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Curso basico de umbanda modulo II pontos.
Tipologia: Traduções
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Em Em 1 199118 8,, oo CCaabboocclloo ddaass SSeettee EEnnccrruuzziillhhaaddaass rreecceebbeeuu oorrddeennss ddoo AAssttrraall SSuuppeerriioorr ppaarraa ffuunnddaarr sseettee tteennddaass ppaarraa aa pprrooppaaggaaççããoo ddaa UUmmbbaannddaa.. AAss aaggrreemmiiaaççõõeess ggaannhhaarraamm ooss sseegguuiinntteess nnoommeess:: TeTennddaa EEssppíírriittaa NNoossssaa SSeennhhoorraa ddaa GGuuiiaa;; TTeennddaa EEssppíírriittaa NNoossssaa SSeennhhoorraa ddaa CCoonncceeiiççããoo,, TTeennddaa EEssppíírriittaa SSaannttaa BBáárrbbaarraa;; TTeennddaa EEssppíírriittaa SSããoo PPeeddrroo;; TTeennddaa EEssppíírriittaa OOxxaalláá,, TTeennddaa EEssppíírriittaa SSããoo JJoorrggee;; ee TTeennddaa EEssppíírriittaa SSããoo GGeerrôônniimmoo..
Nestes imóveis, localizados na rua Floriano Peixoto, nº 30, em Neves, Niterói – RJ iniciou-se a religião de Umbanda, anunciada no dia 16 de novembro de 1908, pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas. Cabana do Pai Antônio e Tenda de Nossa Senhora da Piedade. O Caboclo estabeleceu as normas em que se processaria o culto. Sessões, assim seriam chamados os períodos de trabalho espiritual, diárias, das 20:00 às 22:00 h; os participantes estariam uniformizados de branco e o atendimento seria gratuito. Deu, também, o nome do Movimento Religioso que se iniciava:
UMBANDA – Manifestação do Espírito para a Caridade...o que veio a ser traduzido como Aunbhandan o conjunto das Leis Divinas.
A Umbanda, ainda que não evidencie isso à primeira vista, é uma religião muito rica em
fundamentos divinos, com várias escolas iniciáticas. E, se isso acontece, é porque é nova, não foi codificada totalmente e não tínhamos um indicador seguro que nos auxiliasse na decodificação dos
seus mistérios e fundamentos. Atualmente, um século após sua fundação ou resurgimento, por Zélio Fernandino de Moraes e o senhor Caboclo das Sete Encruzilhadas, espíritos mensageiros têm transmitido-nos algumas chaves mestras que têm aberto vastos campos para decodificarmos seus mistérios e iniciarmos sua verdadeira codificação, tornando-a tão bem fundamentada que talvez, no futuro, outras religiões recorram a estas chaves para interpretarem seus próprios mistérios. Se não, vejamos:
1º) Na Umbanda, as linhas ou vibrações de trabalhos espirituais, formadas por espíritos incorporadores, têm nomes simbólicos.
2º) Os guias incorporadores não se apresentam com outros nomes, e só se identificam por nomes simbólicos ao qual possuem afinidades.
3º) Todos eles são magos consumados e têm na magia um poderoso recurso, ao qual recorrem para auxiliarem as pessoas que vão aos templos de Umbanda em busca de auxílio.
4º) Um médium umbandista recebe em seus trabalhos vários guias espirituais cujas manifestações ou incorporações são tão características que só por elas já sabemos a qual linha ou vibração pertence o espírito incorporado.
5º) As linhas ou vibrações são muito bem definidas e os espíritos pertencentes a uma vibração falam com o mesmo sotaque, dançam e gesticulam mais ou menos iguais e realizam trabalhos mágicos com elementos definidos como deles e mais ou menos da mesma forma.
6º) Cada linha ou vibração está ligada a alguns orixás e podemos identificar nos seus nomes simbólicos a qual dos espíritos de uma mesma linha são ligados.
7º) Isto acontece tanto com as vibrações da direita quando com as da esquerda, todas regidas pelos sagrados orixás.
