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Classificação e manutenção de biotérios: macro e microambiente, Manuais, Projetos, Pesquisas de Física

Este documento, apresentado por luciana honorato, médica veterinária dos biotérios setoriais da ufsc, aborda a classificação quanto à finalidade dos biotérios, as condições sanitárias e genéticas necessárias, além das características ambientais para a manutenção adequada de animais imunodeprimidos ou imunocompetentes em diferentes tipos de instalações, como convencionais, specific pathogen free (spf) e axênicos e gnotobióticos. Também discute a importância da ventilação, iluminação, ruídos, temperatura e umidade no ambiente dos animais, e fornece recomendações de espaço mínimo, higiene e controle de patógenos.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2022

Compartilhado em 07/11/2022

Roberto_880
Roberto_880 🇧🇷

4.6

(148)

226 documentos

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Classificação dos biotérios
Macro e microambiente
Luciana Honorato
Médica veterinária dos biotérios setoriais do CCB/UFSC
Universidade Federal de Santa Catarina
Centro de Ciências Biológicas
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Baixe Classificação e manutenção de biotérios: macro e microambiente e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Física, somente na Docsity!

Classificação dos biotérios

Macro e microambiente

Luciana Honorato Médica veterinária dos biotérios setoriais do CCB/UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Biológicas

Classificação quanto à finalidade

  • DBCA (RN30/2016):
  • Instalações de manutenção
  • Instalações de produção
  • Instalações de utilização

AS NECESSIDADES AMBIENTAIS DEPENDEM DO STATUS SANITÁRIO

Instalação Convencional:

Não exige BARREIRAS

rígidas

Instalação Specific

Pathogen Free (SPF):

Exige BARREIRAS rígidas

Instalação Axênicos e

Gnotobióticos: Exigem

BARREIRAS absolutas

Fonte: Rovilson Gilioli - Diretor CEMIB/Unicamp

Informar o padrão sanitário e genético nos artigos

Monitoramento sanitário:

sentinelas

  • Pré-requisito: microisoladores
  • Estabelecimento: uma caixa com 2-3 animais monitora 50-80 gaiolas.
  • A caixa recebe um pouco da cama suja de todas as outras caixas, a cada troca;
  • Não manter os sentinelas por mais de 3 meses, pq diminui a sensibilidade ao MPV com a idade.
  • Ao final do período de monitoramento esses animais são necropsiados e realizados os testes indicados pela FELASA.

Diferentes linhagens apresentam susceptibilidades distintas a diferentes doenças, e permitem a investigação de mecanismos patogênicos pela comparação interlinhagens. PARVOVIRUS MURINOS – MPV MVM Diferenças na susceptibilidade entre linhagens BALB/cJUnib Susceptível C57BL/6JUnib Resistente

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Manutenção de animais SPF Barreiras sanitárias e ambiente padronizado Barreiras sanitárias de alta segurança

Resolução Normativa CONCEA n. 15, de 16.12. isolada de animais sinantrópicos a área deve permitir ampliação das instalações e modernização dos equipamentos. não devem haver fontes poluidoras nas proximidades (aerossóis, ruídos etc.); LOCAL

  • Salas de animais: separadas por espécie.
  • Área de higienização: é imprescindível que este espaço esteja separado, isolado e o mais distante possível das salas de animais.
  • Experimentação: procedimentos e eutanásia em salas separadas da sala de animais. FCF-IQ/USP Seção de Produção Seção de Higiene e esterilização Seção de Experimentação

Áreas distintas: Depósitos de ração e maravalha

Detalhes construtivos TETO – deve ser de concreto plano, sem fundo falso, desfavorecendo a permanência de formas de vidas indesejáveis. O revestimento deve ser idêntico ao das paredes.