Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Comunicação e dados internos, Resumos de Comunicação de Dados

Comunicação e dados internos na era do século xxi

Tipologia: Resumos

2022

Compartilhado em 26/10/2022

thiago-freitas-5z3
thiago-freitas-5z3 🇧🇷

1 documento

1 / 19

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
ESTUDO
DIRIGIDO
CAPACITAÇÃO
EM
CONCILIAÇÃO
TRILHO
Re
Ra
th
6.
Quem
deve
participar
da
conciliação?
Um
parente
de
uma
das
partes
pode/deve
“assistir
à
conciliação
para
conhecer melhor
o
processo”?
R:
As
partes
do
processo,
seus
advogados
ou
defensores
públicos,
quando
houver;
o
ador
e
observadores,
quando
houver
e o
supervisor.
Não
é
recomendado
que
outras
[ig
pessoas,
ainda
que
parentes
das
partes,
assistam
à
sessão.
Quem
pode/deve
observar
uma
conciliação
judicial?
R:
Os
observadores
poderão
ser
os
mediadores,
advogados.
magistrados
e
professores
e/ou
ainda
aqueles
que
estejam
em
estágio
supervisionado
na
mediação
Como
o
observador
deve
se
portar
durante
a
conciliação?
R:
O
observador
deverá
permanecer
em
silêncio
e
com
postura
durante
toda
a
sessão
e
caso
haja
dúvida,
poderá
ser
questionada
somente
20
fim,
somente
poderá
se
retirar
após
solicitar
sua
retirada
ou
esperar
até
o
fim,
e
não
será
permitido
troca
de
informações
referentes
à
sessão
de
conciliação,
que
são
confidenciais.
Quem
não
deve
ser
autorizado
a
observar
uma
conciliação
judicial?
Por
quê?
R:
Qualquer
menor
idade
é
proibido
por
lei
de
participar,
além
de
outras
pessoa
s
SERA
RE
ao
processo,
que
não
estejam
no
rol
dos
observadores,
pois
isso
pode
comprometer
o
andamento
da
conciliação,
tumultuando
ou
constrangendo
as
partes
que
deverão
estar
à
vontade
para
encontrarem
a
melhor
solução
Quem
deve
apresentar
os
observadores
e
os
supervisores?
Por
quê?
R:
O
mediador
ou
comediador
no
início
da
sessão
de
conciliação
deverão
apresentá-los
às
partes
de
forma
a
demonstrar
quem
conduzirá
a
sessão
e
deixando-as
menos
tensas
com
relação
aos
demais.
No
Mantal
de
Mediação
Judicial
se
indica
que
“um
advogado
que
tenha
seu
valor
reconhecido
pelo
conciliador
e
que,
por
meio
de
técnicas
apropriadas
seja
estimulado
a
tanto,
tende
a
desenvolver
um
comportamento
apropriado
para
a
eficiente
resolução
da
disputa”
Por
quê?
Us
recepcionar
advogados
antes
da
conciliação.
Faça
o
mesmo
indicando
como
proceder
em
uma
declaração
de
abertura
R:
O
advogado
é
importante
na
conciliação
para
auxiliar
à
parte
a
encontrar
uma
solução,
embora
não
desempenhe
um
papel
muito
influente,
é
ele
que
poderá
oferecer
um
suporte
ndo
suas
próprias
palavras indique
como
isso
pode
ser
feito ao
juridico
para
passar
mais
segurança
à
parte.
Ao
recepcionar
os
advogados
em
uma
declaração
de
abertura,
o
conciliador
pode
se
apresentar
e
cumprimentar
às
partes
os
advogados,
ressaltar
a
importância
dos
profissionais,
que
apesar
de
não
interferirem
na
negociação,
possuem
o
papel
essencial
de
ajudar
na
busca
de
soluções
para
o
litígio
Quais
às
vantagens
do
conciliador
fazer
um
acolhimento
com
um
sorriso?
outras
formas
de
linguagem
não
verbal
que
também
auxiliam
a
conciliação?
R:
O
sorriso
do
conciliador
pode
atenuar
a
tensão
do
momento
e
diminuir
o
estresse,
que
as
partes
tendem
ao
nervosismo.
Além
do sorriso
é
importante
que
o
conciliador
olhe
com
atenção
para
a
parte
enquanto
cla
fala,
à
quando
ela
termina
o
raciocínio
para
demonstrar
que
ela
está
sendo
ouvida
e
tudo
o
que
diz
m
de
fazer
afirmações
positivas
com
a
cabeça
[Rio
igtapie
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Comunicação e dados internos e outras Resumos em PDF para Comunicação de Dados, somente na Docsity!

ESTUDO DIRIGIDO — CAPACITAÇÃO EM CONCILIAÇÃO

TRILHO Re Ra

th

Quem deve participar da conciliação? Um parente de uma das partes pode/deve “assistir à

conciliação para conhecer melhor o processo”?

R: As partes do processo, seus advogados ou defensores públicos, quando houver; o

[ig ador e observadores, quando houver e o supervisor. Não é recomendado que outras

pessoas, ainda que parentes das partes, assistam à sessão.

Quem pode/deve observar uma conciliação judicial?

R: Os observadores poderão ser os mediadores, advogados. magistrados e professores e/ou

ainda aqueles que estejam em estágio supervisionado na mediação

Como o observador deve se portar durante a conciliação?

R: O observador deverá permanecer em silêncio e com postura durante toda a sessão e caso

haja dúvida, poderá ser questionada somente 20 fim, somente poderá se retirar após solicitar

sua retirada ou esperar até o fim, e não será permitido troca de informações referentes à

sessão de conciliação, já que são confidenciais.

Quem não deve ser autorizado a observar uma conciliação judicial? Por quê?

