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Comunicação e Expressão: Questionário Unidade II - Questões e Respostas, Provas de Enfermagem

provas e teleaulas 10 questionários

Tipologia: Provas

2022

Compartilhado em 29/11/2022

wsneily-neves
wsneily-neves 🇧🇷

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COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO QUESTIONÁRIO UNIDADE II
Resultado da tentativa, 5 em 5 pontos
Tempo decorrido, 34 minutos
Resultados exibidos, Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários,
Perguntas respondidas incorretamente
Pergunta 1
0,5 em 0,5 pontos
Texto 1
Justiça ou vingança?
Maria Rita Kehl“Sou obrigada a concordar com Friedrich Nietzsche: na origem da demanda por
justiça está o desejo de vingança. Nem por isso as duas coisas se equivalem. O que distingue
civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. Essa é uma
das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da
tradicional violência social em nosso país. Escrevo ‘tradicional’ sem ironia. O Brasil foi o último país
livre no Ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. Durante três séculos, a elite
brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito
escândalo. Joaquim Nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade
brasileira a começar pela própria elite escravocrata. Ele tinha razão. Ainda vivemos sérias
consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente
inviável. Assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras a de
Vargas e a militar (1964 a 1985) que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade
praticados por agentes de Estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados,
punidos. Hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia ‘ampla, geral e irrestrita’, temos uma
polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o
fez durante a ditadura militar. Por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me
incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? Porque a meu ver, os argumentos em
defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advêm dessa mesma triste
‘tradição’ de violência social. É muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na
legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já
muito bem formados na escola do crime, somente os ‘filhos dos outros’. Quem acredita que o filho
de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos
por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e
matar um ciclista? Sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas
os filhos dos ‘outros’. Estes outros são os mesmos, há 500 anos. Os expulsos da terra e ‘incluídos’
nas favelas. Os submetidos a trabalhos forçados. São os encarcerados que furtaram para matar a
fome e esperam anos sem julgamento, expostos à violência de criminosos periculosos. São os
militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a Comissão da Verdade não
conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro. Este é o
Brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as
crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. Alguém acredita que a medida há de
amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas? As crianças arregimentadas pelo
crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande
número de brasileiros. Esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema.
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COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO QUESTIONÁRIO UNIDADE II

