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correntes, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Catalogo para dimensionamento de correntes para maquinas

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 24/10/2010

pablo-marcello-da-costa-12
pablo-marcello-da-costa-12 🇧🇷

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FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SOROCABA CURSO DE PROJETOS TRANSMISSÃO POR CORRENTES DE ROLOS PROF; ANTONIO CARLOS DE OLIVEIRA £ = pesso da corrente c = largura entre placas D = diâmetro do rolo o transversal jargura total altuza das placas 2.i- Correntes similes As dimensões principais são padronizadas , orde sasso (7) T » F [a E n CARGA RUPTURA | PESO e - jo ua Lo uu | nu KSE Ketu 1 z1, dac-i | 14 ss 3,18 230 4 = EX s7 «so [e Ee ce | 3/8 2,53 “a ER - 11,8 73 350, o. 401 demi | 1 12,% 1,93 2,92 - 16,4 10,2 1.299. 0,60 ! | 501 10A-1 58 15,38 3,53 10,16 - ma 1 1,0 2,800 1,01 60-1 1x4 | 3/8 15,05 | 12,78 | dis - 25,8 4.180) 3.890, 143 7) se mea td 25,60 | 18,08 | 15,88 - 13,55 | 24,0 DE + 253 100-1 2Ch-L Live n,75 13,95 189,05 | - “9,4 29,6 19.800 4,02 1201 Zaai 114 38,19 25,4% 22,23 - 50,5 2,0 15.4€0 5,96 140-1 44,65 25,40 25,40 - FAIA 42.0 20.800 75 | iso-1 32-t 2 50,80 28,58 ai es 48,0 26,200 10,13 pot-i 4CA-] 2,1/2 63,50 28,10 39,67 - 78,5 57.2 43,000 16,10 Z40-1 ABrel, 3 4 78,20 87,5) 47,82 - 9.5 Es 71,8 53.009 25,10 TT Lo 2.3= Comentes tripias: REFERÊNCIA HORAA T — Fa resso () | € E) F t 6 Juros aupTUSA | PESO AASi dão POL; | su [ua pos uu ee, dou Eid Ko/k 3-3 06c-3 | 3/8 ass [agr | sem 10,13 | 323 %3 2850 Joss | aos | oom3 | 1/2, | tata | mess 2,92 | 14,38 | 49,3 | 19,2 5.100 res | so? 10403 | 5/8 15,83 | 0,53 | 10,16 [ ret | ses | 130 8,400 3,00 sos 12x3 | 3/4 19,65 | 12,70 | d4,91 | 22.38 | 215 | 180 11.400 4:30 sos 1643) à mas jises [158 | asia | sus | 260 1.80 | b3 100-1 cora | ria boatos fusos | 19,05 | 35,6 | ulxo | 29,6 32.400 11,62 38,10 J2s.40 | 222 eu juro | 30 48.200 visa | “445 | 25,40 25,40 “4,87 | 153,0 126 62.400 22,05 so,%0 [3175 | 28,58 | 58,55 | iêjo | 280 78.500 20,20 | sa,50 josio [39,67 | o%ss | 2223 | st 129.000 46.94 | m6,20 [47,63 Chars | s763 [269,9 | 6 177.800 ns Fá pa e mem 3. consTDSRAÇÕES SoBrE INSIMIAÇÃO : 1 3.1- Distância entre centros: como regra geral a distância entre centros das rodas dentadas rão deve ser in são projetada corretamente a ajstência entre-centros 'pode ser “um pouco maior | ferdor a 30 vezes o passo, net superior a 60 vezes O passo. Para una transmis -[ | que a metade da sora eos diâmetros externos das rodas dentadas, supendo-se- que a carga não seja cemastadamente grande, nem O nimero de dentes rito pequeno. A corrente deve formar ut ângulo de abraçarento de no mínimo 1209 na roda | den t28a meror, e este contato mínimo sec obtêm para qualquer distência entre cen) relação de transuissão for menor que 3,5:le | remos um distância entre centros maior que & núnima peró, | Gs esticamento da corrente devido as desgaste naturai, al inversamente proporcional ao seu comprimento (ny de elos), e também porque a maior elasticidade de ura corcente mais comprida tende a absorver as irregulari dades do movimento e a diminuir os efeitos dos choques. | se possível, à gistância entre centros deverá ser ajustável, a fim de comdgix | o eefeito do esticamento por desgaste. 2 - | nos . o Um ajuste igual ao passo da corrente & suficien | te. 3.2- Ixbrigicação das transuissões: “tma eficiente lubrificação das articulações em funcionarento de ur transmissão | & jraispensável para evitar dasgaste e quebra premattxa, A forma mais eficiente! ge lubrificação & colocar a transmissão em wma caim e bombear um flumo contê | rio ee Áleo na parte interna da corrente, sendo o ôleo recuperado através ce wm filtro. Um método altermativo ê fazer a corrente passar centro de um banho ge Óleo; porém, em casos que este procsdinento seja impraticâvel, devido ã enl «a-se um disco espalhador de óleo ce . maior diâmetro para jogar Gleo dixetamen te na corrente, O fluxo de Sleo exigido depende da transmissão, velocidade grenagem menor estar situada na parte inferior e ser de