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curriculo minimo do curso normal
Tipologia: Resumos
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Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação
2
O Currículo Mínimo tem como objetivo estabelecer orientações institucionais aos profissionais do ensino sobre as competências mínimas que os alunos devem desenvolver a cada ano de escolaridade e em cada componente curricular, imprimindo-se, assim, uma consistente linha de trabalho, focada em qualidade, relevância e efetividade, nas escolas do Sistema Público Estadual do Rio de Janeiro.
No início de 2012, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro concluiu a elaboração dos Currículos Mínimos para o Ensino Regular. Todavia, a SEEDUC respeita as especificidades de cada modalidade de ensino. Por isso, elaborou-se um Currículo Mínimo específico para o Curso Normal em Nível Médio, tanto para as disciplinas de Base Nacional Comum e Parte Diversificada quanto para as disciplinas de Formação Profissional. Este documento servirá como referência, apresentando as habilidades e competências que devem constar como “pano de fundo” nos planos de aula e de curso desta modalidade de ensino.
A elaboração deste documento foi conduzida por equipes disciplinares de professores da rede estadual que atuam nesta modalidade de ensino, coordenadas por professores doutores de diversas universidades públicas do Rio de Janeiro, a partir de um convênio com a Fundação CECIERJ. Nesse processo de elaboração, foram tomadas como referência as Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Docentes da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, em nível médio, na modalidade Normal (Resolução CNE/CEB n° 2/99), os Parâmetros e Orientações Curriculares Nacionais. Contamos também com a preciosa contribuição dos professores da rede que participaram das consultas virtuais e dos debates presenciais, fornecendo críticas e sugestões às propostas preliminares.
As equipes disciplinares se esforçaram para elaborar uma proposta que cumprisse a dupla missão do Curso Normal em Nível Médio de, ao mesmo tempo, fornecer aos alunos (1) a primeira formação profissional para exercerem a função de professores da Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental e (2) o ensino propedêutico que os prepare para prestar exames vestibulares de acesso às universidades públicas, a fim de darem continuidade à sua formação em nível superior.
Para as disciplinas de Formação de Professores, consideraram-se, especialmente, as mudanças na matriz curricular, implementadas em 2010 – após ampla discussão em todo o estado –, a partir das quais o Curso Normal passou a ocupar três anos, em horário integral. Dentre as principais mudanças da matriz, que vêm a ser corroboradas por este Currículo Mínimo, ressalta-se a inclusão de espaços efetivos visando a preparar os futuros docentes para a promoção de uma educação inclusiva e para a construção do conhecimento, numa abordagem que permitisse diálogos entre os componentes curriculares, a realidade da sala de aula e o perfil de profissional da escola que desejamos projetar.
Portanto, este documento é um guia aos nossos professores ao longo dessa “dupla jornada” didática, levando em consideração a carga horária disponível para cada disciplina de Formação de Professores. Dessa forma, em acordo com a Resolução CNE/CEB n° 2/99, espera-se, até o fim do curso, assegurar aos alunos a constituição de valores, conhecimentos e competências gerais e específicas necessárias ao exercício da atividade docente, sob os princípios éticos, políticos e estéticos previstos à sua formação enquanto cidadão.
Colocamo-nos à disposição, pelo endereço eletrônico [email protected] , para esclarecimentos e sugestões, comentários e críticas, que serão bem-vindos e necessários à revisão reflexiva das nossas ações.
Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro
Nesta disciplina, busca-se ampliar os diferentes olhares sobre a Educação Infantil, promotora de aventuras, descobertas, criatividade, desafios, aprendizagens e possibilitar a um(a) futuro(a) professor(a) conhecimentos que facilitem a interação criança-criança, criança- adulto, e deles com o meio ambiente. Apresenta também o espaço lúdico infantil como dinâmico, vivo, acessível e inclusivo para todos.
Pretende-se estudar a produção cultural da e para a infância, pois isto possibilitará conhecer a subjetividade infantil, entendendo seu papel formador nas instituições da Educação Infantil. A percepção do desenvolvimento integral (afetivo, cognitivo, social e psicológico) da criança favorecerá as propostas de trabalho no espaço da Educação Infantil.
O objetivo da disciplina não é se constituir em uma “receita” a ser aplicada pelo(a) professor(a) de forma mecânica e sim instrumentalizar os(as) futuros(as) professores(as) para se tornarem autônomos na importante tarefa que é lidar com a infância.