Com isso, temos chaves importantes para avançarmos no estudo dos fundamentos da Umbanda até chegarmos ao âmago do mistério dos seus nomes simbólicos. Mas para chegarmos ao âmago, antes temos que saber qual é o meio ou a diretriz que nos guiará nesta busca, já que temos linhas de Caboclos, Preto-velhos, Crianças, Baianos, Boiadeiros, Marinheiros, Exús, Pomba- Giras, Ciganos, etc. E esta chave mestra se chama “Fatores de Deus”. Antes de falarmos sobre fatores ou sobre o que eles significam, precisamos abrir um pouco mais o leque de assuntos desse nosso comentário para fundamentarmos os mistérios da Umbanda.
Voltemo-nos para a Bíblia Sagrada e nela vamos ler algo semelhante a isso:
Identificou nas determinações dadas por Deus a essência de suas funções ordenadoras e criacionistas. Assim explicado, o “verbo divino” é uma função e cada função é uma ação realizadora. Mas, se assim é, tem que haver um meio através do qual o verbo realizador faça sua função criadora. E esse meio não pode ser algo comum, mas sim extraordinário divino mesmo, já que é através dele que Deus realiza. E se cada verbo é uma função criadora em si mesmo, e muitos são os verbos, então esse meio usado por Deus tem que ter em si o que cada verbo precisa para se realizar enquanto função divina criadora de ações concretizadoras do seu significado excelso.
Nós sabemos que a alusão ao verbo divino na Bíblia Sagrada não teve até agora uma explicação satisfatória pelos estudiosos dela e pelos seus mais renomados intérpretes, relegando-o apenas às falas ou pronunciamentos de Deus. Mas isto também se deve ao fato de seus intérpretes não terem atinado com a chave mestra que abre o mistério do “verbo divino” mas que agora, de posse da Umbanda, explica-nos tudo, desde o caos bíblico ao big-bang dos astrônomos e desde o surgimento da matéria (Ayê) até o estado primordial da criação do qual (chamamos os espíritos que lá habitam de mônadas); tão buscado atualmente pela física quântica. Sim, o verbo divino e seu meio de realizar suas ações tanto está na concretização da matéria quanto no mundo rarefeito da física quântica. E está desde a reprodução celular quanto na geração dos corpos celestes.
E se tomarmos o verbo romper, aqui não citado, e o fator através do qual sua ação se realiza, temos estas linhas de trabalhos espirituais e mágicos:
E temos linhas de Caboclos e de Exus com estes mesmos nomes:
Muitos são os verbos e cada um tem um meio ou fator através do qual se realiza enquanto ação. Por isto, afirmamos que a Umbanda é riquíssima em fundamentos e não precisa recorrer aos fundamentos de outras religiões para explicar suas práticas ou os nomes simbólicos dados aos Orixás, que são as divindades realizadoras do verbo divino ou as suas linhas de trabalhos espirituais e mágicos, que são manifestadores espirituais dos mistérios do verbo divino. Se atinarem bem para a riqueza contida no simbolismo da Umbanda, poderão dispensar até as interpretações antigas herdadas do culto ancestral aos Orixás praticado em solo africano, porque Deus (Olorum), ao criar uma religião, dota-a de seus próprios fundamentos divinos e espera que seus adeptos os descubram e o aplique a sua Doutrina e práticas, aperfeiçoando sua concepção do divino existente nos seus mistérios.
F.T.U – Faculdade de Teologia Umbandista O.I.C.D – Ordem Iniciática do Cruzeiro Divino
Signo Período referência [1] Glifo
Áries 21/03 a 20/
Touro 21/04 a 21/
Gêmeos 22/05 a 21/
Câncer 22/06 a 23/
Leão 24/07 a 23/
Virgem 24/08 a 21/
Libra 22/09 a 23/
Escorpião 24/10 a 23/
Sagitário 24/11 a 22/
Capricórnio 23/12 a 21/
Aquário 22/01 a 19/
Peixes 20/02 a 20/
[1] O que determina o signo de uma pessoa, é o trânsito do Sol na casa zodiacal. Recomenda-se aos nativos dos dias limites dos signos, apurarem através de estudo astrológico, o horário de entrada do Sol na casa zodiacal, pois podem ocorrer pequenas variações. Por exemplo, um indivíduo que nasceu às 23:00 horas do dia 20 de março de 2003,(último dia do sol em peixes), não é do Signo de Peixes e sim, de Áries, pois o trânsito do Sol em Áries começou a partir das 22:00 do dia 20 de março.
