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Tipologia: Notas de estudo
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Ação geradora:
Energia Perdas Energia Energia
Mecânica = de + Armazenada + Elétrica
de Energia no de
Entrada Campo Saída
We = Wp + Wcmp + Wmec 2.
Pode-se classificar, ou melhor, enumerar as perdas da seguinte forma:
a) Perdas elétricas – através da resistência dos enrolamentos (reqi
2 );
b) Perdas no acoplamento magnético – através do núcleo (Histerese e Foucaut);
c) Perdas Mecânicas – através dos atritos (mancais) e ventilação.
Uma outra representação do sistema anterior, pode ser obtido, levando-se em conta as
perdas de energia de acordo com sua procedência, onde o primeiro membro da equação 2.1 é
expresso em termos das correntes e tensões no circuito elétrico do dispositivo. A fig. 2.1 mostra
essa configuração.
Calor (reqi
2 ) Calor Perdas Perdas
Magnéticas Calor Mecânicas
req
vf e
Ação motora Ação geradora
Fig.2.
Considerando-se o sistema anterior operando como ação motora, o diferencial de
energia da fonte elétrica no tempo dt é vf idt e, a perda de energia na resistência do dispositivo
será reqi
2 dt.
A energia líquida de entrada será:
dWe=vf idt-reqi
2 dt
dWe=(vf -reqi)i
2 dt 2.
E, pela Lei de Kirchhorff, tem-se:
vf -reqi=e (f.c.e.m ou f.e.m.) 2.
Substituindo-se 2.4 em 2.3, tem-se:
dWe=eidt 2.
Pode-se expressar a equação 2.5, levando-se em consideração a energia de
acoplamento magnético mais a energia mecânica, da seguinte forma:
Suponha-se que o sistema seja ideal (sem perdas), então pode-se escrever:
dWele = dWcmp + dWmec 2.
A equação 2.6 juntamente com as Leis de Faraday e a mecânica Newtoniana são a base
fundamental para a análise dos dispositivos conversores de energia.
Campo de
Acoplamento
Sistema
Mecânico
Sistema
Elétrico
Estudar-se-á neste tópico os dispositivos bobinados com entreferro, entre uma parte fixa
e outra móvel, no qual é armazenada considerável energia no campo magnético.
Ex.: relés eletromagnéticos.
Seja a fig.3.
I φ
vf e
fig.3.
Pela Lei de Faraday, tem-se:
e = dλ /dt= N dφ/dt 3.
O diferencial de energia elétrica de entrada é dado por:
dWele = e.i.dt = i.dλ 3.
Supondo-se que, não haja perdas, toda energia de entrada é armazenada no campo
magnético.
λ λ
Wele = Wcmp = i’.dλ’ = ℑ/N. dλ’
0 0
A relação entre o fluxo “φ” e a f.e.m. é dada pela relutância ℜ, definidas no cap. I.
A fig. 3.2 apresenta um esquema de um relé, onde é mostrado uma fonte elétrica
alimentando o dispositivo, bem como, uma força mecânica externa, agindo para manter a
armadura no deslocamento “X”.
A força produzida pelo campo magnético fcmp é também mostrada na fig. 3.2 e, procura
mover a armadura na direção “X”.
X
S
I fcmp
e
Vf armadura
Fig. 3.
Esta equação mostra a energia no campo magnético do dispositivo sem perdas e de excitação
única, como função de duas variáveis independentes λ e x. O diferencial da energia dWcmp
pode ser expresso matematicamente em termos das derivadas parciais, ou seja:
dWcmp(λ,x) = x
Wcmpd Wcmp dx
λ
λ 3.3.
Como as variáveis λ e x são independentes, os coeficientes das equações 3.2.4 e 3.3.1 devem
também serem iguais, levando às equações paramétricas:
i = λ
λ
∂ Wcmp ( , x ) 3.3.2 e fmec = fcmp = - x
Wcmp x
∂ ( λ , ) 3.3.
A eq. 3.3.2 corresponde à corresponde à eq. 3.2.5 para a energia do campo quando armadura é
fixa e dx = 0. A eq. 3.3.3 corrresponde à eq. 3.2.6 para a energia do campo quando o fluxo
concatenado é fixo e
dλ = 0. Note-se que a energia sempre foi expressa até agora em termos da variável elétrica “λ”.