pequeno difimetro, utili e potência a transmitir, porêm em todos os casos Seve ser de fluxo contínio e cuficiente a fim de possibilitar uma lubrificação limpa e completa da corrente. Em transmissões com potência e velocidade elevadas, O fluxo ce ôleo deve ser ampliado para facilitar e ajudar O resfriamento da corrente. A seguir relacionams algumas recomendações gerais para mitodos de lubrificação, represerrtando as recessidades minimas paseadas numa vida Gtil de 15000 horas de transmissão: ! ; Í j -6- SENA. 2 “sendo "Nº.o número de dentes da roda dentada, tenos 3609 ” N Do= mo 1809 . sen 4.2- Níirero de dentes: » ande: xs £ êngulo de articulação (r) representa o movimento “Go pino na-luva. Esse movi mento do pino na luva & a-causa do desgaste da corrente e-dochoque entre . rolo e-roda dentada. Quanto maior à êngulo de articulação, maior desgaste e os cho ques; com ângulos menores, teremos uma transmissão uniforme de potência, ausên- cia de-ruídos, alto rendimento e longa duração da corrente, Esta influência ocorre pelo fato da corrente formar um poligono solme a roda dentada, Desta forma, quando a velocidade da roda dentada for constante, a velo cidade da corrente, devido à sua configuração de múltiplos lados, representados pelos passos da corrente, em sua. trajetória ao redor dos centes, fica sujeita a uma variação cielica regular. variação de velocidade de corda e é desprezível na maio q que O número de dentes da roda exceda a 1 ) Algumas vezes weror é admitido, mas o mínimo deve ser 15. Um número Renor de dentes deve ser usado quando houver limitação de espaço e com velocidades múto, baixas. : podas dentadas com mais de 120 -centes também não devem ser empregadas, pois. as folgas inerentes às correntes poderão permitir que a corrente geslize por sobre a roda dentada, A maioria das transmissões tem um número par de passos na corrente (correntes ' com nímero irpar de passos, necessitam um elo de compensação), e ao utilizar-se uma roda dentada com número ispar de dentes, assegura-se uma distribuição uni forme ce desgaste, tanto na corrente como nas rodas dentadas. A necessidade de usar-se uma roda dentada com número par de dentes surçe em ocastõês de excessão quanto temos uma necessidade específica, devido às relações de redução ou espa- GO. * | -B- fudinas de operação: para acicnamentos industriais rommais, a experiência es “ante notar tambêm que a totalidade dos dentes em ambas as rodas des pela mesma corrente não deve ser menor que so. tabelecsu uma velocidade máxima da roda dentada menor para caga passo de corrente, Essas: velocidades , qua são relativas a rodas dentadas entre 17 a 25 baixo, sendo aplicâveis.desãe que à lutei fd. centes, são dadas na tabeia a cação da transmissão seja correta. Eme PASSO DA CORFENTE — VELOCIDADE MÁXIMA 3/8" 1/2" 5/8" 3/88 1 1/40 1 1/2" 1 3/4" 2" 2 1/2” 38 5000 REM 3750 REM 2750 FEM 2000 REM “1506 FEM 1200 REM 300 RM 700 REM 550 FEM A5Q REM 300 FEM 4,4- método para câlculo das transmissões: o método apresentado à seguir & um método por dos dados da transmissão de forma sequencial: 1a) Etapa: Determine: la, Etapa ox w = potência a ser transmitida (HP) = Botação do eixo motor (REM) « rotação 6 eixo movido (FEM) (Gonsideramos eim motor o de maior rotação) KÇ = distância entre centros (rm) ta distância entre centros & determinada por condições do conforme ítem 3.1) etapas que visa a determinação -9- projeto ou estimada * den pu — 3a, Etapa: Escolha do passo da corrente: o gráfico, seguinte indica tamanhos alterrativos de corrente-que podem ser - utili zadas para transmitir potência a uma velocidade definida, Reconênda-se dimensio - nar a transmissão com base ros dados para corrente simples s pois esta nomalmente possibilita uma transmissão mais econômica. Caso a corrente simples .não satisfaça Es exigências impostas por Limitações de espaço, alta velocidade; suavidade de funcicnamento e. silêncio da transmissão, deve-se utilizar-a corrente duplá ou tripla de menor passo possível. é Quando a necessidade de potência a uma velocidade definida & maior que a capacida de possibilitada por ima corrente sirples, pode-se usar