É importante que fique claro, que não é a hora, o dia, o mês e o ano que identificam o "estado atual do Ori", pois a referência de tempo e espaço é relativa, pois por acaso habitamos um planeta que leva 24 horas para o movimento de rotação e 365 dias para o de translação. O que determina o nosso "estado atual do Ori" são as condições físicas do Cosmos no exato momento em que se dá o primeiro hausto (respiração ao nascer). Afinal, todas as coisas no universo que "conhecemos" estão em afinidade e equilíbrio. Assim, para nascer sob uma determinada condição, tudo já fora preparado para que acontecesse àquela hora exata. Entretanto, considerando a relatividade em que vivemos, pode-se utilizar do milenar conhecimento humano para ter a referência (local) de como o universo estava naquele exato momento em que se reencarnou, por isto, usa-se também a astrologia na Umbanda.
Além do Sol, encontramos outros astros no nosso Sistema Solar: Lua, Mercúrio, Vênus,
Marte, Júpiter e Saturno (os Astros internos), que de acordo com o esoterismo de Umbanda, o Aumbhandan, representa os princípios e funções de caráter geral, além de definirem a identidade dos Signos. E a nossa Tradição, o Aumbhandan, entende que os Astros Celestes estão relacionados com as Vibrações Ancestrais, por onde estas irradiam o seu Poder Volitivo, quais sejam:
A s t r o Glifo Signos Vibração Ancestral
Sol Leão Orixalá – Egunitá
Lua Câncer Yemanjá – Omolu
Mercúrio Gêmeos - Virgem Yori (Eres) – Oxumarê Oxum
Vênus Touro - Libra Oxossi – Obá
Marte Áries - Escorpião Ogum – Egunitá
Júpiter Sagitário - Peixes Xangô – Yansã
Saturno Capricórnio Aquário - Yorimá (Obaluaiê - Nanã)
Portanto, através do esoterismo de Umbanda, pode-se concluir que as Vibrações Ancestrais
A nossa realidade concreta é física ou seja, estamos, como Espíritos "vivendo" em um corpo físico, distanciados temporariamente do Plano Espiritual de forma direta, onde necessitamos de referências, que possibilitem a conexão com as Energias irradiadas pelas Vibrações Originais e refletidas pelas Vibrações Ancestrais, além do fluxo e refluxo das emanações energéticas: Luminosas; Elétricas; Térmicas; Sonoras; Magnéticas; e, Eletromagnéticas que influenciam os nossos corpos.
Para efeito didático, temos sete corpos: Físico, Etéreo, Astral, Mental, Causal, Búdico e Atmico; que se sobrepõem, percebidos de várias formas:
O Corpo Físico é o instrumento para o desenvolvimento, aprendizado e experimentação no mundo físico;
O Corpo Etéreo é aquele que permite a ligação entre o Corpo Físico e os demais corpos;
O Corpo Astral , é o molde que estrutura o corpo físico promove a ação de atos volitivos, desejos e emoções. Os videntes vêem este corpo – (Perispírito);
O Corpo Mental é o veículo de manifestação do "Eu Cósmico", como intelecto concreto e abstrato; Mental Concreto ou inferior: é sede das percepções simples e objetivas como de objetos, pessoas, etc. é importante veículo de ligação e harmonização do binômio razão-emoção.
O Corpo Búdico elabora princípios e idéias abstratas, realiza análise, sínteses e conclusões. É sede das virtudes e de defeitos;
O Corpo Nirvânico, composto pelas três almas - Moral, Intuitiva e Consciencial - veículos e instrumentos do espírito. Suas linhas de força formam o corpo do mesmo, matéria hiperfísica, de sutil quintessenciação. Tem como atributo principal o grande núcleo de potenciação da consciência;
O Corpo Atmico ou Espírito Essência constitui a Essência Divina presente em cada ser.
A manutenção das interações entre os nossos corpos concretos e abstratos, bem como a emissão e recepção das energias espirituais, é realizada através de Centros de Força, que são conhecidos como chakra.
Cada Centro de Força possui dois vórtices de energia, um na frente e outro atrás, localizado ao longo da coluna e conectado entre si.