Resultado da tentativa, 5 em 5 pontos Tempo decorrido, 34 minutos Resultados exibidos, Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas respondidas incorretamente Pergunta 1 0,5 em 0,5 pontos Texto 1 Justiça ou vingança? Maria Rita Kehl“Sou obrigada a concordar com Friedrich Nietzsche: na origem da demanda por justiça está o desejo de vingança. Nem por isso as duas coisas se equivalem. O que distingue civilização de barbárie é o empenho em produzir dispositivos que separem um de outro. Essa é uma das questões que devemos responder a cada vez que nos indignamos com as consequências da tradicional violência social em nosso país. Escrevo ‘tradicional’ sem ironia. O Brasil foi o último país livre no Ocidente a abolir a prática bárbara do trabalho escravo. Durante três séculos, a elite brasileira capturou, traficou, explorou e torturou africanos e seus descendentes sem causar muito escândalo. Joaquim Nabuco percebeu que a exploração do trabalho escravo perverteria a sociedade brasileira – a começar pela própria elite escravocrata. Ele tinha razão. Ainda vivemos sérias consequências desse crime prolongado que só terminou porque se tornou economicamente inviável. Assim como pagamos o preço, em violência social disseminada, pelas duas ditaduras – a de Vargas e a militar (1964 a 1985) – que se extinguiram sem que os crimes de lesa-humanidade praticados por agentes de Estado contra civis capturados e indefesos fossem apurados, julgados, punidos. Hoje, três décadas depois de nossa tímida anistia ‘ampla, geral e irrestrita’, temos uma polícia ainda militarizada, que comete mais crimes contra cidadãos rendidos e desarmados do que o fez durante a ditadura militar. Por que escrevo sobre esse passado supostamente distante ao me incluir no debate sobre a redução da maioridade penal? Porque a meu ver, os argumentos em defesa do encarceramento de crianças no mesmo regime dos adultos advêm dessa mesma triste ‘tradição’ de violência social. É muito evidente que os que conduzem a defesa da mudança na legislação estão pensando em colocar na cadeia, sob a influência e a ameaça de bandidos adultos já muito bem formados na escola do crime, somente os ‘filhos dos outros’. Quem acredita que o filho de um deputado, evangélico ou não, homofóbico ou não, será julgado e encarcerado aos 16 anos por ter queimado um índio adormecido, espancado prostitutas ou fugido depois de atropelar e matar um ciclista? Sabemos, sem mencioná-lo publicamente, que essa alteração na lei visa apenas os filhos dos ‘outros’. Estes outros são os mesmos, há 500 anos. Os expulsos da terra e ‘incluídos’ nas favelas. Os submetidos a trabalhos forçados. São os encarcerados que furtaram para matar a fome e esperam anos sem julgamento, expostos à violência de criminosos periculosos. São os militantes desaparecidos durante a ditadura militar de 1964-85, que a Comissão da Verdade não conseguiu localizar porque os agentes da repressão se recusaram a revelar seu paradeiro. Este é o Brasil que queremos tornar menos violento sem mexer em nada além de reduzir a idade em que as crianças devem ser encarceradas junto de criminosos adultos. Alguém acredita que a medida há de amenizar a violência de que somos (todos, sem exceção) vítimas? As crianças arregimentadas pelo crime são evidências de nosso fracasso em cuidar, educar, alimentar e oferecer futuro a um grande número de brasileiros. Esconder nossa vergonha atrás das grades não vai resolver o problema.

