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Guias e Dicas
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Chuvas Ácidas - Origem e consequências, Slides de Química

Trabalho realizado no âmbito da disciplina de Química 12º Ano que teve como objetivo pesquisar, numa perspetiva intra e interdisciplinar, formas de minimizar a chuva ácida, a nível pessoal, social e industrial, e comunicar as conclusões.

Tipologia: Slides

2021

Compartilhado em 12/01/2022

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CHUVAS ÁCIDAS
CHUVAS ÁCIDAS
Aspetos ambientais das reações ácido base
Física e Qmica A
1 Ano
Aspetos ambientais das reações ácido base
Física e Química A
11º Ano
6/05/2021
Escola Secundária Carlos Amarante
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CHUVAS ÁCIDAS

CHUVAS ÁCIDAS

Aspetos ambientais das reações ácido base

Física e Química A

11º Ano

Aspetos ambientais das reações ácido base

Física e Química A

11º Ano

Escola Secundária Carlos Amarante

Chuva “normal”

 A atmosfera é uma mistura de gases riquíssima pois

compreende uma grande variedade dos mesmos, levando a água

da chuva a reagir com outros gases, nomeadamente, o dióxido

de carbono que reage com a água formando o ácido carbónico. O

dióxido de carbono resulta muitas das vezes de atividade

humana, através da queima de combustíveis fósseis. Sendo

assim, é de inferir que quando a concentração destes gases na

atmosfera é elevada, o pH da chuva tende a baixar

consideravelmente. A chuva “normal” tem um pH de cerca de

5,6. Tem, portanto, um caráter ácido.

Ácidos fortes presentes nas chuvas

ácidas

Ácido nítrico (HNO 3 ) e ácido sulfúrico (H 2 SO 4 )

Principais poluentes

atmosféricos que

causam a “chuva

ácida”

 Óxido de nitrogénio (NO)

 Dióxido de enxofre (SO2).

Analisar os efeitos da “chuva

ácida” na vegetação, nos

animais, no ser humano e

nos monumentos

 Para a natureza, as consequências das chuvas

ácidas são a destruição da cobertura vegetal,

acidificação dos solos, das águas, de rios e de

lagos. O que afeta os seres vivos que habitam

nesse locais. A água e o sol tornam-se impróprias

para albergar alguns organismos, levando-os à

morte.

 A chuva ácida também corrói alguns dos materiais

utilizados nas construções, danificando-se algumas

estruturas, como barragens e turbinas. Esta

também pode causar a corrosão de mármores e

calcários e a oxidação de metais em monumentos

históricos, como prédios e estátuas.

 A chuva ácida liberta metais tóxicos que estavam

no solo. Esses metais podem alcançar os rios e

serem utilizados pelo homem causando sérios

problemas de saúde. A ingestão de água potável

acidificada pode causar a doença de Parkinson e

de Alzheimer, a hipertensão, problemas renais e,

principalmente em crianças, danos aos cérebro.

Equações químicas que traduzem o efeito das

“chuvas ácidas” nos monumentos de calcário

Efeitos da poluição atmosférica nos direitos

fundamentais de todos os homens

 A relação entre direitos humanos e

proteção ambiental é bastante evidente e

inegável. Sem um meio ambiente

saudável ou ecologicamente equilibrado

não se pode gozar dos básicos direitos

reconhecidos pela Declaração Universal

dos Direitos Humanos.

 Todos os direitos humanos estão

gravemente em risco por força das

alterações climáticas. Delapidar direitos

que consagram condições básicas de

uma existência condigna ameaça o

exercício pleno de todos os direitos. Os

direitos humanos são interrelacionados e

indivisíveis: falha um e dá-se uma reação

em cadeia onde acabam por falhar todos.

