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Controle de Sistemas: Proporcional, Integral e Derivativo, Notas de estudo de Eletromecânica

Este documento explica os diferentes tipos de controle utilizados em sistemas automatizados, incluindo o controle proporcional, integral e derivativo. Cada tipo de controle é descrito em detalhes, com exemplos práticos e vantagens e desvantagens. O controle proporcional compara a entrada com a realimentação e controla a saída de acordo com a diferença entre elas. O controle integral utiliza um integrador para acumular o erro e produz uma saída proporcional à área sob a curva do erro. O controle derivativo calcula a taxa de variação da entrada e produz uma saída proporcional à taxa de variação. O controle pid combina os três tipos de controle para melhorar a precisão e velocidade de resposta.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 11/09/2008

edson-rodrigues-8
edson-rodrigues-8 🇧🇷

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São os blocos que tomam as decisões nos SC, de acordo com a entrada e a

realimentação (SC de malha fechada), enviando um comando ao atuador.

AAççõõeess ddee CCoonnttrroollee::

A forma de controlar dos Atuadores se divide em:

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O controlador compara o sinal de entrada com a realimentação, e se a saída supera

a entrada, desliga o atuador, se a realimentação for menor, liga o atuador.

Ex.: Nos fornos elétricos e geladeiras, o calefator ou compressor é controlado por

um termostato, que é um controlador liga-desliga com par bimetálico (um dos metais se

dilata mais que o outro, vergando-se e abrindo o contato). Ao se desligar, o ambiente faz

a temperatura mudar algum tempo depois e o bimetálico retorna à posição, fechando o

contato e ligando o atuador.

As vantagens deste controlador são a simplicidade e o baixo custo, as

desvantagens são a contínua oscilação da saída entre os limites de atuação do controlador,

histerese, não garantindo precisão e podendo desgastar controlador e atuador pelo excesso

de partidas.

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l :

A saída é proporcional ao sinal de erro (diferença entre entrada e realimentação),

de modo que o atuador opera continuamente, com potência variável. O controlador é

simplesmente um amplificador.

Este sistema é ainda simples e de baixo custo, tendo uma precisão boa, mas nem

sempre é rápido, e pode se tornar instável, se o ganho for muito alto. Instabilidade é a

situação em que o controlador reage muito rápido, e a saída passa do valor na entrada sem

que haja a reversão da tendência, o que pode levar à saturação do amplificador ou à

oscilação contínua em torno do valor na entrada (geração de onda senoidal na saída, sem

entrada).

Ex.: Muitos dos sistemas de controle de velocidade de motores são proporcionais,

inclusive o controle de automóveis por um motorista.

pequeno), esta média será a derivada da grandeza no instante inicial. Assim, a derivada

indica a tendência de variação da grandeza.

O controle apenas derivativo não seria viável, pois não responderia ao sinal de

erro, mas somente à sua tendência de variação.

Quando somada a saída proporcional do amplificador com a do diferenciador,

ambos tendo o sinal de erro na entrada, temos o controlador proporcional e derivativo.

A vantagem deste controle é a velocidade de resposta, que se deve à imediata

reação do diferenciador: inicialmente, o erro é grande, e o diferenciador fornece um sinal

forte ao atuador, que provoca rápida variação na grandeza controlada, à medida que o erro

vai diminuindo, o diferenciador apresenta uma saída menor (de acordo com a velocidade

de variação na grandeza), reduzindo a ação do atuador, o que evita que se passe (ou passe

demais) do valor desejado (entrada).

A desvantagem é que o diferenciador é um circuito muito susceptível a ruídos de

alta freqüência, pois é um filtro passa-altas, o que pode levar a distúrbios durante o

processo de controle.

  • •••• CCoonnttrroollee pprrooppoorrcciioonnaall,, iinntteeggrraall ee ddeerriivvaattiivvoo::

É a combinação do anterior com o integral. Isto se faz somando os sinais de saída

de um amplificador, um diferenciador e um integrador, todos eles com o sinal de erro

aplicado na entrada.

Assim, temos um compromisso entre a velocidade de atuação, devida ao

diferenciador, e erro de regime nulo (precisão), devido ao integrador.

Este é o mais usado dos tipos de controle eletrônicos. Os parâmetros deste sistema

podem ser alterados ajustando-se os potenciômetros (que alteram as constantes de

integração e diferenciação), o que dá flexibilidade a estes sistemas analógicos somente

superadas pelos digitais.