Os Centros de Força são conexões pelos quais flui a energia, absorvendo a Energia Primária, que recebe várias denominações (Fluido Cósmico Universal, Energia Vital, Vayus Prânicos, Energia de Deus,...). e decompõem-na em suas partes e, em seguida, através pelos "dutos" seguem para todos os Centros para o Sistema Nervoso, as Glândulas Endócrinas e Mistas, depois para o Sangue afim de Alimentar o Corpo. Suas funções básicas são a de vitalizar cada Corpo Áurico e assim o Corpo Físico através desta energia, provocar o desenvolvimento de diferentes aspectos da
Autoconsciência, entre os diferentes Corpos Áuricos. Em termos gerais, algumas Tradições sugerem a existência de aproximadamente 350 mil chakram, mas para efeito de entendimento e aprendizado, devem ser tratados os principais, os quais, alguns, consideram sete, outros consideram nove e outros doze e assim por diante. Para efeito didático, e conciencional consideremos sete:
CENTRO DE FORÇA VIBRAÇÃO PLEXO GLÂNDULAS 1 Yemanjá/ Omolu (^) Básico Reprodutoras 2 Obaluayê/ Nanã (^) Esplênico Pâncreas 3 Xangô/ Egunitá (^) Solear Supra-renais
4 Oxum Xangô/Oxumaré/ Cardíaco Timo
5 Ogu/ Yansã/ Yori (^) Laríngeo Tiróide
6 Oxóssi/Obá/ Yemanjá (^) Frontal Hipófise 7 Orixalá Oyá Tempo (^) Coronário Epífise
Estes Centros de Força absorvem a Energia Universal ou Primária (Chi, Orgone, Prana, Etc...), decompõem-na em suas partes e, em seguida, mandam-na ao longo de Rios de Energia chamados NÁDIS, para o Sistema Nervoso, as Glândulas Endócrinas e, depois para o Sangue afim de Alimentar o Corpo. Suas funções básicas são a de vitalizar cada Corpo Áurico e assim o Corpo Físico através do Prana, provocar o desenvolvimento de diferentes aspectos da Autoconsciência e transmitir a Energia entre os diferentes Corpos Áuricos.
Como propósito neste momento não é discorrer sobre anatomia ou relação com as partes do corpo, bem como o Kundalini, Linhas de Força (TATVAS), apresenta-se apenas o diagrama com as posições dos chakram. Concluído isto, podemos estabelecer a ligação dos Centros de Força do Ser, com as Vibrações Ancestrais.
A Eterna Corrente de Vontade Criadora Divina é absorvida por Mediadores Espirituais Divinos, os quais cada Religião denomina à sua feição e nós, que exercitamos o Esoterismo na Umbanda, denominamos por "Vibrações Originais", interpretadas pelo movimento da Umbanda Sagrada como “Fatores Primordiais”, ou “Reino Virginal” pelo Sete Reinos Sagrados da Umbanda. Esta Eterna Corrente de Vontade Criadora polarizada, em contato com cada Vibração Original, sofre uma nova modificação diferenciada e busca manifestar-se através de Vibrações Ancestrais (Astrais) que geram e mantêm a Energia Pura, mas também todas as formas de manifestação de Energia que conhecemos e as que ainda desconhecemos. Assim é que, no Princípio, a polarização da Energia Espiritual com a Energia do Consciente gera a Energia Etérea ou Astral. Chamamos esta Energia resultante também por "Astral", porque embora indiferenciada e sutil, já é de "qualidade material", sendo as variações de intensidade de suas vibrações energéticas que induzem a formação das Forças Sutis Elementares que geram os quatro elementos, os quais buscam manifestarem-se na Natureza, através do Ar,Fogo, Água e Terra.
energias positivas.
Se há um sentimento de angústia, que não permite a conclusão de qual atributo deva ser trabalhado, como pista, há manifestação de desconforto no corpo físico, causado pela somatização das energias negativas.