A força na eq. 3.3.3 é obtida como uma função do fluxo concatenado “λ”. Uma outra forma de
expressar a força é através de outra função de estado, ou seja, a co-energia magnética. A
escolha da função de estado é questão de conveniência, ela depende das variáveis que se quer
obter no resultado e, da descrição incial do sistema.
A co-energia W’cmp é definida como uma função de i e x tal que:
W’cmp(i,x) = i.λ - Wcmp(λ,x) 3.3.
Esta expressão é obtida a partir da equação de energia “i.dλ”, ou seja:
d(i.λ) = i.dλ + λ. di 3.3.
Aplicando-se o diferencial em 3.3.4, tem-se:
dW’cmp(i,x) = d(i,λ) – dWcmp(λ,x) 3.3.
Substituindo-se as equações 3.3.5 e 3.2.4 em 3.3.6, tem-se:
dW’cmp(i,x) = λ.di + fmec.dx 3.3.
Expressando-se o diferencial da co-energia em função de suas derivadas parciais, tem-
se:
dW’cmp(i,x) = dx x
Wcmpix di i
Wcmpix
3.3.
Como as variáveis i e x são independentes, os coeficientes das equações 3.3.7 e 3.3.
devem ser iguais, resultando nas equações paramétricas.
λ = i
Wcmpi x
3.3.
fmec = fcmp + x
Wcmpi x
3.3.
Comparando-se as equações 3.3.3 e 3.3.10, vê-se que a primeira dá a força em termos
do fluxo concatenado e a Segunda dá a força em termos de corrente. A escolha da energia ou
co-energia para determinação da força, depende geralmente das variáveis que se desejam nas
expressões finais.
A co-energia para um sistema de excitação única, quando a posição da armadura é fixa
de dx = 0, é obtida da eq. 3.3.7, ou seja:
W’cmp= ∫
1
0
λ. di 3.3.
Para um sistema linear, no qual λ é proporcional a L, a co-energia é dada por:
2
(^0 )
W _cmp Wcmp L i_ di ` L i
i = = ⋅ ⋅ = ⋅ ∫
3.3.
Exemplo 1
O circuito magnético mostrado na fig. 3.3 é feito de aço fundido.O rotor é livre para girar em torno
de um eixo vertical, as dimensões são mostradas na figura.
Deduzir uma expressão, em unidades MKS, para o conjugado no rotor, em termos das
dimensões e do campo magnético nos dois entreferros. Desprezar os efeitos de espraiamento.
A indução magnética máxima nas porções dos entreferros é limitada a aproximadamente 130
kilolinhas\pol
2 , devido à saturação no aço. Calcular o conjugado máximo em N.m para as
seguintes dimensões: r 1 = 1,00pol. , h = 1,00pol. , g = 0,10pol..
fig.3.
Apêndice A
No sistema dinâmico com deslocamento linear, a relação entre forças e aceleração é dado por :
fD – fr = M dt
dve 3.3.
W’cmp = (2g.A). μ 0 .Hg
2 /
Solução
TD → W’cmp
W’cmp = [densidade de W’cmp] x [volume entreferro (VE )]
Cálculo do volume do entreferro
Trabalhar-se-á com a área média (AM).
AM = Arco.h = (r+0,5 g).θ. h
VE = AM.2g → VE–(r+0,5g).θ. h.2g
VE = 2g.h.θ.(r +0,5g)
W’cmp = 0,5. μ 0 .Hg
2 .(2g.h.θ).(r+0,5g)
Finalmente:
TD = ∂ω’cmp(H,θ) = g.h.Hg
2 .(r+0,5g). μ 0
∂θ
b) Converter a indução magnética e dimensões do dispositivo em unidades MKS.
Bg = 130000.
2 ]
(2,54.
2
g = 0,1.2,54.
h = r 1 = 1,00.2,54.
μ 0 = 4π.
Substituindo estes valores tem-se:
0,00254.0,0254.(2,02)
2 .(0,0254+0,5.0,00254)
TD =
4 π.
