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comportamento alimentar e promoção da saúde, Manuais, Projetos, Pesquisas de Nutrição

artigo relacionado ao comportamento alimentar e a promoção da saúde.

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2020

Compartilhado em 12/05/2020

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267
Universitas Ciências da Saúde - vol.02 n.02 - pp. 267-280
Comportamento alimentar e promoção da saúde
Comportamento alimentar e promoção da saúde
Patrícia Radaelli
1
Elisabetta Recine
2
RESUMO - O presente artigo consiste em revisão de literatura sobre temas
relacionados com o comportamento alimentar e a promoção da saúde. São discu-
tidas experiências de diferentes países em promover saúde por meio da alimenta-
ção equilibrada, os principais benefícios e as barreiras em seguir alimentação
saudável, as influências no comportamento alimentar e as tendências atuais de
consumo de alimentos da população brasileira.
Palavras-chave: comportamento alimentar, promoção da saúde, alimentação sau-
dável, consumo de alimentos.
Eating behavior and health promotion
ABSTRACT - This article reviews eating behavior and health promotion subjects.
Different countries experiences to promote health by a healthy eating, benefits
and barriers in trying to eat healthier, influences on food choices and contemporary
food consumption tendencies of Brazilian population are discussed.
Key words: eating behavior, health promotion, healthy eating, food consumption.
O aumento da morbidade e da mortalidade por doenças crônico-degenerativas
relacionadas à alimentação, a exemplo da obesidade e da hipertensão arterial, é
conhecido como transição epidemiológica alimentar e nutricional (OLIVEIRA et
al., 1996; MONDINI & MONTEIRO, 2000). No Brasil, isto pôde ser evidenciado
1
Mestre em Nutrição Humana pela UnB e professora de Nutrição do UniCEUB. E-mail:
2
Doutora em Saúde Pública pela USP e professora de Nutrição da UnB. E-mail:
O presente artigo foi baseado em dissertação de Mestrado da primeira autora, aprovada em
2003, sob orientação da segunda autora.
Nutrição
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Comportamento alimentar e promoção da saúde

Comportamento alimentar e promoção da saúde

Patrícia Radaelli^1

Elisabetta Recine 2

RESUMO - O presente artigo consiste em revisão de literatura sobre temas relacionados com o comportamento alimentar e a promoção da saúde. São discu- tidas experiências de diferentes países em promover saúde por meio da alimenta- ção equilibrada, os principais benefícios e as barreiras em seguir alimentação saudável, as influências no comportamento alimentar e as tendências atuais de consumo de alimentos da população brasileira.

Palavras-chave : comportamento alimentar, promoção da saúde, alimentação sau- dável, consumo de alimentos.

Eating behavior and health promotion

ABSTRACT - This article reviews eating behavior and health promotion subjects. Different countries experiences to promote health by a healthy eating, benefits and barriers in trying to eat healthier, influences on food choices and contemporary food consumption tendencies of Brazilian population are discussed.

Key words : eating behavior, health promotion, healthy eating, food consumption.

O aumento da morbidade e da mortalidade por doenças crônico-degenerativas relacionadas à alimentação, a exemplo da obesidade e da hipertensão arterial, é conhecido como transição epidemiológica alimentar e nutricional (OLIVEIRA et al ., 1996; MONDINI & MONTEIRO, 2000). No Brasil, isto pôde ser evidenciado

(^1) Mestre em Nutrição Humana pela UnB e professora de Nutrição do UniCEUB. E-mail: [email protected] (^2) Doutora em Saúde Pública pela USP e professora de Nutrição da UnB. E-mail: [email protected] O presente artigo foi baseado em dissertação de Mestrado da primeira autora, aprovada em 2003, sob orientação da segunda autora.

Nutrição

Patrícia Radaelli & Elisabetta Recine

mediante análise comparativa entre dois inquéritos nacionais ocorridos em 1974 e 1989, o que demonstrou crescimento do número de adultos obesos correspondente a 75% de homens e 60% de mulheres (OLIVEIRA et al ., 1996; DOYLE & FELDMAN, 1997; TADDEI, 1998; MONTEIRO et al ., 2000; BARRETO & CYRILLO, 2001).

Os dados de obesidade na população adulta brasileira são provenientes da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN), realizada em 1989. Estimou-se que cerca de 27 milhões de indivíduos maiores de 18 anos de idade, ou seja, 32% da população adulta apresentam algum grau de excesso de peso, isto é, um Índice de Massa Corporal (IMC) maior ou igual a 25kg/m^2 (OLIVEIRA et al ., 1996).

