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Neste documento, é apresentado um experimento realizado na universidade estadual de maringá, no departamento de engenharia civil, disciplina de saneamento ambiental, com o objetivo de determinar o teor de cloretos em amostras de água de torneira e água destilada. O texto fornece informações teóricas sobre a origem e importância dos cloretos em águas naturais, descreve os materiais e métodos utilizados no experimento e apresenta os resultados obtidos.
Tipologia: Provas
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Objetivo
O Objetivo deste trabalho consiste em determinar o teor de cloretos das águas a
Resumo
O experimento foi realizado com uma amostra de água de torneira e outra amostra de água destilada. Com o procedimento e a titulação realizada, foi possível determinar a quantidade de cloretos na amostra analisada.
Materiais e Métodos
Primeiramente coletou-se 100 ml de água de torneira colocando-a em um Erlenmeyer onde foi adicionado 1 ml do indicador K2CrO (^) 4. Em seguida, a amostra foi titulada com AgNO 3 0.0141, até a viragem para a cor vermelho-telha e marcou-se a quantidade AgNO 3 gasta na titulação. Logo após, o procedimento descrito anteiromente foi repetido, mas dessa vez usando 100 ml de água destilada. Nesse segundo procedimento também foi marcada a quantidade de titulante gasta para a viragem de cor.
Resultados
Os volumes gastos na titulaçao foram:
(A – B) x 500 = mg/l de cloretos, ml da amostra
onde A corresponde a quantidade gasta para titular a amostra de água de torneira e B corresponde a quantidade gasta para titular a água destilada. Assim:
(2 – 1 ) x 500 = 5,00 mg/l de cloretos. 100
Os valores das quantidades de cloretos encontrados pelas outras equipes foram:
Bibliografia
ABRÃO DE CAMPOS, Many, Apostila Saneamento Ambiental – Maringá - Julho de 2007, pg 10