O desafio atual de uma escola de Educação Infantil consiste exatamente em promover, intencional e sistematicamente, a interação entre crianças e o conhecimento, de formas variadas. Isso só se torna possível quando os professores constroem a metodologia de sua prática, envolvendo situações de aprendizagem já validadas, novas propostas, intervenções, procedimentos e materiais cada vez mais ajustados ao contexto e às necessidades de aprendizagens das crianças.
É importante lembrar que as diferentes áreas do conhecimento praticadas na Educação Infantil possuem didáticas específicas e revelam peculiaridades importantes a serem consideradas quando se trabalha com a diversidade dos conhecimentos. Faz-se essencial conhecer a natureza de cada uma dessas áreas para determinar a necessidade de abordagens diferenciadas.
Nesta disciplina, deve-se cuidar de promover a prática e a reflexão em todos os aspectos citados.
A relação entre teoria e prática é fundamental para o desenvolvimento de uma ação pedagógica voltada para o cotidiano, para ações que promovam o desenvolvimento cognitivo, profissional e pessoal dos educandos.
Equipe de Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Educação Infantil
4
5
1°^ Bimestre
Definir infância, criança e Educação Infantil no processo histórico e sociocultural. Compreender que a Educação Infantil emerge de um contexto histórico como resposta às necessidades de uma sociedade.
Habilidades e Competências
EIXO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Educação Infantil
2°^ Bimestre
Identificar as diferentes funções da Educação Infantil na perspectiva do educar e do cuidar. Perceber a expansão da Educação Infantil e sua relação com políticas públicas e movimentos sociais.
Habilidades e Competências
EIXO POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
3°^ Bimestre
Conhecer a finalidade da Educação Infantil segundo a legislação brasileira. Conhecer a legislação que ampara a criança em seus direitos. Reconhecer o Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil e as Diretrizes Curriculares, além da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e do Estatuto da Criança e do Adolescente, como documentos de referência para o profissional da Educação Infantil. Identificar a responsabilidade legal da família e a necessidade de estabelecer o princípio da colaboração e da participação desta na relação família-escola.
Habilidades e Competências
EIXO (^) ASPECTOS LEGAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL
4°^ Bimestre
Reconhecer a trajetória, os desafios da formação e a valorização do profissional de Educação Infantil brasileiro. Conhecer as exigências legais para a formação do profissional de creche e pré-escola.
Habilidades e Competências
EIXO A FORMAÇÃO E A VALORIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL
1° Bimestre
Conhecer as teorias sobre o desenvolvimento humano, considerando as contribuições para a Educação Infantil de Piaget, Vygotsky, Wallon, Maturana e Varela, entre outros. Compreender que os conhecimentos teóricos contribuem para a fundamentação, reflexão e construção da prática educativa. Identificar metodologias adequadas de acordo com a intencionalidade da prática pedagógica.
Habilidades e Competências
EIXO OS FUNDAMENTOS TEORICOS E METODOLOGICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
2°^ Bimestre
Refletir sobre práticas que promovam um ambiente facilitador da perspectiva da alfabetização e do letramento, considerando a criança como sujeito produtor de cultura e conhecimento. Consolidar aspectos interdisciplinares nas diferentes linguagens, levando em conta a análise de materiais pedagógicos que compõem um ambiente alfabetizador.
Habilidades e Competências
EIXO (^) O AMBIENTE ALFABETIZADOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL
3°^ Bimestre
Refletir sobre o movimento da criança em suas amplas funções: sensorial, afetivo, cognitivo, imaginário e expressivo, valorizando ações e espaços do cotidiano que explorem a linguagem corporal. Reconhecer a presença da diversidade cultural em práticas cotidianas: dança, música, movimentos, artes, teatro, brincadeiras. Pensar a relação entre as crianças na Educação Infantil e as artes como exercício de autoria e criação de autonomia. Entender as múltiplas linguagens da criança como fundamentais para o desenvolvimento e a formação humana.
Habilidades e Competências
EIXO MOVIMENTO/MÚSICA/ARTES
4°^ Bimestre
Perceber que o desenvolvimento dos conhecimentos matemáticos e da natureza devem acontecer no espaço da Educação Infantil. Construir conceitos relacionados à vida e à natureza para que professor e aluno se percebam como parte e agentes transformadores do ambiente em que vivem. Entender a Matemática como objeto histórico-cultural de conhecimento: alguns aspectos que a constituem, seus usos e funções e sua linguagem. Desenvolver metodologias que consolidem os conhecimentos matemáticos e da natureza na Educação Infantil.