Vamos vencer nosso conformismo, nossa baixa estima, nossa vontade de apostar no pior – em uma frase, vamos curar nossa depressão social. Inventemos medidas socioeducativas que funcionem: sabemos que os presídios são escolas de bandidos. Vamos criar dispositivos que criem cidadãos, mesmo entre os miseráveis – aqueles de quem não se espera nada.”Fonte: http://app.folha.uol.com.br/#noticia/562864. Acesso em: 20 jun. 2015.Texto 2 A favor da redução da maioridade penalEm casos de excepcional gravidade, é preciso uma punição mais eficaz ao menor infrator do que aquelas preconizadas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente Aloysio Nunes Ferreira02/04/ “No dia 31 de março, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pretende reduzir a maioridade penal de 18 para 16 anos. Pela primeira vez, um órgão parlamentar reconhece que a matéria não afronta a Constituição e pode continuar sua tramitação no Congresso Nacional, permitindo ampliar o debate sobre essa questão tão delicada e polêmica. Concordo com o parecer da CCJ da Câmara. A redução da imputabilidade penal, hoje fixada em 18 anos pelo Artigo 228 da Constituição, pode ser alterada por emenda à Carta, uma vez que não está entre os direitos e garantias individuais elencados no Artigo 5º, esses, sim, imutáveis. Superada a questão da constitucionalidade, trata-se, agora, de discutir o mérito da proposta. Deverão os delitos cometidos por jovens entre 16 e 18 anos, independentemente de sua gravidade, do grau de discernimento e periculosidade de seus autores, serem sancionados tão somente pelas medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), entre as quais a internação por no máximo três anos? Ou será preciso buscar uma maior correspondência entre as condições do delito e a gravidade das punições? Faz um ano, um jovem brasiliense matou sua namorada com um tiro no rosto, pretextando ciú¬mes. Filmou o assassinato com o celular, compartilhou as imagens nas redes sociais e ocultou o cadáver. Faltava apenas um dia para ele completar 18 anos. Preso no dia seguinte, foi julgado com base no ECA e será posto em liberdade quando completar 21 anos, sem que nada conste em sua folha de antecedentes. Caso o crime tivesse ocorrido um dia depois, já aos 18 anos, não escaparia de uma condenação com base no Código Penal por homicídio muitas vezes qualificado. Poderia permanecer no cárcere por 30 anos. Fatos como esse, ainda que felizmente não sejam frequentes, exigem maior adequação do sistema penal aos dias de hoje. Por que, então, a redução para 16 anos? A partir dos 16 anos, o jovem vota se quiser, seu testemunho é aceito em juízo e pode ser emancipado, inclusive sem consentimento dos pais, se tiver economia própria. O Direito brasileiro reconhece, assim, que a partir dos 16 anos o adolescente tem condições de assumir a responsabilidade pelos seus atos. Por isso é legítimo o debate que se abre agora: redução pura e simples da idade-limite para a aplicação da lei penal para os 16 anos (nos termos da proposta da Câmara dos Deputados) ou a redução da maioridade penal apenas em casos de excepcional gravidade, conforme emenda que apresentei ao Senado. Reconheço os riscos de legislar sob o clamor público e, justamente por isso, apresentei, ainda em 2012, quando o assunto não estava estampado nas manchetes, uma PEC que oferece um ‘caminho do meio’ a essa discussão. Minha proposta mantém a regra geral da imputabilidade aos 18 anos, mas permite sua redução em casos excepcionais, mediante uma criteriosa análise do juiz e do Ministério Público, perante a Vara da Infância e da Juventude. Chamo essa análise de ‘incidente de desconsideração da inimputabilidade penal’. Dessa maneira, diante de uma denúncia envolvendo um menor de 18 e maior de 16 anos, que tenha cometido uma infração capaz de ser enquadrada como crime hediondo ou múltipla reincidência de lesão corporal grave e roubo qualificado, o juiz fará, a partir de um pedido do promotor de justiça, uma avaliação, mediante exames criteriosos e laudos técnicos de especialistas, do grau de discernimento sobre o caráter ilícito do seu ato. Em caso afirmativo, o juiz da Infância e da Juventude poderia decretar a sua imputabilidade e aplicar a ele a lei penal. Condenado, o menor, acima de 16 anos, somente poderia cumprir a sentença em estabelecimento especial, criado especificamente para o cumprimento de penas por esse tipo de

Leia o texto e analise as afirmativas. Extra, extra. Este macaco é humano. Não somos tão especiais“Todas as características tidas como exclusivas dos humanos são compartilhadas por outros animais, ainda que em menor grau.INTELIGÊNCIAA ideia de que somos animais racionais tem sido destruída desde os anos 40. A maioria das aves e mamíferos tem algum tipo de raciocínio.AMORO amor, tido como o mais elevado dos sentimentos, é parecido em várias espécies, como os corvos, que também criam laços duradouros, se preocupam com o ente querido e ficam de luto depois de sua morte.CONSCIÊNCIAChimpanzés se reconhecem no espelho. Orangotangos observam e enganam humanos distraídos. Sinais de que sabem quem são e se distinguem dos outros. Ou seja, são conscientes.CULTURAO primatologista Frans de Waal juntou vários exemplos de cetáceos e primatas que são capazes de aprender novos hábitos e de transmiti-los para as gerações seguintes. O que é cultura senão isso?”Fonte: BURGIERMAN, D. Superinteressante, nº 190, jul. 2003.I - A tese do autor é de que não há diferenças entre o homem e o macaco.II - O autor vale-se do argumento de autoridade para defender seu ponto de vista.III - A fotografia tem papel na sustentação da tese, pois atua como um argumento com base no real.É correto o que se afirma em: Resposta Selecionada:, b. II e III. Comentário da resposta:, Resposta: BComentário: o autor não afirma que não há diferenças entre o homem e o macaco. Sua tese é a de que o ser humano não é superior em alguns quesitos, como acredita o senso comum. Na argumentação, ele cita um primatologista e a fotografia mostra o macaco em postura e atividades humanas. Pergunta 3 0,5 em 0,5 pontos Considere o post e analise as afirmativas.Fonte: acervo pessoalI - O post ratifica a validade do raciocínio dedutivo para se chegar a conclusões gerais. II - O post comprova a importância e a validade do argumento por exemplo ou por ilustração. III - Há problemas gramaticais no post: falta de pontuação e de acento e erro de concordância verbal. Assinale a alternativa correta. Resposta Selecionada:, b. Somente a afirmativa III é correta. Comentário da resposta:, Resposta: BComentário: a pessoa tenta fazer uma generalização (base do raciocínio indutivo) para transformar em caso em verdade universal. Trata-se de um defeito de argumentação, pois um exemplo não pode ser tomado como uma prova universal. Falta pontuação no texto, “história” está sem acento e o correto seria “existem”.