Como atributos, temos:
Orixalá Oyá Tempo
AA EESSSSÊÊNNCCIIAA DDIIVVIINNAA FFOORRTTAALLEEZZAA EE MMOORRAALL CHAKRA EENNEERRGGIIAA PPOOSSIITTIIVVAA^ CORONAL Paciência - Fé
EENNEERRGGIIAA NNEEGGAATTIIVVAA Ira - Descrença - Ilusão Fanatismmo
Yemanjá Oxóssi Obá
OO PPOODDEERR SSUUPPRREEMMOO SSAABBEEDDOORRIIAA EE EENNTTEENNDDIIMMEENNTTOO ((AADDAAPPTTAAÇÇÃÃOO)) EE RRAAZZÃÃOO (^) CHAKRA
EENNEERRGGIIAA POPOSSIITTIIVVAA^ FRONTAL Firmeza - Conhecimento
EENNEERRGGIIAA NENEGGAATTIIVVAA Leviandade - Pessimismo Esterilidade - Dispersão
Ogum Yansã Yori
O P OPOODDEERR OOCCUULLTTOO DDAA PPAALLAAVVRRAA EE DDOO RREESSPPEEIITTOO^ CHAKRA ENENEERRGGIIAA POPOSSIITTIIVVAA^ LARÍNGEO Esperança - Extrovertida
EENNEERRGGIIAA NNEEGGAATTIIVVAA Receio - Calado - Imobilismo
Oxum Oxumarê Xangô
O P OPOODDEERR DDOO AAUUTTOO--CCOONNHHEECCIIMMEENNTTOO AAMMOORR EE CCOOMMPPAAIIXXÃÃOO CHAKRA EENNEERRGGIIAA^ PPOOSSIITTIIVVAA^ CARDÍACO Humildade – Auto-estima
EENNEERRGGIIAA NNEEGGAATTIIVVAA Ciúme , Soberba – Permissível Solidão Desequilíbrio
Xangô Egunitá
O P OPOODDEERR DDAA AÇAÇÃÃOO EE RREEAALLIIZZAAÇÇÃÃOO EE OORRDDEENNAAÇÇÃÃOO JJUUSSTTIIÇÇAA EE LLEEII OORRDDEENNAADDAA CHAKRA EENNEERRGGIIAA POPOSSIITTIIVVAA^ SOLEAR Generosidade - perseverança
EENNEERRGGIIAA^ NENEGGAATTIIVVAA Confusão, Egoismo - Dependência, Fraquesa
Obaluayê Nanã
O P OPOODDEERR DDAA VVOONNTTAADDEE (^) EE IINNSSTTAABBIILLIIDDAADDEE CCOONNSSEELLHHOO EE CCOONNHHEECCIIMMEENNTTOO – – FFooggoo ddaa VVoonnttaaddee CHAKRA EENNEERRGGIIAA POPOSSIITTIIVVAA^ ESPLÊNICO Prudência – Auto-estima
EN ENEERRGGIIAA NNEEGGAATTIIVVAA Arrebatamento - preguiça, Desequilíbrio
Yorimá Obaluayê Omolu Yemanjá
OO PPOODDEERR DDAA CCRRIIAAÇÇÃÃOO EE EEVVOOLLUUÇÇÃÃOO PU PURREEZZAA EE SSIIMMPPLLIICCIIDDAADDEE (^) CHAKRA ENENEERRGGIIAA (^) PPOOSSIITTIIVVAA^ BÁSICO Castidade - INSTABILIDADE
EENNEERRGGIIAA^ NENEGGAATTIIVVAA Luxúria - Egocentrismo, Apatia
Orixalá Oyá Tempo
FALTA DE FÉ, DESCRENÇA, IRA, ALTISMO, ALIENAÇÃO, FALTA DE INSPIRAÇÃO, ISOLAMENTO EMOCIONAL (^) CHAKRA Enxaquecas, Demência, perturbações espirituais, sonolência, sentimentos excessivos vários,^ CORONAL Depressão excessiva, Pensamentos mórbidos, Comportamento suicida, Desilusões
Yemanjá Oxóssi Obá
MEDO, DESEQUILÍBRIO, INCERTEZAS, DEMÊNCIA, SURTOS, PESSIMISMO, CALCULISMO , SONHADORA, PENSAMENTOS DIRETOS E PRECISOS, DIRECIONAMENTO, DESENTENDIMENTO CHAKRA Doenças ópticas, miopia, enxaquecas, Demência, Esclerose, Falta de concentração, FRONTAL Pesadelos, Tensão, Perturbações psíquicas, Falta de imaginação e concentração, pensamento Disperso
Ogum Yansã Yori
INTROVERTIDO, FALTA DE ENTENDIMENTO, DEFENSIVO, FOFOQUEIRA, FALA DEMAIS, AGRESSIVIDADE, OPOSITORA, RECEOSIDADE, PROBLEMA DE COMUNICAÇÃO (^) CHAKRA
Doenças Pulmonares, e Respiratórias, Pessoa calada, Falsidade, Frieza, Antipatia,^ LARÍNGEO Ignorância , Deslealdade, Desonestidade, Mentirosas, Reseios
Oxum Oxumarê Xangô
