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Comandos Elétricos - Apostilas - Informática, Notas de estudo de Informática

Apostilas de Informática sobre o estudo dos Desenhos Elétricos, Símbolos Gráficos de Eletricidade e Eletrônica, Diagramas Elétricos Prediais, Esquema Multifilar, Aparelhos de Sinalização.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 26/06/2013

Ipanema27
Ipanema27 🇧🇷

4.5

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Desenhos Elétricos
Introdução
Quando vamos executar uma instalação elétrica qualquer, necessitamos de vários dados como: localização
dos elementos, percursos de uma instalação, condutores, distribuição da carga, proteções, etc...
Para que possamos representar estes dados, somos obrigados a utilizar a planta baixa do prédio em
questão. Nesta planta baixa, devemos representar, de acordo com a norma geral de desenhos NB-8 da
ABNT, o seguinte:
a localização dos pontos de consumo de energia elétrica, seus comandos e indicações dos circuitos a que
estão ligados;
a localização dos quadros e centros de distribuição;
o trajeto dos condutores e sua projeção mecânica (inclusive
dimensões dos condutos e caixas);
um diagrama unifilar discriminando os circuitos, seção dos
condutores, dispositivos de manobra e proteção;
as características do material a empregar, suficientes para
indicar a adequabilidade de seu emprego tanto nos casos
comuns, como em condições especiais.
Como a planta baixa se encontra reduzida numa proporçao 50 ou 100 vezes menor, seria impossível
representarmos os componentes de uma instalação tais como eles se apresentam abaixo.
Seria trabalhoso e desnecessário desenhá-lo em tamanho menor, por isso, utilizamos uma forma de
diagrama reduzido, denominado esquema unifilar, onde os dispositivos de comando, proteção, fontes de
consumo, condutores etc., são representados como nos exemplos abaixo:
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Desenhos Elétricos

Introdução Quando vamos executar uma instalação elétrica qualquer, necessitamos de vários dados como: localização dos elementos, percursos de uma instalação, condutores, distribuição da carga, proteções, etc... Para que possamos representar estes dados, somos obrigados a utilizar a planta baixa do prédio em questão. Nesta planta baixa, devemos representar, de acordo com a norma geral de desenhos NB-8 da ABNT, o seguinte: − a localização dos pontos de consumo de energia elétrica, seus comandos e indicações dos circuitos a que estão ligados; − a localização dos quadros e centros de distribuição; − o trajeto dos condutores e sua projeção mecânica (inclusive dimensões dos condutos e caixas); − um diagrama unifilar discriminando os circuitos, seção dos condutores, dispositivos de manobra e proteção; − as características do material a empregar, suficientes para indicar a adequabilidade de seu emprego tanto nos casos comuns, como em condições especiais. Como a planta baixa se encontra reduzida numa proporçao 50 ou 100 vezes menor, seria impossível representarmos os componentes de uma instalação tais como eles se apresentam abaixo. Seria trabalhoso e desnecessário desenhá-lo em tamanho menor, por isso, utilizamos uma forma de diagrama reduzido, denominado esquema unifilar , onde os dispositivos de comando, proteção, fontes de consumo, condutores etc., são representados como nos exemplos abaixo:

Estes e outros símbolos são normalizados pela ABNT através de normas específicas. Este esquema unifilar é somente representado em plantas baixas, mas o eletricista necessita de um outro tipo de esquema chamado multifilar , onde se mostram detalhes de ligações e funcionamento, representando todos os seus condutores, assim como símbolos explicativos do funcionamento, como demonstra o esquema a seguir: Para o eletricista, o modelo de uma instalação elétrica não lhe adianta, pois um prédio dificilmente é igual a outro, apesar das ligações serem semelhantes. O desenho de esquemas elétricos conforme normas recomendadas pela ABNT é uma linguagem que deve ser conhecida tanto pelos engenheiros como pelos projetistas e eletricistas; portanto, é indispensável a todos os que se dedicarem ao ramo específico da eletricidade. O estudo destes esquemas objetiva capacitar o educando a ler, interpretar e executar esquemas de circuitos elétricos, a fim de que possamos transportar o que foi escrito pelo projetista, sob forma de desenho na planta baixa, para a obra a ser executada.