R: Qualquer menor dé idade é proibido por lei de participar, além de outras pessoa s

SERA RE ao processo, que não estejam no rol dos observadores, pois isso pode comprometer

o andamento da conciliação, tumultuando ou constrangendo as partes que deverão estar à

vontade para encontrarem a melhor solução

Quem deve apresentar os observadores e os supervisores? Por quê?

R: O mediador ou comediador no início da sessão de conciliação deverão apresentá-los às

partes de forma a demonstrar quem conduzirá a sessão e deixando-as menos tensas com

relação aos demais.

No Mantal de Mediação Judicial se indica que “um advogado que tenha seu valor reconhecido pelo conciliador e que, por meio de técnicas apropriadas seja estimulado a

tanto, tende a desenvolver um comportamento apropriado para a eficiente resolução da

disputa” Por quê? Us

recepcionar advogados antes da conciliação. Faça o mesmo indicando como proceder em

uma declaração de abertura

R: O advogado é importante na conciliação para auxiliar à parte a encontrar uma solução,

embora não desempenhe um papel muito influente, é ele que poderá oferecer um suporte

ndo suas próprias palavras indique como isso pode ser feito ao

juridico para passar mais segurança à parte. Ao recepcionar os advogados em uma

declaração de abertura, o conciliador pode se apresentar e cumprimentar às partes € os

advogados, ressaltar a importância dos profissionais, que apesar de não interferirem na

negociação, possuem o papel essencial de ajudar na busca de soluções para o litígio

Quais às vantagens do conciliador fazer um acolhimento com um sorriso? Há outras formas

de linguagem não verbal que também auxiliam a conciliação?

R: O sorriso do conciliador pode atenuar a tensão do momento e diminuir o estresse, já que

as partes tendem ao nervosismo. Além do sorriso é importante que o conciliador olhe com

atenção para a parte enquanto cla fala, à

quando ela termina o raciocínio para demonstrar que ela está sendo ouvida e tudo o que diz

m de fazer afirmações positivas com a cabeça

[Rio igtapie

RIA

“O que é uma sessão privada? E adequado realizar somente sessões privadas com uma das

  • O que é a geração de opções? Dê exemplos de discursos que geram opções?

Como sé administram as interrupções entre as partes na fase de reunião de informações? O

conciliador deve permitir que a parte que estiver interrompendo a outra conclua a sua ideia?

Por quê?

R: O conciliador deve coibir a interrupção nos primeiros segundos, pg

conveniência, e deve retomar à regra da não interrupção apresentada no início da sessão.

Raia COR LIIEAS] [ES

LO RR:

R: A técnica da recontextualização pode ser utilizada pelo conciliador de forma a

demonstrar para as partes uma perspectiva positiva da situação. Por exemplo, na briga de

recontextualização? Dê um exemplo

vizinhos, onde um acusa e xinga o outro por jogar lixo na área comum do condomínio, o

conciliador pode ressaltar que hã o desejo de boa conservação e higiene do lugar

O que é a audição de propostas implicitas? Dê um exemplo.

R: É o conciliador atentar-se ao que as partes estão dizendo para conseguir destacar os

possíveis desejos contidos nas falas, como por exemplo, uma mãe que reclama que o pai de

seus filhos nunca os visita é que sentem falta do mesmo, é possivel notar que o desejo dessa

mãe e das crianças é que o genitor passe mais tempo com seus filhos, e seria essa a proposta

EE oi]

Por que o afago se mostra uma importante técnica para a condução da conciliação? Dê um

exemplo

R: É uma forma de mostrar à parte ou ao advogado que ela está agindo de forma eficaz na

condução do da sessão e assim torna-se um incentivo para continuar agindo positivamente.

Por exemplo, o mediador pode adecer e destacar a importância de uma proposta

pertinente do advogado

partes? O que é a inversão de papéis? Quais as precauções recomendadas para a aplicação

dessa técnica?

R: A sessão privada ocorre quando o conciliador percebe que as partes não estão se

comunicando de maneira eficaz e decide conversar com cada uma separada em outra sala e, quando acontecer, é adequado que seja realizada com ambas as partes. À técnica de inversão

de papéis deverá ser utilizada somente em sessões privadas, onde o mediador levanta

questões da outra parte tentando exercitar a empatia da que está ali, colocando-a no lugar da

outra. Em momento algum o mediador poderá apresentar implícita ou explicitamente

parcialidade sobre as questões discutidas; deverá avisar no início di sessão para que as

partes não se assustem e o mediador deve avisar que se trata de uma técnica da mediação e será usada com as ambas as [AE Et

R: O mediador estimula as partes a gerarem opções de soluções para o litígio por meto de

perguntas direcionadas, de forma a ajudá-las a superarem seus futuros problemas de maneira

independente. O mediador pode. por exemplo, perguntar às partes: “O que você acha que

poderia fazer para funcionar?” ou “Na sua opinião, como isso poderia suceder de maneira

benéfica a todos?”

a) (Do empreiteiro para o conciliador) Eu disse ao Ricardo que só seria possível terminar

em menos de seis semanas se não tivéssemos nenhum problema na fundação. O terreno

tinha cada pedra que precisou chamar gente de fora para limpar a área. Tive que pagar

por fora para esses auxiliares é nem pedi para ele arcar com esse gasto. O tempo que o

pessoal ficou parado foi exatamente enquanto eu buscava esse apoio adicional, Tenho

que administrar meus pedreiros e auxiliares com rigor. Não dá para fazer isso se ele me

xinga e depois me chama de preguiçoso na frente dos meus empregados

(Do empreendedor para o conciliador) Eu precisava terminar a minha padaria antes do

recesso de fim de ano — quando tudo fica parado. Ele tinha me dito que conseguiriamos

terminar em seis semanas o que me daria dois meses de boa lucratividade antes desse

recesso. Depois vieram uma série de histórias de problemas mas nas três vezes que fui

ver a obra metade dos funcionários dele estava de papo para o ar. Chegou um momento

em que realmente eu perdi a cabeça e na hora de fazer o acerto final eu sugeri que ele

arcasse com parte do prejuízo.