Desagregados por sexo, os dados da PNSN indicam que 27% dos homens e 38% das mulheres apresentam sobrepeso ou obesidade. Com relação à obesidade em adultos (IMC e” 30kg/m^2 ), observou-se a prevalência de 8% na população total, sendo que 70% ocorre em mulheres. Considerando-se o excesso de peso relacio- nado às faixas de renda, de forma global, as prevalências tendem a ser mais eleva- das em populações de renda mais alta. No entanto, particularmente na população feminina, a freqüência de excesso de peso é expressiva também entre faixas de menor renda. Entre mulheres pertencentes a faixas de menor poder aquisitivo (d” 5 salários-mínimos per capita ), cerca de 30% apresentam excesso de peso (MS, 2002a).

A obesidade tornou-se preocupação de saúde pública tanto quanto a des- nutrição, e tal conjuntura confere ao País perfil epidemiológico polarizado e com extrema desigualdade, cujas causas e conseqüências devem ser cuidadosamente analisadas para orientar as políticas de saúde e nutrição. Os dados diretamente relacionados com o estado nutricional expressam realidade social de extrema gra- vidade, cuja perspectiva futura é preocupante (GALEAZZI et al ., 1997). Em todas as regiões do País, parcelas expressivas da população adulta apresentam excesso de peso, mas as menores prevalências são encontradas na Região Nordeste e as maiores, na Região Sudeste (MS, 2002a).

Encontrar estratégia para melhorar a qualidade da dieta é responsabilidade de políticos e de promotores de saúde. Divulgar informações consiste em uma das estratégias, mas não atinge os objetivos de maneira isolada, uma vez que os hábitos alimentares dependem de fatores não somente relativos ao indivíduo, mas também sociais, culturais, econômicos e ambientais (VAANDRAGER & KOELEN, 1997). Esses fatores estão interligados, e a escolha de alimentos consiste em processo complexo, o que justifica, em parte, a ineficácia de se promover alimentação sau- dável apenas com o elemento cognitivo (ADA, 1996).

Indubitavelmente, a identificação do comportamento alimentar de indivídu- os é essencial para se priorizar programas de promoção de saúde viáveis e efica-

Patrícia Radaelli & Elisabetta Recine

desencorajam a atividade física. Tendências contemporâneas de consumo de ali- mentos que incluem tipos de alimentos ingeridos e locais de alimentação são in- fluenciadas por fatores sociais, culturais e econômicos (FRENCH et al ., 2001). A saúde pública deve intervir com estratégias que promovam ambientes saudáveis quanto à alimentação e à prática de atividade física.

Assim, parece existir grande diferença entre o que é recomendado por pro- fissionais da área e o que tem sido alcançado em termos de comportamento ali- mentar pela população (KOIKKALAINEN et al ., 1996; GIBNEY et al ., 1997; ANDING et al ., 2001). Em relação à realidade norte-americana, por exemplo, há imensa dis- ponibilidade de informações sobre alimentação e nutrição complexas, dispersas ou contraditórias, o que pode contribuir para a imobilização da população (IFIC, 1998). Variáveis relacionadas a atitudes, como a compreensão dos benefícios da alimentação saudável, incluindo a visão crítica sobre a dieta, e as dificuldades ou as barreiras em obtê-la também devem ser consideradas ao analisar a diferença entre o que as pessoas consomem e o que são aconselhadas a consumir (LENNERNÄS et al ., 1997; ZUNFT et al ., 1997; LAPPALAINEN et al ., 1997).

Em tempos passados, as orientações nutricionais pareciam não atribuir a importância cabível a aspectos, como compreensão, atitudes e crenças relaciona- das a alimentos por parte dos indivíduos (GIBNEY et al ., 1997). Apenas na década de 90, durante a Conferência Internacional em Nutrição, explicitou-se a necessi- dade de compreender e de assimilar aspectos cognitivos e psicossociais referen- tes à alimentação e à saúde para a elaboração e implementação efetiva de guias alimentares e promoção de educação nutricional (FAO/WHO, 1992).

Atualmente, programas sobre alimentação saudável abordam temas práti- cos, como alimentação fora de casa ou em eventos sociais, maneiras simples de se tornar mais ativo, opções de boas escolhas de alimentos, considerando novas tendências de consumo, a exemplo de alimentos reduzidos em calorias (WHO/FAO, 2003). Reconhecidamente, a educação nutricional tende a ser mais efetiva quando centralizada no comportamento alimentar (CONTENTO et al ., 2002), mas, na prática, isso ainda é observado com pouca freqüência.

O Ministério da Saúde aprovou, em 1999, a Política Nacional de Alimenta- ção e Nutrição (PNAN) que apresenta, como uma de suas diretrizes, a Promoção de Práticas Alimentares e Estilos de Vida Saudáveis, com o objetivo de socializar o conhecimento sobre os alimentos e o processo de alimentação, bem como a pre- venção dos problemas nutricionais. Inserido nesta diretriz, encontra-se o Guia Alimentar da População Brasileira, ainda não lançado, que será a base de ação dos profissionais de saúde na orientação alimentar da população com a perspec- tiva de promoção de saúde (CFN, 2003).

