamos: qual é a função cuja derivada é 2
x3)x(f =
? Encontramos como resposta a função
3
x)x(f =. De modo esquemático, partindo de f chegamos, por derivação, a f e, partindo de
f chegamos, por antiderivação, a f.
Orientações:
Estude atentamente as Notas de Aula 1. Analise com bastante cuidado os exemplos apresen-
tados e os exercícios resolvidos.
Estude este assunto, Funções, em um livro de Cálculo. O Questionário 1 pode ajudá-lo nessa
tarefa.
Resolva os Exercícios 1. As questões neles propostas servem para você fixar conceitos e me-
lhorar sua habilidade em lidar com antiderivadas.
Não deixe de esclarecer suas dúvidas. Para isso, recorra ao correio acadêmico, aos chats ou,
melhor ainda, a seu grupo de estudos de Cálculo.
Leia sempre o quadro de avisos!
Disciplina de Graduação: Cálculo II
UNIDADE 1: A ANTIDERIVADA
Professor: Jonas Lachini
3
x)x(f = 2
x3)x(f =
antiderivação
derivação
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff

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NOTAS DE AULA 1

Nesta unidade, vamos estudar a antiderivação, que é a operação inversa da derivação. Conti-

nuando a considerar f ′ como a derivada de f , vamos passar a olhar f como a antiderivada de

f ′^.

Na derivação, por exemplo, investigamos a seguinte questão: qual é a função derivada da fun-

ção

3 f (x)= x? Achamos como resposta a esta pergunta

2 f ′( x)= 3 x. Já na antiderivação, per-

guntamos: qual é a função cuja derivada é

2 f ′(^ x)= 3 x? Encontramos como resposta a função 3 f (x)= x. De modo esquemático, partindo de f chegamos, por derivação, a f ′ e, partindo de

f ′ chegamos, por antiderivação, a f.

Orientações:

  • Estude atentamente as Notas de Aula 1. Analise com bastante cuidado os exemplos apresen-

tados e os exercícios resolvidos.

  • Estude este assunto, Funções, em um livro de Cálculo. O Questionário 1 pode ajudá-lo nessa

tarefa.

  • Resolva os Exercícios 1. As questões neles propostas servem para você fixar conceitos e me-

lhorar sua habilidade em lidar com antiderivadas.

  • Não deixe de esclarecer suas dúvidas. Para isso, recorra ao correio acadêmico, aos chats ou,

melhor ainda, a seu grupo de estudos de Cálculo.

Leia sempre o quadro de avisos!

Disciplina de Graduação: Cálculo II

UNIDADE 1: A ANTIDERIVADA

Professor: Jonas Lachini

3 f (x)= x f ′(x)= 3 x^2

antiderivação

derivação

1.1. A NOTAÇÃO DE DIFERENCIAIS

A derivada de uma função y = f(x), conforme estudado anteriormente, pode ser definida como

sendo a função x

y x 0

lim f (x) ∆

′ (^) = , onde ∆x é uma variação não nula de x e

∆y =f(x+∆x)−f(x )é a correspondente variação de y. Usamos também a notação dx

dy para

indicar essa derivada, lembrando que esta notação é um símbolo e não uma fração, embora

pareça ser e, em alguns casos, funcione como tal. (Lembre-se da regra da cadeia, na derivação

de funções compostas, quando podemos pensar em cancelar o termo du como se estivésse-

mos lidando com frações:

dx

dy

dx

du

du

dy

dx

du

du

dy

× = × = .)

Vamos considerar duas situações que nos permitem dar significado a cada um dos termos

de dx

dy e, com isso, mostrar que esse quociente é de fato a derivada f ′(^ x), ou seja, que é

verdadeira a igualdade dx

dy f ′(^ x)=.

Primeiro, vamos considerar a função linear y = mx+b, cujo gráfico é uma reta. Quando o valor

da variável independente passa de x para x + ∆x, a variável dependente passa de y para

y + ∆ y, ou seja, a um incremento ∆ x de x corresponde um incremento ∆ yde y. Observe isso

no gráfico da Figura 1.1.