Questões: Obra; comunicação

Interesses: Ambos têm interesse que a obra termine rápido; desejam ser respeitados; e que o

valor seja equivalente ao serviço prestado e tempo transcorrido

bj (Do marido de uma paciente para o conciliador) Eu disse à Tereza que estaria sempre ao

lado dela, mesmo nos momentos mais dificeis. Agora com ela na UTI eu não posso

voltar atrás e fingir que não prometi nada a ela. Faço isso pois sei que ela precisa de

Log tiol

(Da chefe de enfermagem para o conciliador) No nosso hospital sempre zelamos pelo

melhor tratamento possivel para os nossos pacientes e seus familiares. Entendo que o Sr.

Jurandir quer cuidar de sua esposa, mas não podemos deixar que ele fique lá pois

colocaria em risco a vida da Dona Elizabete e dos demais pacientes da UTI.

Questões: Acompanhantes na UTI; tratamento dos pacientes; segurança

Interesses: Ambos querem o melhor tratamento para pacientes da UTI, O marido da

paciente deseja apoiá-la; o chefe de enfermagem deseja a segurança de todos que ali se

E terojufbri nR

E^ (Do empreiteiro para o conciliador) Eu disse ao Thomaz que só continuaria a obra se ele

me assegurasse que cu não teria que pagar o prejuizo causado pela chuva. O temporal

que caiu em Brasília foi caso fortuito e força maior — a cobertura da casa com a lona não

impediria a chuva de molhar a laje e depois disso claro que teria infiltração. Agora que

eu terminei a obra ele está dizendo que precisa reter R$ 5.000,00 para cobrir os

reparos internos da casa. Eu falei expressamente para ele que só continuaria a obra se ele

me garantisse que pagaria todo o valor faltante no contrato. Isto não está correto!

RA

(Do proprietário do imóvel para o conciliador) Eu tenho como principal fonte de renda

uma casa que é alugada para um escritório de advocacia, há algum tempo meu locatário

tem reclamado de infiltrações e por isso contratei uma excelente empresa de engenharia

para reformar o telhado. Em Brasília nunca chove no período de inverno — ou melhor,

quase nunta — por esse motivo, pedi que eles iniciassem a obra somente em junho é

d

ainda assim cobrissem com uma lona a obra à noite c aos fins de semana — para a

eventualidade de vir a chover. Em uma determinada sexta-feira, o mestre de obras dele

esqueceu de mandar os funcionários cobrirem o telhado com a lona. No dia seguinte

choveu e os meus inquilinos me ligaram furiosos dizendo que caiu água em processos e

em um computador. Quando cobrei isso do Pedro ele me disse que mesmo que tivesse

coberto não teria como evitar molhar a laje. Não é bem assim não. A chuva foi uma

chuva moderada e eu aceitaria esse prejuizo se ele realmente tivesse coberto

adequadamente o telhado, As nossas conversas não evoluiram bem e acabei tendo que

dizer para ele que pagaria o remanescente integralmente sob pena dele abandonar a obra

— Inclusive com risco de chover mais é todos nós termos mais prejuízos. Falei para ele

que pagaria pois foi a única forma de me assegurar que eu não teria um prejuizo ainda

maior. De fato, estou disposto a pagar tudo, desde que eu possa compensar o prejuizo

que o meu inquilino sofreu.

Questões: Comunicação; obra,

Interesses: Ambos desejam que a obra termine, desejam respeito à suas profissões e que

POR ses o e ge fer ito

(Do motorista para o conciliador) O fato de ter ultrapassado pela direita é batido nele

não quer dizer que a culpa é exclusivamente minha. Além disso o conserto de um carro

popular que nem capotou não pode custar R$ 5000,00. Eu não vou pagar esse valor por

nada nesse mundo, em especial depois das coisas que ele me falou ao telefone!!

(Do outro motorista para o conciliador) Se ele acha que não é culpado pelo acidente por

que fugiu no local? Eu tive um trabalhão para localizá-lo e depois de mostrar fotos do

acidente e do carro dele no local ele ainda tentou fugir da responsabilidade, Tem que

pagar sim!

Questões: Conserto do carro, responsabilidade.

Interesses: Ambos desejam que o carro seja consertado, porém com um valor justo e sem

que haja desrespeito

(Do vizinho para o conciliador) Eu nunca vou tirar o muro de lá. Eu construí o muro

depois de ver o cachorro dele fazer as necessidades no meu terreno pelo menos 5 vezes

Na última vez que fui conversar com ele, o Pedro me disse que cachorro nasceu para ser

feliz! Disse que iria construir o muro e ele me falou para fazer o que eu quisesse. Fiz

(Do segundo vizinho para o conciliador) Quando voltei de viagem notei o muro

dividindo os dois terrenos. Ele construiu o muro onde achava que seria o lugar da divisa

dos terrenos mas se equivocou. E agora à única coisa que ele fala quando vou conversar

sobre isso é que isso tudo foi por causa do meu cachorro — o que um cachorro tem a ver

Poço ana Nie LUTO ARA

Questões: Muro, cachorro, comunicação.

Interesses: O primeiro vizinho deseja que o cachorro não faça necessidades em seu

terreno, ambos desejam a construção do muro, mas na divisa correta dos terrenos

de uma falha na linha de produção, Não temos condições de dizer que um determinado

produto está com problemas apenas em razão de dois ou três telefonemas e já

oferecemos assistência médica para aqueles pais que solicitaram. Todavia, o valor

pedido está fora da nossa alçada

Questões: produto com problema, segurança alimentar.

