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Circuito RLC, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Experimento sobre circuitos RLC com a utilização de software para medição de defasagem.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 06/07/2010

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ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA
Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba
Curso de Engenharia Mecânica
Turma 1 – Noturno
Circuitos elétricos RLC
Piracicaba, 20/05/2010.
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ESCOLA DE ENGENHARIA DE PIRACICABA

Fundação Municipal de Ensino de Piracicaba

Curso de Engenharia Mecânica

Turma 1 – Noturno

Circuitos elétricos RLC

Piracicaba, 20/05/2010.

Sumário

1 Introdução......................................................................................................... 3 2 1.0 Fundamentos teóricos.................................................................................. 3 3 ............................................................................................................... 4 ........................................................................................................................... 5 ........................................................................................................................... 6 ........................................................................................................................... 7 ........................................................................................................................... 8 ........................................................................................................................... 9 ........................................................................................................................... 10 ........................................................................................................................... 11 Ou...................................................................................................................... 9 12 ........................................................................................................................... 13 ........................................................................................................................... 14 3.0 Procedimento experimental......................................................................... 10 15 4.0 Resultados................................................................................................. 13 16 ........................................................................................................................... 17 N° de divisões................................................................................................... 14 18 Volts/div............................................................................................................ 14 19 N° divisões X Volts/div..................................................................................... 14 20 Ponta de Prova................................................................................................... 14 21 Valor Medido(v)................................................................................................ 14 22 Tensão................................................................................................................ 14 23 5,1...................................................................................................................... 14 24 5......................................................................................................................... 14 25 25,5.................................................................................................................... 14 26 (x) 1................................................................................................................... 14 27 25,5.................................................................................................................... 14 28 Vef = 0,707. 12,75V......................................................................................... 14 29 4.0 Conclusão.................................................................................................... 15 30 5.0 Referências Bibliográficas.......................................................................... 16

1.1.2 - Circuito RL

A reatância indutiva XL é a oposição à corrente devida à indutância do circuito. A

unidade da reatância indutiva é o ohm (Ω). A fórmula para a reatância indutiva é:

XL = 2πfL Eq. 3

Onde

XL= reatância indutiva,[Ω] f = freqüência angular,[Hz] L = indutância, [Hz]

Seja uma tensão ca, v, aplicada a um circuito que tenha somente indutância. A

corrente IL ,que passa pela indutância estará atrasada da tensão vL, de 90º.

Figura 2 – Diagrama de circuito, representação da tensão e corrente e diagrama

fasorial de um circuito indutivo.

A impedância complexa no indutor na forma complexa é :

Quando uma bobina tem uma resistência em série, a corrente I é limitada tanto por

XL,quanto por R. A corrente I, através de XL, está defasada da tensão V (^) L de 90º.

VR = IR e VL = IXL

Figura 3 – Representação do triângulo de Impedância.

A resultante da adição dos fasores R e XL é chamada de impedância. É representada pelo símbolo Z. A impedância é a reação total ao fluxo da corrente em ohms [Ω].

Eq. 4

1.2.4. Circuito RC

Um capacitor é um dispositivo elétrico formado por duas placas condutoras de metal separadas por um material isolante chamado dielétrico.

Figura 5 – Diagrama de circuito, representação da tensão e corrente e diagrama

fasorial de um circuito capacitivo.

A associação da resistência com a reatância capacitiva é chamada de impedância.

A impedância complexa no capacitor na forma complexa é :

O módulo de V na forma complexa e a defasagem entre V e I é dado por

1.3.4. Circuito RLC

Considere o circuito abaixo:

Figura 6 – Representação de um circuito RLC.

A impedância Z do circuito é a soma complexa da resistência R com as reatâncias

indutiva jXL e capacitiva –jXc.

Na impedância Z , a resistência é a parte real e a resultando é a parte imaginária ,

que pode variar de -90 a 90, dependendo dos valores das reatâncias

Portanto o circuito RLC série pode ter 3 comportamentos distintos:

  1. 0 Material
  • 1 Multímetro digital

Figura 7 – Representação de impedância de um circuito RLC.

No circuito RLC em série a tensão é:

3.0 Procedimento experimental

Ligar o gerador de freqüência e ajustar a intensidade para que você

obtenha uma ddp de saída igual a 9,4V. medidos com o multímetro conforme a

Figura 16.

