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correçao teste 1 de mat, Notas de estudo de Português (Gramática - Literatura)

boa correçao de teste para perceber materia

Tipologia: Notas de estudo

2025

Compartilhado em 25/11/2025

rodrigo-mendonca-46
rodrigo-mendonca-46 🇵🇹

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bg1
Ano letivo 2025 / 2026 O professor: Cláudio Dias
ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ
Correção do teste 1
Filosofia - 11º05
outubro
CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO
Este teste escrito compõe-se de itens de seleção e de itens de construção. Nestes, existem itens de resposta
restrita e itens de resposta extensa. Nos itens de resposta de construção, os objetivos gerais são os seguintes:
Identificar problemas, conceitos e teses filosóficas
Relacionar conceitos ou teses presentes em textos filosóficos
Comparar teorias filosóficas
Determinar as implicações filosóficas e práticas de uma tese ou teoria
Avaliar criticamente teses, teorias e argumentos, apresentando objeções ou contraexemplos
Descritores do perfil do aluno: sistematizador, organizador, analítico, questionador e conhecedor.
CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO
Grupo I
Item
Versão 1
Valores
1.
(D)
0.5
2.
(A)
0.5
3.
(A)
0.5
4.
(A)
0.5
5.
(B)
0.5
6.
(D)
0.5
7.
(B)
0.5
8.
(B)
0.5
9.
(C)
0.5
4,5 valores
Grupo II
1. ……………………………………………………………………………………………………..……... 3 valores
A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes:
De acordo com a definição tradicional, o conhecimento é uma crença verdadeira justificada. Por outras
palavras, se alguém tiver uma crença acerca de algo, se essa crença for verdadeira e se dispuser de
boas razões para acreditar nisso, então dispõe das condições necessárias e suficientes para ter
conhecimento. Deste modo, quando Rumsfeld diz que há conhecimentos conhecidos, ou que há coisas
que sabemos que sabemos, está a dizer, de acordo com a definição tradicional, que temos uma crença
verdadeira justificada (ou seja, sabemos) de que crenças verdadeiras justificadas (ou seja, que
temos conhecimento ou que o conhecimento é possível).
Descritores de desempenho
Valores
Analisa adequadamente o texto. Descreve adequadamente a relação entre
crença, verdade e justificação.
3
Analisa o texto com algumas imprecisões. Não descreve adequadamente a
relação entre crença, verdade e justificação.
2
Analisa o texto com muitas imprecisões. Não descreve adequadamente a
relação entre crença, verdade e justificação.
1
Não analisa o texto adequadamente. Não descreve a relação entre crença,
verdade e justificação.
0,5
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Ano letivo 202 5 / 202 6 O professor: Cláudio Dias

ESCOLA SECUNDÁRIA JAIME MONIZ

Correção do teste 1

Filosofia - 11º 05

outubro

CRITÉRIOS GERAIS DE CLASSIFICAÇÃO

Este teste escrito compõe-se de itens de seleção e de itens de construção. Nestes, existem itens de resposta restrita e itens de resposta extensa. Nos itens de resposta de construção, os objetivos gerais são os seguintes:

  • Identificar problemas, conceitos e teses filosóficas
  • Relacionar conceitos ou teses presentes em textos filosóficos
  • Comparar teorias filosóficas
  • Determinar as implicações filosóficas e práticas de uma tese ou teoria
  • Avaliar criticamente teses, teorias e argumentos, apresentando objeções ou contraexemplos Descritores do perfil do aluno : sistematizador, organizador, analítico, questionador e conhecedor. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE CLASSIFICAÇÃO **Grupo I Item Versão 1 Valores
  1. (D) 0.
  2. (A) 0.
  3. (A) 0.
  4. (A) 0.
  5. (B) 0.
  6. (D) 0.
  7. (B) 0.
  8. (B) 0.
  9. (C) 0. 4 ,5 valores Grupo II 1.** ……………………………………………………………………………………………………..……... 3 valores A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes: De acordo com a definição tradicional, o conhecimento é uma crença verdadeira justificada. Por outras palavras, se alguém tiver uma crença acerca de algo, se essa crença for verdadeira e se dispuser de boas razões para acreditar nisso, então dispõe das condições necessárias e suficientes para ter conhecimento. Deste modo, quando Rumsfeld diz que há conhecimentos conhecidos, ou que há coisas que sabemos que sabemos, está a dizer, de acordo com a definição tradicional, que temos uma crença verdadeira justificada (ou seja, sabemos) de que há crenças verdadeiras justificadas (ou seja, que temos conhecimento ou que o conhecimento é possível). Níveis Descritores de desempenho Valores 4 Analisa adequadamente o texto. Descreve adequadamente a relação entre crença, verdade e justificação.

Analisa o texto com algumas imprecisões. Não descreve adequadamente a relação entre crença, verdade e justificação.