Interesses: Ambos desejam a segurança dos consumidores, O preposto deseja pagar um

valor que seja devido pelo dano

i) (Da consumidora para o conciliador) Economizei por quatro meses para poder comprar

uma boa cama com um bom colchão, Eu fui até a loja ver a cama que eu queria três

vezes. Quando finalmente consegui economizar o dinheiro fui até a loja a paguei à vista

Na hora da entrega percebi que eles colocaram um laquê fosco quando cu tinha pedido

brilhoso c as ripas da cama estavam empenadas. Oras cu troquei a cama exatamente

porque a minha antiga me dava dor nas costas. Receber uma cama nova com ripas

empenadas não da! Quando fui à loja para reclamar cles disseram que cu deveria ter

reclamado na hora da entrega e me trataram muito mal. E mais, quando fui reclamar para

a transportadora cles disseram que como o defeito não cra da entrega e sim da fabricação

eu deveria reclamar na loja. Já estou com esse problema há dois meses é me enfurece 0

modo com que estou sendo tratada

(Do preposto para o conciliador) No nosso pedido consta uma cama com laquê brilhoso

e no registro de entrega consta que foi entregue uma cama com laquê brilhoso. Comentei

com a Dona Tereza que poderia resolver essa situação se ela trouxesse a cama ou arcasse

com o transporte da cama para a loja. Eu não tenho como ir até a casa dela ver a cama e

ERR ER [o para isso que existe a necessidade de se assinar o termo de recebimento de

mercadoria — para registrar falhas desse tipo. Se ela não se lembra do nome da pessoa

que a tratou mal na loja eu não tenho como chamar a atenção desse funcionário

Questões: Erro na entrega do produto; tratamento inadequado; termo de recebimento.

Interesses: À consumidora deseja ser tratada de forma respeitosa e receber a cama da

forma que pediu; o preposto deseja melhores informações para resolver o problema da

cama e do tratamento inadequado.

|) (Da comprador para o conciliador) Comprei do Ricardo um Gol em bom estado de

conservação e paguei com R$ 2000,00 em dinheiro e três cheques de R$ 1000,00 mais o

meu carro antigo que era um Chevette. Só que quando fui transferir o carro para meu

nome o DUT que ele tinha me entregue era antigo — o DUT novo indicava que o carro

estava em alienação fiduciária — quer dizer que estava em nome de um Banco, Ele me

vendeu um carro que não era dele! Na hora sustei os cheques e tratei de tentar desfazer o

negócio. Quando finalmente o encontrei fiquei sabendo que ele estava furioso pois eu

tinha sustado os cheques — era só o que faltava! Agora quero só meu carro de volta e

meu dinheiro, Se o carro não pode ficar no meu nome quero desfazer o negócio

(Do vendedor para o conciliador) Na hora da venda eu falei para o Tiago que ele deveria

esperar três meses para transferir o carro para o nome dele. Eu expliquei que estava

dando um DUT para ele mas que ele precisava esperar eu resolver algumas coisas no

banco antes. Com o primeiro cheque dei entrada em uma máquina de fazer churros e

ainda falta pagar o resto pois os dois outros cheques foram sustados. Eu não tenho como

ganhar dinheiro e pagar o final do financiamento do Gol se eu não estou trabalhando — vendendo churros — Eu não tenho como devolver os R$ 2.000,00 em dinheiro nem os R$ 1.000,00 do cheque que já entrou e está com o vendedor da máguina de churros. Se ele tivesse me ligado no dia que deu problema no Detran eu teria explicado de novo para ele. Eu não tenho nenhum problema de desfazer o negócio, mas para isso ele tem que primeiro liberar os cheques para que cu possa continuar a trabalhar.

Questões: Carro, cheques, dinheiro

Interesses: Ambos desejam desfazer o negócio, o comprador deseja o carro(chevette) e o dinheiro que pagou de volta, e o vendedor deseja os cheques liberados

[ (Do consumidor para o conciliador) Comprei à passagem há dois meses e quando fu viajar me informaram que o agroporto estava fechado é que eu poderia remarcar a viagem de ida sem custo mas a de volta se eu fosse alterá-la eu teria que pagar uma taxa de quase R$ 100,00. Achei um absurdo pois minha viagem a Salvador demoraria apenas pia] [oi pa Re E] fa Lgo) (o Res a [ ET Ns AD Lag RAE RAE Poti ei quero mudar a volta também sem custo. Acho que eles estão violando meu direito de consumidor e tenho direito à remarcação da passagem sem custo e danos morais

(Do preposto para o conciliador) O registro que temos indica que foi oferecido uma 3 no próximo voo que sairia em 12 horas co Sr. Tiago não aceitou. Como poderiamos fazer com que ele chegasse ao destino com menos de um dia de atraso não houvea oferta de mudança de voo de retorno sem pagamento de taxa administrativa

Questões: Passagem, taxa, comunicação

Interesses: Ambos desejam que a viagem seja realizada, o consumidor deseja a remarcação da mesma sem nenhum valor adicional, o preposto deseja o pagamento de ES

  1. Como indicado no Manual de Mediação Judicial, após o conciliador ter perguntado à última das partes à se manifestar se deseja dizer algo mais, deve ele fazer um resumo de toda à controvérsia até então apresentada, verificando as principais questões presentes, como Epa REALCo STR ET UC E TT TE ET o resumo logo após apenas uma das partes ter se manifestado, pois, ao assim proceder, o conciliador poderá dar a entender à outra parte que está endossando o ponto de vista apresentado, Esse resumo conjunto dos discursos das partes — também chamado de resumo de texto único!, por colocar duas perspectivas em uma única descrição — mostra-se de suma importância, uma vez que dá um norte ao processo de concili discussão nos principais aspectos presentes. Para o conciliador, trata-se de uma efetiva ganização do processo, pois se estabelece uma versão imparcial, neutra e prospectiva (Le. voltada à soluções) dos fatos identificando quais são as questões a serem debatidas na conciliação e quais são os reais interesses e necessidades que as partes possuem. Para as [pi pira de um mecanismo que TERRE tçes u [O ui das questões envolvidas sem que haja um tom judicatório ao debate. Cabe registrar que por meio do resumo o conciliador deverá apresentar uma versão que implicitamente demonstre que conflitos são naturais em fe ELE LET DC PTOS Ega OSC TE CRER o RC O TO O] diante do contexto existente. Esta demonstração implicita de que conflitos são naturais e que as partes não devem se envergonhar por estarem em conflito é comumente denominada de normalização. No exercicio a seguir, deve-se, com base nos mesmos discursos do exercício