Habilidades e Competências
EIXO (^) CONTRIBUIÇÕES DAS CIÊNCIAS E DA MATEMÁTICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
7
Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Educação Infantil
currículo
mínimo
2013
2 e série
a a 3
Curso Normal
conhecimentos didáticos
pedagógicos em
ensino fundamental
10
1°^ Bimestre
Compreender o compromisso social e ético do educador. Analisar criticamente o papel e a formação do professor, seu comprometimento e responsabilidade na sociedade atual. Compreender a evolução do pensamento pedagógico no Brasil e seus autores. Compreender e diferenciar os termos e os conceitos da Didática e da Pedagogia.
Habilidades e Competências
EIXO REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO PEDAGÓGICO
2°^ Bimestre
Compreender os processos de construção dos conhecimentos a partir dos Referenciais Curriculares, Diretrizes e Parâmetros, da Língua Portuguesa e de Artes e suas transversalidades no cotidiano escolar. Compreender e dialogar com os conteúdos e metodologias expostos nas Diretrizes e nos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, relacionando-os ao cotidiano escolar.
Habilidades e Competências
EIXO (^) A ESCOLA, AS DIRETRIZES E OS PARÂMETROS CURRICULARES
3°^ Bimestre
Compreender o trabalho interdisciplinar e a ação docente. Compreender e sistematizar o trabalho pedagógico no Ensino Fundamental, do planejamento à avaliação. Compreender os processos de construção dos conhecimentos e os conceitos das Ciências Naturais e da Matemática a partir da abordagem das Diretrizes e dos Parâmetros Curriculares e a transversalidade no cotidiano escolar.
Habilidades e Competências
EIXO (^) O PLANEJAMENTO EM QUESTÃO
4°^ Bimestre
Compreender a função da Educação e suas relações: histórico-política, econômica e cultural dentro da sociedade e sua diversidade. Valorizar as múltiplas identidades constituintes no ambiente escolar. Refletir sobre as possibilidades de ação pedagógica para tratar da diversidade cultural na educação escolar. Perceber a importância da transversalidade e da interdisciplinaridade na interação do cotidiano escolar.
Habilidades e Competências
EIXO O COTIDIANO ESCOLAR
Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Ensino Fundamental
1° Bimestre
Refletir sobre as formas de organização do trabalho pedagógico nas séries iniciais percebendo a importância da atuação docente no curso de tais processos.
Habilidades e Competências
EIXO (^) O TRABALHO PEDAGÓGICO NAS SÉRIES INICIAIS
2°^ Bimestre
Compreender os diferentes processos que constituem o aprendizado e o desenvolvimento dos alunos a partir das diferentes concepções pedagógicas que norteiam a prática educativa. Desenvolver a aprendizagem comprometida com o estudo, com a pesquisa e construção da autonomia intelectual. Compreender os processos de construção de conceitos a partir dos Referenciais Curriculares, Diretrizes e Parâmetros da História e da Geografia e as transversalidades no cotidiano escolar.
Habilidades e Competências
EIXO CONCEPÇÕES QUE NORTEIAM O APRENDIZADO
3°^ Bimestre
Caracterizar e diferenciar as variadas formas de organização do tempo escolar e suas implicações no processo de ensino-aprendizagem
Habilidades e Competências
EIXO ELEMENTOS BÁSICOS DO PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DA APRENDIZAGEM
4°^ Bimestre
Compreender as metodologias como instrumentos para/na construção dos conhecimentos. Assumir a condição de pesquisadores e corresponsáveis pelo processo de aprendizagem. Perceber a importância dos projetos de trabalho para a integração das diferentes áreas de conhecimento e articulação disciplinar. Valorizar a prática pedagógica que estimule a iniciativa dos alunos por meio do estudo e da pesquisa, desenvolva o respeito às diferenças pelos trabalhos em grupo, incentive o saber ouvir e expressar-se e o pensamento crítico autônomo.
Habilidades e Competências
EIXO CONVERSANDO SOBRE AS METODOLOGIAS A PARTIR DE PROJETOS DIDÁTICOS
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Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Ensino Fundamental
Esse componente curricular vem abordar fatos, situações, experiências e vivências, em que os sujeitos do cotidiano escolar – professores, alunos, diretores, coordenadores etc. – possam se apoiar e ter como auxílio constante no processo de construção do conhecimento, voltado para a educação inclusiva.