Comportamento alimentar e promoção da saúde

Benefícios e barreiras em seguir uma alimentação saudável

O aumento da prevalência de doenças crônico-degenerativas relacionadas à alimentação, em especial a obesidade, impulsionou países europeus, Estados Unidos, Canadá, Austrália, entre outros, a desenvolver políticas com o objetivo de reverter esse quadro. A divulgação dos benefícios da dieta equilibrada foi uma das conseqüências de tais políticas, e o acesso à informação facilitado pela mídia proporcionou maior alcance das informações, que se deu também em outros paí- ses. Outro efeito importante consistiu no reconhecimento da população sobre a relação positiva entre a dieta equilibrada e a prevenção de doenças, além da pro- moção da saúde (KRISTAL et al ., 1995; LAPPALAINEN et al ., 1997; USDA, 1998).

Contudo, os guias alimentares existentes são, geralmente, elaborados com pouca ou nenhuma consideração quanto às atitudes e percepções da população. A abordagem restrita pode ser uma das razões do sucesso limitado na modifica- ção de hábitos alimentares (KEARNEY & MCELHONE, 1999).

Além disso, o reconhecimento dos benefícios da alimentação equilibrada não é suficiente para a adesão a esse tipo de dieta, e são inúmeros os motivos pelos quais o indivíduo pode não seguir a orientação alimentar, tais como: conhe- cimento ou informação insuficiente, falta de interesse em modificar hábitos, influ- ência de outras pessoas, presença de fatores identificados como obstáculos para seguir a dieta equilibrada, como escassez de dinheiro, de tempo ou de disponibi- lidade de alimentos saudáveis ou por esses não serem considerados saborosos e atrativos (MORREALE & SCHWARTZ, 1995; DE CASTRO, 1997; MILLIGAN et al ., 1997; THOMPSON et al ., 1999). Smith e Owen (1992) citam, ainda, fatores emocionais, preocupação, ansiedade, cansaço e o estar sozinho, como limitantes da alimentação saudável. A falta de consenso nas informações disponíveis sobre alimentação também é barreira reconhecida para a adesão à alimentação equilibra- da (COTUGNA et al ., 1992; USDA, 1998; CASOTTI et al ., 1998). As freqüentes mensagens divulgadas na mídia também contribuíram para isso (GOLDBERG, 2000).

As dificuldades relativas a situações sociais denotam a importância des- ses fatores, tratando-se de alimentação (MENNEL et al ., 1992). Indivíduos que modificaram a dieta relatam que relações sociais podem impedir a manutenção dos novos hábitos alimentares (HOLM, 1993; KOIKKALAINEN et al ., 1996). O co- nhecimento dos benefícios e das barreiras considerados pela população para seguir uma dieta equilibrada pode aumentar a probabilidade de estratégias que viabilizem a adoção de hábitos alimentares saudáveis.

Comportamento alimentar e promoção da saúde

epidemiológicos e nutricionais (DREWNOWSKI & POPKIN, 1997; DE OLIVEIRA & THEBAUD-MONY, 1997; MONTEIRO et al ., 2000). Os dados nacionais disponíveis e mais abrangentes sobre consumo de alimentos correspondem aos resultados das Pesquisas de Orçamento Familiar (POF), conduzidas pela Fundação Getúlio Vargas em 1961/1963 e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1987/1988 e, mais recentemente, em 1995/1996, e do Estudo Nacional sobre Despesa Familiar (ENDEF), conduzida pelo IBGE em 1974/1975 (MS et al ., 1990; OLIVEIRA, 1997).

Tais documentos revelam como principais tendências o decréscimo no con- sumo de alimentos, como mandioca, feijões, milho e arroz (OLIVEIRA et al ., 1996). Outros produtos, como a carne de porco e a manteiga, vêm sendo consumidos em quantidades menores. A carne bovina tem sido substituída por carne de frango com mais freqüência, e ocorreu aumento da ingestão de ovos, laticínios e óleos vegetais. Essas pesquisas indicam declínio na ingestão de carboidratos, aumento de consumo de lipídeos como fonte de calorias, aumento no consumo de proteína animal, em detrimento da proteína vegetal, e aumento no consumo de alimentos industrializados (OLIVEIRA, 1997).

