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O Valor do Conhecimento Intangível na Empresa: A Importância do Capital Humano, Notas de estudo de Engenharia Ambiental

Neste documento, os autores discutem sobre a importância do conhecimento intangível na empresa e sobre a necessidade de valorizar o capital humano. O texto aborda a influência ambiental endógena do conhecimento dos funcionários no patrimônio da organização, a importância da atualização cultural do empregado e da valorização do ativo intelectual. Além disso, são discutidos os problemas relacionados à contabilidade tradicional e às novas tendências na gestão de recursos humanos.

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 25/11/2011

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CAPITAL HUMANO
WERNO HERCKERT
Contador
Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis
Membro da Associação Científica Internacional Neopatrimonialista
Membro da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo
“Estar juntos é o começo, permanecer juntos é o progresso e trabalhar juntos é
o êxito.”
Henry Ford
1. INTRODUÇÃO
A era do conhecimento, esta em que vivemos, deu destaque a avaliação do
poder lucrativo e de continuidade da empresa, sob a ótica de um verdadeiro
capital humano, um intangível, que se era de interesse dos estudiosos no
passado, passou a ganhar um relevo especial em nossos dias.
O que alguns estudiosos denominam de capital intelectual é, pois um valor de
poder empresarial, imaterial, mas determinável.
Cada vez mais se estuda na ciência da Contabilidade a influência ambiental
endógena que é exercida pelo conhecimento do pessoal no patrimônio da
célula social, este conhecimento é valorizado, pois, ele poderá gerar eficácia
ou ineficácia do meio patrimonial e o que é importante é que haja a
conscientização da necessidade de aprimoramento do conhecimento do
pessoal para vitalizar a dinâmica do meio patrimonial.
Dois fatores, no campo referido, podem ser destacados: o conhecimento
individual e o coletivo.
2. CONHECIMENTO INDIVIDUAL
O conhecimento individual é aquele que se acha representado pela educação,
experiência, habilidades e atitudes das pessoas que trabalham na empresa.
Não é propriedade da companhia, pois, tem caráter subjetivo. O simples
contratar pessoas que passam a exercer seu conhecimento na célula social não
outorga um valor agregado definitivo, mas, apenas, uma ação temporária sob
o risco permanente de deixar de existir e quando alguém vai para casa leva
estes ativos intelectuais consigo.
Entretanto, se um conhecimento é moldado para ser utilizado nos negócios e
se em torno do mesmo são criados sistemas de execução, transferíveis, a
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Baixe O Valor do Conhecimento Intangível na Empresa: A Importância do Capital Humano e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Ambiental, somente na Docsity!

CAPITAL HUMANO

WERNO HERCKERT

Contador Membro da Academia Brasileira de Ciências Contábeis Membro da Associação Científica Internacional Neopatrimonialista Membro da Corrente Científica Brasileira do Neopatrimonialismo

“Estar juntos é o começo, permanecer juntos é o progresso e trabalhar juntos é o êxito.” Henry Ford

  1. INTRODUÇÃO

A era do conhecimento, esta em que vivemos, deu destaque a avaliação do poder lucrativo e de continuidade da empresa, sob a ótica de um verdadeiro capital humano, um intangível, que se já era de interesse dos estudiosos no passado, passou a ganhar um relevo especial em nossos dias.

O que alguns estudiosos denominam de capital intelectual é, pois um valor de poder empresarial, imaterial, mas determinável. Cada vez mais se estuda na ciência da Contabilidade a influência ambiental endógena que é exercida pelo conhecimento do pessoal no patrimônio da célula social, este conhecimento é valorizado, pois, ele poderá gerar eficácia ou ineficácia do meio patrimonial e o que é importante é que haja a conscientização da necessidade de aprimoramento do conhecimento do pessoal para vitalizar a dinâmica do meio patrimonial.

Dois fatores, no campo referido, podem ser destacados: o conhecimento individual e o coletivo.

  1. CONHECIMENTO INDIVIDUAL

O conhecimento individual é aquele que se acha representado pela educação, experiência, habilidades e atitudes das pessoas que trabalham na empresa. Não é propriedade da companhia, pois, tem caráter subjetivo. O simples contratar pessoas que passam a exercer seu conhecimento na célula social não outorga um valor agregado definitivo, mas, apenas, uma ação temporária sob o risco permanente de deixar de existir e quando alguém vai para casa leva estes ativos intelectuais consigo.

Entretanto, se um conhecimento é moldado para ser utilizado nos negócios e se em torno do mesmo são criados sistemas de execução, transferíveis, a

cultura formada adquire, praticamente, uma força agente que pode sob certas circunstâncias ser considerada como um “ativo imaterial”.

Em virtude das novas tecnologias, da internet, da concorrência entre as células sociais e o cliente sempre mais exigente há maior interesse no aprimoramento cultural do empregado que faz parte da organização e na valorização do ativo intelectual. A empresa que não partir para a inovação cultural de seu pessoal para, assim, criar novos procedimentos e ter a capacidade de mudanças estará com sérias dificuldades num mercado cada vez mais exigente e competitivo. O cliente mais consciente quanto ao atendimento, qualidade do meio patrimonial e preço buscará certamente a empresa que lhe proporcionará o que ele precisa para satisfazer sua necessidade. Aí vence a célula social que estiver com o pessoal melhor preparado e que possuí a mercadoria que satisfaz o cliente. A conquista do cliente exige criatividade e capacidade de motivação como pontos importantes.