ETR ERES pure [ONE e irra

b) (Do marido de uma paciente para o conciliador) Entrei com essa ação pois o hospital não [oe Leleo Se Tao OR pn ESTES pelo menos seis horas por dia. E pretendo continuar assim. Eu disse à Tereza que estaria sempre ao lado dela, mesmo nos momentos mais dificeis. Agora com cla na LTL eu não posso voltar atrás & fingir que não prometi nada a ela. Faço isso pois sei que ela precisa Fier (Da chefe de enferm: melhor tratamento possivel para os nossos pacientes e seus familiares. Entendo que o Sr mas não podemos dei que ele fique lá pois

EE puro Re ae TR ER E E

em para o conciliador) No nosso hospital sempre zelamos pelo

Jurandir quer cuidar de sua espí colocaria em risco a vida da Dona Tereza e dos demais pacientes da UTI

Resumo: Ok. Permitam-se fazer um pequeno resumo para ter certeza que entendi bem o que ambos disseram os senhores desejam o melhor tratamento para à paciente, o senhor Jurandir respeita e entende o trabalho dos profissionais do hospital, como também é compreendido como marido e principal fonte de apoio para a esposa. Entretanto houve um desentendimento na comunicação com relação às visitas que poderão ser feitas aos pacientes da UTI, então es ] ETA [uSioto que FR Ceni irei

(Do empreiteiro para o conciliador) Eu disse ao Thomaz que só continuaria a obra se ele Segurasse «que cu URTER E que pagar O prejuizo RETIRE) uai chuva. O temporal que caiu em Brasilia foi caso fortuito e força maior — à cobertura da casa com a lona não impediria a chuva de molhar a laje & depois disso claro que teria infiltração. Agora que dizendo que precisa reter R$ 5.000,00 para cobrir os gastos de sa. Eu falei expressamente para ele que só continuaria a obra se ele agaria todo o valor faltante no contrato. Isto não está correto!

[ue

Co eR ente Rc

(Do proprietário do imóvel para o conciliador) Eu tenho como principal fonte de renda uma casa que é alugada para um escritório de advocacia, hã algum tempo meu locatário tem reclamado de infiltrações e por isso contratei uma excelente empresa de engenharia [TE reformar o telhado. Em Brasil nunca chove no período de inverno — ou melhor, quase nunca — por esse motivo, pedi que eles miciassem a obra somente em junho e ainda assim cobrissem com uma lona a obra à noite e aos fins de semana — para a eventualidade de vir a chover. Em uma determinada sexta-feira, o mestre de obras dele esqueceu de mandar os funcionários cobrirem o telhado com a lona. No dia seguinte Pe pop TRI e em um computador. Quando cobrei isso do Pedro ele me disse que mesmo que tivesse ão é bem assim não. A chuva foi uma

EXCUA LOUIS DESTE To Ta TEOR PPATe TR o TO

coberto não teria como evitar molhar a laje PR LUTAR o e e é COR CITRUS TED EA RO PER O TT O adequadamente o telhado. As nossas conversas não evoluiram bem e acabei tendo que dizer para ele que p Ear LICEU ne Ro o Le ereta inclusive com risco de chover mais & todos nós termos mais prejuizos. Falei para ele que pagaria pois foi a única forma de me assegurar que eu não teria um prejuizo ainda maior. De fato, estou disposto a pagar tudo, desde que eu possa compensar o prejuizo Ee ren e To qu TRL EST

CLA Pe MR RR ppretu entre] PRATA

Resumo: Deixem-me ver se entendi bem o senhor valoriza a empresa contratada e estava com grandes expectativas relacionadas à obra, porém houve um erro de comunicação na hora da instruções e ocorreu o problema da chuva, ademais após o corrido não conseguiram dialogar. Vejo que o senhor está disposto a pagar pelo serviço prestado, mas com o abatimento dos danos causados aos inquilinos. Desta forma, devemos tratar as duas questões: a comunicação e o valor da obra.

FR DANCA DOR (O EECa o RR o Ter CE Tao ELO SRS ET

o

ado pela direita é batido nele não quer dizer que a culpa é exclusivamente minha. Além disso o conserto de um carro popular que nem capotou não pode custar R$ 5000/00, Eu nã qu REU [jo Alia tis nada nesse mundo, em especial depois das coisas que ele me falou ao telefone!! (Do outro motorista para o conciliador) Se ele acha que não é culpado pelo acidente, por que fugiu no local? Eu tive um trabalhão para localizá-lo é depois de mostrar fotos do acidente e do carro dele no local ele anda tentou fugir da responsabilidade. Tem que [crer Resumo: Bom, deixe-me ver se entendi. De fato, é uma situação muito delicada, vejo que os senhores desejam resolver a situação, mas que necessitam estabelecer, acima de tudo, um diálogo respeitoso para esse fim. Além disso, o primeiro motorista quer dizer que aceitaria pagar o valor pelo conserto, mas que seja equivalente ao dano causado. Dessa forma, para conseguirmos a conciliação precisamos construir o diálogo respeitoso entre as partes e um valor justo pelo conserto do carro.