De menor abrangência, o Estudo Multicêntrico de Consumo Familiar de Alimentos foi realizado em Goiânia, Campinas, Ouro Preto e Curitiba e no Rio de Janeiro, entre os anos de 1996 e 1997, com o objetivo de identificar o perfil alimen- tar e nutricional dessas populações. Os dados demonstraram queda de consumo de 15% a 30% para o arroz e de 16% a 38% para o feijão entre os anos de 1974 a

  1. Alguns alimentos apresentaram grande variação positiva, como a ocorrida com o queijo, com aumento de consumo de 222%, observado de maneira mais ex- pressiva no Rio de Janeiro. Para o frango, há variações positivas entre 92% e 163% no mesmo período. Destaca-se a elevação acentuada no consumo de refrigeran- tes observada nos cinco municípios, sendo superior a 500% em Campinas e em Goiânia, e a de salsicha em Campinas e Ouro Preto, no período de 1987 a 1996, com aumento de 324% e 550%, respectivamente. Uma comparação quantitativa desse estudo com os dados obtidos no ENDEF (1974/1975) revela ampliação de consu- mo de alimentos, mas as dietas apresentam-se qualitativamente inadequadas (GALEAZZI et al ., 1997).

Com os dados do Estudo Multicêntrico, verificou-se, ainda, que parcela importante da população se encontra fora das faixas de recomendação de ingestão de micronutrientes. Entre as mulheres cariocas, 44% e 66% apresentaram consu- mo deficiente de ferro e cálcio, respectivamente. A análise do consumo de ferro em Curitiba demonstrou inadequação para 33% das mulheres e 12% dos homens. Com relação ao cálcio, grande parte da população apresenta consumo aquém do recomendado, variando de 50% a 80% em Ouro Preto e Goiânia. A ingestão de

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gordura manteve-se próxima ou inferior ao recomendado (30% do valor energético total da dieta), mas observou-se consumo desequilibrado de gordura saturada e de colesterol. Mais de 40% de homens e mulheres consumiam quantidades supe- riores a 300mg de colesterol por dia nas cidades do Rio de Janeiro, de Curitiba e de Campinas (GALEAZZI et al ., 1997).

O consumidor brasileiro, principalmente o dos grandes centros urbanos, vem seguindo as mesmas tendências alimentares de países industrializados, preferin- do alimentos semiprontos a produtos que exigem tempo e trabalho no preparo (ABREU, 2000). A falta de tempo para o preparo das refeições em casa e a crescente preocupação com a saúde e a qualidade de vida têm sido grandes motivadores desse contexto (GARCIA, 1999; SILVA et al ., 2002). Outros fatores que agilizaram a mudança foram: a entrada da mulher no mercado de trabalho, reestruturando os hábitos alimentares da família; a abertura do mercado comercial, que facilita im- portações; o aumento do poder aquisitivo da população de baixa renda, que ex- pandiu o potencial de compra e consumo; as dificuldades do transporte e a ne- cessidade de ganhar tempo (OLIVEIRA et al ., 1996).

O mercado de alimentos semiprontos está em franca expansão e já represen- ta um dos segmentos do setor de alimentação que mais crescem no mundo. A comida semipronta apresenta, como característica principal, a praticidade, que nem sem- pre é acompanhada por qualidade nutricional (NESTEL et al ., 1996). Nos anos 90, a produção de alimentos congelados aumentou em 126%, e a importação de pro- dutos industrializados teve crescimento de 409% (GARCIA, 1999), o que demonstra aumento expressivo no consumo de alimentos que agilizam o tempo de preparo.

Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), citados por Nantes e colaboradores (1999), a venda de alimentos semiprontos cresceu 16% em 1997, ao passo que a venda total de alimentos aumentou apenas 1,1% no mesmo período. Na última Pesquisa de Orçamento Familiar (POF-1996), o gasto com “alimentos preparados” e “enlatados e conservas” somavam cerca de 3% da despesa média mensal familiar em alimentação (IBGE, sd) e acredita-se que a tendência seja de aumento desse valor.

Estudos confirmam a relação positiva entre refeições fora de casa e obesi- dade, especialmente tratando-se do tipo fast food (BINKLEY et al ., 2000; MONTEIRO et al ., 2000; GREENE et al ., 2001). Calcula-se que os custos mundiais com o trata- mento do excesso de peso sejam duas vezes maiores do que a receita total obtida pela indústria de fast food (SCHLOSSER, 2001).

Um dos fatores que agilizou o crescimento do food service , isto é, de refei- ções fora do lar e do consumo de alimentos de rápido preparo foi a entrada da mulher no mercado de trabalho, que em 1971 correspondia a apenas 23% da popu-

Patrícia Radaelli & Elisabetta Recine

Tabela 1 - Fatores que influenciam o comportamento alimentar.

Adaptado de Castro (1995).

Alimentos produzidos

Alimentos disponíveis no mercado

Preço

Demanda

Fatores individuais, sociais, ambientais, econômicos, culturais, demográficos, sensoriais, nutricionais, biológicos, psicológicos

Escolha e compra de alimentos

Consumo qualitativo e quantitativo

Estado nutricional

C o m p o r t a m e n t o a l i m e n t a r

Comportamento alimentar e promoção da saúde

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