A capacidade intelectual do empregado, moldada a um sistema de trabalho específico e com método adequado, é importante para o êxito da organização. Esse ativo imaterial fará diferença de uma empresa para sua concorrente. A célula social pode adquirir tais forças intelectuais ou investir na formação delas. Deverá buscar manter tais ativos intangíveis sempre atualizados e em constante evolução isso passa a ser um objetivo estratégico de valor.

Esse agente externo, ao meio patrimonial, poderá levá-lo a eficácia ou a ineficácia, a probabilidade de eficácia do meio patrimonial será maior onde há conhecimento e esse ativo imaterial fará diferença na prosperidade ou não da célula social.

Quanto maior o conhecimento maior a probalidade de eficácia.

Quanto mais eficácias ocorrerem melhor o desempenho patrimonial volvido à prosperidade.

Cada trabalhador, com sua cultura, são importantes na célula social, pois cada um tem uma função a cumprir do mais humilde ao mais graduado e cada um participando no bom andamento do todo da organização.

Somando as habilidades intelectivas dos elementos da célula social teremos o conhecimento coletivo.

  1. CONHECIMENTO COLETIVO

É o conjunto formado por parcelas de intelectualidades individuais e moldado a uma filosofia empresarial, enriquecida pela tecnologia.

Cada vez mais os estudiosos valorizam a intelectualidade que movimenta o capital e que gera valor e, assim, há tendência, na atualidade, em valorizar mais o aspecto humano na companhia.

O aspecto humano consiste na competência, capacidade, habilidades dos empregados e da direção, a empresa deve ter o compromisso de manter essas habilidades constantemente atualizadas mesmo com ajuda de experto externo. A combinação de cultura, experiências e inovações dos empregados e as estratégias da empresa que deverão mudar e manter essas relações.

A chave está em criar uma cultura de valorização do empregado como elemento gerador de eficácia e riqueza e dar oportunidade de realização de sua capacidade intelectiva e essa força intelectual vão influenciar positivamente na dinâmica patrimonial.

Um trabalhador que não vê perspectiva em seu trabalho para desenvolver suas capacidades e de crescimento na empresa não terá motivação para desenvolver bem sua função na empresa, desenvolverá sua tarefa com pouca motivação e interesse influenciando, assim, o bom andamento da dinâmica do meio patrimonial.

Segundo Carballal Del Rio (2002), os recursos humanos que dispõem uma empresa constituem seus recursos mais apreciados. A administração participativa do pessoal, a redução de níveis hierárquicos, a motivação e a liderança forma parte dos elementos, que desde muitos anos escutamos com relação à nova forma de administrar os recursos humanos.

Os empregados de uma organização são sua fonte principal de criação de valores, por tanto, quando despedimos pessoa, sem uma estratégia que o acompanhe, com o único fim de reduzir custos, se está na presença de um efeito “boomerang”, que se produzirá uma descapitalização que será igual a um desinvestimento, por não poder produzir o gerar os valores que os clientes estão dispostos a pagar.

Também ensina o Prof. Lopes de Sá (1999), cada vez mais aceleradamente os interesses ambientais passam a ser o objeto de estudo da ciência da Contabilidade e neles se inserem os fatores humanos, como inequívocas forças agentes, transformadoras e agregáveis.

Há preocupação dos estudiosos na força intelectual na empresa quanto a sua influência na dinâmica patrimonial e seu reflexo no mercado, pois, há uma forte ligação entre a força intelectual, o fenômeno patrimonial e o entorno.

Segundo Lopes de Sá (2000) o que importa, em essência, que em dimensão, quer em relação aos entornos, é a função que cada elemento que se agrega ao capital ou que sobre ele influi efetiva como utilidade, competente para produzir a eficácia e a continuidade desta.

RISCOS DE AVALIAÇÃO

Quando a avaliação de uma força agente intelectual, como elemento imaterial, não obedece a critérios da ciência contábil há sempre o risco de superdimensionamento.

Isso foi o que ocorreu na chamada “nova economia” dos Estados Unidos onde ações cotadas a mais de duzentos dólares caíram em pouco tempo para pouco mais de um dólar.

O problema, na matéria, é evitar exageros.

Mais pragmático que cientistas muito dos profissionais estadunidenses cometeram sérios erros quanto à sinceridade dos valores dos balanços e isto provocou sérios problemas em Bolsas de Valores. Não podemos negar o valor do intangível patrimonial, mas, também, é preciso que a avaliação do mesmo seja pautada, como ensina o neopatrimonialismo, pela “capacidade funcional”, ou seja, a que se traduz pela eficácia.

5. CONCLUSÃO

O conhecimento que gera eficácia patrimonial é a chave do êxito da célula social que compete no contexto econômico, social, político e tecnológico do nosso tempo e cujo papel no futuro tende a ser cada vez mais relevante. Obviamente, as cautelas nos cálculos de avaliação para determinação do verdadeiro poder intelectual exigem que o conhecimento doutrinário esteja somado a outros de sensibilidade do profissional e especialmente na conduta ética que visa à sinceridade das evidências.

  1. BIBLIOGRAFIA

CARBALLAL DEL RIO, Esperanza. Competividad en tiempo de crisis. www.tablero-decomando.com, enero 2002.

CINCA, Carlos Serrano e GARCIA, Fernando Chaparro. Los intangibles de las empresas más allá de las normas contables. Internet, Diciembre 1999.

HERCKERT, Werno. Patrimônio e as influências ambientais. Horizontina: Impressão Megas, 1999.

VOGEL, Mário Hector. Porque algunos gerentes salen todas las mañanas com la intención de fracassar...???. www.tablero-decomando.com, marzo 2002.