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Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Química 12º Ano que teve como objetivo pesquisar, numa perspetiva intra e interdisciplinar, formas de minimizar a chuva ácida, a nível pessoal, social e industrial, e comunicar as conclusões.
Tipologia: Slides
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Chuva “normal”
A atmosfera é uma mistura de gases riquíssima pois
compreende uma grande variedade dos mesmos, levando a água
da chuva a reagir com outros gases, nomeadamente, o dióxido
de carbono que reage com a água formando o ácido carbónico. O
dióxido de carbono resulta muitas das vezes de atividade
humana, através da queima de combustíveis fósseis. Sendo
assim, é de inferir que quando a concentração destes gases na
atmosfera é elevada, o pH da chuva tende a baixar
consideravelmente. A chuva “normal” tem um pH de cerca de
5,6. Tem, portanto, um caráter ácido.
Ácidos fortes presentes nas chuvas
ácidas
Principais poluentes
atmosféricos que
causam a “chuva
ácida”
Óxido de nitrogénio (NO)
Dióxido de enxofre (SO2).
Analisar os efeitos da “chuva
ácida” na vegetação, nos
animais, no ser humano e
nos monumentos
Para a natureza, as consequências das chuvas
ácidas são a destruição da cobertura vegetal,
acidificação dos solos, das águas, de rios e de
lagos. O que afeta os seres vivos que habitam
nesse locais. A água e o sol tornam-se impróprias
para albergar alguns organismos, levando-os à
morte.
A chuva ácida também corrói alguns dos materiais
utilizados nas construções, danificando-se algumas
estruturas, como barragens e turbinas. Esta
também pode causar a corrosão de mármores e
calcários e a oxidação de metais em monumentos
históricos, como prédios e estátuas.
A chuva ácida liberta metais tóxicos que estavam
no solo. Esses metais podem alcançar os rios e
serem utilizados pelo homem causando sérios
problemas de saúde. A ingestão de água potável
acidificada pode causar a doença de Parkinson e
de Alzheimer, a hipertensão, problemas renais e,
principalmente em crianças, danos aos cérebro.
Equações químicas que traduzem o efeito das
“chuvas ácidas” nos monumentos de calcário
Efeitos da poluição atmosférica nos direitos
fundamentais de todos os homens
A relação entre direitos humanos e
proteção ambiental é bastante evidente e
inegável. Sem um meio ambiente
saudável ou ecologicamente equilibrado
não se pode gozar dos básicos direitos
reconhecidos pela Declaração Universal
dos Direitos Humanos.
Todos os direitos humanos estão
gravemente em risco por força das
alterações climáticas. Delapidar direitos
que consagram condições básicas de
uma existência condigna ameaça o
exercício pleno de todos os direitos. Os
direitos humanos são interrelacionados e
indivisíveis: falha um e dá-se uma reação
em cadeia onde acabam por falhar todos.
Necessidade de coordenação entre os povos, no
que concerne a produção e consumo de energia
consumo de energia são bastante
desequilibrados de país a país. Os países,
nos quais o consumo de energia é
bastante baixa, são essencialmente os
países em desenvolvimento, onde as
taxas de analfabetismo, mortalidade
infantil e fertilidade total são altas,
enquanto a expectativa de vida é baixa.
acordos de modo a igualizar a produção/
consumo de energia entre os diferentes
países.
Acordos internacionais que procuram
comprometer os Estados na procura e
uso de fontes de energia alternativas
camada de ozono. Este foi acordado na Convenção de Viena em1985 e assinado a setembro de
1987, tendo sofrido três ajustes em 1990, 1992 e 1995. As suas obrigações impostas pela
Convenção passam por cada país tomar as medidas apropriadas para proteger a saúde do
homem e o ambiente contra os efeitos nocivos que resultam de atividades humanas que
modificam a camada de ozono. Reconhece ainda que as emissões de certas substâncias, à
escala mundial, podem destruir de forma significativa a camada de ozono de modo que corra o
risco de ter efeitos nocivos na saúde do homem e no ambiente. Têm ainda consciência dos
potenciais efeitos climáticos originados pela emissão destas substâncias e tem como um dos
seus objetivos proteger a camada de ozono adotando medidas preventivas para regulamentar
equitativamente o total das emissões mundiais de substâncias que a deteriorem, em função da
evolução dos conhecimentos científicos e tendo em conta considerações técnicas e económicas.
conformidade com este compromisso, os países da UE chegaram a acordo em colocar a UE no
caminho para se tornar a primeira economia e sociedade com impacto neutro no clima até 2050,
comprometendo-se a reduzir as emissões da UE em, pelo menos, 55 % até 2030. O Acordo de
Paris foi adotado durante a Conferência das Partes - COP 21, em Paris, no ano de 2015. Este
acordo tem como objetivo fortalecer a resposta global à ameaça das mudanças climáticas. Ele
foi aprovado pelos 195 países participantes que se comprometeram em reduzir emissões de
gases de efeito estufa, que se resume em manter a temperatura média da Terra abaixo de 2 °C,
acima dos níveis pré-industriais. Além de esforços para limitar o aumento da temperatura até
1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. Os países desenvolvidos também se comprometeram a
conceder benefícios financeiros aos países mais pobres, de modo que possam enfrentar as
mudanças climáticas. Acordo renova a esperança no multilateralismo e aponta para a
necessidade de uma profunda descarbonização profunda da economia mundial. Ao estabelecer
uma nova arquitetura para o combate às alterações climáticas, este Acordo, que é
verdadeiramente global, equilibrado, ambicioso e duradouro, dá confiança e previsibilidade para
uma trajetória global de baixo carbono que melhore a resiliência e reduza a vulnerabilidade das
sociedades às alterações climáticas.
Refletir sobre a responsabilidade social de cada
cidadão na redução de poluentes atmosféricos
Todos os cidadãos são convocados na luta contra as
alterações climáticas de modo a tentar reverter as
consequências, que, já se fazem sentir, enquanto ainda é
possível. Todos os cidadãos devem ter consciência ambiental,
devem ter consciência das enormes quantidades de dióxido
de carbono emitidas na nossa vida quotidiana, pela queima
de combustíveis fósseis associada, por exemplo aos
automóveis.
É essencial que haja consciencialização da população no
sentido do uso de transportes públicos ou outros transportes
considerados não poluentes, como é o caso das bicicletas, dos
veículos elétricos ou mesmo andar a pé (para distâncias
curtas).
Todos vivemos neste planeta, e temos o dever de o deixar aos
nossos descendentes com as mesmas condições ou ainda
melhores do que as em que vivemos atualmente.