(Do vizinho para o conciliador) Eu nunca vou tirar o muro de lá: Eu construí o muro depois de ver o cachorro dele fazer as necessidades no meu terreno pelo menos 5 vezes. Na última vez que fui conversar com ele, o Pedro me disse que cachorro nasceu para ser feliz! Disse que iria construir o muro é ele me falou para fazer o que eu quisesse. Fiz

(Do segundo vizinho para o conciliador) Quando voltei de v m notei o muro dividindo os dois terrenos. Ele consirutu o muro onde achou que seria o lugar da divisa dos terrenos mas se equivocou. E agora a única coisa que ele fala quando vou conversar E se LS isso tudo foi [ui Fe TESTA [O paoTR To Re Nro Rs Aiii aii

To oi] CT

Resumo: Do que ambos indicaram me parece que os senhores prezam pelo bom relacionamento na vizinhança, o primeiro vizinho deseja o seu terreno limpo e por isso POIS CARTA UTERINO E TESTSCORA PT OURO SS TRE LOTTOETR TR RT UR e o porém não conseguiram dialogar com eficiência para chegar a um consenso. Pelo que disseram, parece que os dois concordam com a construção do muro, mas seria necessário avaliar o lugar devido da divisa. A primeira questão que deve ser discutida é o estabelecimento do diálogo respeitoso e eficiente entre os vizinhos, e a segunda é a divisa do muro

(Do diretor de centro de treinamento para o conciliador) Organizamos um treinamento em padrão internacional a um custo local. Por termos instrutores de primeira linha não podemos convida-los para lecionarem em um lugar de segunda categoria. O que cobramos pelo treinamento está bem dentro dos padrões praticados no mercado. Fiquei surpreso com a irritação do Ricardo E especialmente com a recusa dele de pagar pelo treinamento que foi oferecido. O fato de ter sido em uma casa de praia apenas motivou os alunos — todos tiveram frequência superior a 95% (Do empresário para o conciliador) Assinamos um contrato bastante vago quanto ao quesito de ressarcimento de despesas com locação predial e localização do tremamento. Ainda assim, não dá para imaginar que alguém levaria empregados meus para um treinamento em outra cidade e sem antes me consultar!!

Resumo: Deixe-me fazer um resumo para ver se entendi bem, os senhores prezam pelo bom treinamento dos funcionários, o empresário acredita na competência deste centro de treinamento e por isso assinou o contrato que acredita ser vago com relação a algumas

um valor pelo dano, porém que esteja dentro de seu orçamento. Por isso, nesta sessão será necessário discutir a questão do controle de qualidade da empresa para deixar seus consumidores mais confiantes, e o valor do dano moral e material

(Da consumidora para o conciliador) Economizei por quatro meses para poder comprar uma boa cama com um bom colchão. Eu fui até à loja ver a cama que cu queria três vezes. Quando finalmente consegui economizar o dinheiro fui até a loja à paguei a vista Na hora da entrega percebi que eles colocaram um laquê fosco quando eu tinha pedido [aja sa) o ) gjasos da cama estavam Eua EAR O pesto] Rei porque a minha antiga me dava dor nas costas. Receber uma cama nova com ripas Eupe aaa O] Quando fui à loja para reclamar eles disseram que eu deveria ter ERRAto pRo TP Ra o TUA Teo CR CCE Teto TUR TELA SM TERRE OR TR Pe a transportadora eles disseram que como o defeito não era da entrega e sim da fabricação eu devena reclamar na loja. Já estou com esse problema hã dois meses e me enfurece o modo com que estou sendo tratada.

Eua fe a io

(Do preposto para o conciliador) No nosso pedido consta uma cama com laquê brilhoso e no registro de entrega consta que foi entregue uma cama com laquê brilhoso. Comentei com a Dona Tereza que poderia resolver essa situação se ela trouxesse à cama ou arcasse [UT MOR: ES TCA ERES TT PETER ERR Te RES RT SS CEL CRE Era Tra TER RR SAT TOOR ta SR ou Ta Tea [osTa CRETA TO) E RR UE CEL O Te TER CESTO RREO RD je RR que a tratou mal na loja eu não tenho como chamar a atenção desse funcionário...

Re ae E

[ET TUA O CORRO TR RT TR CRS CR O

produtos, e deseja ser respeitada como cliente e receber a cama que comprou - com

laquê brilhoso e em bom estado -, enquanto a loja preza sempre pelo bom atendimento e satisfação de seus clientes disponibilizando o termo de recebimento. Mas me parece que a TCS Ta la adequadamente sobre o recebimento da adoria. Por isso é necessário tratar de duas questões nessa conciliação, a

quena falha na hora de inform m comunicação respeitosa e eficiente entre funcionários e consumidores e da possibilidade [ea Cree Ta eo]

(Da comprador para o conciliador) Comprei do Ricardo um Gol em bom estado de conservação e paguei com R$ 2.000,00 em dinheiro é três cheques de R$ 1.000,00 mais o meu carro antigo que era um Chevette. Só que quando fui transferir o carro para meu nome o DUT que ele tinha me entregue era antigo — o DUT novo indicava que o carro estava em alienação fiduciária — quer dizer que estava em nome de um Banco. Ele me vendeu um carro que não era dele! Na hora sustei os cheques e tratei de tentar desfazer o negócio. Quando finalmente o encontrei fiquei sabendo que ele estava furioso pois cu tinha sustado os cheques = era só o que faltava! Agora quero só meu carro de volta e meu dinheiro. Se o carro não pode ficar no meu nome quero desfazer o negócio

(Do vendedor para o conciliador) Na hora da venda eu falei para o Tiago que ele deveria esperar três meses para transferir o carro paro o nome dele. Eu expliquei que estava dando um DUT para ele mas que ele precisava esperar cu resolver algumas coisas no banco antes. Com o primeiro cheque dei entrada em uma máquina de fazer churros e PELE TE ganhar dinheiro e pagar o final do financiamento do Gol se cu não estou trabalhando vendendo churros — Eu não tenho como devolver os R$ 2.000,00 em dinheiro nem os R$ 1.000,00 do cheque que já entrou e está com o 346 vendedor da máquina de churros. Se

ir o resto pois os dois outros cheques foram sustados. Eu não tenho como

ele tivesse me ligado no dia que deu problema no Detran eu teria explicado de novo para ele. Eu não tenho nenhum problema de desfazer o negócio, mas para isso clé tem que primeiro liberar os cheques para que-eu possa continuar a trabalhar.