Figura 16 – Ajuste do gerador de freqüência

Montar circuito no proto-board e ligar o gerador de freqüência no circuito

para alimentá-lo conforme a figura 17 e esquema de circuito.

Figura 17 – Montagem do circuito no proto-board

Ajuste o multímetro para medir a tensão em cada resistor V 1 , V 2 e V 3 , para

tal deve-se ligar as pontas do multímetro em paralelo a cada resistor, um após o

outro e anote os resultados obtidos (figura 18).

Figura 18 – Representação da medição de voltagem no circuito, multímetro ligado em paralelo aos resistores

Novamente ajuste o multímetro só que dessa vez para medir a corrente em

cada resistor I 1 , I 2 e I 3 , para tal deve-se ligar as pontas do multímetro em série a

cada resistor, um após o outro e anote os resultados obtidos (figura 19).

Figura 19 – Representação da medição da corrente no circuito utilizando o multímetro Em seguida, utilize o osciloscópio para medir as tensões em cada resistor,

para tal deve-se ligar as pontas de prova em paralelo a cada resistor (figura 20).

Figura 20 – Ligação em paralelo da ponta de prova para medir a ddp através do

osciloscópio

Foi feito os ajustes básicos como brilho e foco, até obter no visor uma linha

fina e nítida. Depois foi realizado os ajustes horizontais na base de tempo em

2ms.

Figura 23 – Representação da medição de ddp no circuito utilizando o osciloscópio

4.0 Resultados

Considerando o circuito da figura 17,pode-se calcular os valores teóricos

para tensão e corrente:

Cálculo da resistência total

Cálculo da corrente total:

A

ddp nos resistores R1,R2 e R

Resistor 1

Para os resistores em paralelo V2 = V

Utilizando-se a lei de ohm e os dados obtidos acima pode-se calcular a corrente nos resistores R2 e R3:

Resistor 2

Resistor 3

No osciloscópio foi levantado os seguintes dados:

Queda de tensão no resistor 1 Tabela 2: Valores da tensão obtidos através do osciloscópio

N° de divisões

Volts/div N° divisões X Volts/div

Ponta de Prova

Valor Medido(v) Tensão 5,1 5 25,5 (x) 1 25,

A tensão de pico a pico obtida no osciloscópio é de 25,5V. Utilizando a

equação 2 pode-se obter a tensão de pico.

Vpp = 2.Vp Eq. 2 25,5 = 2.Vp Vp = 12,75V

A tensão eficaz é obtida através da equação 5

Vef = 0,707. 12,75V Vef= 9,01V

Nos resistores 2 e 3 não foi possível fazer a leitura no osciloscópio da ddp,

pois não apresentou onda.

Tabela 3: Valores da resistência obtidos através da tabela de cores e multímetro

n° do resistor

Código de cores Leitura 1 (código de cores) (Ω)

Erro (código de cores)

Leitura 2 (Multímetro) (Ω)

Erro(%)

1 Laranja - Laranja- Vermelho - Dourado

3300 ±5% 3290 0,

Na medição de voltagem e corrente observando os valores teóricos em

relação ao medido no multímetro pode-se considerar pequeno dependendo da

aplicação, o erro máximo que ocorreu na medição da ddp ( 1,30%). Na corrente o

erro foi maior (máximo 27,11%). O erro é grande porque os valores medidos são

da ordem de miliamperes, portanto qualquer pequena diferença resulta erros

elevados.

Na medição da ddp utilizando o osciloscópio foi encontrado um erro alto de

aproximadamente 16,9% e não foi possível medir a queda de tensão nos

resistores R 2 e R^3 , pois não indicavam onda no mostrador.

É necessário observar que o osciloscópio quando foi ligado ao circuito

passou a interferir no circuito, comportando-se como parte integrante ocasionando

erro de medição. Uma das causas pode ser que a impedância do osciloscópio

deve estar fora do especificado para o aparelho, sendo indicado realizar a

calibração desse aparelho de medição.

5.0 Referências Bibliográficas

  1. Markus, Otávio. Circuitos elétricos – São Paulo : Editora Érica, 2001.

1a Parte (Apostila),Londrina, 2002.

  1. MUSSOI, Fernando Luiz Rosa – Sinais Senoidais: Tensão e corrente alternadas –

Apostila , Florianópolis, 2006.

  1. http://www.if.ufrj.br/teaching/oscilo/intro.html