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circuitos integrados Parte1, Notas de estudo de Engenharia Civil

Apostilas de Engenharia Civil sobre circuitos integrados dedicados ao acionamento e controle de fontes chaveadas, Técnicas de isolação de sistemas com reguladores chaveados, circuito integrado UC1524A.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 05/12/2013

Romar_88
Romar_88 🇧🇷

4.6

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208 documentos

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bg1
Fontes Chaveadas - Cap. 11
Circuitos Integrados Dedicados
J.
A. Pomilio
http://www.dsce.fee.unicamp.br/~antenor 11-1
11.
CIRCUITOS INTEGRADOS DEDICADOS AO ACIONAMENTO E
CONTROLE DE FONTES CHAVEADAS
fontes chaveadas foi desenvolvida. Os controladores que operam no modo tensão
(controlando o valor médio da tensão de saída) ainda dominam o mercado, embora diversos
permitam operação no modo corrente (controlando a corrente sobre o elemento indutivo do
circuito). O método de controle mais utilizado é o de Modulação por Largura de Pulso,
embora existam circuitos que operam com Modulação em Freqüência.
Alguns CIs possuem apenas 1 saída, enquanto outros fornecem 2 saídas deslocadas de
180° elétricos entre si. Além disso, a maioria possui um amplificador de erro e uma referência
interna, permitindo a implementação da malha de controle.
A tabela 11.I indica algumas características de diferentes circuitos.
TABELA 11.I Classificação e exemplos de circuitos integrados para fontes chaveadas
Modo Tensão
Modo Tensão com
Latch
Modo Corrente
Técnica de controle
(esquemático)
Osc.
v
c
MLP
Osc.
S
R
Q
v
c
MLP
Osc.
S
R
Ref.
I
Saída única
MC34060
MPC1600
UC1842
Saída dupla
TL494/594
SG3525/26/27
UC1846
Característica
Baixo custo
Limite digital de
corrente.
Boa imunidade a
ruído
Especial
para
Fly-
back.
Inerente
compensação da
tensão de entrada
Formas de onda
As características específicas de cada CI variam em função da aplicação, do grau de
desempenho esperado, das proteções implementadas, etc. Em linhas gerais pode-se dizer que
os atuais CIs possuem as seguintes características:

oscilador programável (freqüência fixa até 500kHz)

sinal MLP linear, com ciclo de trabalho de 0 a 100%

amplificador de erro integrado

referência de tensão integrada

tempo morto ajustável
pf3
pf4
pf5

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11. CIRCUITOS INTEGRADOS DEDICADOS AO ACIONAMENTO E

CONTROLE DE FONTES CHAVEADAS

Nos últimos 20 anos, uma variedade de circuitos integrados dedicados ao controle de fontes chaveadas foi desenvolvida. Os controladores que operam no modo tensão (controlando o valor médio da tensão de saída) ainda dominam o mercado, embora diversos permitam operação no modo corrente (controlando a corrente sobre o elemento indutivo do circuito). O método de controle mais utilizado é o de Modulação por Largura de Pulso, embora existam circuitos que operam com Modulação em Freqüência. Alguns CIs possuem apenas 1 saída, enquanto outros fornecem 2 saídas deslocadas de 180° elétricos entre si. Além disso, a maioria possui um amplificador de erro e uma referência interna, permitindo a implementação da malha de controle. A tabela 11.I indica algumas características de diferentes circuitos.

TABELA 11.I Classificação e exemplos de circuitos integrados para fontes chaveadas

Modo Tensão Modo Tensão com Latch

Modo Corrente

Técnica de controle (esquemático)

Osc. vc

MLP Osc.^ S

R

Q vc MLP

Osc. S

R

Ref.

I

Saída única MC34060 MPC1600 UC Saída dupla TL494/594 SG3525/26/27 UC Característica Baixo custo Limite digital de corrente. Boa imunidade a ruído

Especial para Fly- back. Inerente compensação da tensão de entrada

Formas de onda

As características específicas de cada CI variam em função da aplicação, do grau de desempenho esperado, das proteções implementadas, etc. Em linhas gerais pode-se dizer que os atuais CIs possuem as seguintes características:  oscilador programável (freqüência fixa até 500kHz)  (^) sinal MLP linear, com ciclo de trabalho de 0 a 100%  amplificador de erro integrado  referência de tensão integrada  (^) tempo morto ajustável

 inibição por subtensão  elevada corrente de saída no acionador (100 a 200mA)  (^) opção por saída simples ou dupla  "soft start"  (^) limitação digital de corrente  capacidade de sincronização com outros osciladores

11.1 Técnicas de isolação de sistemas com reguladores chaveados

A implementação de uma fonte de tensão desacoplada da rede deve prever a capacidade de oferecer na saída uma tensão com boa regulação. Uma outra característica deve ser a isolação entre entrada e saída, de modo a proteger o usuário de choques devido à fuga de corrente e ao elevado potencial da entrada. A figura 11.1 indica 2 possibilidades de implementação de fontes de alimentação isoladas, podendo-se notar os diferentes "terras".