Escala de 1: Cada metro no desenho corresponde a 20 metros reais, ou seja: Com um metro de pedreiro medimos sobre o desenho uma certa distância e achamos 6,75 cm. Devemos marcar na obra 6,75 x 0,2 = 1,35 m. Escala de 1: Cada metro no desenho corresponde a 25 metros reais, ou seja: Em desenho de detalhe, medindo uma distância com escala métrica qualquer (metro de pedreiro por exemplo), achamos 35,4 mm ou 3,54 cm. O valor real a ser marcado na obra deverá ser 3,54 x 0,25 = 0, m ou 88,5 cm. Símbolos Gráficos de Eletricidade e Eletrônica

Introdução O trabalho relaciona as normas nacionais e internacionais dos símbolos de maior uso, comparado a simbologia brasileira (ABNT) com a internacional (IEC), com a alemã (DIN) , e com a norte-americana (ANSI) visando facilitar a modificação de diagramas esquemáticos, segundo as normas estrangeiras, para as normas brasileiras, e apresentar ao profissional a simbologia correta em uso no território nacional. A simbologia tem por objetivo estabelecer símbolos gráficos que devem ser usados para, em desenhos técnicos ou diagramas de circuitos de comandos eletromecânicos, representar componentes e a relação entre estes. A simbologia aplica-se generalizadamente nos campos industrial, didático e outros onde fatos de natureza elétrica precisem ser esquematizados graficamente. O significado e a simbologia estão de acordo com as abreviaturas das principais normas nacionais e internacionais adotadas na construção e instalação de componentes e órgãos dos sistemas elétricos. ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Atua em todas as áreas técnicas do país. Os textos de normas são adotados pelos órgãos governamentais (federais, estaduais e municipais) e pelas firmas. Compõem-se de Normas (NB), Terminologia (TB), Simbologia (SB), Especificações (EB), Método de ensaio e Padronização. (PB). ANSI American National Standards Institute Instituto de Normas dos Estados Unidos, que publica recomendações e normas em praticamente todas as áreas técnicas. Na área dos dispositivos de comando de baixa tensão tem adotado freqüentemente especificações da UL e da NEMA. CEE International Comission on Rules of the approval of Eletrical Equipment Especificações internacionais, destinadas sobretudo ao material de instalação. CEMA Canadian Eletrical Manufctures Association Associação Canadense dos Fabricantes de Material Elétrico. CSA Canadian Standards Association Entidade Canadense de Normas Técnicas, que publica as normas e concede certificado de conformidade. DEMKO Danmarks Elektriske Materielkontrol Autoridade Dinamarquesa de Controle dos Materiais Elétricos que publica normas e concede certificados de conformidade. DIN Deutsche Industrie Normen Associação de Normas Industriais Alemãs. Suas publicações são devidamente coordenadas com as da VDE. IEC International Electrotechinical Comission Esta comissão é formada por representantes de todos os países industrializados. Recomendações da IEC, publicadas por esta Comissão, já são parcialmente adotadas e caminham para uma adoção na íntegra pelos

Diagramas Elétricos Prediais

Quando deserjamos representar, num esquema unifilar, um grupo de lâmpadas em um mesmo ponto (lustre), devemos indicar, ao lado do símbolo de lâmpadas, o número de lâmpadas do grupo na ordem de acendimento. Exemplo: Um lustre com 3 lâmpadas, em que uma seção acenda 2 lâmpadas e outra seção, comande a terceira lâmpada. Esquema Multifilar

Lâmpada e Dois Interruptores Paralelos (Three-Way) Esquema Multifilar Esquema Unifilar Lâmpada, Dois Interruptores Paralelos (Three-Way) e um Intermediário (Four-Way)