Figura 1.

x (^) x +∆x

∆ y

∆ x

R

S

P

Com o uso da notação de Leibniz, as regras gerais de derivação podem ser dadas em fórmulas

equivalentes de diferenciação. Assim, se y = f(x), f(x) dx

dy = ′ e dy = f′(x)dx. Por exemplo,

se

3 y = x ,

2 3 x dx

dy = e dy 3 x dx

2 =.

Exemplo 1

Sendo y x 3 x 4 x 8

4 2 = + − + , determine dy.

Solução

A derivada y′^ é 4 x 6 x 4 dx

dy (^3) = + −. Então dy ( 4 x 6 x 4 )dx

3 = + −.

Podemos fazer esses cálculos diretamente, usando as regras de diferenciação nos dois mem-

bros da igualdade:

dy d(x 3 x 4 x 8 ) dy d(x ) 3 d(x ) 4 d ( x) d( 8 ) dy ( 4 x 6 x 4 )dx

4 2 4 2 3 = + − + ⇒ = + − + ⇒ = + −

Observe que, sempre que aparece diferencial no primeiro membro de uma igualdade, deve a-

parecer diferencial no segundo membro; em outros termos, sempre um diferencial é igual a ou-

tro diferencial.

Exemplo 2

Sendo y uma função de x, derivável e que satisfaz a equação x y 2 xy 5 0

2 3 − + = , determine

dy dx.

Solução

Calculando o diferencial de cada termo, temos:

y. 2 xdx x. 3 y dy 2 y.dx 2 xdy 0 0 ( 3 x y 2 x)dy ( 2 y 2 xy) dx

3 2 2 2 2 3

  • − − + = ⇒ − = −

Então, considerando a última igualdade, podemos escrever: 3 x y 2 x

2 y 2 xy

dx

dy 2 2

3

Exemplo 3

Um círculo tem raio r = 5 cme área

2 A = πr. Determine, usando diferenciais, de quanto au-

menta a área desse círculo quando seu raio sofre um incremento ∆ r = 0 , 01 cm.

Solução

Diferenciando a função

2 A = πr , obtemos dA = 2 πrdr, onde dA é o incremento da área do

círculo quando o raio tem um incremento ∆ r =dr= 0 , 01 cm. Considerando r = 5 cme

∆ r =dr= 0 , 01 cm, temos:

2 dA = 2 π. 5. 0 , 01 = 0 , 1 π≈ 0 , 314 cm. Na Figura 1.3, o acréscimo da

área,

2 dA = 0 , 314 cm , corresponde à área da coroa circular.

Figura 1.

Sem usar diferenciais, podemos calcular ∆A para r = 5 cm e ∆ r = 0 , 01 cm:

2 2 2 ∆A =π.( 5 + 0 , 01 ) −π. 5 ⇒∆A= 0 , 1001 π≈ 0 , 3142 cm

Observe que, para valores pequenos de ∆ r, o valor de ∆A é bem próximo do valor de dA , o

que nos leva a escrever ∆ A ≈dA.

r ∆r

Para indicar a antiderivação, usamos o operador

Λ dt. Com ele, escrevemos:

s′ (t)dt=s(t)+C

Nesta notação, o operador ∫ Λ dt substitui a pergunta “qual é a função cuja derivada em rela-

ção a t é...?”. O símbolo ∫ é o sinal de antiderivação ou de integração ; dt é o elemento de in-

tegração e indica a variável independente ou o argumento; C é a constante de integração ou de

antiderivação. A função f (t)= s(t)+Cé a antiderivada mais geral ou a integral indefinida. Aqui,

o adjetivo indefinida tem o mesmo significado de indeterminada e é usado para indicar que a

integral indefinida é uma família de função, ou seja, que uma função tem uma infinidade de an-

tiderivadas, assim como um sistema de equações indeterminado apresenta uma infinidade de

soluções.

Exemplo 4

Uma partícula move-se em linha reta e tem aceleração dada por a (t)= t− 2. Sua velocidade

inicial é v ( 0 )= 3 mse seu deslocamento inicial é s( 0 )= 4. Determinar a velocidade desta par-

tícula e sua função posição.