Analisa o texto com muitas imprecisões. Não descreve adequadamente a relação entre crença, verdade e justificação.

Não analisa o texto adequadamente. Não descreve a relação entre crença, verdade e justificação.

0 Não responde à questão. 0

2. ..………………………………………………………………………………….…………………..…… 3 valores A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes.

  • As «sementes das ciências» são as ideias inatas, que são constitutivas da própria razão;
  • As ideias inatas são verdades indubitáveis que «estão em nós», ou seja, nascem connosco;
  • «Desembaraçar a razão de tudo o que lhe veio do exterior é desembaraçar da perceção sensível;
  • Só desde modo podemos partir das ideias inatas, que constituem os fundamentos do conhecimento;
  • Por sua vez, a teoria de Descartes não só contribuiu para a justificação da possibilidade do conhecimento, como também para a sua credibilidade, tendo por base a razão e o sistema dedutivo. Níveis Descritores de desempenho Valores 4 Explica com clareza o significado da expressão «sementes das ciências», associando-as às ideias inatas, verdades indubitáveis, constitutivas da ra- zão.

3 Explica com^ algumas imprecisões^ o significado da expressão «sementes das ciências», associando-as às ideias inatas, verdades indubitáveis, consti- tutivas da razão.

2 Não explica o significado da expressão «sementes das ciências», associan- do-as às ideias inatas, verdades indubitáveis, constitutivas da razão. 1 1 Não explica o significado da expressão «sementes das ciências», nem as associa às ideias inatas, verdades indubitáveis, constitutivas da razão.

0 Não responde à questão. 0 3.1. …………………………………………………………..………….………..…….……………….…… 3 valores A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes: A necessidade da dúvida justifica-se:

  • por causa dos preconceitos e dos juízos precipitados que formulamos;
  • porque os sentidos nos enganam, sendo pouco prudente confiar neles;
  • na medida em que podemos também formular raciocínios incorretos. Níveis Descritores de desempenho Valores 3 Apresenta com precisão as razões que justificam a necessidade da dúvida. 3 2 Apresenta com imprecisões as^ razões que justificam a necessidade da dúvi- da.

1 Apresenta com muitas imprecisões as razões que justificam a necessidade da dúvida.

0 Não responde à questão. 0 3.2. …………………………………………………………………………….…………….……………..... 3 valores A resposta integra os aspetos seguintes, ou outros igualmente relevantes: O cogito , formulado como “Cogito, ergo sum” (“Penso, logo existo”), surge no contexto da dúvida metódica cartesiana. Ao colocar em questão todas as crenças, incluindo as sensoriais, matemáticas e até a existência do mundo, Descartes descobre que há uma verdade que resiste à dúvida: o facto de estar a duvidar prova que está a pensar, e pensar implica existência. Sobre o estatuto do cogito:

  • É uma certeza absoluta, pois o cogito não é deduzido nem inferido; é uma intuição intelectual clara e distinta. É autoevidente e não depende de qualquer outro conhecimento;
  • É o fundamento do conhecimento, na medida em que Descartes usa o cogito como ponto de partida para reconstruir o saber. A partir da certeza da própria existência como res cogitans (coisa pensante), procura estabelecer outras verdades com igual grau de certeza;

argumentativas: apresenta, com clareza e correção, argumentos persuasivos, razões ou exemplos adequados e plausíveis a favor da posição defendida, ou contra posições rivais da defendida; articula adequadamente os argumentos, as razões ou os exemplos apresentados. Aplica corretamente conceitos relevantes para a discussão do problema. Mobiliza, de modo preciso, (uma) perspetiva(s) teórica(s) adequada(s) à discussão do problema.

Clarifica com imprecisões o problema filosófico proposto. Apresenta a posição defendida, ainda que de modo implícito. Evidencia uma intenção argumentativa, mas os argumentos ou as razões apresentadas a favor da posição defendida, ou contra posições rivais da defendida, são fracos ou claramente falaciosos, ou os exemplos selecionados são inadequados. Aplica, com imprecisões, conceitos relevantes para a discussão do problema. Mobiliza, com imprecisões, (uma) perspetiva(s) teórica(s) adequada(s) à discussão do problema.

Não clarifica adequadamente o problema filosófico proposto. Não evidencia competências argumentativas. Apresenta um discurso com falhas na estrutu- ração ou pouco fluente. Não aplica corretamente conceitos relevantes para a discussão do problema. Não mobiliza, de modo preciso, uma perspetiva teó- rica adequada à discussão do problema.

Não clarifica o problema filosófico proposto. Não evidencia competências argumentativas. Apresenta um discurso com falhas na estruturação ou pou- co fluente. Não aplica corretamente conceitos relevantes para a discussão do problema. Não mobiliza, de modo preciso, uma perspetiva teórica ade- quada à discussão do problema.

0 Não responde à questão 0