TD = 5,59 [N.m]
2. 5 S i s t e m a s d e C a m p o E l é t r i c o d e E x c i t a ç ã o Ú n i c a
Um sistema de conversão de energia de campo elétrico pode ser tratado de modo análogo ao
caso de campo magnético, na obtenção da força produzida pelo campo elétrico em função da
carga ou tensão nos terminais elétricos. A escolha das variáveis independentes determina se a
função de estado será a energia ou a co-energia e, também, a forma das equações
paramétricas.
2.5.1 Balanço de Energia
Arepresentação de um dispositivo de campo elétrico é mostrado na fig. 4.1. Os terminais
elétricos do dispositivo são supridos por uma fonte de conrrente, com um elemento de perda em
derivação. A placa móvel é ligada a um sistema mecânico. O fluxo de energia para qualquer
variação do sistema pode ser expresso pela eq. 2.
dWele = dWcmp+dWmec
Como i e q representam a corrente e a carga para o dispositivo, a energia elétrica entrando nos
terminais é:
dWele = v.i.dt = dq 4.
A energia mecânica do dispositivo é dada por:
dWmec = fmec.dx = fcmp.dx 4.
Reescrevendo-se a equação 2.6 e levando-se em consideração as equações 4.1 e 4.2, tem-se:
v.dq = dWcmp + fmec.dx ,
ou
dWcmp = v.dq-fmec.dx 4. 3
A energia do campo elétrico pode ser introduzida através dos terminais elétricos ou mecânicos.
Se a energia é introduzia pelos terminais elétricos, com terminal mecânico fixo, dx=0, obtém-se:
dWcmp = v.dq 4.
Se o terminal elétrico for aberto para manter dq=0, a energia será:
dWcmp = -fmec.dx 4.
Em um sistema linear de campo elétrico, no qual q é proporcional a v, isto é, a
permissividade å é constante, a relação entre q e v é definida pela capacitância.
C=q/v
A co-energia para o sistema anterior, pode ser calculada mantendo-se o terminal mecânico fixo,
dx = 0 e, trazendo o sistema até a tensão v, tal que toda co-energia entra através dos terminais
elétricos.
W’cmp(v,x) = (^) ∫
V
q dv
0
Para um sistema linar v é proporcional a q e, å é constante, então a eq. 4.13, fica:
W’cmp(v,x) = ∫
V
Cvdv C v
0
2
. ' ' 0 , 5.. 4.
2.5.3 FORÇA
A energia no campo é uma função de q e x, seu diferencial em termos das derivadas parciais é:
dWcmp(q,x) = dq dx
x
Wcmp
q
Wcmp
Os coeficientes das equações 4.3 e 4.15 devem ser iguais, resultando nas equações
paramétricas:
v = ( , )
q
Wcmp qx ∂
e
fmec = fcmp = - ( , )
x
Wcmp q x ∂
A co-energia é função de v e x, seu diferencial em termos das derivadas parciais é:
dW’cmp(v,x) = dv
v
W' cmp
∂W' cmp
Os coeficientes das equações 4.12 e 4.18 devem ser iguais, resultando nas equações
paramétricas.
(v,x ) v
W'cmp q ∂
e
x
W'cmp(v,x ) fmec fcmp ∂
Exemplo 2:
Determine a força entre duas placas paralelas, cada uma de área A = 1m
2 e
com um campo elétrico entre elas igual a rigidez dielétrica do ar, isto é 3x
6 [V/m]. Utilizar a co-
energia e a energia.
Solução:
Usando-se o modelo da fig. 4.1, o espaçamento entre a placas pode ser tomado
como (xo – x) e a capacitância como
(xo x)
A o C −
⋅ε = logo, a energia é dada por:
A o
(xo x ) q 2
q
Wcmp (q,x)
2
2
⋅ ε
Cálculo da força em relação à energia:
Da eq. 4.17, tem-se:
x
Wcmp(q,x ) fmec fcmp ∂
o
( o E ) A 2
A o
A o
q
fcmp
2 2 2
ε
⋅ε
⋅ε
2 A o E 2
fcmp = ⋅ε ⋅
6 6 2 10 ( 310 ) 36
fcmp (^) ⋅ ⋅
π
−
9 10 8
fcmp ⋅ π
Cálculo da força em relação à co-energia:
2 2 v (xo x)
A o
Cv 2
W' cmp(v,x) −
⋅ε = =
Da eq. 4.20, tira-se:
2
2
xo x
A v x
cmpvx fmec −
ω εο
A tensão v é dada por v = E (xo – x)
2 9 10 8
E o A 2
fmec ⋅ π
= ⋅ε ⋅ = [N]
As duas funções de estado produzem a mesma força, como era esperado.