Solução

A aceleração é a derivada da velocidade, o que nos permite escrever: v ′( t)=a(t)=t− 2. A

antiderivação nos dá: 2 t C 2

t v(t) v(t)dt (t 2 )dt

2 = ′ = − = − +

. Como v( 0 )= 3 mse v ( 0 )= C,

temos C = 3 e 2 t 3 2

t v(t)

2 = − +.

Uma vez que v( t)= s′(t), podemos calcular a função posição por antiderivação:

t 3 t D 6

t 2 t 3 dt 2

t s( t)

2

2 3 = − + + 

Como s ( 0 )= 4 e s( 0 )= D, temos D = 4 e t 3 t 4 6

t s( t)

2

3 = − + +.

1.3. MOVIMENTO UNIFORME

Dizemos que um objeto está em movimento uniforme se ele se movimenta ao longo de uma

reta com velocidade constante. Se, por exemplo, um carro anda a 80 km h, a distância que

percorre num dado intervalo de tempo é:

Distância = taxa x tempo ou s (t)= 80 t

Nesta equação, s é a distância do carro, em quilômetros, até um ponto de referência fixo e t é o

tempo em horas. Outro modo de descrever o movimento do carro é por meio das equações:

dt

ds = ou s ′( t)= 80. Estas equações são chamadas de equações diferenciais para a função s

e dizemos que a solução destas equações resulta da resposta à pergunta: Qual é a função

s( t)= f(t )que devemos derivar para obter 80?

Uma resposta a esta pergunta é s( t)= 80 t porque ( 80 t) 80 dt

d = , conforme estudamos na deri-

vação de funções. Resolver a equação diferencial significa, como no cálculo da antiderivada, ir

de dt

ds para s, ou seja ir de s ′(^ t)=f′(t)para s( t)= f(t). Observe que a solução s( t)= 80 t é a

mesma que obtivemos usando Distância = taxa x tempo. Além desta resposta, qualquer função

da forma (^) s( t)= 80 t+Ctambém é uma solução porque a derivada de uma constante C é zero.

A equação s (t)= 80 t+C nos informa que s( 0 )= C, ou seja, s = C quando t = 0. Assim, a

constante C representa a distância inicial do carro até o ponto de referência (nem sempre o

carro parte necessariamente do ponto de referência). Denominando de s 0 a distância inicial, a

solução da equação 80 dt

ds = passa a ser s( t)= 80 t+s 0.

1.4. MOVIMENTO UNIFORMEMENTE ACELERADO

Dizemos que um objeto está em movimento uniformemente acelerado quando se movimento ao

longo de uma reta com aceleração constante. Esse é, por exemplo, o tipo de movimento de um

objeto que se desloca sob a ação da gravidade. Assim, se v é a velocidade vertical e t é o tem-

da pedra, nesse instante, é v( 4 , 52 )= − 9 , 8 ×( 4 , 52 )=− 44 , 3 ms. (A velocidade é negativa por-

que consideramos a direção para cima como positiva e como negativa para baixo.)

Exemplo 6

Do topo de um edifício com 10 mde altura, um objeto é jogado verticalmente para cima, com

velocidade de 5 ms. Determine a altura máxima que esse objeto alcança e o instante em que

ele bate no chão.

Solução

É preciso determinar a posição do objeto em função do tempo. Como a velocidade é dada em

m s, utilizamos

2 g = − 9 , 8 m s. Medindo a distância acima do solo em metros, temos:

= =− 9 , 8 ⇒dv=− 9 , 8 dt⇒ ∫ dv=−∫ 9 , 8 dt⇒v(t)=− 9 , 8 t+C

dt

dv g

Como a velocidade inicial é 5 ms, v( 0 )= − 9 , 8. 0 +C= 5 ⇒C= 5. Assim, a equação da veloci-

dade é v (t)= − 9 , 8 t+ 5.

Para determinar a função posição, usamos:

9 , 8 t 5 ds ( 9 , 8 t 5 )dt ds ( 9 , 8 t 5 )dt s(t) 4 , 9 t 5 t D dt

ds v

2

Uma vez que o objeto parte de uma altura de 10 m, podemos escrever:

s( 0 ) 10 4 , 9. 0 5. 0 D 10 D 10

2 = ⇒− + + = ⇒ =

Assim, a posição do objeto é dada pela equação s( t) 4 , 9 t 5 t 10

2 = − + +.