Pergunta 4 0,5 em 0,5 pontos João, gerente de uma agência bancária, escreveu o seguinte e-mail a um cliente. Prezado Sr. Marco Antônio, Foi observado uma movimentação incomum na sua conta corrente na última semana, onde houveram saques de alto valor. Solicitamos que verifique seu extrato a fim de identificar possíveis FRAUDES. I - Há dois erros de concordância no e-mail. II - O uso de letras maiúsculas, como em FRAUDES, sugere que o enunciador está falando mais alto. III - No e-mail, faltam a despedida e a assinatura. É correto o que se afirma em: Resposta Selecionada:, a. I, II e III. Comentário da resposta:, Resposta: A Comentário: há dois erros de concordância. O correto seria: “foi observada” e “houve”. O uso de caixa-alta indica que se aumenta o tom de voz, e faltam elementos constitutivos do gênero, como a despedida e a assinatura. Pergunta 5 0,5 em 0,5 pontos Leia o texto, de autoria de Luiz Ruffato.Nossa democracia em xeque O cenário de intolerância e incapacidade de diálogo que constatamos hoje na sociedade brasileira é um sério sinal de debilidade do nosso sistema político“Se pensarmos que estamos há 34 anos do fim da ditadura militar e há 29 anos da primeira eleição direta para a Presidência da República, é preocupante observarmos que a nossa democracia já aparenta cansaço e desmotivação. O exercício da democracia pressupõe participação efetiva, ou seja, cidadãos livres que se engajam no debate público, alinhando-se a este ou aquele partido político, que tentará colocar em prática suas ideias ao alcançar o poder. Para isso, são necessários cidadãos livres, partidos políticos, ideias...Não são cidadãos livres aqueles que não possuem as condições mínimas de sobrevivência: moradia e alimentação. Calcula-se que o déficit habitacional no Brasil chegue a mais de 6 milhões de famílias — e a insegurança alimentar atinge cerca de 52 milhões de brasileiros. Também é muito difícil ser um cidadão livre quem não teve acesso à educação formal, chave que abre as portas de um conhecimento mais sofisticado do mundo. Segundo o Instituto Paulo Montenegro, 27% da população brasileira é analfabeta funcional.Partidos políticos, ou seja, agremiações que possuem um programa com o qual os eleitores se identificam e que, portanto, os representam ideologicamente, na prática inexistem no Brasil. Segundo recente pesquisa CNI/Ibope, metade dos entrevistados não demonstra simpatia por nenhum partido existente — 19% citaram o PT, 7% o MDB e 6% o PSDB. Para 72% dos entrevistados, o voto é dado ao candidato, independentemente da sigla à qual ele