É interessante comparar a força produzida sobre um metro quadrado da superfície que limita um
campo magnético, com o exemplo anterior. O valor do campo magnético pode ser tomado como
B=1,6 [Weber/m
2 ], que é um nível de saturação típico para material ferromagnético. A energia
em um volume de A = 1m
2 de área e (xo – x) de comprimento, é dada por:
o
A xo x cmp x B μ
ω
O torque desenvolvido será:
TD (i, θ) = (∂/∂θ) [w’cnp (i, θ)]
i= ctc.
TD (i, θ) = [∂ (0.5. L. i
2 )]/ ∂θ
TD =1/2 i
2 ∂L/∂θ = 1/2 i
2 d(L 1 + L 2. cos 2θ)/∂θ
TD (i, θ) = -i
2 L 2 sen 2θ
Obs.: O torque oscila senoidalmente.
Pergunta-se:
Para qual “θ” o torque é máximo?
Resposta:
dTD/dθ = θ cos2θ = θ
Para θ = π/4 , 3π/4 , 5π/4, o torque será máximo.
2. 6 S I S T E M A C O M D U P L A E X C I T A Ç Ã O
No sistema com dupla excitação, existem duas bobinas independentes nos quais apresentam
em cada qual um fluxo concatenado próprio e, um fluxo concatenado mútuo entre elas.
A fig. 5.1 apresenta o dispositivo magnético de dupla excitação.
fig. 5.
Considerar-se-à o sistema totalmente linear, pois caso contrário, um tratamento
dessa natureza seria extremamente dificultoso.
Admitindo-se que o sistema seja linear e, sendo o fluxo proporcional à corrente,
pode-se aplicar o princípio da superposição.
A fig 5.1 apresenta as correntes, tensões, etc., para um transdutor típico de
dupla excitação.
As equações dos fluxos concatenados totais para as duas bobinas são dadas
pelas equações 5.1 e 5.2.
λ 1 = L 1. i 1 + M. i 2 5.
λ 2 = L 2. i 2 + M. i 1 5.
i 2
i 1
As equações instantâneas das tensões dos enrolamentos serão:
v 1 = R 1. i 1 + dλ 1 /dt 5.
v 2 = R 2. i 2 + dλ 2 /dt 5.
Substituindo-se 5.1 e5.2 em 5.3 e 5.4, tem-se
v 1 = R 1. i 1 + d(L1.. i 1 ) /dt+ d(M.. i 2 ) /dt 5.
v 2 = R 2. i 2 + d(L2.. i 2 ) /dt+ d(M.. i 1 ) /dt 5.
As indutâncias são independentes das correntes, mas dependem da posição “θ”, a qual
é função do tempo. Simultaneamente, as correntes são dependentes do tempo.
Expandindo-se 5.5 e 5.6, tem-se:
v 1 = R 1. i 1 + L 1 di 1 /dt + i 1 dL 1 /dt + M di 2 /dt + i 2 dM/dt 5.
v 2 = R 2. i 2 + L 2 di 2 /dt + i 2 dL 2 /dt + M di 1 /dt + i 1 dM/dt 5.
Multiplicando-se 5.7 e 5.8 pôr i 1 e i 2 respectivamente, darão as equações de potência
para os enrolamentos.
v 1 i 1 = R 1. i 1
2
2 dL 1 /dt + i 1 M di 2 /dt + i 1 i 2 dM/dt 5.
v 2 i 2 = R 2. i 2
2
2 dL 2 /dt + i 2 M di 1 /dt + i 1 i 2 dM/dt 5.
Somando-se 5.9 e 5.10 e integrando em relação ao tempo e, dando-a um aspecto de
balanço de energia, tem-se:
∫(v 1 i 1 + v 2 i 2 )dt = ∫(R 1. i 1
2
2 )dt+∫[(L 1 i 1 )di 1 + (L 2 i 2 )di 2 + (i 1 M) di2 + +2( i 1 i 2 )dM + i 1
2 dL1 +
i 2
2 dL 2 + (i 2 M) di 1 ] 5.