Pretende-se perpassar e abranger os conteúdos essenciais da matriz curricular, de maneira a capacitar o formando do Curso Normal, exercer de forma competente e habilidosa, a prática docente, que tem como objetivo maior a constituição do cidadão preocupado com as questões que envolvem seu cotidiano, buscando cada vez mais se aperfeiçoar e harmonizar ações de interesse de todos de forma equânime.
Como primeiro contato, destaca-se a importância de inteirar o futuro docente sobre a história da Educação Especial no Brasil e no mundo para que possam perceber o longo caminho de descaso e repúdio que as pessoas com deficiências ou patologias diversas tiveram de percorrer para hoje alcançarem as ainda incipientes atenções da sociedade.
Considera-se fundamental identificar características de pessoas com necessidades educacionais especiais, público-alvo da Educação Especial, no intuito de esclarecer o atual modelo educacional, que tira o foco da deficiência e enfatiza o ensino e a escola, bem como as formas e condições de aprendizagem; em vez de buscar no aluno a origem de um problema, define-se pelo tipo de resposta educativa e de recursos e apoio que a escola deve proporcionar- lhe para que tenha acesso aos conhecimentos e aos bens culturais.
É primordial, da mesma forma, fazer com que os jovens formandos conheçam as legislações nacional e internacional que asseguram os direitos das pessoas com deficiências, pois, segundo a atual Política Nacional de Educação Especial, a educação inclusiva é hoje o debate mais presente na educação do país. Nunca antes foi tão discutido o princípio constitucional da igualdade de condições de acesso e permanência na escola, implicando a necessidade de reverter os velhos conceitos de normalidade e padrões de aprendizagem, bem como afirmar novos valores na escola que contemplem a cidadania, o acesso universal e a garantia do direito de todas as crianças, jovens e adultos de participar nos diferentes espaços da estrutura social.
Julga-se interessante promover um debate amplo com o objetivo de fazer o formando refletir sobre o estado atual da educação inclusiva e sobre o princípio fundamental que rege as escolas inclusivas: o de que todas as pessoas devem aprender juntas, independentemente de quaisquer dificuldades ou diferenças que elas possam ter. Não há um molde pronto para ser aplicado indistintamente aos problemas, às deficiências. Assim sendo, aprender a lidar com as especificidades dos alunos público-alvo da educação especial desafia a capacidade do professor em encontrar saídas, descobrir novas alternativas pedagógicas que podem ser acrescentadas ao seu planejamento inicial de ação para mantê-lo atualizado e aberto a novas possibilidades de adequação.
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Cabe dizer ainda que este componente curricular permite atividades pedagógicas bastante dinâmicas e reveladoras, tais como visitas a escolas regulares, preferencialmente, com alunos incluídos e que ofertem o AEE – Atendimento Educacional Especializado na Sala de Recursos Multifuncionais; escolas regulares com Tradutor/Intérprete de LIBRAS ou com Profissionais de Apoio/Monitores; Equipes da Educação Especial da SEEDUC/RJ (Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro): Núcleo de Apoio Pedagógico Especial – NAPES, Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez – CAS; Centro de Apoio Pedagógico ao Atendimento de Pessoas com Deficiência Visual - CAP; Núcleo de Apoio Pedagógico e Produção Braille - NAPPB; Núcleo de Atividade em Altas Habilidades/Superdotação – NAAH/S; escolas especiais; centros de referência em educação especial (Instituto Nacional de Educação de Surdos, Instituto Benjamin Constant, Instituto Helena Antipoff, por exemplo). Além disso, é interessante oferecer atividades em sala de aula como a confecção de material pedagógico adaptado, seminários sobre as diferentes deficiências, debates sobre educação inclusiva e tudo mais que a criatividade do corpo docente de uma escola comprometida com a qualidade de ensino pode oferecer.
Ao final, almeja-se a grata satisfação de ver a formação do jovem mestre transformada, em sua integridade ética, política e social, pelo espírito solidário, mas, antes de tudo, pelo espírito de justiça consciente de seus direitos e deveres como sujeitos transformadores ativos e esclarecidos da sociedade.