Necessidade de coordenação entre os povos, no

que concerne a produção e consumo de energia

  • (^) Como todos sabemos, a produção e

consumo de energia são bastante

desequilibrados de país a país. Os países,

nos quais o consumo de energia é

bastante baixa, são essencialmente os

países em desenvolvimento, onde as

taxas de analfabetismo, mortalidade

infantil e fertilidade total são altas,

enquanto a expectativa de vida é baixa.

  • Assim, houve necessidade de criar

acordos de modo a igualizar a produção/

consumo de energia entre os diferentes

países.

Acordos internacionais que procuram

comprometer os Estados na procura e

uso de fontes de energia alternativas

  • O Protocolo de Montreal consiste num protocolo sobre as substâncias que destroem a

camada de ozono. Este foi acordado na Convenção de Viena em1985 e assinado a setembro de

1987, tendo sofrido três ajustes em 1990, 1992 e 1995. As suas obrigações impostas pela

Convenção passam por cada país tomar as medidas apropriadas para proteger a saúde do

homem e o ambiente contra os efeitos nocivos que resultam de atividades humanas que

modificam a camada de ozono. Reconhece ainda que as emissões de certas substâncias, à

escala mundial, podem destruir de forma significativa a camada de ozono de modo que corra o

risco de ter efeitos nocivos na saúde do homem e no ambiente. Têm ainda consciência dos

potenciais efeitos climáticos originados pela emissão destas substâncias e tem como um dos

seus objetivos proteger a camada de ozono adotando medidas preventivas para regulamentar

equitativamente o total das emissões mundiais de substâncias que a deteriorem, em função da

evolução dos conhecimentos científicos e tendo em conta considerações técnicas e económicas.

  • (^) A UE e todos os seus Estados-Membros assinaram e ratificaram o Acordo de Paris. Em

conformidade com este compromisso, os países da UE chegaram a acordo em colocar a UE no

caminho para se tornar a primeira economia e sociedade com impacto neutro no clima até 2050,

comprometendo-se a reduzir as emissões da UE em, pelo menos, 55 % até 2030. O Acordo de

Paris foi adotado durante a Conferência das Partes - COP 21, em Paris, no ano de 2015. Este

acordo tem como objetivo fortalecer a resposta global à ameaça das mudanças climáticas. Ele

foi aprovado pelos 195 países participantes que se comprometeram em reduzir emissões de

gases de efeito estufa, que se resume em manter a temperatura média da Terra abaixo de 2 °C,

acima dos níveis pré-industriais. Além de esforços para limitar o aumento da temperatura até

1,5 °C acima dos níveis pré-industriais. Os países desenvolvidos também se comprometeram a

conceder benefícios financeiros aos países mais pobres, de modo que possam enfrentar as

mudanças climáticas. Acordo renova a esperança no multilateralismo e aponta para a

necessidade de uma profunda descarbonização profunda da economia mundial. Ao estabelecer

uma nova arquitetura para o combate às alterações climáticas, este Acordo, que é

verdadeiramente global, equilibrado, ambicioso e duradouro, dá confiança e previsibilidade para

uma trajetória global de baixo carbono que melhore a resiliência e reduza a vulnerabilidade das

sociedades às alterações climáticas.

Refletir sobre a responsabilidade social de cada

cidadão na redução de poluentes atmosféricos

Todos os cidadãos são convocados na luta contra as

alterações climáticas de modo a tentar reverter as

consequências, que, já se fazem sentir, enquanto ainda é

possível. Todos os cidadãos devem ter consciência ambiental,

devem ter consciência das enormes quantidades de dióxido

de carbono emitidas na nossa vida quotidiana, pela queima

de combustíveis fósseis associada, por exemplo aos

automóveis.

É essencial que haja consciencialização da população no

sentido do uso de transportes públicos ou outros transportes

considerados não poluentes, como é o caso das bicicletas, dos

veículos elétricos ou mesmo andar a pé (para distâncias

curtas).

Todos vivemos neste planeta, e temos o dever de o deixar aos

nossos descendentes com as mesmas condições ou ainda

melhores do que as em que vivemos atualmente.