Resumo: Bom, deixe-me se entendi, o senhor Tiago deseja um carro em bom estado que esteja em seu nome, e bascando-se na confiança que possui no senhor Ricardo comprou [Eisa CR DU CRTESS FNE RT REA TE TO PET TEAR FRUTO TT OR To OR indole do senhor Tiago, deseja quitar sua máquina de churros com o dinheiro do carro vendido para continuar trabalhando e RR OR DO Tae ut ATO Ocorre que houve uma falha na comunicação na hora de informar sobre a transferência desse carro para o nome do senhor Tiago. Por isso devemos discutir sobre essas questões Pa ta TORO o) UR TA To TO COTA RETO CT ETATO RETO UERR TT TRE PTOS LR ER transferência do carro para o nome do comprador.

de uu ES

Ls (Do consumidor para o conciliador) Comprei a passagem hã dois meses e quando fui viajar me informaram que o aeroporto estava fechado e que eu poderia remarcar a viagem de ida sem custo mas a de volta se eu fosse alterá-la eu teria que pagar um de quase R$ 100,00. Achei um absurdo pois minha viagem a Salvador demoraria apenas um fim de semana prolongado. Claro que vou remarcar essa viagem para outra data e quero mudar a volta também sem custo. Acho que eles estão violando meu direito de consumidor e tenho direito à remarcação da pas:

Ré]

Pap RE a ao TES Cao TR To TES

(Do preposto para o conciliador) O registro que temos indici reacomodação no próximo vôa que sairia em 12 horas e o Sr. poderiamos fazer com que ele che houve a oferta de mudança de vôo de retorno sem pagamento de ta

que foi oferecido uma qu TG fps TO)

irao] asse ao destino com menos de um dia de Rea En Ups fo

Resumo: Conforme ambos indicaram, o consumidor possui bastante confiança nessa companhia aérea e deseja remarcar sua viagem em um fim de semana prolongado, mas Ela E r eq taxa; E H Perdeu LE] fui q] deseja Rojo a cumprir EITA o UnTErções para com os clientes e por isso ofereceu uma reacomodação 12 h após, mas pelo que percebi houve uma falha na hora de informar sobre essa reacomodação e as condições EE aérea e consumidor, e a questão das condições de remarcação de viagem

arcação. Por 15850 devemos tratar as questões de comunicação entre companhia

  1. Após ter identificado, no exercicio anterior, quais são os sentimentos valide os sentimentos das partes, como se estivessem em uma sessão individual vinculando o sentimento identificado a um interesse real que tenha gerado tal sentimento. Como existem várias respostas corretas possiveis, para cada hipótese apresente duas formas distintas de validar sentimentos. Ao proceder a esta valid neutra e produtiva para a conciliação.

de sentimentos busque fazer uso de linguagem

PORT e Le ra RA ST RR [or TT ao ONTOS Elo Te DPSa pao (RR UU ACRE ROUPA RO estudos dela, apoiei os pais dela comprando uma casa para eles e agora ela vem me dizer que quer Deo arco o nica O Trac TOR RR TT ORE

  1. — Pedro, do seu discurso me parece que você esta se sentindo não reconhecido depois de ter feito Preto Ne ria era nar Re e Ra e)
    • Pedro, depois de te ouvir me parece que você está se sentindo aborrecido também com a fato de ter se esforçado muito de muitas formas diferentes para dedicar-se ao seu casamento e à Teresa e do mesmo tempo não receber o reconhecimento por tudo isso que fez

Eu trabalhei para empresa durante 3 anos. dei a eles tudo de mim Eu jamais me esquivei de meus deveres é nunca reclamei ao não [esti [reta ao TEA] fopitito) Rg TO Agora [ei pi MB UIT dizem pie devo ficar de lado e deixar um colega iniciante assumir o comando. E realmente injusto RU esgotoo E LUTAR E RSA DIE LA ETTA de ter feito muito pela empresa. 2.- Pelo que percebi, a senhora está se sentindo desvalorizada por perder seu cargo após ser uma rd RE TUATaj

la por perder seu cargo mesmo depois

[ie

Eu fiz tudo que um irmão poderia fazer. Gastei muito na educação dele. Depois de tudo isso ele ainda teve coragem de pedir para dividirmos a fazenda ao meio.

  1. — Eu entendo que o senhor se sente aborrecido por, mesmo após ajudá-lo em muitos quesitos, irmão esteja pedindo para dividir a fazenda 2 Pelo que entendi, o senhor se sente aborrecido por seu irmão não ter valorizado todo o investimento que fez por ele e pedir a meação da fazenda

E]

Meu sócio, se tem uma coisa que eu detesto é ter sempre de pagar sua conta no restaurante. Seus [ori NUA A gotas E COAST PAT ENT PTE SR LENTESTO OA TU

  1. — Pelo que entendi, o senhor se sente chateado por ser obrigado a pagar a conta de restaurante do sócio BURLAR o ger Joop Oo RO paro) ROS PRA TE CAD E To TO TRI a CT o a eco TE SOTO

Acho um absurdo ele chegar atrasado em todas as sessões de concilia tenho que esperar por ele.