A energia líquida de entrada é dada pôr :
Wele = ∫(v 1 i 1 + v 2 i 2 )dt - ∫(R 1. i 1
2
2 )dt 5.
A Energia armazenada no campo mais a Energia mecânica, fica:
Wcmp + Wmec =∫ [(L1 * i1)di1 + (L2 * i2)di2 + (i1 * M)di2 + 2(i1 * i2)dM + (i2)²dL1 + (i2 * M)di1]
2.6.1 ENERGIA ARMAZENADA NO CAMPO
O valor da energia armazenada instantaneamente no campo magnético depende dos
valores das indutâncias e correntes no instante considerado. Esta energia pode ser obtida,
considerando-se o transdutor estacionário e, o sistema a ser energizado desde o valor zero até
da corrente instantânea requerida. Nesta situação não há energia mecânica (Wmec = 0), ou seja
d = 0 os valores das indutâncias são constantes e os termos em dL1, dl2 e dM desaparecem.
Da equação 5.13, obtém-se:
∫ ∫ ∫ ∫
1 * 2
0
2 1 2
2
0
2 2 2 0
1
0
t i i i i
dWcmp Li di Li di Mdi i
12
2 22
2 Wcmp = 0 , 5 L 1 i 1 + 0 , 5 Li + Mii 5.
[ ]
[ ]
[ ]
i i [ A ]
0 , 2 cos
1 2
2
1
θ
θ
θ
30 20 cos
0 , 510 0 , 4 0 , 5 10 0 , 2 1010 0 , 2 cos
2 2
2 12
2 1 2
2 1
Wcmp
Wcmp
Wcmp i L i L iiM
θ θ θ d θ
dM ii d
dL i d
dL i d
dWcmp Te 12
(^22) 2
(^21) 1 2
2
1
θ
θ
d
dL
d
dL
Te = − i 1 i 2 ⋅ 0 , 2 sen θ
Te =− 20 sen θ
Para
Te = 10 [ N ⋅ m ]
Obs: Quando as correntes são constantes:
Wcmp = Wmec
Exemplo 4
Um transdutor de dupla excitação, fig. 5.2 tem um rotor cilindro apresentando
uma velocidade angular W = 100 [rad/s]. O rotor é energizado através de anéis coletores, tendo
uma resistência de 1 ohms e indutância de 0,02 + 0,01 * cos2¬[H], onde é o ângulo entre os
eixos. O estator tem uma resistência de 100 ohms e uma indutância de 0.12[H]. A indutância
mútua varia com cos θ e apresenta um valor máximo de 0,06[H]. sendo as correntes do rotor e
estator constantes e iguais a 10 e 1 Ampères respectivamente, (obtenha) as expressões
instantâneas das tensões, torque e potência de entrada para ângulo de 90° e 45°.
Fig. 5.2 Sistema com dupla excitação
Solução:
Dados:
= 100 [rad/s]
Le = 0,12 [H]
Lr = 0,02 + 0,01cos2θ[H]
Re = 100 [Ω]
Rr = 1 [Ω]
ie = 1 [A]
ir = 10 [A]
M = 0,06cosθ [H] = 0,06cos(θt)
LKV nas malhas, obtém-se:
dt
dL i dt
dM i
dt
di M
dt
di v R .i L
e r e
e r e e e e
dt
dL i dt
dM i
dt
di M
dt
di v R.i L
r e r
r e r r r r + +
v 10 6 .senè- 20 .sen 2è
v 1. 10 1 .ù.-0,06.senè 10. 2 .ù. 0 , 01 .sen 2 è
v 100 60 .senè
v 100. 1 ù. 10 .-0,06.senè
r
r
e
e
Para è =ð/2:
( ) [ ]
( ) ( ) v 4 [V ] 2
v 10 6 .sen ð/2 20 .sen^2
v 100 60 .sen ð/2 v 40 V
r r
e e
π
Para è =ð/4:
( ) [ ]
( ) ( ) v 14 , 23 [ V] 4
v 10 6 .sen ð/4 20 .sen^2
v 100 60 .sen ð/4 v 57 , 7 V
r r
e e
π
Cálculo do torque para correntes constantes:
dè
dM i .i dè
dL i 2
dè
dL i 2
dè
dWmec T (^) e r
(^2) r r
(^2) e e e + +