uxa corrente dupla ou tri PASSO DA CORRENTE EM mm 4 é E H = ) | Ee 1 Ê | ê i [e] & o dl i g [o] Eu E! TIPO GE t EIA ) 2 | coma | 3 | mera ! a25. Lo PRI H | | | | a a z g 1 2 345 bg o a a zo “o soa “o to saca Velocidade da roda cCentada menor (rpm) -11- 4a, Etapa: Velocidade da Gorrente verifique se a velocidade da corrents não excede ao recomendado res Etem 4,3 5a. Etapa: Número de elos (Ej:. » conhecendo-se , -gistência entre centros € 195 de-dentes Nl e NZ2 -passo P Ê podemos calcular c número de elos: Ce LM tRZO POC? E = fe de dmetto Po. 2 am“ € adota o-valor E para a unidade par mais próxima.: quando, por'imposições especifi cas Ge projeto, o valor de E for impar, devemos usar um elo de compensação. 5. RODES DENTADIS 5. 1- Célculo do contome do dente: =, 5,1.1- Dados necessários: -passo (P) número de dentes (N) -Siômetro nominal do role (D) S.1,2- Dados para o traçado do contomo: diâmetro da curva do assento do rolo (Da) Da = 1,005D + 0,003 -raio da curva do assento do rolo (R) -folga na linha do passo (F9) Pq = 0,07 (P-D) + 0,002 -ângulo A = 35º 4 600 . N ! -ângulo B = 189 - 569 N -Gistência ac' = 0,8 XD , -12- | | ! a aa -iiômetro primitivo D. = eme » 1802 sen —=—+ -Diâmetro intemo Dr = E, - D, “3 para gorxente nova (F x ab) ? ms -Enguo de pressão mínimo: Exab-B e - SÉ N -Engulo de pressão nédio = 6.1.3 Traçado do contome do dentes com os dados obtidos no Item 5.1.2, podemos traçar O. ceatorno do den “e, conforme mostrado na figura abaixo, da seguinte maneiras = Praçar a linha torizontal IH e a Linha de centro IC - Tendo à intersecção te) coro centro, traçar as linhas de fol- ga Fg — Comp centro nas intersecções das linhas de folga Lil, que são (ta) e ta!; Traçar, usando o raio R, O arco composto (9) = (x') > iocalizar (c) e (c!') pelas dimensões Me T obtidas no cáiculo - Traçar clix e ex, através respectivamente des pontos ta) ta! — Gom centro em (c) e (c!), traçar os arcos (x'y') e (xy) — peteminar o comprimento exato dos arcos (xy) e (x'y'), usando “a corda (xy) fomecida no cêlculo. - Traçar as linhas cy' e cy, aferindo o ângulo formado com e c'x amo ângulo B dado pelo cálculo. - A partir dos pontos (y) e (y!), treçar yz € giz! perpendicula res a ciy e cy! respectivamente, com & distância yz encontra» da ro câleulo, -14- . à - Iocalizar (b] e (b') pelas dixensões W e V, fomecidas pelo cálcu- do. Com centro (bj) e (b'),e raio É, traçar 08 arcos tau) e tatu) A 5.2» Perfil do dentes o perfil do dente para rodas dentadas das correntes de rolo; te ções mostradas abaiio: m Suas “Propor as dimensõe: « estão padronizadas nas tabelas a seguir: -16- e Corrente Tripla REFERÊNCIA | teto passo (e x | | at | ação “pol; I uu uu me |eou um a | | ass | qse 3/8 | 9.53 i 6,01 | 4,78 | 175 | Joe | I 403 | asas 22 | zra mm | ps [im 5 | sem3 | S/8 so [zm 4.48 | 6-3 Í 1A-3 AM 15,05. ESPE 21,50 6,52 20,2 aos! gana 1 Josi | xe juiz | mun 1sas sara | ruiva jatos | sms | ama re 18,4 5,98 | 134 | aos | 112 sado tus,ss junto [é 2260 | s0,46 . | res | 1.34 | atas rosa j2zio | sem | 2616 pj as i | Jem e 2 50,80 145,51 o 2,12 | 152, 33,95, ira E | 18,25 | SSL 45,04 no | dois l ESFORÇOS NA TRANSMISSÃO POR CORRENTE . As figuras abaiso mostram montagens típicas de rodas dentadas sendo (a) em ba ianço e (B) entre mancais. Nas figuras estão identificados os esforços externos que solicitam o eixo da moda dentada motora em função da instalação (distências a e b) e da resultan te (R) aplicada no eixo pela força de transmissão F,. Gunhecendo-se & potência transmitida (N) ea rotação do eixo (mn), calculamos o momento torsor atuando po eixo: ande Do - dtBmetro primitivo da roda dentada -18- .- fts minas en » seriadas cep, BIBLIOGRAFIA «Elementos de mêguinas Gustav Niemann -' Edgard glúcher = yolo ILE «Elementos ds mêguinas Y. Dobrovolski - MIR - Ja. edição Mechanical Engineering Design oseph Shigley - Mc Graw H111 - Ja. edição -Mark!s Standard Handbook 7. Baumaister - Mecraw Hill - Sa. edição -Manual Universal de la técnica mecânica Erick Oberg - Labor - lia. edição -Disegno di Macchine Mãrio Speluzzi - Hoelpi - da. edição atáiogo CERELLO nº C-03/77 ; -Catãlogo IBAF nº 2008 Lo — =P