Equipe de Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Educação Especial no Contexto da Educação Inclusiva
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currículo
mínimo
2013
3 série
a
Curso Normal
conhecimentos didáticos
pedagógicos em
educação de
jovens e adultos
Entendemos que uma política de formação lógica é aquela que se apresenta igualitária, assegurando a todos o acesso ao conhecimento, à troca de experiências, à reflexão sobre sua própria finalidade educativa e que medeie, com eficiência, a diversidade de saberes e fazeres que coexistam em um ambiente escolar. Esse processo formativo, contudo, deve ser abrangente para incorporar, compreender e se adaptar às diferentes ações que rodeiam esse ambiente e, igualmente, deve movimentar seu corpo docente: como sujeito em contínuo processo de formação.
Essa formação de professores tem sido, também ao longo dos anos, tema de variados estudos que objetivam a busca de “respostas” para a constituição dessa educação de qualidade. Nesse caso, o enfoque dado à formação de educadores da Educação de Jovens e Adultos remete a uma valorização da prática docente, na medida em que é o professor quem constrói, através de sua “práxis”, o processo educativo.
Dessa forma, o Currículo Mínimo permite que nós, educadores e educadoras, possamos balizar e incentivar a formação de novos docentes, tendo em vista a especificidade dessa modalidade da Educação Básica.
Para tanto, sugerimos alguns eixos que, do nosso ponto de vista, são fundamentais para contemplarmos a proposta em questão: a história da Educação de Jovens e Adultos e sua relação com os movimentos sociais; políticas públicas para a Educação de Jovens e Adultos e o currículo escolar no contexto geral; os espaços e os tempos da Educação de Jovens e Adultos e as diversas contribuições à alfabetização na Educação de Jovens e Adultos.
Como a perspectiva é atender a essa modalidade em especial, a partir da reflexão na disciplina Conhecimentos Didáticos e Pedagógicos em Educação de Jovens e Adultos, faz-se necessário que o educador assuma a importância da formação de novos docentes considerando a Educação de Jovens e Adultos como um campo também de atuação para os futuros profissionais.
Sabemos que os diversos saberes e experiências, tanto dos alunos quanto dos professores, fazem parte dessa produção de conhecimento e diversidade cultural que faz da escola um organismo vivo. Portanto, a formação é um processo de construção de identidades profissionais com base nas experiências pessoais, sociais e culturais de cada sujeito dentro do ambiente escolar.
Equipe de Conhecimentos Didáticos Pedagógicos em Educação de Jovens e Adultos
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CONHECIMENTOS DIDÁTICOS PEDAGÓGICOS EM EDUCAÇÃO INFANTIL
COORDENADORA:
Kátia Dumard da Silva (Secretaria Municipal de Educação – Teresópolis) Mestre em Educação - UFRJ Especialista em Educação e Reeducação Psicomotora e Especialista em Educação Inclusiva
ARTICULADORAS:
Profª Drª Maria Cristina Pfeiffer Fernandes (Doutora em Ciências - COPPE/UFRJ com Estágio Pós- Doutoral em Tecnologias na Educação - PUC-Rio; Profa Dra. Associado da Fundação CECIERJ / Consórcio CEDERJ) Dilene Carvalho Pinto Rodrigues Esp. em Alfabetização Leitura e Escrita - UFRJ Licenciada em Pedagogia - UERJ Secretaria de Estado de Educação
PROFESSORAS COLABORADORAS:
Alana Fernandes Ramos (Instituto de Educação Clélia Nanci) Luciana Maria Bastos Jardim (Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho) Marcele Moraes Rodrigues Ferrari Bessa (Colégio Estadual Júlia Kubitschek)
CONHECIMENTOS DIDÁTICOS PEDAGÓGICOS EM ENSINO FUNDAMENTAL
COORDENADORA:
Kátia Dumard da Silva (Secretaria Municipal de Educação – Teresópolis) Mestre em Educação - UFRJ Especialista em Educação e Reeducação Psicomotora e Especialista em Educação Inclusiva
ARTICULADORAS:
Profª Drª Maria Cristina Pfeiffer Fernandes (Doutora em Ciências - COPPE/UFRJ com Estágio Pós- Doutoral em Tecnologias na Educação - PUC-Rio; Profa Dra. Associado da Fundação CECIERJ / Consórcio CEDERJ) Dilene Carvalho Pinto Rodrigues Esp. em Alfabetização Leitura e Escrita - UFRJ Licenciada em Pedagogia - UERJ Secretaria de Estado de Educação
PROFESSORES COLABORADORES:
Tomie Helena Kavakami (Colégio Estadual Pandiá Calógeras) Rosana Mathias (Colégio Estadual Heitor Lira)