O objeto atinge o ponto mais alto quando a velocidade é 0, o que nos permite escrever:

0 , 51 s 9 , 8

v( t)=− 9 , 8 t+ 5 = 0 ⇒t= ≈

Quando t = 0 , 51 s, a equação da posição nos dá:

s( 0 , 51 ) 4 , 9. ( 0 , 51 ) 5. 0 , 51 10 11 , 28 m

2 =− + + ≈

Assim, a altura máxima atingida pelo objeto e 11 , 28 m.

O objeto atinge o chão quando s = 0 , o que nos permite escrever:

s( t) 4 , 9 t 5 t 10 0 t 1 , 22 sout 3 , 27 s

2 =− + + = ⇒ ≈− ≈

Como o instante em que o objeto bate no solo tem de ser positivo, t ≈ 3 , 27 s.

1.5. EXERCÍCIOS RESOLVIDOS E COMENTADOS

Orientações:

A resolução e comentários dos exercícios contêm os diversos conceitos estudados na Unidade 1 e ajudam na fixação desses conceitos. Servem ainda como sugestões para a resolução das questões

das atividades.

Sempre que tiver dúvida a respeito de qualquer afirmativa aqui feita, você deverá procurar es- clarecimento, revendo os textos estudados ou solicitando orientação pelo correio acadêmico.

Para o estudo desses exercícios, você deve dispor de lápis e papel. Não se pode fazer esse es- tudo como se faz a leitura de notícias de jornal; é preciso estar atento aos detalhes e, ao final, compor

uma visão bem completa do problema.

1) Encontre uma função y = f(x)tal que

3 f ′(^ x)=x e a reta x + y= 0 é tangente ao gráfico

dessa função.

Solução

O problema pede para achar uma antiderivada de

3 f ′( x)=x e, para isso, o problema afirma

que a reta x + y= 0 é tangente ao gráfico de f(x). Com base nessas informações, podemos

escrever:

a) A antiderivada mais geral é:

C

x f(x) xdx

4 3

2) Duas bolas são arremessadas para cima à margem de um penhasco com 432 pés acima do

solo. A primeira é arremessada com uma velocidade de 48 péss, e a outra é arremessada

1 segundo depois, com uma velocidade de 24 péss. As bolas passam uma pela outra al-

guma vez?

Solução

Aqui, como a velocidade é dada em pés/s, usaremos a aceleração

2 a = −32 pés s. Come-

çamos determinando as equações da velocidade e da posição para a primeira pedra arre-

messada:

v (t) 1 = ∫ ( 32) dt− = −32 t +C. Como v (0) 1 = 48, C = 0 e, assim, v (t) 1 = −32 t + 48.

A altura da primeira pedra ou a função posição é:

2

h (t) 1 = ∫ ( 32 t− + 48) dt = −16 t + 48 t +D.

De acordo com o problema, a altura no instante zero é de 432 pés: h (0) 1 = 432 ⇒ D = 432.

Desse modo, temos:

2 h (t) 1 = −16 t + 48 t + 432

Determinamos, agora, as equações da velocidade e da posição da segunda pedra:

v (t) 2 = ∫ ( 32) dt− = −32 t +C. Como v (1) 2 = 24 , temos: 24 = −32.1 + C ⇒ C = 56 e, assim,

v (t) 2 = −32 t + 56.

A altura da segunda pedra ou a função posição é:

2

h 2 (t) = ∫ ( 32 t− + 56) dt = −16 t + 56 t +D. Como h (1) 2 = 432 , temos:

2 432 = −16.1 + 56.1 + D ⇒ D = 392 h (1) 2 = 432 e, então,

2 h (t) 2 = −16 t + 56 t + 392.

A primeira e a segunda pedra se encontrarão caso a equação h (t) 1 = h (t) 2 tenha solução.

Para verificar isso, podemos escrever:

2 2 −16 t + 48 t + 432 = −16 t + 56 t + 392 ⇒ 8 t = 40 ⇒ t =5s

Concluímos que as duas pedras se encontram no instante t = 5s.