ANTIPATIA, ÓDIO, MATERIALISMO, CIÚMES, POSSESSÃO, IMPASSIÊNCIA (^) CHAKRA Baixa estima, Possessão, Ciúmes, Egoísmo, Agressividade, Co-dependência, Ressentimento,^ CARDÍACO Solidão, Soberba, Ódio, Pressão Arterial, Circulatório, Problema Respiratório, Averesa, Guerra, Desequilíbrio,
Xangô Egunitá
MEDO, ÓDIO, INSEGURANÇA, DEPENDÊNCIA, TIMIDEZ, EGOISMO, DEPRESSÃO, FALTA DE CONFIANÇA, FALTA DE VITALIDADE, TEMPERATURA CORPÓREA CHAKRA SOLEAR Hiperatividade, Probremas circulatório, Extress, Ambição pelo poder, Diabetes, Fadiga, Fraquesas, Problemas hepáticos, dependências várias, Problemas Digestivos
Obaluayê Nanã
CONFUSÃO, CIÚME, IMPOTÊNCIA, BAIXA ESTIMA, COVARDIA, IRRITABILIDADE, INTOLERÂNCIA (^) CHAKRA Sexualidade excessiva, Auto confiança excessiva ou baixa, Frigidez, Preguiça,^ ESPLÊNICO Problemas de ereção e Ejaculação, Hábitos alimentares irregular, Sistema ósseo,Saúde
Yorimá Obaluayê Omolu Yemanjá
EGOCENTRISMO, AVAREZA, COBIÇA, TENSÃO – VIOLÊNCIA – FRAQUEZA INSEGURANÇA, SEXUALIDADE, APATIA (^) CHAKRA Prisão de ventre , Anemia, Cálculo renal, Hemorragia, Hemorróida, Problema na bexiga,^ BÁSICO Problemas sexuais, Luxúria, Depressão, Incapacidade, Desistabilidade, Suicídio
Vamos voltar um pouco na história do movimento umbandista. Em 1928, Leal de Souza
propôs a primeira tentativa de se codificar a Umbanda. Observando e estudando as manifestações
das entidades nos vários terreiros e templos daquela época, ele propôs as a primeira codificação
das sete linhas ou vibrações da Umbanda.
Oxalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Yansã, Yemanjá, Almas.
Se o umbandista reparar, perceberá que as sete linhas ou vibrações propostas na primeira codificação da Umbanda, coincidem exatamente com a doutrina dos sete reinos sagrados seguidos pela doutrina da tenda mirim, praticada pelo Núcleo de Estudos Espirituais da Mata Verde.
W.W.da Mata e Silva , em 1956, lança o livro “Umbanda de Todos Nós”,lançando na época o que foi chamado de Umbanda Esotérica e através da análise das palavras no sânscrito, apresenta um modelo onde inclui dois novos nomes hermético aos Orixás:
Orixalá, Ogum, Oxóssi, Xangô, Yori, Yorimá e Yemanjá. Onde Yori simboliza os eres e Yorimá simboliza as linha das Almas (Obaluayê e Omolu).
Manoel Lopes nos seus mais de 30 anos de estudos Umbandísticos, Lança Umbanda e os Sete reinos Sagrados, onde nos remete a:
1º Reino o princípio, o Fogo (ogum); 2º Reino da Terra (Xangô); 3º Reino do Ar (Yansã); 4º Reino das águas (Yemanjá); 5º Reino das Matas (Oxóssi); 6º Reino da Humanidade (Oxalá); e 7º Reino o último, das Almas (Obaluayê/Omolu), retorno a origem. Coincidindo com Leal de Souza onde o mesmo apresentou os sete pontos de força onde nada mais são que os sete reinos, e sua sequência é apresentada pela “Natureza”, ou melhor dizendo, pela formação do nosso planeta. Pela doutrina dos sete reinos sagrados, os graus de iniciação umbandista são determinados da seguinte maneira: 1º grau de iniciação: Fogo - Ogum – É o impulso inicial, a força para vencer os obstáculos e iniciar uma Nova vida. É o início da vida do umbandista dentro do terreiro.
