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Este documento explica o campo magnético gerado por uma corrente elétrica, a intensidade do campo magnético de uma bobina, a lei de lenz e o efeito joule. O texto aborda a relação entre a intensidade da corrente, o número de espiras, o comprimento do solenóide e a permeabilidade magnética do material. Além disso, é discutido o efeito joule e a relação entre potência, corrente e tensão.
Tipologia: Notas de estudo
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Campo magnético
Toda corrente elétrica gera um campo magnético ao redor de si.
Campo magnético da bobina: Um fio enrolado em um pedaço de ferro torna-se um imã quando atravessado por uma corrente elétrica, efeito que ocorre somente enquanto ela existir no fio, sendo possível que o ímã seja ligado ou desligado.
Uma bobina (ou solenóide) é constituída por um fio enrolado várias vezes com a forma espiral, sendo cada uma das voltas uma espiral.
Estabelecendo-se uma corrente em suas espiras, cria-se um campo magnético no interior da bobina. Seu valor, ao longo do eixo central, depende da intensidade da corrente elétrica ( i ), do número de espiras (N), do comprimento do solenóide (L) e da permeabilidade magnética do (m) do material do núcleo (pedaço de ferro) no qual as espiras são enroladas.
B=m. i .N/L, onde m=permeabilidade magnética do meio
A intensidade de um eletroímã depende também da facilidade com que o material em seu interior é magnetizado. A maior parte dos eletroímãs é feita de ferro puro, que se magnetiza rapidamente.
Lei de Lenz / Faraday Quando variamos a intensidade da corrente elétrica num circuito fechado é produzida uma tensão induzida que gera correntes e campos magnéticos contrários à variação da corrente e ao campo magnético que estavam presentes no circuito. Portanto estas grandezas induzidas possuem sentidos opostos aos presentes inicialmente no circuito, sendo indicadas por um sinal negativo (-).
Efeito Joule: Um condutor metálico, ao ser percorrido por uma corrente elétrica, se aquece. Para um certo aparelho, a tensão é sempre a mesma durante o seu funcionamento. O chuveiro é um exemplo, mas mesmo assim, pode-se obter diferentes potências (verão e inverno) sem a variarmos. Isso ocorrerá se a corrente no resistor for diferente, já que a tensão da fonte é sempre a mesma. A relação entre a potência, a corrente e a tensão pode ser expressa pela equação: P= i. V (Potência = corrente x tensão). Como V=RI, podemos escrever que (P=R.i2), sendo que a potência dissipada depende do quadrado da corrente elétrica e da resistência elétrica presente no aparelho.