3) Um carro se movimentando a 90 kmh freia até parar em cinco segundos. Suponha que a

desaceleração seja constante.

a) Esboce o gráfico da velocidade em função do tempo t, no intervalo de tempo 0 ≤ t≤ 5 segundos.

b) Determine a distância percorrida pelo carro desde o instante em que os freios foram

acionados até o carro parar.

Solução

Considerando que a aceleração é

2 am s , determinamos a equação da velocidade:

v(t) = ∫a dt ⇒ v(t) = a t +C

Já que 90 kmh= 25 ms, v( 0 )= 25 e,assim,C= 25. Portanto, v( t)= at+ 25.

O problema afirma, ainda, que o carro pára em cinco segundos. Então,

v( 5 ) 0 5 a 25 0 a 5 ms e,dessa forma,v(t) 5 t 25

2 = ⇒ + = ⇒ =− =− +

Com a equação da velocidade, podemos achar a equação da posição ou da distância:

s (t) ( 5 t 25 )dt 2 , 5 t 25 t D

2

Como a distância está sendo medida a partir do momento em que o carro é freado, D = 0 e,

então, s( t) 2 , 5 t 25 t

2 = − +.

Com as equações obtidas, temos condições de responder às perguntas do exercício.

a) Esboce o gráfico da velocidade em função do tempo t, no intervalo de tempo 0 ≤ t≤ 5 segundos.

O gráfico da velocidade é um segmento de reta v( t)= − 5 t+ 25 , com 0 ≤ t ≤ 5 , confor-

me a figura a seguir.

EXERCÍCIOS 1

  1. Para cada um dos itens, determine uma função f com as propriedades indicadas:

a. f (x) 6 x 8 x 3

2 ′ = − +

b.

3 6 f ′′(x)= 2 +x +x

c. f (x) 8 x 12 x 3 ef( 1 ) 6

3 ′ = + + =

d. f ′(x)= 3 cosx+ 5 senx e f( 0 )= 4

e. f ′′(x)=x+ x,f( 1 )= 1 e f′( 1 )= 2

  1. O gráfico da função y = f(x) passa pelo ponto (1, 6) e a inclinação de sua reta tangente no

ponto (x, y) é m = 2 x+ 1. Determine o valor de y quando x = 2.

  1. Encontre uma função y = f(x)tal que

3 f ′(^ x)=x e a reta x + y= 0 é tangente ao gráfico

dessa função.

  1. Uma partícula move-se de acordo com as igualdades:

2 a( t)= 10 + 3 t− 3 t , s( 0 )= 0 e

s( 2 )= 10. Determine a posição da partícula em um instante t.

  1. Uma pedra jogada para cima de um penhasco de 98 metros e a uma velocidade 39 , 2 ms

acaba caindo na praia abaixo. Determine: a) o tempo necessário para que a pedra atinja

seu ponto mais alto; b) a altura máxima atingida pela pedra; c) o tempo que a pedra leva pa-

ra cair na praia; d) a velocidade com que a pedra bate na praia.

  1. Duas bolas são arremessadas para cima à margem de um penhasco com 432 pés acima do

solo. A primeira é arremessada com um velocidade de 48 péss, e a outra é arremessada 1

segundo depois, com uma velocidade de 24 péss. As bolas passam uma pela outra alguma

vez?

  1. Em um lago, gelo está sendo formado a uma taxa dada por k t dt

dy = , onde y é a espessu-

ra da camada de gelo, em centímetros, no instante t, medido em horas desde o momento

em que o gelo começou a se formar, e k é uma constante positiva. Determine y em função

de t.

  1. Um carro vai de 0 a 130 kmhem seis segundos com aceleração constante. Determine o

valor dessa aceleração.

  1. Um carro se movimentando a 90 kmh freia até parar em cinco segundos. Suponha que a

desaceleração seja constante.

a. Esboce o gráfico da velocidade em função do tempo t, no intervalo de tempo 0 ≤ t≤ 5 segundos.

b. Determine a distância percorrida pelo carro desde o instante em que os freios foram a-

cionados até o carro parar.

  1. Um jato 727 precisa atingir a velocidade de 320 kmhpara poder decolar. Se ele for capaz

de acelerar de 0 a 320 kmhem 30 segundos, qual o comprimento que a pista precisa ter?

(Suponha a aceleração constante.)