  1. — Pelo que entendi, o senhor se sente desrespeitado pois sempre chega pontualmente às sessões e ER] usiaio

à terceira vez que eu

ão

2.^ E - Eu entendo que o senhor sempre busca chegar pontualmente às sessões e se sente respeitado porque a outra parte não possui a mesma dedicação

Não consigo me lembrar de quantas vezes levei meu enteado para a escola e agora que eu estou com um congresso em São Paulo ele tema coragem de me dizer que não pode cuidar do nossos filhos por um fim de semana! É um absurdo! RR Soa (IR CeiaTa PR TES mpre ajudou a cuidar das crianças de maneira zelosa, e agora que seu marido pode retribuir e negou, a senhora está se sentido bastante chateada com 1550

  1. — Como pude perceber, a senhora se sente chateadajá que fez muito pelas crianças e agora o seu ug lade ora[OR PAS MANET O)

[CRE er ge pote OR E o Ta e te MaL RLL ETAOR Le er tar ap re Pe LO RAO guria) RR SOS e RT oie RESET RR a a porreta ce RAI TUR [UR 2.- Bom, como pude perceber, a senhora demandou muito tempo da sua noite cozinhando para seu

prot TR RS

PURE TOR Cond RNPT pao ue

o Lar Ro isa oara Ro A

chegou dizendo que jantou fora, o que de certa forma, fez a senhora se sentir

Eu fui duas vezes até a casa dele pedir desculpas pelo vaso! Deixei, na segunda vez, um cartão indicando meu desejo de reparar o dano. Não é justo ele dizer que eu não me importo com o nosso condomínio.

  1. — Pelo que entendi, o senhor se sente injustiçado, já que tentou pedir desculpas e reparar o dano e mesmo assim foi destratado.

2.-— Ao meu ver, o senhor está chateado pois tentou pedir desculpas e reparar o dano, mas mesmo assim não foi valorizado

Esse foi o último presente que recebi da minha mãe antes dela falecer. Eu falei três vezes para cla não deixar o menino dela brincar no meu terreno. Agora deu nisso, um dano irreparável.

  1. — Bom, pelo que me parece, o senhor se sente triste e frustrado por se envolver nessa situação tão delicada mesmo após avisá-la sobre o perigo do seu terreno 2.- Pelo que vejo, o senhor está chateado por se envolver nes: por ter avisado

situação delicada, além de frustrado umas vezes sobre o pé 1 do seu terreno.

Deixei o temo do meu falecido marido para limpar e falei para a lavanderia que os botões eram [Ep CLT ERPA CAeU RA RS po TORA AT NO pu RO POOR TR RT TA DS RD roupa que guardei do meu marido. Acho que preciso ser indenizada sim pelo prejuízo emocional que sofri!

  1. — Eu percebo que a senhora se sente triste e emocionalmente ferida por sofrer dano à única Eisteçoipu Tete Toa RO Re Teo TR ORE Ta a (^) — Pelo que entendi, para a senhora, o dano sofrido ao temo de seu falecido marido equivale a uma

grande ferida emocional, e por isso a senhora está tão chateada

Não consigo aceitar essa indústria do dano moral! Pedir R$ 2.000,00 de danos morais por botões [ir à de qualquer um! 1.— Ao meu ver, O senhor se sente indignado por ser cobrado um valor tio alto por : e em sun opinião é tão pequeno

  1. — Pelo que entendi, o senhor está indignado pelo valor cobrado por algo que julga ser pequeno.

scados fere o senso de justh Es ER pio rir

A única coisa que gostana nesse momento é £ Lost ELA

  1. = Eu percebo que o senhor estã aborrecido por ser impedido de prestar apoio à sua esposa nessa hora tão delicada x

ng ieialiE [og ante UR ESTE TENDO E ROB TUE no UT TO LR TE

minha esposa no quarto da UTI desse St

— Pelo que vejo o senhor está bastante aborrecido por não poder apoiar sua esposa nesse portoted poa reta UT

Como chefe da enfermagem desse hospital posso assegurar que o tratamento que damos aos nossos pacientes e seus familiares é o melhor possível. Lamentamos o Sr. Ricardo não perceber que estamos fazendo o máximo para prestar os melhores serviços médicos disponíveis no Brasil. Não permitimos que ele passe mais de uma hora por dia com a esposa na UTI exatamente por nos preocuparmos com a saúde dela

  1. — Bom, pelo que vejo, o senhor se sente frustrado ao ser confrontado sobre isso, já que está tentando oferecer os melhores serviços para proporcionar o melhor tratamento & segurança aos puta taias
  2. = Ao que me parece o senhor se sente frustrado por tentar entr ça e mesmo assim, não acreditarem em seu profissionalismo.

CURE LOC LO SRS = OR

  1. Indique o pedido implícito que consta nos discursos abaixo Traduza-o para uma ling E TIE a

Exemplo: Não aceito dividir o dinheiro dos direitos autorais com esta mulher pois ela, quando encerramos nossa sociedade, esvaziou a conta conjunta que a gente tinha. Pedro, o senhor está dizendo que gostaria de dividir os valores r cebidos a título de direitos autorais após a questão dos valores da conta corrente serem colacionados ao monte a ser dividido.

Pedido: O senhor também quer dizer que necessita ser respeitado, além da conveniência do fortalecimento da comunicação entre vocês para que. como dito antes, não corra esse tipo de indiscrição.

Meu pai morou nos Estados Unidos a vida inteira. O contato que tinha com ele era somente duas semanas quando ele vinha ao Brasil e isso mesmo nem era à semana inteira. Tentei conviver com a dano que tive pelo abandono afetivo. Pedido: A senhora quer dizer que gos s anos com um

a minha vida inteira c ele sempre apresentava desculpas. Agora gostaria que cle pagasse pelo

La Ra CO DP nu RES a REISAT TER OR RO seu pai por todos es lor em dinheiro equivalente.

Lamentei muito não poder ver minha filha crescer, Acabei aceitando uma oferta de emprego nos tados LUmdos e não pude estar mais com ela: A minha vida sempre for muito corda e sempre fiz uso das poucas semanas que tinha de férias para vir ao Brasil visitá-la, Não estou disposto a pagar nada a título de danos morais por abandono afetivo pois nunca abandonei minha filha fisicamente ou afetivamente. Além do mais, meu advogado me disse que esses danos não são cabíveis. Pedido: O senhor deseja, na verdade, ser compreendido e resy ado por sua escolha profissional, e de certa forma, acredita que esteve presente na vida dela ainda que não de forma fisica