Resposta Selecionada:, b. As asserções I e II são verdadeiras, e a II não justifica a I. Comentário da resposta:, Resposta: BComentário: o meme é normalmente um texto híbrido (combina linguagem verbal e não verbal). Na parte linguística, vale-se da informalidade, por isso o “me avise” do texto é aceitável. As duas asserções são verdadeiras, mas não há relação entre elas. Pergunta 7 0,5 em 0,5 pontos Leia o trecho a seguir.“A ‘sociedade de consumidores’ é um tipo de sociedade (recordando um termo, que já foi popular, cunhado por Althusser) que ‘interpela’ seus membros (ou seja, dirige-se a eles, saúda-os, apela a eles, questiona-os, mas também os interrompe e ‘irrompe sobre’ eles) basicamente na condição de consumidores. [...] Ela avalia – recompensa e penaliza – seus membros segundo a prontidão e adequação da resposta deles à interpelação. Como resultado, os lugares obtidos ou alocados no eixo da excelência/inépcia do desempenho consumista se transformam no principal fator de estratificação e no maior critério de inclusão e exclusão, assim como orientam a distribuição do apreço e do estigma sociais, e também de fatias da atenção do público.”Fonte: BAUMAN, Z. Vida para consumo. São Paulo: Nacional, 2008.Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase adequada e bem escrita do trecho. Resposta Selecionada:, b. De acordo com Bauman, na sociedade dos consumidores, o desempenho consumista do indivíduo é o principal critério para definir sua inclusão ou sua exclusão social. Comentário da resposta:, Resposta: BComentário: Bauman afirma que, na sociedade dos consumidores, a excelência ou a inépcia do desempenho consumista dos indivíduos é o principal critério de estratificação social e de inclusão ou exclusão. Pergunta 8 0,5 em 0,5 pontos Leia os quadrinhos a seguir.Fonte: . Acesso em 19 jul. 2015. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, analise as alternativas.I - As facilidades de propagação de informações na sociedade em rede possibilitam a divulgação de textos sem a correta referência, o que invalida a internet como fonte de pesquisa para trabalhos acadêmicos.II - As redes sociais permitem o compartilhamento de textos sem a checagem de fontes, o que provoca, muitas vezes, a disseminação de informações

incorretas.III - A referência correta a fontes e a redação autoral são duas características essenciais dos textos acadêmicos.É correto o que se afirma em: Resposta Selecionada:, b. II e III. Comentário da resposta:, Resposta: BComentário: a possibilidade de referência incorreta ou de informação falsa não invalida a internet como fonte de pesquisa para trabalhos acadêmicos. No entanto, eles devem prezar pela referência precisa e não podem conter plágios. Pergunta 9 0,5 em 0,5 pontos Leia a fábula e analise as afirmativas. O sapo e o escorpião“Era uma vez um sapo e um escorpião que estavam parados à margem de um rio.- Você me carrega nas costas para eu poder atravessar o rio? - Perguntou o escorpião ao sapo.- De jeito nenhum. Você é a mais traiçoeira das criaturas. Se eu te ajudar, você me mata em vez de me agradecer.- Mas, se eu te picar com meu veneno - respondeu o escorpião com uma voz terna e doce - , morro também. Me dê uma carona. Prometo ser bom, meu amigo sapo.O sapo concordou.Durante a travessia do rio, porém, o sapo sentiu a picada mortal do escorpião.- Por que você fez isso, escorpião? Agora nós dois morreremos afogados! - disse o sapo.E o escorpião simplesmente respondeu:- Porque esta é a minha natureza, meu amigo sapo. E eu não posso mudá-la.”Fonte: . Acesso em 20 abr. 2019.I - Trata-se de um texto com estrutura argumentativa, que defende a tese de as pessoas não se livram da sua natureza.II - O texto é predominantemente figurativo, pois prevalecem os elementos concretos.III - O tema do texto é “O sapo e o escorpião”.É correto o que se afirma em: Resposta Selecionada:, e. II, apenas. Comentário da resposta:, Resposta: EComentário: a fábula tem estrutura narrativa e é um texto figurativo, pois trabalha com elementos concretos. “O sapo e o escorpião” é o título do texto, não seu tema. Pergunta 10 0,5 em 0,5 pontos Leia os quadrinhos e analise as afirmativas.Fonte: . Acesso em 20 abr. 2019.I - O objetivo dos quadrinhos é denunciar o plágio, prática