Retificador de entrada e filtros

Elementos de Chaveamento

Amplif. de erro e Controlador MLP

Filtro de

Retificador e

Saída

Vi (ac) Vo

T

T

Retificador de entrada e filtros

Elementos de Chaveamento Filtro de

Retificador e

Saída

Vo

T Vi (ac)

Controlador MLP

Ref

Ampl. erro

Isolador ótico

Figura 11.1 Algumas alternativas para isolação do circuito de controle e acionamento

Na primeira figura, o circuito de controle está no mesmo potencial da saída, ficando a isolação por conta dos transformadores T1 (de potência) e T2 (de acionamento). Já na figura (b) o circuito de controle está no potencial da entrada e a isolação é feita pelo transformador T1 (potência) e por um isolador ótico, o qual realimenta o sinal de erro da saída.

à menor largura de pulso nas saídas. A tensão neste pino encontra-se entre 0,5 e 3,5V. O CI dispõe de uma fonte de referência interna de 5V

11.3 UC

A família dos circuitos integrados UC1840 (Unitrode) foi desenvolvida especialmente para uso no lado da entrada em conversores fly-back ou forward. A figura 11.3 mostra o diagrama de blocos do circuito.

Osc.

Ger. Rampa

Comp. MLP Latch MLP

Amp

Comp.

Comp.

Comp.

Comp.

Reset Latch

Start latch

Erro Latch Comp.

Comp.

40V

Fonte Interna

5V 3V (int.)

3V(int.)

Clock

Drive Latch

S

R

S

R

S

R

S

R

400mV

200uA Histerese

11: Vin (sensor) 10: Rampa

15: Vin (fonte)

14: Polarização do driver 12: saída MLP

16: Ref. de 5V

13: GND 8: Partida suave ou limitador de largur

6: Limiar de limite de corrente

7: sensor de corrente

Rt/Ct : 9

Compensação: 1 Ent. inv: 17 Ent. NI: 18 Start/sub-tensão: 2

Reset: 5

Parada ext.: 4

sobre-tensão: 3 +

Figura 11.3 Diagrama de blocos interno do UC

O integrado oferece as seguintes características:

. operação em freqüência fixa, ajustável por um par RC externo . gerador de rampa com inclinação variável de modo a manter um produto (Volt x segundo) constante, possibilitando regulação de tensão mesmo em malha aberta, minimizando ou até eliminando a necessidade de controle por realimentação . auto-inicialização de funcionamento . referência de tensão interna, com proteção de sobre-tensão . proteção contra sobre e subtensão, incluindo desligamento e religamento programável . acionador de saída único, para alta corrente, otimizado para rápido desligamento da chave de potência Um circuito típico de aplicação é mostrado na figura 11.4.

Stop Reset

sobre-tensão

R

R

R

R5 Vref

Rf (^) Cf

Ampl. Erro

sub-tensão

PWM

Partida Suave

Remoto

Limite corrente

R

R

Vref

Rb

Rd

Cd

R

Rs

Cs Rdc

Rcs

+Vin Drive

Ct^ Osc.

Rt (^) Vref Ger. Rampa Cr (^) N

Rr (^) Rin

Cin

N

N

N

N

Entrada ca

Entrada cc

+Vin Vref R

2

8

4 5

3

1 17 18

9

16 15

10

11

12

14

6 7

(^13) UC

Figura 11.4 UC1840 acionando conversor fly-back.

No início da operação, e antes que a tensão no pino 2 atinja 3V, o comparador de partida/subtensão (UV) puxa uma corrente de 200uA, causando uma queda de tensão adicional em R1. Ao mesmo tempo o transistor de saída está inibido, fazendo com que a única corrente por Rin seja devido ao "start-up". O transistor de partida lenta está conduzindo, mantendo o capacitor Cs descarregado. Enquanto a tensão de controle permanecer abaixo do limite de partida (determinado pelos resistores R4 e R5), o latch de partida não monitora subtensão. Atingido o limite, o comparador de partida/UV elimina os 200uA, setando o FF de partida para monitorar a subtensão. Além disso, ativa o transistor de saída para alimentar a chave de potência, desliga o transistor de partida lenta, permitindo a carga de Cs (via Rs) e o aumento gradativo da largura de pulso. O pino 8 pode ser usado tanto para partida lenta quanto para limitar o máximo ciclo de trabalho, bem como uma entrada de inibição do sinal MLP. A largura de pulso pode variar de 0 a 90%, podendo o valor máximo ser limitado por um divisor de tensão colocado no pino 8 (Rdc). Quando se deseja uma rampa constante, Rr deve ser conectado à referência interna de 5V. Quando se quiser uma operação com o produto (Volt x segundo) fixo, Rr deve ser ligado à linha de alimentação CC. A inclinação da rampa será dada por:

dv dt

V linha R (^) R CR