2º grau de iniciação – Terra - Xangô – É a lei, a estrutura, as regras. Neste grau o umbandista já venceu a fase inicial (Ogum) e agora passa a conhecer as leis da Umbanda e do terreiro. 3º grau de iniciação – Ar – Yansã – É a expansão, o crescimento, sua mente se abre, novas ideias surgem.
4º grau de iniciação – Água – Yemanjá – É a adaptabilidade. O Umbandista se adapta com facilidade em qualquer situação, ele transita com mais naturalidade dentro das várias religiões e filosofias, seus conhecimentos e sua vivência o tornem mais “Adaptáveis”.
5º grau de iniciação – Matas - Oxóssi – Éa individualidade do caçador. O umbandista se identifica como uma individualidade, se sente respeitado pelo estágio que atingiu, tem segurança para trilhar qualquer caminho, não tem medo da solidão e do futuro.
6º grau de iniciação – Almas – Oxalá – É a fé e o livre-arbítrio. É o umbandista vivendo dentro da sociedade, exercendo o livre-arbítrio e assumindo suas consequências. Neste grau ele já tem condições de escolher seus caminhos sozinhos e de até mesmo dirigir seus seguidores.
7º grau de inicialização – Omolu – É a transcendência, a regeneração. É o conhecimento pleno da espiritualidade, da magia, da vida e da morte. É o grau máximo.
Portanto, a Umbanda é rica e diversificada, existem várias ordens ou escolas, nuances e graus, tudo de acordo com os graus consciencionais; levando todos, não importando ser esta ou aquela prática doutrinária umbandistica há uma só filosofia e a um só caminho, o caminho mais adaptável ao ser humano para a sua evolução espiritual.
Para estudos práticos, seguiremos a doutrina imposta tanto pela Umbanda Esotérica, como pela Umbanda Sagrada associando-se a Umbanda dos Sete reinos Sagrados, absorvendo tudo aquilo que é comum na prática litúrgica ritualística e teogônica. Pois Umbanda vem dos orixás (senhores emissores da luz divina),que vem das sete emanações de Deus, que vem dos elementais, elemental e elementares e das vibrações cósmicas universais, formando uma só Lei Maior, a Lei da Criação do Universo e de todos os serem nele existentes e de toda a criação, pois tudo foi exteriorizado por ele, portanto ele está contido em tudo. (Tudo é visto, tudo é percebido, tudo é sentido por Ele em sua Onociência, Onipresença).
Aumbhandam (Umbanda) Aum= Deus (Divino) – Bhan= Conjunto (Princípio) – Dan= Lei -> O Conjunto das Leis de Deus ou Conjunto das Leis Divinas. Umbanda é a Lei Má ter que regula os fenômenos das manifestações e comunicações entre os Espíritos do Mundo Astral (Órum) e o Mundo da Forma (Aiyê). É a RELIGIÃO ORIGINAL, o próprio ELO VIVENTE revelado pelo verbo criador, é a chave mestra da própria KABALLA a que deram o nome de Ariano, Adâmico ou Vatan, cuja sua invocação obedecendo a certas regras e posições, formam imagens reveladoras e ordenadoras da Lei de Deus através da grafia celestial dos Orixás, os agentes cósmicos universais da execução do verbo divino.
Conceito Interno da Corrente Umbandística sobre as 7 forças, linhas ou vibrações originais
dos Orixás. (Umbanda Esotérica).
Vibração Original ou Força Vibratória Espiritual e Cósmica é o que está acima dos Santos, Anjos. São agrupamentos de espíritos, por afinidade que formam as LINHAS OU VIBRAÇÕES;
LINHAS OU VIBRAÇÕES são as Legiões, as falanges, os agrupamentos de seres elementais,
Elemental, Elementares, espíritos das mais diversas ordens (encantados), tanto os encarnados e
desencarnados, que se movimentam para o bem, a proteção ou a ordenação das Vibrações
Espirituais dos ORIXÁS.
Cada uma dessas sete linhas está sob a vibração.